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Siringomielia, primária
ORPHA:99856CID-10 · Q06.4CID-11 · LA07.3DOENÇA RARA
Muscular

Condição neurológica rara caracterizada por cavidades císticas (siringes) dentro da medula espinhal, frequentemente associada à malformação de Chiari tipo I. Manifesta-se com dor cervical, fraqueza e espasticidade nos membros, instabilidade da marcha e disfunções autonômicas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 02/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A siringomielia primária é uma condição rara caracterizada pela formação de uma cavidade (siringe) dentro da medula espinhal, que pode se expandir ao longo do tempo e causar danos neurológicos progressivos. Essa cavidade geralmente está associada a alterações na base do crânio e na coluna cervical, como a malformação de Chiari tipo I. A doença pode levar a sintomas como fraqueza muscular, alterações de sensibilidade e problemas de coordenação.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da siringomielia primária são variados e dependem da localização e extensão da cavidade na medula espinhal. Entre os mais comuns estão: parestesia (formigamento ou dormência), escoliose (curvatura anormal da coluna), síndrome de Horner (queda da pálpebra, pupila contraída e falta de suor em um lado do rosto), sinal de Babinski (resposta anormal do pé ao estímulo), hiperreflexia dos membros inferiores (reflexos exagerados), disartria (dificuldade para falar), ataxia da marcha (falta de coordenação ao andar), incontinência urinária, espasticidade dos membros inferiores (rigidez muscular), fraqueza muscular de membros, dor no pescoço, arreflexia dos membros superiores (ausência de reflexos), nistagmo (movimentos oculares involuntários), marcha instável, diâmetro sagital aumentado do canal cervical e anormalidade do forame magno.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da siringomielia primária. A condição não possui um padrão de herança definido e não está associada a um gene conhecido em bancos de dados genéticos. Acredita-se que fatores mecânicos e de desenvolvimento, como a malformação de Chiari tipo I, desempenhem um papel importante na sua origem.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da siringomielia primária é baseado em exames de imagem, como ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da cavidade (siringe) e alterações associadas, como o aumento do diâmetro sagital do canal cervical ou anormalidades do forame magno. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras condições, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. No Brasil, esses procedimentos estão disponíveis no SUS com cobertura mínima.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da siringomielia primária é focado no manejo dos sintomas e na prevenção da progressão do dano neurológico. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, com fisioterapia, terapia ocupacional e suporte para incontinência urinária e dificuldades de marcha. Em alguns casos, a cirurgia pode ser considerada para descomprimir a medula espinhal ou drenar a cavidade, mas isso deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da siringomielia primária varia conforme a progressão da cavidade e a gravidade dos sintomas. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam persistir limitações motoras e sensitivas. O suporte multidisciplinar é essencial para lidar com os desafios diários.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Condição neurológica rara caracterizada por cavidades císticas (siringes) dentro da medula espinhal, frequentemente associada à malformação de Chiari tipo I. Manifesta-se com dor cervical, fraqueza e espasticidade nos membros, instabilidade da marcha e disfunções autonômicas.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 2008 Dec
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q06.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A siringomielia primária é uma condição rara caracterizada pela formação de uma cavidade (siringe) dentro da medula espinhal, que pode se expandir ao longo do tempo e causar danos neurológicos progressivos. Essa cavidade geralmente está associada a alterações na base do crânio e na coluna cervical, como a malformação de Chiari tipo I. A doença pode levar a sintomas como fraqueza muscular, alterações de sensibilidade e problemas de coordenação.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da siringomielia primária são variados e dependem da localização e extensão da cavidade na medula espinhal. Entre os mais comuns estão: parestesia (formigamento ou dormência), escoliose (curvatura anormal da coluna), síndrome de Horner (queda da pálpebra, pupila contraída e falta de suor em um lado do rosto), sinal de Babinski (resposta anormal do pé ao estímulo), hiperreflexia dos membros inferiores (reflexos exagerados), disartria (dificuldade para falar), ataxia da marcha (falta de coordenação ao andar), incontinência urinária, espasticidade dos membros inferiores (rigidez muscular), fraqueza muscular de membros, dor no pescoço, arreflexia dos membros superiores (ausência de reflexos), nistagmo (movimentos oculares involuntários), marcha instável, diâmetro sagital aumentado do canal cervical e anormalidade do forame magno.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa da siringomielia primária. A condição não possui um padrão de herança definido e não está associada a um gene conhecido em bancos de dados genéticos. Acredita-se que fatores mecânicos e de desenvolvimento, como a malformação de Chiari tipo I, desempenhem um papel importante na sua origem.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da siringomielia primária é baseado em exames de imagem, como ressonância magnética da coluna vertebral, que pode mostrar a presença da cavidade (siringe) e alterações associadas, como o aumento do diâmetro sagital do canal cervical ou anormalidades do forame magno. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar outras condições, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. No Brasil, esses procedimentos estão disponíveis no SUS com cobertura mínima.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da siringomielia primária é focado no manejo dos sintomas e na prevenção da progressão do dano neurológico. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, com fisioterapia, terapia ocupacional e suporte para incontinência urinária e dificuldades de marcha. Em alguns casos, a cirurgia pode ser considerada para descomprimir a medula espinhal ou drenar a cavidade, mas isso deve ser avaliado individualmente por uma equipe médica especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da siringomielia primária varia conforme a progressão da cavidade e a gravidade dos sintomas. Com acompanhamento adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam persistir limitações motoras e sensitivas. O suporte multidisciplinar é essencial para lidar com os desafios diários.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Parestesia
Escoliose
Síndrome de Horner
Sinal de Babinski
Hiperreflexia do membro inferior
Siringomielia
18sintomas
Sem dados (18)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

ParestesiaParesthesia
EscolioseScoliosis
Síndrome de HornerHorner syndrome
Sinal de BabinskiBabinski sign
Hiperreflexia do membro inferiorLower limb hyperreflexia

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa18desde 2008
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico19821 papers
Linha do tempo
201020202008Hoje · 2026🧪 2001Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Siringomielia, primária

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Thecal shunt placement for treatment of obstructive primary syringomyelia.
    J Neurosurg Spine· 2008· PMID 19035753recente
  2. [Pathogenesis of syringomyelia].
    Neurol Neurochir Pol· 2007· PMID 17330182recente
  3. Advances in diagnosis and treatment of spinal hemangioblastomas.
    Neurosurg Rev· 1993· PMID 8272209recente
  4. [MRT in primary and tumor-induced syringomyelia].
    Rofo· 1989· PMID 2556749recente
  5. Primary syringomyelia in a kitten.
    J Am Vet Med Assoc· 1982· PMID 7141995recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99856(Orphanet)
  2. MONDO:0020508(MONDO)
  3. GARD:19691(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q56014448(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Siringomielia, primária
Compêndio · Raras BR

Siringomielia, primária

ORPHA:99856 · MONDO:0020508
CID-10
Q06.4 · Hidromielia
CID-11
MedGen
UMLS
C1299627
EuropePMC
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DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata