Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Combined immunodeficiency-hypogammaglobulinemia due to HELIOS deficiency
ORPHA:697389OMIM 621233DOENÇA RARA
Herança AD/AR
Também conhecida comoIKAROSIKZF2

As células T reguladoras (Tregs ou células Treg), anteriormente conhecidas como células T supressoras, são uma subpopulação de células T que modulam o sistema imunológico, mantêm a tolerância a autoantígenos e previnem doenças autoimunes. As células Treg são imunossupressoras e, geralmente, suprimem ou regulam negativamente a indução e a proliferação de células T efetoras. As células Treg expressam os biomarcadores CD4, FOXP3 e CD25 e acredita-se que sejam derivadas da mesma linhagem das células CD4+ naïve. Como as células T efetoras também expressam CD4 e CD25, as células Treg são muito difíceis de discernir efetivamente das células CD4+ efetoras, tornando-as complexas de estudar.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A imunodeficiência combinada não grave com hipogamaglobulinemia por deficiência de HELIOS é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico. Ela é causada por alterações (variantes) no gene IKZF2, que fornece as instruções para a produção da proteína HELIOS, essencial para o funcionamento adequado de certas células de defesa do corpo. A condição leva a infecções respiratórias superiores recorrentes, candidíase oral (sapinho), úlceras nas mucosas e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia crônica).[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem infecções respiratórias superiores que voltam com frequência, candidíase oral (popularmente conhecida como sapinho), úlceras na boca e em outras mucosas, e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia) que persiste por um longo período (crônica).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene IKZF2, que codifica a proteína HELIOS (Zinc finger protein Helios). Essa proteína atua como um fator de transcrição, regulando a atividade de outros genes importantes para o desenvolvimento e a função das células do sistema imunológico. A condição pode ser herdada de forma autossômica recessiva (quando ambos os pais transmitem uma cópia do gene alterado) ou autossômica dominante (quando apenas uma cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por meio de teste genético. A análise do gene IKZF2 pode identificar variantes patogênicas associadas à doença. Atualmente, há 28 variantes diferentes catalogadas no ClinVar (um banco de dados público de variantes genéticas) e 510 testes genéticos disponíveis para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há informações disponíveis sobre tratamentos específicos ou medicamentos aprovados para esta condição nos dados fornecidos. O manejo é geralmente de suporte, focado no controle das infecções e no acompanhamento com especialistas (como imunologistas e infectologistas). Não há cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença no momento.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos sobre prognóstico ou qualidade de vida nos fatos fornecidos. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução dos sintomas e prevenir complicações relacionadas às infecções recorrentes.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

As células T reguladoras (Tregs ou células Treg), anteriormente conhecidas como células T supressoras, são uma subpopulação de células T que modulam o sistema imunológico, mantêm a tolerância a autoantígenos e previnem doenças autoimunes. As células Treg são imunossupressoras e, geralmente, suprimem ou regulam negativamente a indução e a proliferação de células T efetoras. As células Treg expressam os biomarcadores CD4, FOXP3 e CD25 e acredita-se que sejam derivadas da mesma linhagem das células CD4+ naïve. Como as células T efetoras também expressam CD4 e CD25, as células Treg são muito difíceis de discernir efetivamente das células CD4+ efetoras, tornando-as complexas de estudar.

🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A imunodeficiência combinada não grave com hipogamaglobulinemia por deficiência de HELIOS é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico. Ela é causada por alterações (variantes) no gene IKZF2, que fornece as instruções para a produção da proteína HELIOS, essencial para o funcionamento adequado de certas células de defesa do corpo. A condição leva a infecções respiratórias superiores recorrentes, candidíase oral (sapinho), úlceras nas mucosas e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia crônica).[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem infecções respiratórias superiores que voltam com frequência, candidíase oral (popularmente conhecida como sapinho), úlceras na boca e em outras mucosas, e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia) que persiste por um longo período (crônica).[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por variantes (mutações) no gene IKZF2, que codifica a proteína HELIOS (Zinc finger protein Helios). Essa proteína atua como um fator de transcrição, regulando a atividade de outros genes importantes para o desenvolvimento e a função das células do sistema imunológico. A condição pode ser herdada de forma autossômica recessiva (quando ambos os pais transmitem uma cópia do gene alterado) ou autossômica dominante (quando apenas uma cópia do gene alterado é suficiente para causar a doença).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por meio de teste genético. A análise do gene IKZF2 pode identificar variantes patogênicas associadas à doença. Atualmente, há 28 variantes diferentes catalogadas no ClinVar (um banco de dados público de variantes genéticas) e 510 testes genéticos disponíveis para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há informações disponíveis sobre tratamentos específicos ou medicamentos aprovados para esta condição nos dados fornecidos. O manejo é geralmente de suporte, focado no controle das infecções e no acompanhamento com especialistas (como imunologistas e infectologistas). Não há cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença no momento.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados específicos sobre prognóstico ou qualidade de vida nos fatos fornecidos. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a evolução dos sintomas e prevenir complicações relacionadas às infecções recorrentes.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

Herança autossômica recessiva
Herança autossômica dominante
2sintomas
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 2 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Herança autossômica recessivaAutosomal recessive inheritance
Herança autossômica dominanteAutosomal dominant inheritance

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11
Últimos 10 anos10publicações
Pico20202 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026📈 2020Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal dominantAutosomal recessive
IKZF2Zinc finger protein HeliosDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Transcription factor, which stabilizes the noninflammatory phenotype of regulatory T cells (Tregs) (By similarity). May possibly act via STAT5-mediated signaling (By similarity). Binds IL2 promoter and represses its transcription, possibly by epigenetic silencing, inducing deacetylation of core histones in the IL2 promoter (PubMed:37316189). In Tregs, required for FOXP3 recruitment to the IL2 promoter (By similarity). Required for outer hair cells maturation and, consequently, for hearing (By si

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

MECANISMO DE DOENÇA

Immunodysregulation with variable immunodeficiency and autoimmunity

An immunologic disorder presenting with variable manifestations. Some patients have immunodeficiency with lymphopenia and hypogammaglobulinemia, recurrent respiratory infections, and chronic fungal or viral infections. Other patients have autoimmunity, autoinflammation, and lymphoproliferation. Additional variable features include systemic lupus erythematosus and Epstein-Barr virus-associated hemophagocytic lymphohistiocytosis. IMDIA is inherited as an autosomal dominant or autosomal recessive condition.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
79.1 TPM
Esôfago - Mucosa
21.4 TPM
Vagina
13.5 TPM
Glândula salivar
10.7 TPM
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
9.0 TPM
INTERAÇÕES PROTEICAS (1)
HGNC:13177UniProt:Q9UKS7

Variantes genéticas (ClinVar)

28 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 IKZF2: GRCh37/hg19 2q33.3-37.3(chr2:206965837-242783384)x3 ()
🧬 IKZF2: NM_001387220.1(IKZF2):c.575-10C>A ()
🧬 IKZF2: IKZF2, 20-KB DUP ()
🧬 IKZF2: IKZF2, ARG106TRP ()
🧬 IKZF2: IKZF2, ARG291TER (rs146574423) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Combined immunodeficiency-hypogammaglobulinemia due to HELIOS deficiency

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Inhibition of lysosomal degradation increases expression of mutant ADA2 in DADA2 monocytes.

The Journal of allergy and clinical immunology2025 Oct

Deficiency of adenosine deaminase 2 (DADA2) is an inborn error of immunity causing vasculitis and bone marrow failure. Bone marrow failure is mostly unresponsive to TNF-α inhibitors. The limited understanding of the pathomechanisms driving the disease impedes the development of new treatment options. Unlike cellular model systems expressing pathogenic ADA2 variants, primary monocytes from patients with DADA2 lack ADA2 protein expression. This study aimed to analyze the role of protein degradation in the pathogenesis of DADA2 and the therapeutic potential of the lysosomotropic drug hydroxychloroquine in the treatment of patients with DADA2. ADA2 protein expression in CD14+ monocytes from healthy controls (n = 8) and patients with DADA2 (n = 11) was determined by Western blot after inhibition of lysosomal and proteasomal degradation, as well as after hydroxychloroquine treatment in vivo in 1 patient with DADA2. Lipidation of microtubule associated protein 1 light chain 3 beta (LC3B) was analyzed as a measure of autophagic activity. Clinical and laboratory data were recorded in cytopenic patients with DADA2 treated with hydroxychloroquine, 200 mg per day. We demonstrated that inhibition of lysosomal degradation restores ADA2 protein expression in DADA2 monocytes in vitro. DADA2 monocytes exhibited increased autophagic activity. We observed clinical improvement in 2 cytopenic patients with DADA2 who were treated with hydroxychloroquine, and we showed a concomitant increase in ADA2 protein levels in monocytes from one of these patients in vivo. We identified lysosomal protein degradation of ADA2 as a pathomechanism of DADA2 and introduced hydroxychloroquine as a potential treatment option in patients with DADA2 with refractory cytopenia.

#2

Rapid identification of primary atopic disorders (PAD) by a clinical landmark-guided, upfront use of genomic sequencing.

Allergologie select2024

Primary atopic disorders (PAD) are monogenic disorders caused by pathogenic gene variants encoding proteins that are key for the maintenance of a healthy skin barrier and a well-functioning immune system. Physicians face the challenge to find single, extremely rare PAD patients/families among the millions of individuals with common allergic diseases. We describe case scenarios with signature PAD. We review the literature and deduct specific clinical red flags for PAD detection. They include a positive family history and/or signs of pathological susceptibility to infections, immunodysregulation, or syndromic disease. Results of conventional laboratory and most immunological lab studies are not sufficient to make a definitive diagnosis of PAD. In the past, multistep narrowing of differential diagnoses by various immunological and other laboratory tests led to testing of single genes or gene panel analyses, which was a time-consuming and often unsuccessful approach. The implementation of whole-genomic analyses in the routine diagnostics has led to a paradigm shift. Upfront genome-wide analysis by whole genome sequencing (WGS) will shorten the time to diagnosis, save patients from unnecessary investigations, and reduce morbidity and mortality. We propose a rational, clinical landmark-based approach for deciding which cases pass the filter for carrying out early WGS. WGS result interpretation requires a great deal of caution regarding the causal relationship of variants in PAD phenotypes and absence of proof by adequate functional tests. In case of negative WGS results, a re-iteration attitude with re-analyses of the data (using the latest data base annotation)) may eventually lead to PAD diagnosis. PAD, like many other rare genetic diseases, will only be successfully managed, if physicians from different clinical specialties and geneticists interact regularly in multidisciplinary conferences.

#3

Prospective Newborn Screening for SCID in Germany: A First Analysis by the Pediatric Immunology Working Group (API).

Journal of clinical immunology2023 Jul

T-cell receptor excision circle (TREC)-based newborn screening (NBS) for severe combined immunodeficiencies (SCID) was introduced in Germany in August 2019. Children with abnormal TREC-NBS were referred to a newly established network of Combined Immunodeficiency (CID) Clinics and Centers. The Working Group for Pediatric Immunology (API) and German Society for Newborn Screening (DGNS) performed 6-monthly surveys to assess the TREC-NBS process after 2.5 years. Among 1.9 million screened newborns, 88 patients with congenital T-cell lymphocytopenia were identified (25 SCID, 17 leaky SCID/Omenn syndrome (OS)/idiopathic T-cell lymphocytopenia, and 46 syndromic disorders). A genetic diagnosis was established in 88%. Twenty-six patients underwent hematopoietic stem cell transplantation (HSCT), 23/26 within 4 months of life. Of these, 25/26 (96%) were alive at last follow-up. Two patients presented with in utero onset OS and died after birth. Five patients with syndromic disorders underwent thymus transplantation. Eight syndromic patients deceased, all from non-immunological complications. TREC-NBS missed one patient, who later presented clinically, and one tracking failure occurred after an inconclusive screening result. The German TREC-NBS represents the largest European SCID screening at this point. The incidence of SCID/leaky SCID/OS in Germany is approximately 1:54,000, very similar to previous observations from North American and European regions and countries where TREC-NBS was implemented. The newly founded API-CID network facilitates tracking and treatment of identified patients. Short-term HSCT outcome was excellent, but NBS and transplant registries will remain essential to evaluate the long-term outcome and to compare results across the rising numbers of TREC-NBS programs across Europe.

#4

Rubella vaccine-induced granulomas are a novel phenotype with incomplete penetrance of genetic defects in cytotoxicity.

The Journal of allergy and clinical immunology2022 Jan

Rubella virus-induced granulomas have been described in patients with various inborn errors of immunity. Most defects impair T-cell immunity, suggesting a critical role of T cells in rubella elimination. However, the molecular mechanism of virus control remains elusive. This study sought to understand the defective effector mechanism allowing rubella vaccine virus persistence in granulomas. Starting from an index case with Griscelli syndrome type 2 and rubella skin granulomas, this study combined an international survey with a literature search to identify patients with cytotoxicity defects and granuloma. The investigators performed rubella virus immunohistochemistry and PCR and T-cell migration assays. This study identified 21 patients with various genetically confirmed cytotoxicity defects, who presented with skin and visceral granulomas. Rubella virus was demonstrated in all 12 accessible biopsies. Granuloma onset was typically before 2 years of age and lesions persisted from months to years. Granulomas were particularly frequent in MUNC13-4 and RAB27A deficiency, where 50% of patients at risk were affected. Although these proteins have also been implicated in lymphocyte migration, 3-dimensional migration assays revealed no evidence of impaired migration of patient T cells. Notably, patients showed no evidence of reduced control of concomitantly given measles, mumps, or varicella live-attenuated vaccine or severe infections with other viruses. This study identified lymphocyte cytotoxicity as a key effector mechanism for control of rubella vaccine virus, without evidence for its need in control of live measles, mumps, or varicella vaccines. Rubella vaccine-induced granulomas are a novel phenotype with incomplete penetrance of genetic disorders of cytotoxicity.

#5

Inborn errors of IKAROS and AIOLOS.

Current opinion in immunology2021 Oct

IKAROS is a pioneer protein of the IKZF family of transcription factors that plays an essential role in lymphocyte development. Recently, inborn errors of IKAROS have been identified in patients with B cell deficiency and hypogammaglobulinemia, and these patients often present with recurrent sinopulmonary infection. Autoimmunity and hematologic malignancies are other characteristic complications seen in the patients with IKAROS deficiency. Missense mutation involving asparagine at the 159th position results in combined immunodeficiency, often presenting with Pneumocystis jirovecii pneumonia. Inborn errors of AIOLOS, HELIOS, and PEGASUS have also been reported in patients with B cell deficiency, Evans syndrome, and hereditary thrombocytopenia, respectively. Here, we briefly review the phenotype and genotype of IKZF mutations, especially IKAROS.

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Combined immunodeficiency-hypogammaglobulinemia due to HELIOS deficiency.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Combined immunodeficiency-hypogammaglobulinemia due to HELIOS deficiency

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Inhibition of lysosomal degradation increases expression of mutant ADA2 in DADA2 monocytes.
    The Journal of allergy and clinical immunology· 2025· PMID 40545182mais citado
  2. Rapid identification of primary atopic disorders (PAD) by a clinical landmark-guided, upfront use of genomic sequencing.
    Allergologie select· 2024· PMID 39381601mais citado
  3. Prospective Newborn Screening for SCID in Germany: A First Analysis by the Pediatric Immunology Working Group (API).
    Journal of clinical immunology· 2023· PMID 36843153mais citado
  4. Rubella vaccine-induced granulomas are a novel phenotype with incomplete penetrance of genetic defects in cytotoxicity.
    The Journal of allergy and clinical immunology· 2022· PMID 34033843mais citado
  5. Inborn errors of IKAROS and AIOLOS.
    Current opinion in immunology· 2021· PMID 34265590mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:697389(Orphanet)
  2. MONDO:0800139(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Combined immunodeficiency-hypogammaglobulinemia due to HELIOS deficiency

ORPHA:697389 · MONDO:0800139
OMIM
621233
MedGen
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM