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Síndrome de encefalomiopatia neonatal-cardiomiopatia-dificuldade respiratória
ORPHA:457185CID-10 · E88.8CID-11 · 5C53.2YOMIM 616276DOENÇA RARA
Face / craniofacialInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoCOQ4

Síndrome rara com início neonatal/fetal, caracterizada por encefalomiopatia, cardiomiopatia e dificuldade respiratória. Apresenta traços faciais grosseiros, arreflexia e atraso global do desenvolvimento, com herança autossômica recessiva ligada ao gene COQ4.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de encefalomiopatia neonatal-cardiomiopatia-dificuldade respiratória é uma doença genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo, principalmente o cérebro, o coração e os músculos. A condição se manifesta desde o período fetal ou nos primeiros meses de vida, com uma prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia do gene alterado para que a criança desenvolva a síndrome.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar, mas frequentemente incluem: início ainda no período fetal, na infância ou no período neonatal; traços faciais grosseiros; hipotonia (tônus muscular baixo); arreflexia (ausência de reflexos); artrogripose distal (contraturas articulares nas mãos e pés); atraso global do desenvolvimento; convulsões (incluindo crises tônico-clônicas bilaterais e crises hemiclônicas focais); ataxia; distonia; miopatia (fraqueza muscular); acrocianose (coloração azulada das extremidades); dificuldades alimentares; coração esquerdo hipoplásico; corpo caloso fino; e concentração elevada de creatina quinase circulante (indicando lesão muscular).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene COQ4. Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada Ubiquinone biosynthesis protein COQ4 homolog, mitochondrial, essencial para a síntese da coenzima Q10 (ubiquinona), uma molécula vital para a produção de energia nas mitocôndrias. Mutações no COQ4 levam à diminuição da atividade dos complexos II e III da cadeia respiratória mitocondrial, comprometendo a produção de energia, especialmente em tecidos de alta demanda como cérebro, coração e músculos.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, exames de imagem (como ressonância magnética que pode mostrar corpo caloso fino) e exames laboratoriais (como dosagem de creatina quinase). A confirmação é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene COQ4. Atualmente, existem 17 testes genéticos disponíveis e 119 variantes descritas no ClinVar para esta condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir suporte nutricional para dificuldades alimentares, fisioterapia para hipotonia e artrogripose, medicamentos anticonvulsivantes para controle das crises, e acompanhamento cardiológico para cardiomiopatia. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta síndrome. É fundamental que o tratamento seja individualizado e coordenado por uma equipe médica especializada.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o dexrazoxane é mencionado como uma substância potencialmente relacionada ao manejo da condição, com base em associações mineradas de publicações científicas (fonte: PubTator3). É importante destacar que esta é uma informação de pesquisa, e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado, dado o envolvimento precoce e grave de múltiplos sistemas. A qualidade de vida depende da gravidade dos sintomas e da rapidez do suporte multidisciplinar. O acompanhamento regular com neurologista, cardiologista, geneticista e equipe de reabilitação é essencial para oferecer o melhor suporte possível à criança e à família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
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Síndrome rara com início neonatal/fetal, caracterizada por encefalomiopatia, cardiomiopatia e dificuldade respiratória. Apresenta traços faciais grosseiros, arreflexia e atraso global do desenvolvimento, com herança autossômica recessiva ligada ao gene COQ4.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 2024 Mar 25

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
11
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: E88.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de encefalomiopatia neonatal-cardiomiopatia-dificuldade respiratória é uma doença genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo, principalmente o cérebro, o coração e os músculos. A condição se manifesta desde o período fetal ou nos primeiros meses de vida, com uma prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia do gene alterado para que a criança desenvolva a síndrome.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem variar, mas frequentemente incluem: início ainda no período fetal, na infância ou no período neonatal; traços faciais grosseiros; hipotonia (tônus muscular baixo); arreflexia (ausência de reflexos); artrogripose distal (contraturas articulares nas mãos e pés); atraso global do desenvolvimento; convulsões (incluindo crises tônico-clônicas bilaterais e crises hemiclônicas focais); ataxia; distonia; miopatia (fraqueza muscular); acrocianose (coloração azulada das extremidades); dificuldades alimentares; coração esquerdo hipoplásico; corpo caloso fino; e concentração elevada de creatina quinase circulante (indicando lesão muscular).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene COQ4. Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína chamada Ubiquinone biosynthesis protein COQ4 homolog, mitochondrial, essencial para a síntese da coenzima Q10 (ubiquinona), uma molécula vital para a produção de energia nas mitocôndrias. Mutações no COQ4 levam à diminuição da atividade dos complexos II e III da cadeia respiratória mitocondrial, comprometendo a produção de energia, especialmente em tecidos de alta demanda como cérebro, coração e músculos.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, exames de imagem (como ressonância magnética que pode mostrar corpo caloso fino) e exames laboratoriais (como dosagem de creatina quinase). A confirmação é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene COQ4. Atualmente, existem 17 testes genéticos disponíveis e 119 variantes descritas no ClinVar para esta condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir suporte nutricional para dificuldades alimentares, fisioterapia para hipotonia e artrogripose, medicamentos anticonvulsivantes para controle das crises, e acompanhamento cardiológico para cardiomiopatia. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta síndrome. É fundamental que o tratamento seja individualizado e coordenado por uma equipe médica especializada.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o dexrazoxane é mencionado como uma substância potencialmente relacionada ao manejo da condição, com base em associações mineradas de publicações científicas (fonte: PubTator3). É importante destacar que esta é uma informação de pesquisa, e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado, dado o envolvimento precoce e grave de múltiplos sistemas. A qualidade de vida depende da gravidade dos sintomas e da rapidez do suporte multidisciplinar. O acompanhamento regular com neurologista, cardiologista, geneticista e equipe de reabilitação é essencial para oferecer o melhor suporte possível à criança e à família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
17 sintomas
💪
Músculos
5 sintomas
📏
Crescimento
4 sintomas
❤️
Coração
4 sintomas
😀
Face
2 sintomas
🫁
Pulmão
2 sintomas

+ 26 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Traços faciais grosseiros
Obrigatório (100%)
100%prev.
Arreflexia
Frequência: 3/3
100%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Frequência: 13/13
100%prev.
Hipotonia
Obrigatório (100%)
100%prev.
Distonia
Frequência: 2/2
100%prev.
Defeito do septo ventricular
Obrigatório (100%)
65sintomas
Muito frequente (21)
Frequente (32)
Ocasional (7)
Muito raro (4)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 65 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Traços faciais grosseirosCoarse facial features
Obrigatório (100%)100%
ArreflexiaAreflexia
Frequência: 3/3100%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Frequência: 13/13100%
HipotoniaHypotonia
Obrigatório (100%)100%
DistoniaDystonia
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20241 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
COQ4
COQ4Ubiquinone biosynthesis protein COQ4 homolog, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Lyase that catalyzes the C1-decarboxylation of 4-hydroxy-3-methoxy-5-(all-trans-decaprenyl)benzoic acid into 2-methoxy-6-(all-trans-decaprenyl)phenol during ubiquinone biosynthesis

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion inner membrane

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Ubiquinol biosynthesis
MECANISMO DE DOENÇA

Coenzyme Q10 deficiency, primary, 7

An autosomal recessive disorder resulting from mitochondrial dysfunction and characterized by decreased levels of coenzyme Q10, and severe cardiac or neurologic symptoms soon after birth, usually resulting in death. Rarely, symptoms may have later onset.

VIAS REACTOME (1)
OUTRAS DOENÇAS (2)
spastic ataxia 10, autosomal recessiveneonatal encephalomyopathy-cardiomyopathy-respiratory distress syndrome
HGNC:19693UniProt:Q9Y3A0

Variantes genéticas (ClinVar)

119 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.532+5G>A ()
🧬 COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.122A>G (p.His41Arg) ()
🧬 COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.409dup (p.Ser137fs) ()
🧬 COQ4: GRCh37/hg19 9q33.3-34.11(chr9:128111120-133279576)x1 ()
🧬 COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.529del (p.Leu177fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 278 variantes classificadas pelo ClinVar.

42
42
194
Patogênica (15.1%)
VUS (15.1%)
Benigna (69.8%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.529del (p.Leu177fs) [Likely pathogenic]
COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.479G>A (p.Arg160Gln) [Likely pathogenic]
COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.431C>A (p.Thr144Asn) [Likely pathogenic]
COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.71-3C>G [Uncertain significance]
COQ4: NM_016035.5(COQ4):c.712G>T (p.Glu238Ter) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de encefalomiopatia neonatal-cardiomiopatia-dificuldade respiratória

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

Two Turkish patients with Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7: case report and literature review.

Journal of pediatric endocrinology &amp; metabolism : JPEM2024 Mar 25

Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7 (OMIM 616276) results from bi-allelic pathogenic variants in the COQ4 gene. Common clinical findings include hypotonia, seizures, respiratory distress, and cardiomyopathy. In this report, we present two patients diagnosed with Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7 along with a review of previously published cases, with the aim being to provide a better understanding of the clinical and laboratory manifestations of the disease. A 3-month-and-22-day-old male was admitted to our outpatient clinic due to poor feeding and restlessness. He was born following an uneventful pregnancy to a nonconsanguineous marriage. A physical examination revealed hypotonia, a dolichocephaly, periorbital edema, and long eyelashes. Blood tests revealed metabolic acidosis and elevated serum lactate levels, while the genetic analysis revealed a variant previously reported as pathogenic, c.437T>G (p.Phe146Cys), in the COQ4 gene. Genetic tests were also conducted on both mother and father, and it revealed heterozygous variant, 0.437T>G (p.Phe146Cys), in the COQ4 gene. As a result of these findings, the patient was diagnosed with neonatal encephalomyopathy-cardiomyopathy-respiratory distress syndrome (Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7). A 1-year-old male was admitted to our clinic with complaints of hypotonia, seizures, and feeding difficulties. He was born following an uneventful pregnancy to a nonconsanguineous marriage. On his first day of life, he was admitted to the neonatal intensive care unit due to poor feeding and hypotonia. A physical examination revealed microcephaly, a high palate, poor feeding, weak crying, hypotonia, bilateral horizontal nystagmus, and inability to maintain eye contact. Laboratory findings were within normal limits, while a whole exome sequencing analysis revealed a homozygous variant previously reported as pathogenic, c.458C>T (p.A153V), in the COQ4 gene. The patient was diagnosed with Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7. Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7 should be considered in the differential diagnosis of infants presenting with neurological and dysmorphic manifestations.

Publicações recentes

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Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Two Turkish patients with Primary Coenzyme Q10 Deficiency-7: case report and literature review.
    Journal of pediatric endocrinology &amp; metabolism : JPEM· 2024· PMID 38353291mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:457185(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616276(OMIM)
  3. MONDO:0014562(MONDO)
  4. GARD:17796(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q60195095(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de encefalomiopatia neonatal-cardiomiopatia-dificuldade respiratória

ORPHA:457185 · MONDO:0014562
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
11 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E88.8 · Outros distúrbios especificados do metabolismo
CID-11
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5568562
Repurposing
1 candidato
dexrazoxanechelating agent|topoisomerase inhibitor
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata