Síndrome rara de ataxia-epilepsia neurodegenerativa de início infantil induzida por estresse, associada a mutações no gene ADPRS. Caracteriza-se por regressão neurológica, distúrbios do movimento e convulsões em crianças, desencadeada por estressores.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A síndrome neurodegenerativa de ataxia e convulsão induzida por estresse de início na infância (Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome) é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela se manifesta na infância com uma combinação de problemas de movimento (ataxia), convulsões e perda de habilidades previamente adquiridas (regressão do desenvolvimento). O estresse físico ou emocional pode desencadear ou piorar os sintomas.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem ataxia (falta de coordenação dos movimentos), convulsões (incluindo crises de ausência e crises tônico-clônicas bilaterais), regressão do desenvolvimento (perda de marcos como fala e habilidades motoras), fraqueza muscular, disartria (dificuldade para falar), nistagmo (movimentos oculares involuntários), oftalmoplegia (paralisia dos músculos oculares), ptose (queda da pálpebra), diplopia (visão dupla), tremor intencional, dismetria (dificuldade em julgar distâncias), pé cavo, fasciculações da língua, sinal de Babinski, deficiência auditiva neurossensorial, microcefalia e insuficiência respiratória.[1][4]
Exames de imagem podem mostrar atrofia do cerebelo (incluindo o vermis cerebelar) e perda axonal (danos aos prolongamentos dos neurônios). A fala pode ser pobre ou limitada.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Não há cura conhecida para a síndrome. O tratamento é de suporte e visa controlar os sintomas, especialmente as convulsões e a ataxia, e melhorar a qualidade de vida. O manejo deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. É importante evitar situações de estresse que possam desencadear crises. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, mas a doença é progressiva e pode levar a comprometimento neurológico significativo. A insuficiência respiratória é uma complicação grave. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para maximizar a funcionalidade e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara de ataxia-epilepsia neurodegenerativa de início infantil induzida por estresse, associada a mutações no gene ADPRS. Caracteriza-se por regressão neurológica, distúrbios do movimento e convulsões em crianças, desencadeada por estressores.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A síndrome neurodegenerativa de ataxia e convulsão induzida por estresse de início na infância (Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome) é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela se manifesta na infância com uma combinação de problemas de movimento (ataxia), convulsões e perda de habilidades previamente adquiridas (regressão do desenvolvimento). O estresse físico ou emocional pode desencadear ou piorar os sintomas.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sintomas incluem ataxia (falta de coordenação dos movimentos), convulsões (incluindo crises de ausência e crises tônico-clônicas bilaterais), regressão do desenvolvimento (perda de marcos como fala e habilidades motoras), fraqueza muscular, disartria (dificuldade para falar), nistagmo (movimentos oculares involuntários), oftalmoplegia (paralisia dos músculos oculares), ptose (queda da pálpebra), diplopia (visão dupla), tremor intencional, dismetria (dificuldade em julgar distâncias), pé cavo, fasciculações da língua, sinal de Babinski, deficiência auditiva neurossensorial, microcefalia e insuficiência respiratória.[1][4]
Exames de imagem podem mostrar atrofia do cerebelo (incluindo o vermis cerebelar) e perda axonal (danos aos prolongamentos dos neurônios). A fala pode ser pobre ou limitada.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Não há cura conhecida para a síndrome. O tratamento é de suporte e visa controlar os sintomas, especialmente as convulsões e a ataxia, e melhorar a qualidade de vida. O manejo deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. É importante evitar situações de estresse que possam desencadear crises. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é variável, mas a doença é progressiva e pode levar a comprometimento neurológico significativo. A insuficiência respiratória é uma complicação grave. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para maximizar a funcionalidade e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 8 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 27 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisADP-ribosylhydrolase that preferentially hydrolyzes the scissile alpha-O-linkage attached to the anomeric C1'' position of ADP-ribose and acts on different substrates, such as proteins ADP-ribosylated on serine and threonine, free poly(ADP-ribose) and O-acetyl-ADP-D-ribose (PubMed:21498885, PubMed:29907568, PubMed:30045870, PubMed:30401461, PubMed:30830864, PubMed:33186521, PubMed:33769608, PubMed:33894202, PubMed:34019811, PubMed:34321462, PubMed:34479984, PubMed:34625544). Specifically acts as
NucleusCytoplasmChromosomeMitochondrion matrix
Neurodegeneration, childhood-onset, stress-induced, with variable ataxia and seizures
An autosomal recessive neurodegenerative disorder characterized by pediatric onset of progressive brain atrophy, developmental regression, and seizures in association with periods of stress, such as infections.
Variantes genéticas (ClinVar)
28 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Fazer loginDoenças relacionadas
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:694922(Orphanet)
- MONDO:0100095(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Childhood-onset stress-induced neurodegenerative ataxia-seizure syndrome
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM