Condição rara caracterizada por hiperinsulinismo difuso, levando a hipoglicemia severa e coma. Responde ao diazóxido, com achados de hiperplasia das ilhotas pancreáticas e potenciais complicações neurológicas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é uma condição rara caracterizada por episódios de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) causados pela produção excessiva de insulina pelo pâncreas. A palavra "difuso" indica que a produção excessiva de insulina ocorre em todo o pâncreas, e não em uma área localizada. "Sensível ao diazóxido" significa que os episódios de hipoglicemia podem ser controlados com o medicamento diazóxido. Esta condição pode se manifestar desde o período neonatal até a idade adulta, e os sintomas variam de leves a graves, podendo incluir convulsões e perda de consciência.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido são decorrentes da hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue). Eles podem incluir: episódios de perda de consciência (síncope), coma hipoglicêmico, convulsões (incluindo estado de mal epiléptico e crises de ausência), sudorese excessiva (hiperidrose episódica), palpitações, fome excessiva (polifagia), e dificuldades de aprendizado. Em bebês, pode haver atraso no desenvolvimento global e a criança pode nascer pequena para a idade gestacional. Em alguns casos, pode haver intolerância à glicose ou evolução para diabetes mellitus tipo 1 ou diabetes tipo MODY. Exames laboratoriais podem mostrar níveis baixos de ácidos graxos livres no sangue e aumento de alfa-cetoglutarato na urina.[1][3]
Causas genéticas
O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é causado por alterações (mutações) em diversos genes que regulam a produção e liberação de insulina pelo pâncreas. Os genes associados a esta condição incluem: ABCC8, KCNJ11, GCK, GLUD1, HADH, HNF1A, HNF4A, SLC16A1 e UCP2. Cada um desses genes fornece instruções para a produção de proteínas que participam do controle da secreção de insulina. Mutações nesses genes podem levar a uma liberação excessiva de insulina, mesmo quando os níveis de açúcar no sangue estão baixos, resultando em hipoglicemia.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é baseado na avaliação clínica dos episódios de hipoglicemia, exames laboratoriais que demonstram níveis elevados de insulina durante a hipoglicemia e resposta excessiva de insulina ao teste de glucagon. Exames de imagem, como ressonância magnética do pâncreas, podem ajudar a diferenciar a forma difusa da forma focal da doença. O teste genético é fundamental para confirmar o diagnóstico e identificar o gene envolvido. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 339 variantes descritas no ClinVar para esta condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido tem como objetivo prevenir episódios de hipoglicemia e suas complicações. A primeira linha de tratamento é o uso de diazóxido, um medicamento que reduz a liberação de insulina pelo pâncreas. A dieta também é uma parte importante do manejo, com recomendações de refeições frequentes e ricas em carboidratos complexos. Em casos graves ou refratários ao tratamento medicamentoso, pode ser necessária a remoção cirúrgica de parte do pâncreas (pancreatectomia subtotal). O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, nutricionista e neurologista, é essencial para o manejo adequado da condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido varia de acordo com a gravidade da condição e a resposta ao tratamento. Com o diagnóstico precoce e o manejo adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os episódios de hipoglicemia e levar uma vida relativamente normal. No entanto, episódios graves e repetidos de hipoglicemia podem levar a danos neurológicos permanentes, incluindo atraso no desenvolvimento, dificuldades de aprendizado e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é fundamental para monitorar o desenvolvimento neurológico e ajustar o tratamento conforme necessário.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Condição rara caracterizada por hiperinsulinismo difuso, levando a hipoglicemia severa e coma. Responde ao diazóxido, com achados de hiperplasia das ilhotas pancreáticas e potenciais complicações neurológicas.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é uma condição rara caracterizada por episódios de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) causados pela produção excessiva de insulina pelo pâncreas. A palavra "difuso" indica que a produção excessiva de insulina ocorre em todo o pâncreas, e não em uma área localizada. "Sensível ao diazóxido" significa que os episódios de hipoglicemia podem ser controlados com o medicamento diazóxido. Esta condição pode se manifestar desde o período neonatal até a idade adulta, e os sintomas variam de leves a graves, podendo incluir convulsões e perda de consciência.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido são decorrentes da hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue). Eles podem incluir: episódios de perda de consciência (síncope), coma hipoglicêmico, convulsões (incluindo estado de mal epiléptico e crises de ausência), sudorese excessiva (hiperidrose episódica), palpitações, fome excessiva (polifagia), e dificuldades de aprendizado. Em bebês, pode haver atraso no desenvolvimento global e a criança pode nascer pequena para a idade gestacional. Em alguns casos, pode haver intolerância à glicose ou evolução para diabetes mellitus tipo 1 ou diabetes tipo MODY. Exames laboratoriais podem mostrar níveis baixos de ácidos graxos livres no sangue e aumento de alfa-cetoglutarato na urina.[1][3]
Causas genéticas
O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é causado por alterações (mutações) em diversos genes que regulam a produção e liberação de insulina pelo pâncreas. Os genes associados a esta condição incluem: ABCC8, KCNJ11, GCK, GLUD1, HADH, HNF1A, HNF4A, SLC16A1 e UCP2. Cada um desses genes fornece instruções para a produção de proteínas que participam do controle da secreção de insulina. Mutações nesses genes podem levar a uma liberação excessiva de insulina, mesmo quando os níveis de açúcar no sangue estão baixos, resultando em hipoglicemia.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é baseado na avaliação clínica dos episódios de hipoglicemia, exames laboratoriais que demonstram níveis elevados de insulina durante a hipoglicemia e resposta excessiva de insulina ao teste de glucagon. Exames de imagem, como ressonância magnética do pâncreas, podem ajudar a diferenciar a forma difusa da forma focal da doença. O teste genético é fundamental para confirmar o diagnóstico e identificar o gene envolvido. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 339 variantes descritas no ClinVar para esta condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido tem como objetivo prevenir episódios de hipoglicemia e suas complicações. A primeira linha de tratamento é o uso de diazóxido, um medicamento que reduz a liberação de insulina pelo pâncreas. A dieta também é uma parte importante do manejo, com recomendações de refeições frequentes e ricas em carboidratos complexos. Em casos graves ou refratários ao tratamento medicamentoso, pode ser necessária a remoção cirúrgica de parte do pâncreas (pancreatectomia subtotal). O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, nutricionista e neurologista, é essencial para o manejo adequado da condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido varia de acordo com a gravidade da condição e a resposta ao tratamento. Com o diagnóstico precoce e o manejo adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os episódios de hipoglicemia e levar uma vida relativamente normal. No entanto, episódios graves e repetidos de hipoglicemia podem levar a danos neurológicos permanentes, incluindo atraso no desenvolvimento, dificuldades de aprendizado e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é fundamental para monitorar o desenvolvimento neurológico e ajustar o tratamento conforme necessário.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 38 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 100 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
9 genes identificados com associação a esta condição.
Mitochondrial fatty acid beta-oxidation enzyme that catalyzes the third step of the beta-oxidation cycle for medium and short-chain 3-hydroxy fatty acyl-CoAs (C4 to C10) (PubMed:10231530, PubMed:11489939, PubMed:16725361). Plays a role in the control of insulin secretion by inhibiting the activation of glutamate dehydrogenase 1 (GLUD1), an enzyme that has an important role in regulating amino acid-induced insulin secretion (By similarity). Plays a role in the maintenance of normal spermatogenesi
Mitochondrion matrix
3-alpha-hydroxyacyl-CoA dehydrogenase deficiency
An autosomal recessive, metabolic disorder with various clinical presentations including hypoglycemia, hepatoencephalopathy, myopathy or cardiomyopathy, and in some cases sudden death.
Transcriptional regulator which controls the expression of hepatic genes during the transition of endodermal cells to hepatic progenitor cells, facilitating the recruitment of RNA pol II to the promoters of target genes (PubMed:30597922). Activates the transcription of CYP2C38 (By similarity). Represses the CLOCK-BMAL1 transcriptional activity and is essential for circadian rhythm maintenance and period regulation in the liver and colon cells (PubMed:30530698)
Nucleus
Maturity-onset diabetes of the young 1
A form of diabetes that is characterized by an autosomal dominant mode of inheritance, onset in childhood or early adulthood (usually before 25 years of age), a primary defect in insulin secretion and frequent insulin-independence at the beginning of the disease.
Antiporter that exports dicarboxylate intermediates of the Krebs cycle in exchange for phosphate plus a proton across the inner membrane of mitochondria, a process driven by mitochondrial motive force with an overall impact on glycolysis, glutaminolysis and glutathione-dependent redox balance. Continuous export of oxaloacetate and related four-carbon dicarboxylates from mitochondrial matrix into the cytosol negatively regulates the oxidation of acetyl-CoA substrates via the Krebs cycle, lowering
Mitochondrion inner membrane
Transcriptional activator that regulates the tissue specific expression of multiple genes, especially in pancreatic islet cells and in liver (By similarity). Binds to the inverted palindrome 5'-GTTAATNATTAAC-3' (PubMed:10966642, PubMed:12453420). Activates the transcription of CYP1A2, CYP2E1 and CYP3A11 (By similarity) (Microbial infection) Plays a crucial role for hepatitis B virus gene transcription and DNA replication. Mechanistically, synergistically cooperates with NR5A2 to up-regulate the
Nucleus
Hepatic adenomas familial
Rare benign liver tumors of presumable epithelial origin that develop in an otherwise normal liver. Hepatic adenomas may be single or multiple. They consist of sheets of well-differentiated hepatocytes that contain fat and glycogen and can produce bile. Bile ducts or portal areas are absent. Kupffer cells, if present, are reduced in number and are non-functional. Conditions associated with adenomas are insulin-dependent diabetes mellitus and glycogen storage diseases (types 1 and 3).
Inward rectifier potassium channel that forms the pore of ATP-sensitive potassium channels (KATP), regulating potassium permeability as a function of cytoplasmic ATP and ADP concentrations in many different cells (PubMed:29286281, PubMed:34815345). Inward rectifier potassium channels are characterized by a greater tendency to allow potassium to flow into the cell rather than out of it. Their voltage dependence is regulated by the concentration of extracellular potassium; as external potassium is
Membrane
Hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 2
A form of hyperinsulinemic hypoglycemia, a clinically and genetically heterogeneous disorder characterized by inappropriate insulin secretion from the pancreatic beta-cells in the presence of low blood glucose levels. HHF2 is a common cause of persistent hypoglycemia in infancy. Unless early and aggressive intervention is undertaken, brain damage from recurrent episodes of hypoglycemia may occur. HHF2 inheritance can be autosomal dominant or autosomal recessive.
Regulator subunit of pancreatic ATP-sensitive potassium channel (KATP), playing a major role in the regulation of insulin release. In pancreatic cells, it forms KATP channels with KCNJ11; KCNJ11 forms the channel pore while ABCC8 is required for activation and regulation
Cell membrane
Leucine-induced hypoglycemia
Rare cause of hypoglycemia and is described as a condition in which symptomatic hypoglycemia is provoked by high protein feedings. Hypoglycemia is also elicited by administration of oral or intravenous infusions of a single amino acid, leucine.
Bidirectional proton-coupled monocarboxylate transporter (PubMed:12946269, PubMed:32946811, PubMed:33333023). Catalyzes the rapid transport across the plasma membrane of many monocarboxylates such as lactate, pyruvate, acetate and the ketone bodies acetoacetate and beta-hydroxybutyrate, and thus contributes to the maintenance of intracellular pH (PubMed:12946269, PubMed:33333023). The transport direction is determined by the proton motive force and the concentration gradient of the substrate mon
Cell membraneBasolateral cell membraneApical cell membrane
Symptomatic deficiency in lactate transport
Deficiency of lactate transporter may result in an acidic intracellular environment created by muscle activity with consequent degeneration of muscle and release of myoglobin and creatine kinase. This defect might compromise extreme performance in otherwise healthy individuals.
Serine/threonine-protein kinase which acts as an essential component of the MAP kinase signal transduction pathway. Acts as a MAPK kinase kinase kinase (MAP4K) and is an upstream activator of the stress-activated protein kinase/c-Jun N-terminal kinase (SAP/JNK) signaling pathway and to a lesser extent of the p38 MAPKs signaling pathway. Required for the efficient activation of JNKs by TRAF6-dependent stimuli, including pathogen-associated molecular patterns (PAMPs) such as polyinosine-polycytidi
CytoplasmBasolateral cell membraneGolgi apparatus membrane
Mitochondrial glutamate dehydrogenase that catalyzes the conversion of L-glutamate into alpha-ketoglutarate. Plays a key role in glutamine anaplerosis by producing alpha-ketoglutarate, an important intermediate in the tricarboxylic acid cycle (PubMed:11032875, PubMed:11254391, PubMed:16023112, PubMed:16959573). Plays a role in insulin homeostasis (PubMed:11297618, PubMed:9571255). May be involved in learning and memory reactions by increasing the turnover of the excitatory neurotransmitter gluta
MitochondrionEndoplasmic reticulum
Hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 6
A form of hyperinsulinemic hypoglycemia, a clinically and genetically heterogeneous disorder characterized by inappropriate insulin secretion from the pancreatic beta-cells in the presence of low blood glucose levels. HHF6 is an autosomal dominant form characterized by hypoglycemia due to congenital hyperinsulinism combined with persistent hyperammonemia. Clinical features include loss of consciousness due to hypoglycemia, hypoglycemic seizures, and mental retardation.
Variantes genéticas (ClinVar)
339 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
25 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Hypertrophic cardiomyopathy in neonates with congenital hyperinsulinism.
Persistent hyperinsulinaemic hypoglycaemia.
Heterogeneity of persistent hyperinsulinaemic hypoglycaemia. A series of 175 cases.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:165985(Orphanet)
- MONDO:0015624(MONDO)
- GARD:20067(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55785605(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata