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Ataxia espinocerebelosa tipo 30
ORPHA:211017CID-10 · G11.2CID-11 · 8A03.16OMIM 613371DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroInício adultaHerança AD
Também conhecida comoSCA30
Sinônimos clínicos: SCA30

A ataxia espinocerebelar tipo 30 (SCA30) é um subtipo muito raro de ataxia cerebelar autossômica dominante tipo III (ADCA tipo III) caracterizada por uma ataxia lentamente progressiva e relativamente pura.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A ataxia espinocerebelosa tipo 30 (SCA30) é uma doença genética e rara que causa desequilíbrio e perda gradual da coordenação dos movimentos corporais. Os sintomas costumam ter início na fase adulta, trazendo dificuldades para caminhar com segurança e alterações na articulação da fala. Atualmente, não existem remédios que revertam a doença, e ela não possui um protocolo com medicamentos dispensados na lista oficial de doenças raras do SUS. O cuidado é voltado para manter a autonomia e a qualidade de vida, contando com o procedimento de reabilitação disponibilizado pelo sistema público de saúde.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A ataxia espinocerebelar tipo 30 (SCA30) é um subtipo muito raro de ataxia cerebelar autossômica dominante tipo III (ADCA tipo III) caracterizada por uma ataxia lentamente progressiva e relativamente pura.

Publicações científicas
8.166 artigos
Último publicado: 2026 Apr 16

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
6
pacientes catalogados
Início
Adult
+ elderly
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G11.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
6 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 5 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Disartria
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Ataxia de membro
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Ataxia da marcha
Muito frequente (99-80%)
17%prev.
Hiperreflexia do membro inferior
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Atrofia do vermis cerebelar
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Nistagmo evocado pelo olhar
Ocasional (29-5%)
13sintomas
Muito frequente (3)
Ocasional (3)
Sem dados (7)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 13 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

DisartriaDysarthria
Muito frequente (99-80%)90%
Ataxia de membroLimb ataxia
Muito frequente (99-80%)90%
Ataxia da marchaGait ataxia
Muito frequente (99-80%)90%
Hiperreflexia do membro inferiorLower limb hyperreflexia
Ocasional (29-5%)17%
Atrofia do vermis cerebelarCerebellar vermis atrophy
Ocasional (29-5%)17%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa9
Total histórico8.166PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
20202017Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

SCA30Disease-causing germline mutation(s) inDesconhecido
HGNC:33445

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 5.215 variantes classificadas pelo ClinVar.

1043
1043
3129
Patogênica (20.0%)
VUS (20.0%)
Benigna (60.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
FGF14: NM_004115.4(FGF14):c.353G>T (p.Gly118Val) [Pathogenic]
GRM1: NM_001278064.1(GRM1):c.[2652_2654delGAA;2660+2T>G] [Pathogenic]
PUM1: NM_001020658.2(PUM1):c.1544dup (p.Asn516fs) [Likely pathogenic]
PUM1: GRCh38/hg38 1p35.2(chr1:30936422-30948423)x3 [Pathogenic]
TDP1: NM_018319.4(TDP1):c.1317G>A (p.Leu439=) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia espinocerebelosa tipo 30

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

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Conselhos e sociedades

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Não há cura conhecida ou terapia medicamentosa capaz de reverter a alteração neurológica da SCA30. As abordagens existentes concentram-se no suporte clínico e no manejo das dificuldades motoras por meio de reabilitação.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Ataxia espinocerebelosa tipo 30. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/ataxia-espinocerebelosa-tipo-30

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Ataxia espinocerebelosa tipo 30

ORPHA:211017 · MONDO:0013241
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
6 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
G11.2 · Ataxia cerebelar de início tardio
CID-11
Início
Adult, Elderly
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2936793
Repurposing
1 candidato
taltirelin — thyrotropin releasing hormone receptor agonist
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara