As síndromes de Ehlers-Danlos (SED) são um grupo de 13 doenças genéticas do tecido conjuntivo. Os sintomas frequentemente incluem articulações frouxas, dor articular, pele elástica e aveludada, e formação anormal de cicatrizes. Estes podem ser notados ao nascimento ou na primeira infância. As complicações podem incluir dissecção aórtica, luxações articulares, escoliose, dor crônica ou osteoartrite precoce. A classificação existente foi atualizada pela última vez em 2017, quando diversas formas mais raras de SED foram adicionadas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento é uma doença genética rara, caracterizada por catarata presente desde o nascimento ou que surge na infância, associada a fraqueza muscular progressiva (hipotonia), perda auditiva do tipo neurossensorial e atraso no desenvolvimento global. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: catarata congênita ou do desenvolvimento (opacificação do cristalino que pode estar presente ao nascimento ou surgir nos primeiros anos de vida); hipotonia muscular (tônus muscular diminuído) que pode ser progressiva, afetando principalmente a região axial (tronco); fraqueza muscular generalizada; ptose (queda da pálpebra superior); nistagmo rotatório (movimentos oculares involuntários); deficiência auditiva neurossensorial progressiva (perda gradual da audição por comprometimento do nervo auditivo); atraso global do desenvolvimento (dificuldades em marcos motores, de linguagem e cognitivos); reflexos tendíneos reduzidos ou ausentes; acidose láctica (acúmulo de ácido lático no sangue); ferritina sérica diminuída; e alterações na ressonância magnética cerebral, como hipoplasia do corpo caloso. A biópsia muscular pode mostrar miopatia com expressão anormal de proteínas da fibra muscular e atividade diminuída da cadeia respiratória mitocondrial.[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene GFER (localizado no cromossomo 16), que codifica a proteína FAD-linked sulfhydryl oxidase ALR, envolvida em processos de oxidação e na função mitocondrial. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença. Pais de um indivíduo afetado são portadores obrigatórios (heterozigotos) e geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, exames complementares (como audiometria, exames de imagem cerebral, dosagem de ferritina e lactato séricos, eletroneuromiografia e biópsia muscular) e confirmado por teste genético molecular. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal método diagnóstico, capaz de identificar mutações no gene GFER. Atualmente, há 28 testes genéticos disponíveis e 74 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição. O código CID-10 correspondente é G71.3 (miopatia mitocondrial não classificada em outra parte).[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não existe cura para a síndrome. O tratamento é multidisciplinar e sintomático, visando melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento. Pode incluir: cirurgia de catarata (facoemulsificação com implante de lente intraocular) para restaurar a visão; aparelhos de amplificação sonora (AASI) ou implante coclear para a perda auditiva; fisioterapia e terapia ocupacional para hipotonia e fraqueza muscular; fonoaudiologia e estimulação precoce para o atraso do desenvolvimento; e suporte nutricional e metabólico (monitoramento de acidose láctica). O acompanhamento deve ser realizado por equipe composta por oftalmologista, otorrinolaringologista, neurologista, geneticista, fisiatra e profissionais de reabilitação. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para atendimento em reabilitação para doenças raras e para o sequenciamento completo do exoma (WES).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da gravidade dos sintomas e da precocidade das intervenções. A progressão da fraqueza muscular e da perda auditiva pode impactar a mobilidade e a comunicação, mas com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, muitas pessoas conseguem desenvolver habilidades funcionais e manter qualidade de vida. O acompanhamento regular é essencial para monitorar complicações e ajustar o plano terapêutico.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
As síndromes de Ehlers-Danlos (SED) são um grupo de 13 doenças genéticas do tecido conjuntivo. Os sintomas frequentemente incluem articulações frouxas, dor articular, pele elástica e aveludada, e formação anormal de cicatrizes. Estes podem ser notados ao nascimento ou na primeira infância. As complicações podem incluir dissecção aórtica, luxações articulares, escoliose, dor crônica ou osteoartrite precoce. A classificação existente foi atualizada pela última vez em 2017, quando diversas formas mais raras de SED foram adicionadas.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento é uma doença genética rara, caracterizada por catarata presente desde o nascimento ou que surge na infância, associada a fraqueza muscular progressiva (hipotonia), perda auditiva do tipo neurossensorial e atraso no desenvolvimento global. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: catarata congênita ou do desenvolvimento (opacificação do cristalino que pode estar presente ao nascimento ou surgir nos primeiros anos de vida); hipotonia muscular (tônus muscular diminuído) que pode ser progressiva, afetando principalmente a região axial (tronco); fraqueza muscular generalizada; ptose (queda da pálpebra superior); nistagmo rotatório (movimentos oculares involuntários); deficiência auditiva neurossensorial progressiva (perda gradual da audição por comprometimento do nervo auditivo); atraso global do desenvolvimento (dificuldades em marcos motores, de linguagem e cognitivos); reflexos tendíneos reduzidos ou ausentes; acidose láctica (acúmulo de ácido lático no sangue); ferritina sérica diminuída; e alterações na ressonância magnética cerebral, como hipoplasia do corpo caloso. A biópsia muscular pode mostrar miopatia com expressão anormal de proteínas da fibra muscular e atividade diminuída da cadeia respiratória mitocondrial.[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por mutações no gene GFER (localizado no cromossomo 16), que codifica a proteína FAD-linked sulfhydryl oxidase ALR, envolvida em processos de oxidação e na função mitocondrial. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença. Pais de um indivíduo afetado são portadores obrigatórios (heterozigotos) e geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, exames complementares (como audiometria, exames de imagem cerebral, dosagem de ferritina e lactato séricos, eletroneuromiografia e biópsia muscular) e confirmado por teste genético molecular. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal método diagnóstico, capaz de identificar mutações no gene GFER. Atualmente, há 28 testes genéticos disponíveis e 74 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição. O código CID-10 correspondente é G71.3 (miopatia mitocondrial não classificada em outra parte).[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não existe cura para a síndrome. O tratamento é multidisciplinar e sintomático, visando melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento. Pode incluir: cirurgia de catarata (facoemulsificação com implante de lente intraocular) para restaurar a visão; aparelhos de amplificação sonora (AASI) ou implante coclear para a perda auditiva; fisioterapia e terapia ocupacional para hipotonia e fraqueza muscular; fonoaudiologia e estimulação precoce para o atraso do desenvolvimento; e suporte nutricional e metabólico (monitoramento de acidose láctica). O acompanhamento deve ser realizado por equipe composta por oftalmologista, otorrinolaringologista, neurologista, geneticista, fisiatra e profissionais de reabilitação. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para atendimento em reabilitação para doenças raras e para o sequenciamento completo do exoma (WES).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, dependendo da gravidade dos sintomas e da precocidade das intervenções. A progressão da fraqueza muscular e da perda auditiva pode impactar a mobilidade e a comunicação, mas com reabilitação adequada e suporte multidisciplinar, muitas pessoas conseguem desenvolver habilidades funcionais e manter qualidade de vida. O acompanhamento regular é essencial para monitorar complicações e ajustar o plano terapêutico.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 5 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisFAD-dependent sulfhydryl oxidase that regenerates the redox-active disulfide bonds in CHCHD4/MIA40, a chaperone essential for disulfide bond formation and protein folding in the mitochondrial intermembrane space. The reduced form of CHCHD4/MIA40 forms a transient intermolecular disulfide bridge with GFER/ERV1, resulting in regeneration of the essential disulfide bonds in CHCHD4/MIA40, while GFER/ERV1 becomes re-oxidized by donating electrons to cytochrome c or molecular oxygen May act as an auto
Mitochondrion intermembrane spaceMitochondrionCytoplasmSecreted
Myopathy, mitochondrial progressive, with congenital cataract, hearing loss and developmental delay
A disease characterized by progressive myopathy and partial combined respiratory-chain deficiency, congenital cataract, sensorineural hearing loss, and developmental delay.
Variantes genéticas (ClinVar)
74 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 19 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento
Centros de Referência SUS
37 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento
Centros para Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:330054(Orphanet)
- OMIM OMIM:613076(OMIM)
- MONDO:0013116(MONDO)
- GARD:10522(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55783959(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de catarata congênita-hipotonia muscular progressiva-perda auditiva-transtorno do desenvolvimento
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata