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Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual
ORPHA:488627CID-10 · Q87.8OMIM 617051DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
kidneyInício infânciaHerança AR

Síndrome rara autossômica recessiva associada ao gene PUS3, caracterizada por grave atraso de crescimento, microcefalia progressiva, deficiência intelectual profunda com fala ausente, estrabismo e melanocitose dérmica extensa. Manifestações adicionais incluem convulsões, disartria, atrofia cortical cerebral, síndrome nefrótica e nefrite túbulo-intersticial.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 14/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual é uma doença genética rara, caracterizada por comprometimento do crescimento desde a infância, alterações oculares (estrabismo), manchas azul-acinzentadas extensas na pele (melanocitose dérmica) e deficiência intelectual significativa. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem incluir: atraso global do desenvolvimento, deficiência intelectual (que pode ser profunda), fala ausente ou muito pobre, convulsões, hipotonia generalizada, microcefalia progressiva, disfagia (dificuldade para engolir), disartria (dificuldade na articulação da fala), comportamento agressivo, psicose e alucinações visuais. Na avaliação de imagem do crânio, podem ser observados: atrofia cortical cerebral, ventriculomegalia (dilatação dos ventrículos laterais), corpo caloso displásico, cisto aracnoide e hiperintensidade multifocal da substância branca cerebral. Na área renal, podem ocorrer proteinúria, síndrome nefrótica, nefrite túbulo-intersticial e doença renal crônica. Outros achados incluem escleras azuis (parte branca do olho com coloração azulada) e déficit de crescimento na infância.[1][2]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene PUS3 (localizado no cromossomo 11), que codifica a enzima tRNA pseudouridina(38/39) sintase. Essa enzima está envolvida na modificação de moléculas de RNA de transferência, essenciais para a síntese de proteínas. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. Atualmente, há 111 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição.[1][3][4]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento. Pode incluir: atendimento em reabilitação para doenças raras (fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia), acompanhamento neurológico para controle de convulsões, suporte nutricional para disfagia e déficit de crescimento, e acompanhamento nefrológico para monitorar e tratar complicações renais (proteinúria, síndrome nefrótica, doença renal crônica). O suporte psicológico e psiquiátrico pode ser necessário para manejo de comportamento agressivo, psicose e alucinações.[1][3]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável e depende da gravidade dos sintomas, especialmente do comprometimento neurológico e renal. A deficiência intelectual profunda e a ausência de fala indicam necessidade de cuidados intensivos ao longo da vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é essencial para maximizar o potencial de desenvolvimento e prevenir complicações.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

Esta é uma condição genética ultrarrara que afeta o desenvolvimento físico e neurológico desde os primeiros meses de vida. As famílias costumam notar um crescimento muito lento, atraso importante no desenvolvimento motor e da fala, traços faciais específicos e alterações nos olhos ou rins. Não há uma medicação curativa específica aprovada no mundo, mas o cuidado envolve acompanhamento multiprofissional para tratar os sintomas e promover a reabilitação. No Brasil, a síndrome não possui um protocolo clínico próprio (PCDT), mas o SUS disponibiliza exames diagnósticos e serviços de reabilitação na rede pública.

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Síndrome rara autossômica recessiva associada ao gene PUS3, caracterizada por grave atraso de crescimento, microcefalia progressiva, deficiência intelectual profunda com fala ausente, estrabismo e melanocitose dérmica extensa. Manifestações adicionais incluem convulsões, disartria, atrofia cortical cerebral, síndrome nefrótica e nefrite túbulo-intersticial.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 35%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q87.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
17 sintomas
🫘
Rins
5 sintomas
👁️
Olhos
4 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 14 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Escleras azuis
Ocasional (29-5%)
100%prev.
Estrabismo
Ocasional (29-5%)
100%prev.
Início na infância
Frequência: 3/3
90%prev.
Déficit de crescimento na infância
Muito frequente (99-80%)
67%prev.
Cisto aracnoide
Ocasional (29-5%)
47sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (19)
Ocasional (22)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 47 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)100%
Escleras azuisBlue sclerae
Ocasional (29-5%)100%
EstrabismoStrabismus
Ocasional (29-5%)100%
Início na infânciaInfantile onset
Frequência: 3/3100%
Déficit de crescimento na infânciaFailure to thrive in infancy
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa33desde 1993
Últimos 10 anos2publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
2000201020201993Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
PUS3
PUS3tRNA pseudouridine(38/39) synthaseDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
tRNA modification in the nucleus and cytosol
MECANISMO DE DOENÇA

Neurodevelopmental disorder with microcephaly and gray sclerae

An autosomal recessive disorder characterized by global developmental delay, hypotonia, profoundly impaired intellectual development with poor or absent language, mild microcephaly, abnormal visual fixation, and seizures in most patients. Affected individuals also have gray sclerae.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
15.8 TPM
Fibroblastos
14.6 TPM
Fígado
13.7 TPM
Pituitária
13.1 TPM
Útero
12.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
severe growth deficiency-strabismus-extensive dermal melanocytosis-intellectual disability syndrome
HGNC:25461UniProt:Q9BZE2

Variantes genéticas (ClinVar)

111 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PUS3: GRCh38/hg38 11q24.1-25(chr11:123345328-135064169)x1 ()
🧬 PUS3: GRCh37/hg19 11q23.3-24.2(chr11:115887338-126148523)x3 ()
🧬 PUS3: NM_001134793.2(HYLS1):c.613C>T (p.Arg205Ter) ()
🧬 PUS3: NM_001134793.2(HYLS1):c.657C>G (p.Tyr219Ter) ()
🧬 PUS3: NM_001134793.2(HYLS1):c.520dup (p.Arg174fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 19 variantes classificadas pelo ClinVar.

9
7
3
Patogênica (47.4%)
VUS (36.8%)
Benigna (15.8%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
HYLS1: NM_031307.4(PUS3):c.993del (p.Asn331fs) [Likely pathogenic]
HYLS1: NM_031307.4(PUS3):c.438_442del (p.Asn146fs) [Pathogenic]
HYLS1: NM_031307.4(PUS3):c.212A>G (p.Tyr71Cys) [Pathogenic/Likely pathogenic]
HYLS1: NM_031307.4(PUS3):c.17_18del (p.Thr6fs) [Likely pathogenic]
PUS3: NM_031307.4(PUS3):c.366_367del (p.Ala123fs) [Pathogenic/Likely pathogenic]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual

Centros de Referência SUS

13 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual

Centros para Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual

Detalhes dos centros

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

🥉Melhor nível de evidência: Relato de caso
Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Alternative splicing of BUD13 determines the severity of a developmental disorder with lipodystrophy and progeroid features.

Genetics in medicine : official journal of the American College of Medical Genetics2022 Sep

In this study we aimed to identify the molecular genetic cause of a progressive multisystem disease with prominent lipodystrophy. In total, 5 affected individuals were investigated using exome sequencing. Dermal fibroblasts were characterized using RNA sequencing, proteomics, immunoblotting, immunostaining, and electron microscopy. Subcellular localization and rescue studies were performed. We identified a lipodystrophy phenotype with a typical facial appearance, corneal clouding, achalasia, progressive hearing loss, and variable severity. Although 3 individuals showed stunted growth, intellectual disability, and died within the first decade of life (A1, A2, and A3), 2 are adults with normal intellectual development (A4 and A5). All individuals harbored an identical homozygous nonsense variant affecting the retention and splicing complex component BUD13. The nucleotide substitution caused alternative splicing of BUD13 leading to a stable truncated protein whose expression positively correlated with disease expression and life expectancy. In dermal fibroblasts, we found elevated intron retention, a global reduction of spliceosomal proteins, and nuclei with multiple invaginations, which were more pronounced in A1, A2, and A3. Overexpression of both BUD13 isoforms normalized the nuclear morphology. Our results define a hitherto unknown syndrome and show that the alternative splice product converts a loss-of-function into a hypomorphic allele, thereby probably determining the severity of the disease and the survival of affected individuals.

#2

A de novo 0.63 Mb 6q25.1 deletion associated with growth failure, congenital heart defect, underdeveloped cerebellar vermis, abnormal cutaneous elasticity and joint laxity.

American journal of medical genetics. Part A2015 Sep

Deletions of the long arm of chromosome 6 are rare and are characterized by great clinical variability according to the deletion breakpoint. We report a on 6-year-old girl with a de novo 0.63 Mb deletion on chromosome 6q25.1 who demonstrated multiple congenital anomalies including a ventricular septal defect and an underdeveloped cerebellar vermis. She presented with severe pre- and post-natal growth failure, hyperextensible small joints (Beighton scores = 8/9; with normal parental scores), and an abnormally elastic, redundant skin. Abnormally high upper/lower segment ratio (i.e., 1.34 = > 3SD), mild dysmorphic facial features and developmental delay were also present. The girl's phenotype was compared with: (i) two girls, each previously reported by Bisgaard et al. and Caselli et al. with similar albeit larger (2.6-7.21 Mb) deletions; (ii) seven additional individuals (6 M; 1 F) harboring deletions within the 6q25.1 region reported in the literature; and (iii) ten further patients (5 M; 4 F; 1 unrecorded sex) recorded in the DECIPHER 6.0 database. We reported on the present girl as her findings could contribute to advance the phenotype of 6q deletions. In addition, the present deletion is the smallest so far recorded in the 6q25 region encompassing eight known genes [vs. 41 of Bisgaard et al., and 23 of Caselli et al.,], including the TAB2 (likely responsible for the girl's congenital heart defect), LATS1 gene, and the UST gene (a regulator of the homeostasis of proteoglycans, which could have played a role in the abnormal dermal and cartilage elasticity).

Publicações recentes

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

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Conselhos e sociedades

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Não há cura conhecida ou tratamento medicamentoso específico registrado na literatura científica para esta síndrome. O cuidado se concentra no controle dos sintomas e em programas de reabilitação multidisciplinar.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17895
    GARD (NIH)
  3. Q55785083
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-atraso-do-crescimento-grave-estrabismo-melanocitose-dermica-extensa-transtorno-do-desenvolvimento-intelectual

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de atraso do crescimento grave-estrabismo-melanocitose dérmica extensa-transtorno do desenvolvimento intelectual

ORPHA:488627 · MONDO:0014886
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q87.8 · Outras síndromes com malformações congênitas especificadas, não classificadas em outra parte
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4310745
Wikidata
Evidência
🥉 Relato de caso

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara