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Adult CLN6 disease
ORPHA:700477OMIM 204300DOENÇA RARA
Herança AR

A doença de Batten é uma doença fatal do sistema nervoso que geralmente começa na infância. O início dos sintomas ocorre habitualmente entre 5 e 10 anos de idade. Frequentemente, é autossômica recessiva. É o nome comum para um grupo de distúrbios chamados lipofuscinoses ceroides neuronais (LCNs). A incidência chega a um em cada 12.500 nascidos vivos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 21/06/2026
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Visão geral

A doença Adult CLN6 (do inglês, Adult CLN6 disease) é uma condição neurodegenerativa rara, caracterizada pelo acúmulo progressivo de substâncias gordurosas (lipopigmentos) dentro das células do sistema nervoso. Essa doença faz parte do grupo das lipofuscinoses ceroides neuronais (NCLs), também conhecidas como doenças de Batten. O início dos sintomas ocorre na idade adulta, e a condição leva a uma deterioração progressiva das funções motora e mental.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas da Adult CLN6 disease são variados e progridem ao longo do tempo. Entre os principais sinais estão: perda visual progressiva, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), demência, convulsões (incluindo crises tônico-clônicas bilaterais e crises de início focal), mioclonias (contrações musculares involuntárias), deterioração motora e mental, e alucinações visuais e auditivas. Também podem ocorrer depressão, leucoencefalopatia (alteração na substância branca do cérebro), atrofia cerebral, degeneração retiniana, anormalidades na função motora extrapiramidal (como rigidez ou movimentos involuntários) e estado de mal epiléptico sem sintomas motores proeminentes.[1][4]

Causas genéticas

A Adult CLN6 disease é causada por alterações (mutações) no gene CLN6. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6, que desempenha um papel importante no funcionamento dos lisossomos, estruturas celulares responsáveis pela reciclagem de resíduos. Mutações no gene CLN6 levam ao acúmulo anormal de lipopigmentos autofluorescentes dentro das células, especialmente nos neurônios, causando os sintomas da doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Adult CLN6 disease é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ressonância magnética que pode mostrar atrofia cerebral e leucoencefalopatia), e exames laboratoriais. A confirmação é feita por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CLN6. Atualmente, existem 52 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 220 variantes patogênicas foram descritas no ClinVar. Em alguns casos, a biópsia de tecido pode mostrar acúmulo intracelular de material de lipopigmento com padrões característicos (curvilíneo, em impressão digital ou retilíneo).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a Adult CLN6 disease. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As convulsões podem ser controladas com medicamentos antiepilépticos, e a depressão pode ser tratada com antidepressivos. A fisioterapia e a terapia ocupacional podem ajudar a manter a mobilidade e a independência pelo maior tempo possível. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, oftalmologista, psiquiatra e outros especialistas é fundamental. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamentos ou procedimentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A Adult CLN6 disease é uma condição progressiva e atualmente sem cura. A deterioração motora e mental leva a uma perda gradual da autonomia. O prognóstico varia de pessoa para pessoa, mas a doença geralmente encurta a expectativa de vida. O suporte familiar, o acompanhamento médico regular e as terapias de reabilitação são essenciais para maximizar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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A doença de Batten é uma doença fatal do sistema nervoso que geralmente começa na infância. O início dos sintomas ocorre habitualmente entre 5 e 10 anos de idade. Frequentemente, é autossômica recessiva. É o nome comum para um grupo de distúrbios chamados lipofuscinoses ceroides neuronais (LCNs). A incidência chega a um em cada 12.500 nascidos vivos.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A doença Adult CLN6 (do inglês, Adult CLN6 disease) é uma condição neurodegenerativa rara, caracterizada pelo acúmulo progressivo de substâncias gordurosas (lipopigmentos) dentro das células do sistema nervoso. Essa doença faz parte do grupo das lipofuscinoses ceroides neuronais (NCLs), também conhecidas como doenças de Batten. O início dos sintomas ocorre na idade adulta, e a condição leva a uma deterioração progressiva das funções motora e mental.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas da Adult CLN6 disease são variados e progridem ao longo do tempo. Entre os principais sinais estão: perda visual progressiva, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), demência, convulsões (incluindo crises tônico-clônicas bilaterais e crises de início focal), mioclonias (contrações musculares involuntárias), deterioração motora e mental, e alucinações visuais e auditivas. Também podem ocorrer depressão, leucoencefalopatia (alteração na substância branca do cérebro), atrofia cerebral, degeneração retiniana, anormalidades na função motora extrapiramidal (como rigidez ou movimentos involuntários) e estado de mal epiléptico sem sintomas motores proeminentes.[1][4]

Causas genéticas

A Adult CLN6 disease é causada por alterações (mutações) no gene CLN6. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6, que desempenha um papel importante no funcionamento dos lisossomos, estruturas celulares responsáveis pela reciclagem de resíduos. Mutações no gene CLN6 levam ao acúmulo anormal de lipopigmentos autofluorescentes dentro das células, especialmente nos neurônios, causando os sintomas da doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Adult CLN6 disease é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ressonância magnética que pode mostrar atrofia cerebral e leucoencefalopatia), e exames laboratoriais. A confirmação é feita por meio de testes genéticos que identificam mutações no gene CLN6. Atualmente, existem 52 testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 220 variantes patogênicas foram descritas no ClinVar. Em alguns casos, a biópsia de tecido pode mostrar acúmulo intracelular de material de lipopigmento com padrões característicos (curvilíneo, em impressão digital ou retilíneo).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Atualmente, não existe cura para a Adult CLN6 disease. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As convulsões podem ser controladas com medicamentos antiepilépticos, e a depressão pode ser tratada com antidepressivos. A fisioterapia e a terapia ocupacional podem ajudar a manter a mobilidade e a independência pelo maior tempo possível. O acompanhamento multidisciplinar com neurologista, oftalmologista, psiquiatra e outros especialistas é fundamental. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamentos ou procedimentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A Adult CLN6 disease é uma condição progressiva e atualmente sem cura. A deterioração motora e mental leva a uma perda gradual da autonomia. O prognóstico varia de pessoa para pessoa, mas a doença geralmente encurta a expectativa de vida. O suporte familiar, o acompanhamento médico regular e as terapias de reabilitação são essenciais para maximizar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
11 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
👂
Ouvidos
3 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 4 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Leucencefalopatia
Estado de mal epiléptico sem sintomas motores proeminentes
Anormalidade da função motora extrapiramidal
Eletrofisiologia anormal do sistema nervoso
Perda visual progressiva
Ataxia
23sintomas
Sem dados (23)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 23 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

LeucencefalopatiaLeukoencephalopathy
Estado de mal epiléptico sem sintomas motores proeminentesStatus epilepticus without prominent motor symptoms
Anormalidade da função motora extrapiramidalAbnormality of extrapyramidal motor function
Eletrofisiologia anormal do sistema nervosoAbnormal nervous system electrophysiology
Perda visual progressivaProgressive visual loss

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Últimos 10 anos4publicações
Pico20252 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026📈 2025Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
CLN6
CLN6Ceroid-lipofuscinosis neuronal protein 6Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
LOCALIZAÇÃO

Endoplasmic reticulum membraneEndoplasmic reticulum

MECANISMO DE DOENÇA

Ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6

An autosomal recessive form of neuronal ceroid lipofuscinosis. Neuronal ceroid lipofuscinoses are progressive neurodegenerative, lysosomal storage diseases characterized by intracellular accumulation of autofluorescent liposomal material, and clinically by seizures, dementia, visual loss, and/or cerebral atrophy. The lipopigment patterns observed most often in neuronal ceroid lipofuscinosis type 6 comprise mixed combinations of granular, curvilinear, and fingerprint profiles.

OUTRAS DOENÇAS (2)
ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6B (Kufs type)ceroid lipofuscinosis, neuronal, 6A
HGNC:2077UniProt:Q9NWW5

Variantes genéticas (ClinVar)

221 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.1_2del (p.Met1fs) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.85del (p.His29fs) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.196A>T (p.Met66Leu) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.721A>C (p.Met241Leu) ()
🧬 CLN6: NM_017882.3(CLN6):c.297+2T>C ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Expanded Phenotype of the Cln6nclf Mouse Model.

Cells2025 Apr 30

Neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs) are a group of autosomal recessive neurogenetic disorders caused by mutations in 14 different genes. CLN6 disease manifests as variant late-infantile NCL (vLINCL) or as an adult variant. In childhood, symptoms include speech delay, vision loss, cognitive and motor decline, seizures, and early death. An in-depth characterization of a naturally occurring Cln6 mutant mouse (Cln6nclf) is presented, with implications for translational research. The expanded phenotype provides data showing early death, vision loss, and motor deficits in male and female Cln6nclf mice. Diminished visual acuity in Cln6nclf mice was noted at 28 weeks of age, but the pathological loss of retinal layers began as early as 2 weeks or postnatal day 14 (P14). Apoptosis was confirmed by TUNEL staining in the Cln6nclf mouse brain at P8 and in the retina at P12. A peak in glial fibrillary acidic protein (GFAP) expression was established as a normal developmental phenomenon in the wild-type and Cln6nclf mouse brain cerebellum and the CA2-CA3 regions of the hippocampus at P8. In Cln6nclf mice, GFAP levels were elevated at P12 in the cerebellum and hippocampus. In the retina, a developmental peak in gliosis was absent, with increased astrogliosis noted at P6 and P8 in female and male Cln6nclf mice, respectively. This highlights the lack of a sex-dependent response in wild-type mice. These novel data position the Cln6nclf mouse model as a useful tool for screening potential therapeutics for human CLN6 disease.

#2

CLN6-related continuum phenotype caused by aberrant splicing.

Epilepsia open2025 Feb

Neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs) are genetically heterogeneous neurodegenerative disorders, characterized by progressive cognitive and motor decline, epilepsy, visual impairment, and shortened life-expectancy. CLN6-related NCLs include both late-infantile and adult myoclonic form. We report a 21-year-old patient, with mild developmental delay, who developed occipital seizures at 14 years, and subsequently cognitive decline, cortical myoclonus, and photosensitivity at low and higher frequencies. Overall, the picture suited progressive myoclonus epilepsy. Electroretinogram was normal. A skin biopsy revealed a mixed storage of curvilinear and fingerprint profiles. A brain MRI showed severe cortical atrophy. Performing genetic analyses, two biallelic variants were identified in the CLN6 gene, each inherited from one of the healthy parents, one c.722T>C, p.(Met241Thr) already described in the late-infantile form and the other one c.486+28T>C, intronic and novel, causing aberrant splicing. In the patient, the expression of the allele containing c.722T>C variant was increased, in comparison with the carrier parent. The peculiar genetic pattern observed in the patient could explain a milder clinical picture when compared with late-infantile form, since CLN6 expression was partially preserved. However, the presence of a delay, and the early cognitive decline suggested a continuum phenotype connecting late-infantile and adult CLN6-related forms. PLAIN LANGUAGE SUMMARY: We report a patient with CLN6 disease who developed symptoms at an intermediate age: 9 years for mild intellectual disability and 14 years for occipital seizures and progressive myoclonus epilepsy, without visual impairment. The patient is compound heterozygous for a CLN6 missense variant c.722T>C, p.(Met241Thr) already described in the late-infantile form and for a novel intronic variant c.486+28T>C, causing aberrant splicing. In the patient, the expression of the allele containing c.722T>C variant was increased, compared with the carrier parent. The splice site variant had a milder effect. The peculiar genetic pattern may explain the continuum phenotype between late-infantile and adult forms.

#3

Clinical and genetic characterization of a cohort of 97 CLN6 patients tested at a single center.

Orphanet journal of rare diseases2022 May 03

Ceroid lipofuscinoses neuronal 6 (CLN6) disease belongs to the neuronal ceroid lipofuscinoses (NCLs), complex and genetically heterogeneous disorders with wide geographical and phenotypic variation. The first clinical signs usually appear between 18 months and 8 years, but examples of later-onset have also been reported. Common manifestations include ataxia, seizures, vision impairment, and developmental regression. Because these are shared by other neurological diseases, identification of CLN6 genetic variants is imperative for early diagnosis. We present one of the largest cohorts to date of genetically diagnosed CLN6 patients screened at a single center. In total 97 subjects, originating from 20 countries were screened between 2010 and 2020. They comprised 86 late-infantile, eight juvenile, and three adult-onset cases (two patients with Kufs disease type A, and one with teenage progressive myoclonic epilepsy). The male to female ratio was 1.06: 1.00. The age at referral was between six months and 33 years. The time from disease onset to referral ranged from less than 1 month to 8.3 years. The clinical phenotype consisted of a combination of symptoms, as reported before. We characterized a total of 45 distinct variants defining 45 distinct genotypes. Twenty-four were novel variants, some with distinct geographic associations. Remarkably, c.257A > G (p.H86R) was present in five out of 23 unrelated Egyptian individuals but in no patients from other countries. The most common genotype was homozygosity for the c.794_796del in-frame deletion. It was present in about one-third of CLN6 patients (28 unrelated cases, and 2 familial cases), all with late-infantile onset. Variants with a high likelihood of causing loss of CLN6 function were found in 21% of cases and made up 33% of all distinct variants. Forty-four percent of variants were classified as pathogenic or likely pathogenic. Our study significantly expands the number of published clinical cases and the mutational spectrum of disease-associated CLN6 variants, especially for the Middle Eastern and North African regions. We confirm previous observations regarding the most prevalent symptoms and recommend including CLN6 in the genetic diagnosis of patients presenting with early-onset abnormalities of the nervous system, musculoskeletal system, and eye.

#4

Implications of graded reductions in CLN6's anti-aggregate activity for the development of the neuronal ceroid lipofuscinoses.

Biochemical and biophysical research communications2020 May 14

CLN6, spanning the endoplasmic reticulum membrane, is a protein of unknown function. Mutations in the CLN6 gene are linked to an autosomal recessively inherited disorder termed CLN6 disease, classified as a form of the neuronal ceroid lipofuscinoses (NCL). The pathogenesis of CLN6 disease remains poorly understood due to a lack of information about physiological roles CLN6 plays. We previously demonstrated that CLN6 has the ability to prevent protein aggregate formation, and thus hypothesized that the abrogation of CLN6's anti-aggregate activity underlies the development of CLN6 disease. To test this hypothesis, we narrowed down the region vital for CLN6's anti-aggregate activity, and subsequently investigated if pathogenic mutations within the region attenuate CLN6's anti-aggregate activity toward four aggregation-prone αB-crystallin (αBC) mutants. None of the four αBC mutants was prevented from aggregating by the Arg106ProfsX truncated CLN6 mutant, the human counterpart of the nclf mutant identified in a naturally occurring mouse model of late infantile-onset CLN6 disease. In contrast, the Arg149Cys and the Arg149His CLN6 mutants, both associated with adult-onset CLN6 disease, blocked aggregation of two out of and all of the four αBC mutants, respectively, indicating that CLN6's anti-aggregate activity is differentially modulated according to the substitution pattern at the same amino acid position. Collectively, we here propose that the graded reduction in CLN6's anti-aggregate activity governs the clinical course of late infantile- and adult-onset NCL.

Associações

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Expanded Phenotype of the Cln6nclf Mouse Model.
    Cells· 2025· PMID 40358187mais citado
  2. CLN6-related continuum phenotype caused by aberrant splicing.
    Epilepsia open· 2025· PMID 39718800mais citado
  3. Clinical and genetic characterization of a cohort of 97 CLN6 patients tested at a single center.
    Orphanet journal of rare diseases· 2022· PMID 35505348mais citado
  4. Implications of graded reductions in CLN6's anti-aggregate activity for the development of the neuronal ceroid lipofuscinoses.
    Biochemical and biophysical research communications· 2020· PMID 32171521mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:700477(Orphanet)
  2. MONDO:0008768(MONDO)
  3. GARD:6845(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Adult CLN6 disease
Compêndio · Raras BR

Adult CLN6 disease

ORPHA:700477 · MONDO:0008768
OMIM
204300
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM