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Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea
ORPHA:352662CID-10 · Q82.8CID-11 · 9B6YOMIM 615225DOENÇA RARA
Visão / ocularInício todas idadesHerança AD

Síndrome rara autossômica dominante com início na infância, caracterizada por disqueratose intraepitelial da córnea, hiperceratose palmoplantar e disqueratose laríngea. Pode apresentar hiperceratose folicular, distrofia ungueal e ceratodermia palmoplantar.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea é uma condição genética rara que afeta a pele, os olhos e a laringe (parte da garganta que contém as cordas vocais). A doença é caracterizada por alterações na camada mais superficial da córnea (a parte transparente do olho), espessamento da pele das palmas das mãos e plantas dos pés (hiperqueratose palmoplantar) e alterações nas células da laringe (disqueratose laríngea). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem aparecer em qualquer idade, desde a infância até a vida adulta. Os principais fenótipos (características observáveis) incluem: alterações na córnea, como neovascularização (crescimento anormal de vasos sanguíneos) e deficiência de células-tronco límbicas (células responsáveis por renovar a superfície da córnea), que podem levar à deficiência visual; espessamento da pele nas palmas e plantas (ceratodermia palmoplantar); alterações na laringe que podem causar rouquidão ou dificuldade para respirar; e alterações na pele, como paraqueratose (descamação anormal), acantose (espessamento da epiderme), hiperceratose folicular (pele áspera ao redor dos folículos pilosos) e ceratose pilar (pequenas saliências ásperas, comuns em braços e coxas). Outros sinais incluem distrofia ungueal (alterações nas unhas), hipermobilidade das articulações interfalângicas (dedos muito flexíveis), amiloidose cutânea (depósito de proteínas na pele), rinite crônica, pescoço curto e filtro longo (espaço entre o nariz e o lábio superior mais alongado). Em alguns casos, pode haver maior risco de carcinoma de células escamosas (um tipo de câncer de pele).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NLRP1 (sigla em inglês para NACHT, LRR and PYD domains-containing protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida na regulação da inflamação e na morte celular programada. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais ou surgida como uma mutação nova, é suficiente para causar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos métodos disponíveis para identificar variantes no gene NLRP1. Outros exames genéticos incluem o cariótipo com bandas G, Q ou R e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. Atualmente, há 14 tipos de testes genéticos disponíveis e mais de 50 variantes descritas no ClinVar (banco de dados público de variantes genéticas). O código CID-10 para a doença é Q82.8 (outras anomalias especificadas da pele).[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e visa aliviar os sintomas e prevenir complicações. O acompanhamento com oftalmologista é essencial para monitorar a saúde da córnea e da visão. O dermatologista pode ajudar no manejo das alterações da pele e unhas, e o otorrinolaringologista avalia a laringe. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico e tratamento, incluindo procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções por FISH, sequenciamento completo do exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o tratamento seja individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações, como o carcinoma de células escamosas. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O suporte psicológico e a reabilitação também são importantes para lidar com os desafios da doença.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara autossômica dominante com início na infância, caracterizada por disqueratose intraepitelial da córnea, hiperceratose palmoplantar e disqueratose laríngea. Pode apresentar hiperceratose folicular, distrofia ungueal e ceratodermia palmoplantar.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
19
pacientes catalogados
Início
All ages
🏥
SUS: Cobertura parcialScore: 15%
CID-10: Q82.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea é uma condição genética rara que afeta a pele, os olhos e a laringe (parte da garganta que contém as cordas vocais). A doença é caracterizada por alterações na camada mais superficial da córnea (a parte transparente do olho), espessamento da pele das palmas das mãos e plantas dos pés (hiperqueratose palmoplantar) e alterações nas células da laringe (disqueratose laríngea). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas podem aparecer em qualquer idade, desde a infância até a vida adulta. Os principais fenótipos (características observáveis) incluem: alterações na córnea, como neovascularização (crescimento anormal de vasos sanguíneos) e deficiência de células-tronco límbicas (células responsáveis por renovar a superfície da córnea), que podem levar à deficiência visual; espessamento da pele nas palmas e plantas (ceratodermia palmoplantar); alterações na laringe que podem causar rouquidão ou dificuldade para respirar; e alterações na pele, como paraqueratose (descamação anormal), acantose (espessamento da epiderme), hiperceratose folicular (pele áspera ao redor dos folículos pilosos) e ceratose pilar (pequenas saliências ásperas, comuns em braços e coxas). Outros sinais incluem distrofia ungueal (alterações nas unhas), hipermobilidade das articulações interfalângicas (dedos muito flexíveis), amiloidose cutânea (depósito de proteínas na pele), rinite crônica, pescoço curto e filtro longo (espaço entre o nariz e o lábio superior mais alongado). Em alguns casos, pode haver maior risco de carcinoma de células escamosas (um tipo de câncer de pele).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene NLRP1 (sigla em inglês para NACHT, LRR and PYD domains-containing protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína envolvida na regulação da inflamação e na morte celular programada. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia do gene alterado, herdada de um dos pais ou surgida como uma mutação nova, é suficiente para causar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos métodos disponíveis para identificar variantes no gene NLRP1. Outros exames genéticos incluem o cariótipo com bandas G, Q ou R e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. Atualmente, há 14 tipos de testes genéticos disponíveis e mais de 50 variantes descritas no ClinVar (banco de dados público de variantes genéticas). O código CID-10 para a doença é Q82.8 (outras anomalias especificadas da pele).[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e visa aliviar os sintomas e prevenir complicações. O acompanhamento com oftalmologista é essencial para monitorar a saúde da córnea e da visão. O dermatologista pode ajudar no manejo das alterações da pele e unhas, e o otorrinolaringologista avalia a laringe. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura parcial para o diagnóstico e tratamento, incluindo procedimentos como cariótipo, pesquisa de microdeleções por FISH, sequenciamento completo do exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o tratamento seja individualizado, com base nas necessidades de cada paciente.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações, como o carcinoma de células escamosas. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar pode ajudar a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O suporte psicológico e a reabilitação também são importantes para lidar com os desafios da doença.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
🧬
Pele e cabelo
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas
😀
Face
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hipermobilidade da articulação interfalângica
Obrigatório (100%)
100%prev.
Rinite crônica
Obrigatório (100%)
100%prev.
Pescoço curto
Obrigatório (100%)
100%prev.
Neovascularização corneana
Obrigatório (100%)
100%prev.
Deficiência visual
Obrigatório (100%)
100%prev.
Ceratodermia palmoplantar
Obrigatório (100%)
20sintomas
Muito frequente (9)
Ocasional (1)
Sem dados (10)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 20 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hipermobilidade da articulação interfalângicaFinger joint hypermobility
Obrigatório (100%)100%
Rinite crônicaChronic rhinitis
Obrigatório (100%)100%
Pescoço curtoShort neck
Obrigatório (100%)100%
Neovascularização corneanaCorneal neovascularization
Obrigatório (100%)100%
Deficiência visualVisual impairment
Obrigatório (100%)100%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
NLRP1
NLRP1NACHT, LRR and PYD domains-containing protein 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Acts as the sensor component of the NLRP1 inflammasome, which mediates inflammasome activation in response to various pathogen-associated signals, leading to subsequent pyroptosis (PubMed:12191486, PubMed:17349957, PubMed:22665479, PubMed:27662089, PubMed:31484767, PubMed:33093214, PubMed:33410748, PubMed:33731929, PubMed:33731932, PubMed:35857590). Inflammasomes are supramolecular complexes that assemble in the cytosol in response to pathogens and other damage-associated signals and play critic

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm, cytosolCytoplasmNucleusInflammasome

VIAS BIOLÓGICAS (1)
The NLRP1 inflammasome
MECANISMO DE DOENÇA

Vitiligo-associated multiple autoimmune disease 1

A disorder characterized by the association of vitiligo with several autoimmune and autoinflammatory diseases including autoimmune thyroid disease, rheumatoid arthritis and systemic lupus erythematosus.

VIAS REACTOME (1)
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Pituitária
182.8 TPM
Baço
74.5 TPM
Hipotálamo
71.9 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
62.7 TPM
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
56.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
corneal intraepithelial dyskeratosis-palmoplantar hyperkeratosis-laryngeal dyskeratosis syndromeautoinflammation with arthritis and dyskeratosisrespiratory papillomatosis, juvenile recurrent, congenitalvitiligo-associated multiple autoimmune disease susceptibility 1
HGNC:14374UniProt:Q9C000

Variantes genéticas (ClinVar)

50 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.3069T>G (p.His1023Gln) ()
🧬 NLRP1: GRCh37/hg19 17p13.2-13.1(chr17:5142358-7397716)x1 ()
🧬 NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.4069C>G (p.Pro1357Ala) ()
🧬 NLRP1: GRCh37/hg19 17p13.2-12(chr17:4678235-14745263)x3 ()
🧬 NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.2645C>G (p.Ala882Gly) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 26 variantes classificadas pelo ClinVar.

3
15
8
Patogênica (11.5%)
VUS (57.7%)
Benigna (30.8%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.2841G>C (p.Arg947Ser) [Conflicting classifications of pathogenicity]
NLRP1: NM_001033053.2(NLRP1):c.2358-?_2528+?del [Pathogenic]
NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.2675_2686del (p.Pro892_Lys895del) [Uncertain significance]
NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.2960G>A (p.Arg987Gln) [Uncertain significance]
NLRP1: NM_033004.4(NLRP1):c.4399_4404del (p.Gly1467_Leu1468del) [Uncertain significance]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:352662(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:615225(OMIM)
  3. MONDO:0014089(MONDO)
  4. GARD:17525(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55784576(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Disqueratose intraepitelial da córnea com hiperqueratose palmoplantar e disqueratose laríngea

ORPHA:352662 · MONDO:0014089
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
19 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q82.8 · Outras malformações congênitas especificadas da pele
CID-11
Início
All ages
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3808876
Repurposing
3 candidatos
ingenolPKC activator
retinolretinoid receptor ligand
ureahydroxy radical formation stimulant
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata