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Braquidactilia tipo A7
ORPHA:93397CID-10 · Q73.8CID-11 · LD26.1DOENÇA RARA
Início neonatal

A Brachidactilia tipo A7 (conhecida como tipo "Smorgasbord") é uma forma de brachidactilia que se manifesta com as características típicas da Brachidactilia tipo A2 (que é o encurtamento das falanges do meio do dedo indicador e, às vezes, do dedo mínimo) e do tipo D (o encurtamento da falange da ponta do polegar), além de várias outras características.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A braquidactilia tipo A7 é uma condição congênita rara que afeta a formação e o comprimento dos ossos dos dedos das mãos e dos pés. A família costuma perceber desde o nascimento ou nos primeiros anos que o dedo indicador ou o polegar apresentam encurtamentos ou desvios característicos. Não se trata de uma doença curável por medicamentos, mas a funcionalidade e o conforto são manejados com acompanhamento clínico e reabilitação física. No SUS, embora a doença não possua um protocolo de tratamento com remédios (PCDT), há acesso a serviços de reabilitação e a exames genéticos especializados.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A Brachidactilia tipo A7 (conhecida como tipo "Smorgasbord") é uma forma de brachidactilia que se manifesta com as características típicas da Brachidactilia tipo A2 (que é o encurtamento das falanges do meio do dedo indicador e, às vezes, do dedo mínimo) e do tipo D (o encurtamento da falange da ponta do polegar), além de várias outras características.

Publicações científicas
1.503 artigos
Último publicado: 2026 Apr

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
1
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q73.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Características mais comuns

55%prev.
Hálux curto
Frequente (79-30%)
55%prev.
Halux valgo
Frequente (79-30%)
55%prev.
Sindactilia dos dedos 2-3 do pé
Frequente (79-30%)
55%prev.
Aplasia/Hipoplasia das falanges médias da mão
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hálux valgo
Frequente (79-30%)
17%prev.
Desvio radial do 2º dedo
Ocasional (29-5%)
17sintomas
Frequente (5)
Ocasional (12)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 17 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hálux curtoShort hallux
Frequente (79-30%)55%
Halux valgoSandal gap
Frequente (79-30%)55%
Frequente (79-30%)55%
Aplasia/Hipoplasia das falanges médias da mãoAplasia/Hypoplasia of the middle phalanges of the hand
Frequente (79-30%)55%
Hálux valgoHallux valgus
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa9
Total histórico1.503PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
20202017Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Braquidactilia tipo A7

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
581 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 2 publicações de um total de 581

#1

Identification of a Novel IQCE Large Deletion through Copy Number Variant Analysis from Whole-Exome Sequencing Data of a Patient with Postaxial Polydactyly Type A7.

Molecular syndromology2023 Jun

Non-syndromic polydactyly has been associated with pathogenic variants in 11 genes until today, including IQCE gene. More precisely, loss-of-function of IQCE is associated with the autosomal recessive disorder postaxial polydactyly type A7 (PAPA7, MIM #617642). A 3-year-old female patient was referred to our genetics department with postaxial polydactyly, syndactyly, brachydactyly, and hypoplastic teeth. Through whole-exome sequencing (WES), a pathogenic IQCE variant was identified (c.895_904del) in the homozygous state, which adequately explained the disease phenotype of our patient. However, copy number variant (CNV) analysis from WES data, using ExomeDepth, revealed a novel, likely pathogenic large deletion involving IQCE genomic regions (DEL:chr7:2606751_2641098) encompassing exons 2-18 of the gene. IQCE gene codes for a 695-amino acid protein located at the base of the primary cilia that positively regulates the Hedgehog signaling pathway. This case report represents the first description of a large deletion in IQCE and indicates that implementation of ExomeDepth in routine WES analysis can contribute valuable information toward elucidating the correct etiology of rare genetic diseases, increasing the diagnostic yield, and minimizing the need for additional tests.

#2

Blepharophimosis Ptosis Epicanthus Inversus Syndrome With Congenital Hypothyroidism and Brachydactyly in a 7-Year-Old Girl.

Ophthalmic plastic and reconstructive surgery2017

A 7-year-old female presented with blepharophimosis ptosis epicanthus inversus syndrome with congenital hypothyroidism and brachydactyly. She displayed typical manifestations of type II blepharophimosis ptosis epicanthus inversus syndrome (normal uterus position, ovarian volume, and normal serum hormone levels). She takes levothyroxine sodium daily due to her congenital hypothyroidism. Karyotype analysis and genetic analysis of FOXL2 coding sequence was found to be normal. mtDNA A3243G, A8344G, 8993, and 13513 genes were also normal. The absence of mutations excluded mitochondrial encephalomyopathies. To the best of our knowledge, this is the first reported case of blepharophimosis ptosis epicanthus inversus syndrome with congenital hypothyroidism and brachydactyly.

Publicações recentes

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Associações

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Conselhos e sociedades

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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma alteração genética e óssea congênita rara em que falanges específicas dos dedos das mãos e dos pés são mais curtas ou ausentes. O quadro mescla achados anatômicos típicos dos subtipos A2 e D de braquidactilia.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:93397
    Orphanet
  2. GARD:984
    GARD (NIH)
  3. Q55788791
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Braquidactilia tipo A7. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/braquidactilia-tipo-a7

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Braquidactilia tipo A7

ORPHA:93397 · MONDO:0019679
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
1 casos conhecidos
CID-10
Q73.8 · Outros defeitos por redução de membro(s) não especificado(s)
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4303991
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara