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Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido
ORPHA:165985DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuro

Condição rara caracterizada por hiperinsulinismo difuso, levando a hipoglicemia severa e coma. Responde ao diazóxido, com achados de hiperplasia das ilhotas pancreáticas e potenciais complicações neurológicas.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 05/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é uma condição rara caracterizada por episódios de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) causados pela produção excessiva de insulina pelo pâncreas. A palavra "difuso" indica que a produção excessiva de insulina ocorre em todo o pâncreas, e não em uma área localizada. "Sensível ao diazóxido" significa que os episódios de hipoglicemia podem ser controlados com o medicamento diazóxido. Esta condição pode se manifestar desde o período neonatal até a idade adulta, e os sintomas variam de leves a graves, podendo incluir convulsões e perda de consciência.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido são decorrentes da hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue). Eles podem incluir: episódios de perda de consciência (síncope), coma hipoglicêmico, convulsões (incluindo estado de mal epiléptico e crises de ausência), sudorese excessiva (hiperidrose episódica), palpitações, fome excessiva (polifagia), e dificuldades de aprendizado. Em bebês, pode haver atraso no desenvolvimento global e a criança pode nascer pequena para a idade gestacional. Em alguns casos, pode haver intolerância à glicose ou evolução para diabetes mellitus tipo 1 ou diabetes tipo MODY. Exames laboratoriais podem mostrar níveis baixos de ácidos graxos livres no sangue e aumento de alfa-cetoglutarato na urina.[1][2]

Causas genéticas

O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é causado por alterações (mutações) em diversos genes que regulam a produção e liberação de insulina pelo pâncreas. Os genes associados a esta condição incluem: ABCC8, KCNJ11, GCK, GLUD1, HADH, HNF1A, HNF4A, SLC16A1 e UCP2. Cada um desses genes fornece instruções para a produção de proteínas que participam do controle da secreção de insulina. Mutações nesses genes podem levar a uma liberação excessiva de insulina, mesmo quando os níveis de açúcar no sangue estão baixos, resultando em hipoglicemia.[1][3]

Diagnóstico

O diagnóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é baseado na avaliação clínica dos episódios de hipoglicemia, exames laboratoriais que demonstram níveis elevados de insulina durante a hipoglicemia e resposta excessiva de insulina ao teste de glucagon. Exames de imagem, como ressonância magnética do pâncreas, podem ajudar a diferenciar a forma difusa da forma focal da doença. O teste genético é fundamental para confirmar o diagnóstico e identificar o gene envolvido. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 339 variantes descritas no ClinVar para esta condição.[1][3]

Tratamento e manejo

O tratamento do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido tem como objetivo prevenir episódios de hipoglicemia e suas complicações. A primeira linha de tratamento é o uso de diazóxido, um medicamento que reduz a liberação de insulina pelo pâncreas. A dieta também é uma parte importante do manejo, com recomendações de refeições frequentes e ricas em carboidratos complexos. Em casos graves ou refratários ao tratamento medicamentoso, pode ser necessária a remoção cirúrgica de parte do pâncreas (pancreatectomia subtotal). O acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, nutricionista e neurologista, é essencial para o manejo adequado da condição.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico do hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido varia de acordo com a gravidade da condição e a resposta ao tratamento. Com o diagnóstico precoce e o manejo adequado, a maioria dos pacientes consegue controlar os episódios de hipoglicemia e levar uma vida relativamente normal. No entanto, episódios graves e repetidos de hipoglicemia podem levar a danos neurológicos permanentes, incluindo atraso no desenvolvimento, dificuldades de aprendizado e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). O acompanhamento regular com uma equipe médica especializada é fundamental para monitorar o desenvolvimento neurológico e ajustar o tratamento conforme necessário.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

O hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido é uma condição rara em que o pâncreas libera quantidades excessivas de insulina de forma generalizada. Essa produção descontrolada provoca crises frequentes de hipoglicemia, que podem gerar sintomas como palidez, suor frio intenso, convulsões e desmaios. Diversas alterações genéticas, como nos genes ABCC8 e KCNJ11, estão associadas ao surgimento dessa condição. No Brasil, a doença não conta com um protocolo clínico oficial (PCDT) nem medicamentos com dispensação padronizada no SUS, demandando acompanhamento na rede de referência especializada.

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Condição rara caracterizada por hiperinsulinismo difuso, levando a hipoglicemia severa e coma. Responde ao diazóxido, com achados de hiperplasia das ilhotas pancreáticas e potenciais complicações neurológicas.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

📏
Crescimento
21 sintomas
🧠
Neurológico
17 sintomas
🫃
Digestivo
12 sintomas
🫘
Rins
3 sintomas
❤️
Coração
3 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas

+ 38 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

—
Coma hipoglicêmico
—
Hiperplasia focal de ilhotas pancreáticas
—
Estado de mal epiléptico
—
Hiperplasia difusa das ilhotas pancreáticas
—
Tolerância anormal à glicose oral
—
Diabetes mellitus tipo 1
100sintomas
Sem dados (100)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 100 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Coma hipoglicêmicoHypoglycemic coma
Hiperplasia focal de ilhotas pancreáticasFocal pancreatic islet hyperplasia
Estado de mal epilépticoStatus epilepticus
Hiperplasia difusa das ilhotas pancreáticasDiffuse pancreatic islet hyperplasia
Tolerância anormal à glicose oralAbnormal oral glucose tolerance

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa24
Últimos 10 anos3publicações
Pico20022 papers
Linha do tempo
201020202002Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

9 genes identificados com associação a esta condição.

HADHHydroxyacyl-coenzyme A dehydrogenase, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (6)
Beta oxidation of butanoyl-CoA to acetyl-CoABeta oxidation of hexanoyl-CoA to butanoyl-CoABeta oxidation of octanoyl-CoA to hexanoyl-CoABeta oxidation of decanoyl-CoA to octanoyl-CoA-CoABeta oxidation of lauroyl-CoA to decanoyl-CoA-CoA
MECANISMO DE DOENÇA

3-alpha-hydroxyacyl-CoA dehydrogenase deficiency

An autosomal recessive, metabolic disorder with various clinical presentations including hypoglycemia, hepatoencephalopathy, myopathy or cardiomyopathy, and in some cases sudden death.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Músculo esquelético
55.6 TPM
Adipose Visceral Omentum
50.9 TPM
Coração - Ventrículo esquerdo
49.9 TPM
Tecido adiposo
48.5 TPM
Artéria tibial
45.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 43-hydroxyacyl-CoA dehydrogenase deficiency
HGNC:4799UniProt:Q16836
HNF4AHepatocyte nuclear factor 4-alphaCandidate gene tested inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
Nuclear Receptor transcription pathwayNephron development
MECANISMO DE DOENÇA

Maturity-onset diabetes of the young 1

A form of diabetes that is characterized by an autosomal dominant mode of inheritance, onset in childhood or early adulthood (usually before 25 years of age), a primary defect in insulin secretion and frequent insulin-independence at the beginning of the disease.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Fígado
55.4 TPM
Cólon transverso
33.0 TPM
Intestino delgado
30.7 TPM
Rim - Córtex
11.4 TPM
Pâncreas
5.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (7)
maturity-onset diabetes of the young type 1Fanconi renotubular syndrome 4 with maturity-onset diabetes of the youngmonogenic diabetesatypical Fanconi syndrome-neonatal hyperinsulinism syndrome
HGNC:5024UniProt:P41235
UCP2Dicarboxylate carrier SLC25A8Candidate gene tested inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
The fatty acid cycling model
EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Baço
245.1 TPM
Linfócitos
189.5 TPM
Sangue
175.4 TPM
Pulmão
68.6 TPM
Tireoide
67.7 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
hyperinsulinism due to UCP2 deficiency
HGNC:12518UniProt:P55851
HNF1AHepatocyte nuclear factor 1-alphaCandidate gene tested inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Regulation of gene expression in beta cells
MECANISMO DE DOENÇA

Hepatic adenomas familial

Rare benign liver tumors of presumable epithelial origin that develop in an otherwise normal liver. Hepatic adenomas may be single or multiple. They consist of sheets of well-differentiated hepatocytes that contain fat and glycogen and can produce bile. Bile ducts or portal areas are absent. Kupffer cells, if present, are reduced in number and are non-functional. Conditions associated with adenomas are insulin-dependent diabetes mellitus and glycogen storage diseases (types 1 and 3).

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Fígado
8.7 TPM
Intestino delgado
6.3 TPM
Rim - Córtex
5.3 TPM
Cólon transverso
4.3 TPM
Estômago
4.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (11)
maturity-onset diabetes of the young type 3nonpapillary renal cell carcinomahepatic adenomas, familialtype 1 diabetes mellitus 20
HGNC:11621UniProt:P20823
KCNJ11ATP-sensitive inward rectifier potassium channel 11Candidate gene tested inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (6)
Ion homeostasisABC-family proteins mediated transportDefective ABCC9 causes CMD10, ATFB12 and Cantu syndromeDefective ABCC8 can cause hypo- and hyper-glycemiasRegulation of insulin secretion
MECANISMO DE DOENÇA

Hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 2

A form of hyperinsulinemic hypoglycemia, a clinically and genetically heterogeneous disorder characterized by inappropriate insulin secretion from the pancreatic beta-cells in the presence of low blood glucose levels. HHF2 is a common cause of persistent hypoglycemia in infancy. Unless early and aggressive intervention is undertaken, brain damage from recurrent episodes of hypoglycemia may occur. HHF2 inheritance can be autosomal dominant or autosomal recessive.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Músculo esquelético
87.1 TPM
Cerebelo
37.4 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
36.8 TPM
Córtex cerebral
14.0 TPM
Brain Frontal Cortex BA9
13.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (12)
maturity-onset diabetes of the young type 13diabetes mellitus, permanent neonatal 2hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 2diabetes mellitus, transient neonatal, 3
HGNC:6257UniProt:Q14654
ABCC8ATP-binding cassette sub-family C member 8Candidate gene tested inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (2)
Regulation of insulin secretionATP sensitive Potassium channels
MECANISMO DE DOENÇA

Leucine-induced hypoglycemia

Rare cause of hypoglycemia and is described as a condition in which symptomatic hypoglycemia is provoked by high protein feedings. Hypoglycemia is also elicited by administration of oral or intravenous infusions of a single amino acid, leucine.

OUTRAS DOENÇAS (12)
hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 1diabetes mellitus, transient neonatal, 2diabetes mellitus, permanent neonatal 3hypoglycemia, leucine-induced
HGNC:59UniProt:Q09428
SLC16A1Monocarboxylate transporter 1Disease-causing germline mutation(s) inRestrito
VIAS BIOLÓGICAS (3)
Aspirin ADMEProton-coupled monocarboxylate transportBasigin interactions
MECANISMO DE DOENÇA

Symptomatic deficiency in lactate transport

Deficiency of lactate transporter may result in an acidic intracellular environment created by muscle activity with consequent degeneration of muscle and release of myoglobin and creatine kinase. This defect might compromise extreme performance in otherwise healthy individuals.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
63.2 TPM
Linfócitos
42.4 TPM
Testículo
38.0 TPM
Cólon sigmoide
36.8 TPM
Cólon transverso
32.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
ketoacidosis due to monocarboxylate transporter-1 deficiencymetabolic myopathy due to lactate transporter defectexercise-induced hyperinsulinism
HGNC:10922UniProt:P53985
GCKHexokinase-4Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (5)
GlycolysisRegulation of gene expression in beta cellsRegulation of Glucokinase by Glucokinase Regulatory ProteinDefective TPR may confer susceptibility towards thyroid papillary carcinoma (TPC)FOXO-mediated transcription of oxidative stress, metabolic and neuronal genes
EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Pituitária
34.5 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
7.2 TPM
Cerebelo
7.1 TPM
Hipotálamo
6.5 TPM
Coração - Átrio
3.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (7)
type 2 diabetes mellitusmaturity-onset diabetes of the young type 2permanent neonatal diabetes mellitus 1monogenic diabetes
HGNC:4195UniProt:P35557
GLUD1Glutamate dehydrogenase 1, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) inRestrito
VIAS BIOLÓGICAS (3)
Glutamate and glutamine metabolismTranscriptional activation of mitochondrial biogenesisMitochondrial protein degradation
MECANISMO DE DOENÇA

Hyperinsulinemic hypoglycemia, familial, 6

A form of hyperinsulinemic hypoglycemia, a clinically and genetically heterogeneous disorder characterized by inappropriate insulin secretion from the pancreatic beta-cells in the presence of low blood glucose levels. HHF6 is an autosomal dominant form characterized by hypoglycemia due to congenital hyperinsulinism combined with persistent hyperammonemia. Clinical features include loss of consciousness due to hypoglycemia, hypoglycemic seizures, and mental retardation.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fígado
306.2 TPM
Brain Nucleus accumbens basal ganglia
296.5 TPM
Brain Anterior cingulate cortex BA24
269.5 TPM
Brain Caudate basal ganglia
266.0 TPM
Cérebro - Amígdala
254.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
hyperinsulinism-hyperammonemia syndrome
HGNC:4335UniProt:P00367

Variantes genéticas (ClinVar)

339 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 HADH: NM_005327.7(HADH):c.94G>T (p.Val32Phe) ()
🧬 HADH: NM_005327.7(HADH):c.754G>A (p.Ala252Thr) ()
🧬 HADH: Single allele ()
🧬 HADH: NM_005327.7(HADH):c.323C>T (p.Ser108Phe) ()
🧬 HADH: NM_005327.7(HADH):c.854del (p.Pro285fs) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido

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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença está associada a mutações genéticas em genes como ABCC8, KCNJ11, HADH, GLUD1 e HNF4A. Essas mutações afetam o funcionamento das células pancreáticas e a liberação de insulina.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 fontes citadas no texto · 3 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:20067
    GARD (NIH)
  3. Q55785605
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hiperinsulinismo-difuso-sensivel-ao-diazoxido

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Hiperinsulinismo difuso sensível ao diazóxido

ORPHA:165985 · MONDO:0015624
MedGen
UMLS
C5679570
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara