Síndrome rara caracterizada por bico nas vértebras, miotonia de preensão, face plana, diástase dos retos, baixa estatura e pectus carinatum. O EMG revela descargas miocímicas, com massa muscular diminuída, voz fraca e desmineralização óssea generalizada.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da síndrome envolvem principalmente o sistema musculoesquelético e neurológico. Entre as manifestações mais comuns estão: limitação da mobilidade articular, quedas frequentes, pescoço curto, fraqueza muscular nas pernas (distal), hipertrofia (aumento) de músculos esqueléticos, luxações articulares, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna), dificuldade para andar (incapacidade de andar), miopatia dos membros superiores, rigidez muscular assimétrica, arreflexia (ausência de reflexos) e hiporreflexia (reflexos diminuídos).[1][4]
Também podem ocorrer alterações craniofaciais, como orelhas de implantação baixa, boca estreita, blefarofimose (fenda palpebral estreita), esotropia (desvio ocular para dentro), linha de implantação anterior do cabelo baixa e voz anormalmente aguda. Outros sintomas incluem deficiência intelectual profunda, espasmos musculares dolorosos intermitentes, disfagia (dificuldade para engolir), anormalidades na dentição, metatarso aduto (pé torto), e alterações na coluna vertebral (diâmetro anteroposterior diminuído dos corpos vertebrais lombares e cunhamento vertebral).[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome; o manejo envolve fisioterapia, terapia ocupacional, acompanhamento ortopédico e neurológico, além de suporte para deficiência intelectual e dificuldades de deglutição.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a síndrome e algumas substâncias, mas estas não constituem recomendações de tratamento. São dados minerados de publicações científicas, com o número de publicações entre parênteses: Emodin (1), Glycerol (1), Kaolin (1), Sorbitol (1), carbopol 940 (1), cinnamic acid (1), daratumumab (1), physcione (1), rhein (1) e Folic Acid (1). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A deficiência intelectual profunda e as limitações motoras (como incapacidade de andar) impactam significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é essencial para maximizar o bem-estar e a funcionalidade do paciente.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara caracterizada por bico nas vértebras, miotonia de preensão, face plana, diástase dos retos, baixa estatura e pectus carinatum. O EMG revela descargas miocímicas, com massa muscular diminuída, voz fraca e desmineralização óssea generalizada.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da síndrome envolvem principalmente o sistema musculoesquelético e neurológico. Entre as manifestações mais comuns estão: limitação da mobilidade articular, quedas frequentes, pescoço curto, fraqueza muscular nas pernas (distal), hipertrofia (aumento) de músculos esqueléticos, luxações articulares, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna), dificuldade para andar (incapacidade de andar), miopatia dos membros superiores, rigidez muscular assimétrica, arreflexia (ausência de reflexos) e hiporreflexia (reflexos diminuídos).[1][4]
Também podem ocorrer alterações craniofaciais, como orelhas de implantação baixa, boca estreita, blefarofimose (fenda palpebral estreita), esotropia (desvio ocular para dentro), linha de implantação anterior do cabelo baixa e voz anormalmente aguda. Outros sintomas incluem deficiência intelectual profunda, espasmos musculares dolorosos intermitentes, disfagia (dificuldade para engolir), anormalidades na dentição, metatarso aduto (pé torto), e alterações na coluna vertebral (diâmetro anteroposterior diminuído dos corpos vertebrais lombares e cunhamento vertebral).[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, incluindo: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esta condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome; o manejo envolve fisioterapia, terapia ocupacional, acompanhamento ortopédico e neurológico, além de suporte para deficiência intelectual e dificuldades de deglutição.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a síndrome e algumas substâncias, mas estas não constituem recomendações de tratamento. São dados minerados de publicações científicas, com o número de publicações entre parênteses: Emodin (1), Glycerol (1), Kaolin (1), Sorbitol (1), carbopol 940 (1), cinnamic acid (1), daratumumab (1), physcione (1), rhein (1) e Folic Acid (1). Consulte sempre seu médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A deficiência intelectual profunda e as limitações motoras (como incapacidade de andar) impactam significativamente a qualidade de vida. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é essencial para maximizar o bem-estar e a funcionalidade do paciente.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 14 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 36 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Richieri Costa-da Silva
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:3101(Orphanet)
- OMIM OMIM:255710(OMIM)
- MONDO:0009716(MONDO)
- GARD:4709(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55782134(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome Richieri Costa-da Silva
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata