Infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose é uma doença crônica causada por micobactérias distintas do *Mycobacterium tuberculosis*, frequentemente apresentando tosse persistente, fadiga e perda de peso, com achados radiológicos variáveis. O diagnóstico requer identificação microbiológica e a terapia é complexa, com esquemas prolongados e múltiplos antibióticos.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose (também conhecida como infecção pulmonar por micobactérias não tuberculosas) é uma doença rara causada por micobactérias diferentes do Mycobacterium tuberculosis. Essas micobactérias são encontradas no ambiente, como solo e água, e geralmente não causam doença em pessoas saudáveis. A infecção ocorre principalmente nos pulmões, mas pode afetar outras partes do corpo. A prevalência estimada é de 1 a 9 casos para cada 100.000 pessoas. A doença pode se manifestar em qualquer idade, desde crianças até idosos.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem tosse persistente, cansaço (astenia), febre, falta de ar (dispneia), dor no peito (dor torácica), perda de peso e produção de escarro anormal. Algumas pessoas podem apresentar chiado no peito (crepitações), tosse com sangue (hemoptise), diarreia, aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia) e desconforto respiratório. Em casos mais graves, podem ocorrer complicações como bronquiectasia (dilatação anormal dos brônquios), obstrução pulmonar crônica, derrame pleural (acúmulo de líquido entre as membranas que revestem os pulmões), derrame pericárdico (acúmulo de líquido ao redor do coração), pneumotórax (colapso do pulmão) e infecção disseminada (quando a micobactéria se espalha para outros órgãos). Exames de sangue podem mostrar uma taxa de sedimentação de eritrócitos elevada, indicando inflamação no corpo.[1][3]
Causas genéticas
A infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose não é uma doença genética hereditária. Não há genes específicos conhecidos que causem diretamente a doença. A herança é classificada como 'não aplicável', o que significa que a condição não é transmitida de pais para filhos por meio de mutações genéticas. A infecção ocorre devido à exposição ambiental às micobactérias, embora fatores individuais, como o sistema imunológico, possam influenciar o risco de desenvolver a doença.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na combinação de sintomas clínicos, exames de imagem (como radiografia ou tomografia computadorizada do tórax) e análise de amostras de escarro ou lavado brônquico para identificar a micobactéria. Testes genéticos não são usados para diagnosticar esta infecção, pois não há genes associados. No entanto, existem 336 testes genéticos disponíveis em bancos de dados que podem ser usados para investigar outras condições que aumentam a suscetibilidade a infecções, mas não para a doença em si. O código CID-10 para esta condição é A31.0.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos específicos por um período prolongado, muitas vezes de 12 a 18 meses ou mais. A escolha dos medicamentos depende da espécie de micobactéria identificada e da gravidade da infecção. O manejo também inclui acompanhamento regular com exames de imagem e de escarro para monitorar a resposta ao tratamento. No Brasil, esta condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. É importante que o tratamento seja conduzido por um médico especialista, como pneumologista ou infectologista.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da espécie de micobactéria, da gravidade da doença no momento do diagnóstico e da resposta ao tratamento. Muitas pessoas melhoram com o tratamento adequado, mas a doença pode ser crônica e exigir acompanhamento a longo prazo. A qualidade de vida pode ser afetada pelos sintomas respiratórios e pela duração do tratamento. O apoio de uma equipe multidisciplinar, incluindo fisioterapia respiratória e suporte nutricional, pode ajudar a melhorar o bem-estar geral.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose é uma doença crônica causada por micobactérias distintas do *Mycobacterium tuberculosis*, frequentemente apresentando tosse persistente, fadiga e perda de peso, com achados radiológicos variáveis. O diagnóstico requer identificação microbiológica e a terapia é complexa, com esquemas prolongados e múltiplos antibióticos.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose (também conhecida como infecção pulmonar por micobactérias não tuberculosas) é uma doença rara causada por micobactérias diferentes do Mycobacterium tuberculosis. Essas micobactérias são encontradas no ambiente, como solo e água, e geralmente não causam doença em pessoas saudáveis. A infecção ocorre principalmente nos pulmões, mas pode afetar outras partes do corpo. A prevalência estimada é de 1 a 9 casos para cada 100.000 pessoas. A doença pode se manifestar em qualquer idade, desde crianças até idosos.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns incluem tosse persistente, cansaço (astenia), febre, falta de ar (dispneia), dor no peito (dor torácica), perda de peso e produção de escarro anormal. Algumas pessoas podem apresentar chiado no peito (crepitações), tosse com sangue (hemoptise), diarreia, aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia) e desconforto respiratório. Em casos mais graves, podem ocorrer complicações como bronquiectasia (dilatação anormal dos brônquios), obstrução pulmonar crônica, derrame pleural (acúmulo de líquido entre as membranas que revestem os pulmões), derrame pericárdico (acúmulo de líquido ao redor do coração), pneumotórax (colapso do pulmão) e infecção disseminada (quando a micobactéria se espalha para outros órgãos). Exames de sangue podem mostrar uma taxa de sedimentação de eritrócitos elevada, indicando inflamação no corpo.[1][3]
Causas genéticas
A infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose não é uma doença genética hereditária. Não há genes específicos conhecidos que causem diretamente a doença. A herança é classificada como 'não aplicável', o que significa que a condição não é transmitida de pais para filhos por meio de mutações genéticas. A infecção ocorre devido à exposição ambiental às micobactérias, embora fatores individuais, como o sistema imunológico, possam influenciar o risco de desenvolver a doença.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na combinação de sintomas clínicos, exames de imagem (como radiografia ou tomografia computadorizada do tórax) e análise de amostras de escarro ou lavado brônquico para identificar a micobactéria. Testes genéticos não são usados para diagnosticar esta infecção, pois não há genes associados. No entanto, existem 336 testes genéticos disponíveis em bancos de dados que podem ser usados para investigar outras condições que aumentam a suscetibilidade a infecções, mas não para a doença em si. O código CID-10 para esta condição é A31.0.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento geralmente envolve o uso de antibióticos específicos por um período prolongado, muitas vezes de 12 a 18 meses ou mais. A escolha dos medicamentos depende da espécie de micobactéria identificada e da gravidade da infecção. O manejo também inclui acompanhamento regular com exames de imagem e de escarro para monitorar a resposta ao tratamento. No Brasil, esta condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. É importante que o tratamento seja conduzido por um médico especialista, como pneumologista ou infectologista.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da espécie de micobactéria, da gravidade da doença no momento do diagnóstico e da resposta ao tratamento. Muitas pessoas melhoram com o tratamento adequado, mas a doença pode ser crônica e exigir acompanhamento a longo prazo. A qualidade de vida pode ser afetada pelos sintomas respiratórios e pela duração do tratamento. O apoio de uma equipe multidisciplinar, incluindo fisioterapia respiratória e suporte nutricional, pode ajudar a melhorar o bem-estar geral.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 8 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
Pesquisa e ensaios clínicos
21 ensaios clínicos encontrados, 1 ativos.
Publicações mais relevantes
Beyond Fumigatus: a molecular portrait of clinical Aspergillus diversity, pathogenicity, and antifungal resistance.
Aspergillus infection poses a major clinical challenge, particularly in immunocompromised individuals, with invasive diseases associated with high mortality. While Aspergillus fumigatus remains the predominant species causing human infections, recent studies highlight the growing clinical significance of lesser-known and cryptic Aspergillus species, which often exhibit reduced susceptibility to standard antifungal therapies. In this study, we analyzed 196 clinical Aspergillus isolates from 107 patients treated at the NIH Clinical Center between 2019 and 2022. A total of 38 Aspergillus species across 11 taxonomic sections were identified, with non-fumigatus and cryptic species accounting for 77.1% of all isolates. The most frequently recovered species were A. fumigatus sensu stricto (22.9%), A. sydowii (8.7%), A. calidoustus (7.1%), A. nidulans (6.6%), A. tanneri (6.1%), and A. terreus (5.6%). Species-level identification was achieved in 43% of isolates using matrix-assisted laser desorption/ionization time-of-flight mass spectrometry (MALDI-TOF MS). In contrast, PCR sequencing confirmed species identity in over 88% of isolates by targeting the internal transcribed spacer (ITS) region of rDNA, 81% using the β-tubulin gene, and 68% using the calmodulin gene. The most common underlying clinical conditions among patients were bronchiectasis (35%), chronic granulomatous disease (22%), and pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection (17%). Out of 107 patients, eight died (8/107, 7.5%); six of these deaths occurred in patients with chronic granulomatous disease (CGD) and two in patients with RAG1 deficiency. Antifungal susceptibility testing showed that olorofim had the lowest minimal inhibitory concentrations across species. In contrast, the activity of triazoles and amphotericin B was variable, particularly against A. tanneri, A. calidoustus, and A. sydowii. This study presents one of the largest species-level data sets of Aspergillus isolates to date, underscoring the diversity, pathogenic potential, and resistance profiles of non-fumigatus species. Accurate species identification plays an important role in guiding appropriate antifungal therapy and improving clinical outcomes, although further studies are needed to elucidate its direct impact on treatment decisions.
Multiple Postoperative Lung Infections after Thymoma Surgery Diagnosed as Nontuberculous Mycobacterial Infection.
Thymomas are thymic epithelial-derived, most common primary anterior mediastinal masses. Non-tuberculous mycobacteria (NTM) are species that do not cause leprosy and belong to species outside the Mycobacterium tuberculosis complex. With the clinical application of targeted next-generation sequencing (tNGS), we promptly confirmed a case of NTM infection combined with NTM infection after thymoma surgery, and we performed a joint literature analysis of the two diseases to improve clinicians' understanding and recognition of lung infections after thymoma surgery. Chest CT of both lungs showed multiple hyperdense shadows. Sputum bacterial culture and characterization detected Neisseria Dryad and Streptococcus Grass Green. The presence of Mycobacterium abscessus infection was confirmed by alveolar lavage fluid sent for second-generation macro gene sequencing. The body's immune function decreases after thymoma surgery. When empirical anti-infection treatment for recurrent pneumonia in the lungs is ineffective, we should be alerted to the possibility of the presence of pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection, and next-generation sequencing should be performed promptly to arrive quickly at a diagnosis.
Pulmonary phaeohyphomycosis due to Exophiala dermatitidis in a patient with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
A 65-year-old Japanese woman repeatedly withdrew and resumed antibiotics against pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection caused by Mycobacterium intracellulare for more than 10 years. Although she continued to take medications, her respiratory symptoms and chest computed tomography indicated an enlarged infiltrative shadow in the lingular segment of the left lung that gradually worsened over the course of a year or more. Bronchoscopy was performed and mycobacterial culture of the bronchial lavage fluid was negative, whereas Exophiala dermatitidis was detected. After administration of oral voriconazole was initiated, the productive cough and infiltrative shadow resolved. There are no characteristic physical or imaging findings of E. dermatitidis, and it often mimics other chronic respiratory infections. Thus, when confronting refractory non-tuberculous mycobacterial cases, it might be better to assume other pathogenic microorganisms, including E. dermatitidis, and actively perform bronchoscopy.
Inhaled nitric oxide for adults with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
There is an increasing prevalence of nontuberculous mycobacteria pulmonary disease (NTM-PD) in the US. Treatment of NTM-PD typically requires multiple medications, which can be associated with unpleasant morbidity and eradication of infection is difficult. Therefore, there is a critical need for novel effective and well-tolerated therapies. Recent in vitro data and case reports have suggested that nitric oxide, inhaled as a gas (gNO), has antimicrobial activity against NTM. We sought to investigate the effect of gNO in patients with NTM-PD in an open-label proof of concept trial. Eligible participants had NTM-PD with persistently positive respiratory cultures for NTM even if on antibiotic treatment. Participants were treated with gNO for 50 min three times daily, five days per week, for three weeks (total of 15 treatment days). Ten participants, of whom nine were on long-term NTM antibiotic therapy, were enrolled. All participants completed the regimen without interruption or discontinuation. Small increases in methemoglobin were noted during treatment, and all resolved to baseline within 2 h. Four participants (40%) met the primary outcome measure of negative sputum cultures after three weeks of therapy. Following treatment discontinuation, three of these participants were again culture positive during the 3-month post-treatment monitoring period, although with measures suggesting low bacterial burden. Patients tolerated a 3-week regimen of gNO without safety concerns, and despite highly refractory disease four individuals completed the study with negative cultures, although three were again positive in subsequent months. These data support further investigation of gNO as a potential therapy for NTM-PD.
Pharmacokinetics and Adverse Effects of Clofazimine in the Treatment of Pulmonary Non-Tuberculous Mycobacterial Infection.
Clofazimine (CFZ) is used to treat pulmonary non-tuberculous mycobacterial (NTM) infection; however, its pharmacokinetics remain unexplored in patients with pulmonary NTM, and the relationship between CFZ serum concentration and adverse effects has not been investigated. The objectives of this study were to characterize the pharmacokinetics of CFZ in pulmonary NTM disease treatment and to investigate the relationship between the steady-state CFZ serum concentration and adverse effects. A prospective observational study was conducted on 45 patients with pulmonary NTM treated with CFZ (UMIN000041053). A maximum of five serum samples per patient were taken at the CFZ trough, and serum concentration was measured using high-performance liquid chromatography-mass spectrometry (HPLC-MS). The pharmacokinetics of CFZ were analyzed using a nonlinear mixed effect model. The relationships among steady-state CFZ serum concentration and adverse effects, pigmentation, and heart rate-corrected QT (QTc) interval were investigated. Twenty-six patients had M. avium or M. intracellulare infection and nineteen had M. abscessus infection. The primary CFZ dosage was 50 mg/day. The estimated apparent CFZ clearance, apparent volume of distribution, and half-life were 2.4 L/h, 2,960 L, and 36 days, respectively. The combined use of rifampicin and CFZ significantly reduced CFZ exposure by 22%. Although there was no relationship between CFZ serum concentration and pigmentation intensity, the QTc interval was significantly correlated with CFZ serum concentration. The estimation of accurate pharmacokinetics for CFZ required approximately 5 months of monitoring. The relationship between the serum concentration and specific adverse effects of CFZ confirmed that CFZ serum concentration was not associated with pigmentation but did affect the QTc interval.
Publicações recentes
Beyond Fumigatus: a molecular portrait of clinical Aspergillus diversity, pathogenicity, and antifungal resistance.
Multiple Postoperative Lung Infections after Thymoma Surgery Diagnosed as Nontuberculous Mycobacterial Infection.
Pulmonary phaeohyphomycosis due to Exophiala dermatitidis in a patient with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
Inhaled nitric oxide for adults with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
Pharmacokinetics and Adverse Effects of Clofazimine in the Treatment of Pulmonary Non-Tuberculous Mycobacterial Infection.
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Beyond Fumigatus: a molecular portrait of clinical Aspergillus diversity, pathogenicity, and antifungal resistance.
Antimicrobial agents and chemotherapyMultiple Postoperative Lung Infections after Thymoma Surgery Diagnosed as Nontuberculous Mycobacterial Infection.
Clinical laboratoryPulmonary phaeohyphomycosis due to Exophiala dermatitidis in a patient with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
Journal of infection and chemotherapy : official journal of the Japan Society of ChemotherapyInhaled nitric oxide for adults with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
Respiratory medicinePharmacokinetics and Adverse Effects of Clofazimine in the Treatment of Pulmonary Non-Tuberculous Mycobacterial Infection.
Antimicrobial agents and chemotherapyPrecision-cut lung slices: A powerful ex vivo model to investigate respiratory infectious diseases.
Molecular microbiologyProlonged use of tedizolid in a pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection after linezolid-induced toxicity.
The Journal of antimicrobial chemotherapyThe antimicrobial susceptibility of non-tuberculous mycobacteria.
The Journal of infectionHost susceptibility to non-tuberculous mycobacterial infections.
The Lancet. Infectious diseasesAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Beyond Fumigatus: a molecular portrait of clinical Aspergillus diversity, pathogenicity, and antifungal resistance.
- Multiple Postoperative Lung Infections after Thymoma Surgery Diagnosed as Nontuberculous Mycobacterial Infection.
- Pulmonary phaeohyphomycosis due to Exophiala dermatitidis in a patient with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.Journal of infection and chemotherapy : official journal of the Japan Society of Chemotherapy· 2023· PMID 36921763mais citado
- Inhaled nitric oxide for adults with pulmonary non-tuberculous mycobacterial infection.
- Pharmacokinetics and Adverse Effects of Clofazimine in the Treatment of Pulmonary Non-Tuberculous Mycobacterial Infection.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:411703(Orphanet)
- MONDO:0018469(MONDO)
- GARD:12829(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q11663754(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Infecção pulmonar micobacteriana não-tuberculose
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Ensaios clínicos
- fonte: ClinicalTrials.gov