Dermatopatia pigmentar reticular (DPR) é um transtorno congênito autossômico dominante raro que é uma forma de displasia ectodérmica. A dermatopatia pigmentar reticular é composta pela tríade de hiperpigmentação reticulada generalizada, alopecia não cicatricial e onicodistrofia. A DPR é uma doença que não apresenta risco de vida e que afeta principalmente a pele, o cabelo e as unhas. Ela também foi identificada como um transtorno da queratina. Historicamente, até 1992, apenas 10 casos haviam sido descritos na literatura mundial; entretanto, devido aos avanços recentes na análise genética, cinco famílias adicionais estudadas em 2006 foram acrescentadas à curta lista de casos confirmados.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Dermatopatia pigmentosa reticular é uma doença genética rara da pele, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta desde o nascimento ou na primeira infância e é caracterizada por uma combinação de alterações na pigmentação da pele, espessamento das palmas das mãos e plantas dos pés, alterações nas unhas e perda de cabelo no couro cabeludo. A doença segue um padrão de herança autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: hiperpigmentação reticular (manchas escuras na pele que formam um padrão rendilhado), hiperceratose palmoplantar (espessamento da pele nas palmas das mãos e plantas dos pés), distrofia ungueal (alterações na forma e textura das unhas), alopecia do couro cabeludo (perda de cabelo), adermatoglifia (ausência de impressões digitais), pigmentação reticulada da mucosa oral (manchas escuras na parte interna da boca), morfologia anormal da conjuntiva (alteração na membrana que reveste os olhos) e hipo-hidrose (diminuição da capacidade de suar).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações (mutações) no gene KRT14, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada queratina 14, essencial para a estrutura e resistência da pele. A herança é autossômica dominante, ou seja, se um dos pais possui a mutação, cada filho tem 50% de chance de herdar a doença. O gene KRT14 está associado à condição conforme registrado nas bases de dados genéticas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. No Brasil, os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 94 variantes registradas no ClinVar associadas à doença, e 10 tipos de testes genéticos disponíveis.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento curativo específico para a Dermatopatia pigmentosa reticular. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. O acompanhamento multidisciplinar com dermatologista, geneticista e outros especialistas é recomendado. No SUS, o nível de cobertura é mínimo, mas inclui atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente e a família recebam orientação genética sobre o padrão de herança.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona dois fármacos em associação com a doença, com base em mineração de publicações (fonte PubTator3): Etretinato (1 publicação) e Hidrocortisona (1 publicação). É importante destacar que essas são associações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões terapêuticas.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, mas a doença geralmente não encurta a expectativa de vida. A qualidade de vida pode ser afetada pelos sintomas cutâneos, pela alopecia e pelas limitações funcionais decorrentes da hiperceratose palmoplantar e da adermatoglifia. O acompanhamento regular e o suporte psicológico podem ajudar a lidar com os desafios diários.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Dermatopatia pigmentar reticular (DPR) é um transtorno congênito autossômico dominante raro que é uma forma de displasia ectodérmica. A dermatopatia pigmentar reticular é composta pela tríade de hiperpigmentação reticulada generalizada, alopecia não cicatricial e onicodistrofia. A DPR é uma doença que não apresenta risco de vida e que afeta principalmente a pele, o cabelo e as unhas. Ela também foi identificada como um transtorno da queratina. Historicamente, até 1992, apenas 10 casos haviam sido descritos na literatura mundial; entretanto, devido aos avanços recentes na análise genética, cinco famílias adicionais estudadas em 2006 foram acrescentadas à curta lista de casos confirmados.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Dermatopatia pigmentosa reticular é uma doença genética rara da pele, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Ela se manifesta desde o nascimento ou na primeira infância e é caracterizada por uma combinação de alterações na pigmentação da pele, espessamento das palmas das mãos e plantas dos pés, alterações nas unhas e perda de cabelo no couro cabeludo. A doença segue um padrão de herança autossômico dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene responsável já é suficiente para causar a condição.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem: hiperpigmentação reticular (manchas escuras na pele que formam um padrão rendilhado), hiperceratose palmoplantar (espessamento da pele nas palmas das mãos e plantas dos pés), distrofia ungueal (alterações na forma e textura das unhas), alopecia do couro cabeludo (perda de cabelo), adermatoglifia (ausência de impressões digitais), pigmentação reticulada da mucosa oral (manchas escuras na parte interna da boca), morfologia anormal da conjuntiva (alteração na membrana que reveste os olhos) e hipo-hidrose (diminuição da capacidade de suar).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por alterações (mutações) no gene KRT14, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada queratina 14, essencial para a estrutura e resistência da pele. A herança é autossômica dominante, ou seja, se um dos pais possui a mutação, cada filho tem 50% de chance de herdar a doença. O gene KRT14 está associado à condição conforme registrado nas bases de dados genéticas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e pode ser confirmado por testes genéticos. No Brasil, os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 94 variantes registradas no ClinVar associadas à doença, e 10 tipos de testes genéticos disponíveis.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento curativo específico para a Dermatopatia pigmentosa reticular. O manejo é focado no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. O acompanhamento multidisciplinar com dermatologista, geneticista e outros especialistas é recomendado. No SUS, o nível de cobertura é mínimo, mas inclui atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o paciente e a família recebam orientação genética sobre o padrão de herança.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona dois fármacos em associação com a doença, com base em mineração de publicações (fonte PubTator3): Etretinato (1 publicação) e Hidrocortisona (1 publicação). É importante destacar que essas são associações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões terapêuticas.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, mas a doença geralmente não encurta a expectativa de vida. A qualidade de vida pode ser afetada pelos sintomas cutâneos, pela alopecia e pelas limitações funcionais decorrentes da hiperceratose palmoplantar e da adermatoglifia. O acompanhamento regular e o suporte psicológico podem ajudar a lidar com os desafios diários.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 3 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 9 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisThe nonhelical tail domain is involved in promoting KRT5-KRT14 filaments to self-organize into large bundles and enhances the mechanical properties involved in resilience of keratin intermediate filaments in vitro
CytoplasmNucleus
Epidermolysis bullosa simplex 1A, generalized severe
A form of epidermolysis bullosa simplex, a group of skin fragility disorders characterized by skin blistering due to cleavage within the basal layer of keratinocytes, and erosions caused by minor mechanical trauma. There is a broad spectrum of clinical severity ranging from minor blistering on the feet, to subtypes with extracutaneous involvement and a lethal outcome. EBS1A is an autosomal dominant form characterized by generalized intraepidermal skin blistering that begins and is very prominent at birth. EBS1A may be life-threatening in the first year of life. Tendency to blistering diminishes in adolescence.
Variantes genéticas (ClinVar)
94 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 14 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
5 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Dermatopatia pigmentosa reticular
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:86920(Orphanet)
- OMIM OMIM:125595(OMIM)
- MONDO:0007445(MONDO)
- GARD:8550(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q5262702(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Dermatopatia pigmentosa reticular
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata