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Hipertireoidismo gestacional familiar
ORPHA:99819CID-10 · O99.2CID-11 · 5A02.YOMIM 603373DOENÇA RARA
EndócrinoInício adolescenteHerança AD

Doença rara autossômica dominante associada a mutações no gene TSHR, manifestando-se como hiperêmese gravídica, bócio difuso e tireotoxicose. Sintomas incluem diarreia, agitação, tremor e hiperatividade, podendo levar à perda de peso.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O hipertireoidismo gestacional familiar é uma condição genética rara que se manifesta durante a gestação, caracterizada por uma produção excessiva de hormônios tireoidianos (tireotoxicose) devido a uma alteração no receptor do hormônio estimulante da tireoide (TSHR). Diferentemente de outras formas de hipertireoidismo, esta condição não é causada por autoanticorpos, mas sim por uma mutação genética que ativa continuamente a tireoide. A doença geralmente se inicia na adolescência ou na idade adulta, coincidindo com o período gestacional.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem hipertireoidismo (tireotoxicose com bócio difuso), taquicardia, perda de peso, diarreia, agitação, tremor nas mãos, hiperatividade e alterações do sono. Durante a gestação, é comum a ocorrência de hiperêmese gravídica (vômitos intensos). Ao exame físico, podem ser observados bócio (aumento da tireoide), proptose (olhos saltados) e hiperplasia da tireoide. Em alguns casos, pode haver atraso motor. Os exames laboratoriais mostram níveis diminuídos do hormônio tireoestimulante (TSH) e aumento dos níveis circulantes de tiroxina (T4).[1][4]

Causas genéticas

A condição é causada por mutações no gene TSHR (receptor do hormônio estimulante da tireoide), localizado no cromossomo 14. Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que regula o crescimento e a função da glândula tireoide. Mutações ativadoras neste gene fazem com que o receptor funcione de forma contínua, mesmo na ausência do hormônio estimulante, levando à produção excessiva de hormônios tireoidianos. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, exames laboratoriais (TSH baixo, T4 elevado) e confirmação genética. O teste genético molecular para o gene TSHR está disponível e pode identificar mutações ativadoras. Atualmente, existem 167 variantes reportadas no ClinVar e 12 testes genéticos disponíveis para esta condição. O diagnóstico diferencial inclui outras causas de hipertireoidismo na gestação, como a doença de Graves (que apresenta autoanticorpos positivos).[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo do hipertireoidismo gestacional familiar deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista e obstetra de alto risco. O tratamento visa controlar a tireotoxicose e proteger a mãe e o feto. Medicamentos antitireoidianos podem ser utilizados durante a gestação, sempre com monitoramento rigoroso. É importante informar que esta condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. O acompanhamento deve incluir avaliação periódica da função tireoidiana e ultrassonografia fetal.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona os seguintes fármacos em associação com esta condição (dados de mineração de texto do PubTator3): carbimazole, methimazole, methylthiouracil, paricalcitol e propylthiouracil. É importante destacar que estas são associações identificadas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões terapêuticas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, o prognóstico para a mãe e o bebê é geralmente bom. O controle da tireotoxicose durante a gestação reduz os riscos de complicações como aborto espontâneo, parto prematuro e baixo peso ao nascer. Após o parto, os sintomas podem melhorar, mas o acompanhamento endocrinológico deve ser mantido. O aconselhamento genético é recomendado para famílias afetadas, devido ao padrão de herança autossômica dominante.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica dominante associada a mutações no gene TSHR, manifestando-se como hiperêmese gravídica, bócio difuso e tireotoxicose. Sintomas incluem diarreia, agitação, tremor e hiperatividade, podendo levar à perda de peso.

Publicações científicas
6 artigos
Último publicado: 2020 Sep
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
CID-10: O99.2
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

O hipertireoidismo gestacional familiar é uma condição genética rara que se manifesta durante a gestação, caracterizada por uma produção excessiva de hormônios tireoidianos (tireotoxicose) devido a uma alteração no receptor do hormônio estimulante da tireoide (TSHR). Diferentemente de outras formas de hipertireoidismo, esta condição não é causada por autoanticorpos, mas sim por uma mutação genética que ativa continuamente a tireoide. A doença geralmente se inicia na adolescência ou na idade adulta, coincidindo com o período gestacional.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem hipertireoidismo (tireotoxicose com bócio difuso), taquicardia, perda de peso, diarreia, agitação, tremor nas mãos, hiperatividade e alterações do sono. Durante a gestação, é comum a ocorrência de hiperêmese gravídica (vômitos intensos). Ao exame físico, podem ser observados bócio (aumento da tireoide), proptose (olhos saltados) e hiperplasia da tireoide. Em alguns casos, pode haver atraso motor. Os exames laboratoriais mostram níveis diminuídos do hormônio tireoestimulante (TSH) e aumento dos níveis circulantes de tiroxina (T4).[1][4]

Causas genéticas

A condição é causada por mutações no gene TSHR (receptor do hormônio estimulante da tireoide), localizado no cromossomo 14. Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína que regula o crescimento e a função da glândula tireoide. Mutações ativadoras neste gene fazem com que o receptor funcione de forma contínua, mesmo na ausência do hormônio estimulante, levando à produção excessiva de hormônios tireoidianos. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas, exames laboratoriais (TSH baixo, T4 elevado) e confirmação genética. O teste genético molecular para o gene TSHR está disponível e pode identificar mutações ativadoras. Atualmente, existem 167 variantes reportadas no ClinVar e 12 testes genéticos disponíveis para esta condição. O diagnóstico diferencial inclui outras causas de hipertireoidismo na gestação, como a doença de Graves (que apresenta autoanticorpos positivos).[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo do hipertireoidismo gestacional familiar deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista e obstetra de alto risco. O tratamento visa controlar a tireotoxicose e proteger a mãe e o feto. Medicamentos antitireoidianos podem ser utilizados durante a gestação, sempre com monitoramento rigoroso. É importante informar que esta condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. O acompanhamento deve incluir avaliação periódica da função tireoidiana e ultrassonografia fetal.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona os seguintes fármacos em associação com esta condição (dados de mineração de texto do PubTator3): carbimazole, methimazole, methylthiouracil, paricalcitol e propylthiouracil. É importante destacar que estas são associações identificadas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para decisões terapêuticas.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, o prognóstico para a mãe e o bebê é geralmente bom. O controle da tireotoxicose durante a gestação reduz os riscos de complicações como aborto espontâneo, parto prematuro e baixo peso ao nascer. Após o parto, os sintomas podem melhorar, mas o acompanhamento endocrinológico deve ser mantido. O aconselhamento genético é recomendado para famílias afetadas, devido ao padrão de herança autossômica dominante.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

📏
Crescimento
5 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
🛡️
Imunológico
1 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hiperêmese gravídica
Obrigatório (100%)
100%prev.
Defeito ativador do receptor do hormônio estimulante da tireoide (TSHR)
100%prev.
Hipertireoidismo
Obrigatório (100%)
100%prev.
Taquicardia
Obrigatório (100%)
100%prev.
Nível de hormônio tireoestimulante diminuído
Obrigatório (100%)
100%prev.
Aumento do nível circulante de tiroxina
Obrigatório (100%)
19sintomas
Muito frequente (12)
Frequente (4)
Ocasional (1)
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 19 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperêmese gravídicaHyperemesis gravidarum
Obrigatório (100%)100%
Defeito ativador do receptor do hormônio estimulante da tireoide (TSHR)Activating thyroid-stimulating hormone receptor (TSHR) defect
Muito frequente100%
HipertireoidismoHyperthyroidism
Obrigatório (100%)100%
TaquicardiaTachycardia
Obrigatório (100%)100%
Nível de hormônio tireoestimulante diminuídoDecreased thyroid-stimulating hormone level
Obrigatório (100%)100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa6desde 2020
Total histórico6PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20201 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominant

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
TSHR
TSHRThyrotropin receptorDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Receptor for the thyroid-stimulating hormone (TSH) or thyrotropin (PubMed:11847099, PubMed:12045258). Also acts as a receptor for the heterodimeric glycoprotein hormone (GPHA2:GPHB5) or thyrostimulin (PubMed:12045258). TSHR is coupled to G(s) proteins and mediates the activation of adenylate cyclase (PubMed:11847099, PubMed:35940205, PubMed:35940204). This leads to the generation of cyclic adenosine monophosphate (cAMP), which in turn activates protein kinase A (PKA). PKA subsequently phosphoryl

LOCALIZAÇÃO

Cell membraneBasolateral cell membrane

VIAS BIOLÓGICAS (2)
G alpha (s) signalling eventsHormone ligand-binding receptors
EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Tireoide
198.9 TPM
Fallopian Tube
0.9 TPM
Brain Caudate basal ganglia
0.5 TPM
Baço
0.5 TPM
Cervix Endocervix
0.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
familial hyperthyroidism due to mutations in TSH receptorhypothyroidism due to TSH receptor mutationsfamilial gestational hyperthyroidismathyreosis
HGNC:12373UniProt:P16473

Variantes genéticas (ClinVar)

167 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.497del (p.Thr165_Ser166insTer) ()
🧬 TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.467+2dup ()
🧬 TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.692+56G>T ()
🧬 TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.882-1G>A ()
🧬 TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.96del (p.Gln33fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 36 variantes classificadas pelo ClinVar.

21
11
4
Patogênica (58.3%)
VUS (30.6%)
Benigna (11.1%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.2066T>G (p.Val689Gly) [Likely pathogenic]
TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.1582C>A (p.Arg528Ser) [Likely pathogenic]
TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.1465C>T (p.Gln489Ter) [Pathogenic/Likely pathogenic]
TSHR: NM_000369.5(TSHR):c.485C>T (p.Pro162Leu) [Likely pathogenic]
TSHR-AS1: NM_000369.5(TSHR):c.1192T>G (p.Cys398Gly) [Conflicting classifications of pathogenicity]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Hipertireoidismo gestacional familiar

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

New variant (Val597Ile) in transmembrane region of the TSH receptor with human chorionic gonadotropin hypersensitivity in familial gestational hyperthyroidism.

Clinical endocrinology2020 Sep

Only two mutations at the lysine 183 amino acid in the extracellular N-terminal domain of human TSH receptor (hTSHR) have been associated with hypersensitivity to hCG and familial gestational hyperthyroidism. Describe a new variant of the TSHR gene with hCG hypersensitivity found in two women of the same family diagnosed with gestational hyperthyroidism. A 38-year-old woman was seen during the first trimester of her second pregnancy for thyrotoxicosis with increased fT3 and fT4 concentrations and low TSH levels without anti-TSH receptor antibody. Thyrotoxicosis improved spontaneously during the 2nd trimester and persisted at the 3rd trimester. Similar clinical symptoms (weight loss, nausea, vomiting) were also reported during the first trimester of her first pregnancy and the first pregnancy of her mother. DNA sequencing of the hTSHR gene of this woman and her mother identifies a heterozygous variant changing valine to isoleucine residue at codon 597 in the transmembrane domain (TMD) of this receptor. In vitro functional studies of this variant showed increased constitutive activity in regard to the basal level of cAMP and IP3 production and to the low cell-surface expression, while response to TSH was reduced compared to that of the wild-type receptor. The Val597Ile variant presented a dose-dependent increase in cAMP response to hGC and human luteinizing hormone (hLH). Simulation of the protein dynamics showed a high structural impact of the Val597Ile variant on helices 3 (TMH3) and 5 (TMH5) of the transmembrane domain participating to constitutive activity and hCG sensitivity. We describe a new variant in the transmembrane region of the hTSHR gene with increased constitutive activity and hCG hypersensitivity in familial gestational hyperthyroidism.

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. New variant (Val597Ile) in transmembrane region of the TSH receptor with human chorionic gonadotropin hypersensitivity in familial gestational hyperthyroidism.
    Clinical endocrinology· 2020· PMID 32437589mais citado
  2. Activating mutations of TSH receptor.
    Ann Endocrinol (Paris)· 2003· PMID 12707626recente
  3. [From gene to disease; thyroid stimulating hormone receptor, hyperthyroidism and hypothyroidism].
    Ned Tijdschr Geneeskd· 2001· PMID 11379397recente
  4. Pathology of the TSH receptor.
    J Pediatr Endocrinol Metab· 1999· PMID 10698593recente
  5. TSH receptor gene mutations and familial gestational hyperthyroidism.
    Eur J Endocrinol· 1999· PMID 10427147recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:99819(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:603373(OMIM)
  3. MONDO:0011309(MONDO)
  4. GARD:16913(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Artigo Wikipedia(Wikipedia)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Hipertireoidismo gestacional familiar
Compêndio · Raras BR

Hipertireoidismo gestacional familiar

ORPHA:99819 · MONDO:0011309
CID-10
O99.2 · Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas complicando a gravidez, o parto e o puerpério
CID-11
Início
Adolescent, Adult
MedGen
UMLS
C1863959
Repurposing
5 candidatos
carbimazoleantithyroid agent
methimazolevitamin D receptor agonist
methylthiouracilthyroid peroxidase inhibitor
+2 outros
EuropePMC
Wikipedia
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)