O transportador de monocarboxilato 1 é uma proteína ubíqua que, em humanos, é codificada pelo gene SLC16A1. É um transportador de monocarboxilato acoplado a prótons.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A cetoacidose por deficiência do transportador monocarboxilato-1 é uma doença metabólica hereditária extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela é causada por alterações no gene SLC16A1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada transportador de monocarboxilato 1 (MCT1). Esse transportador é essencial para o movimento de corpos cetônicos e outras moléculas através das membranas celulares, especialmente no cérebro e no fígado. Quando o MCT1 não funciona adequadamente, ocorre um acúmulo de ácidos cetônicos no sangue (cetoacidose), que pode levar a episódios graves de desequilíbrio metabólico.[1][4]
Sinais e sintomas
Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou no início da juventude. Os sintomas mais comuns incluem episódios de cetoacidose (aumento de ácidos cetônicos no sangue), hipoglicemia cetótica (queda do açúcar no sangue com presença de cetonas), cetonúria (cetonas na urina) e dificuldades alimentares. Muitas crianças apresentam atraso global do desenvolvimento e deficiência intelectual. A herança pode ser autossômica dominante ou autossômica recessiva, o que significa que o padrão de transmissão na família pode variar.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene SLC16A1 (localizado no cromossomo 1), que codifica o transportador de monocarboxilato 1 (MCT1). Esse gene é responsável por transportar corpos cetônicos, lactato e piruvato através das membranas celulares. Mutações que reduzem ou eliminam a função do MCT1 impedem a utilização adequada de cetonas como fonte de energia, especialmente durante períodos de jejum ou estresse metabólico, levando ao acúmulo tóxico de cetoácidos. A condição pode ser herdada de forma autossômica dominante (apenas uma cópia alterada do gene é suficiente para causar a doença) ou autossômica recessiva (duas cópias alteradas são necessárias).[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na suspeita clínica (episódios de cetoacidose e hipoglicemia cetótica na infância) e confirmado por testes genéticos. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis para o gene SLC16A1, e 49 variantes patogênicas foram registradas no ClinVar. O sequenciamento do gene SLC16A1 pode identificar mutações causadoras da doença. O código CID-10 associado é E88.8 (outros transtornos especificados do metabolismo).[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da cetoacidose por deficiência do MCT1 é principalmente de suporte e preventivo, visando evitar episódios de cetoacidose. As estratégias incluem evitar jejuns prolongados, garantir ingestão frequente de carboidratos e monitorar rigorosamente os níveis de cetonas e glicose durante doenças intercorrentes. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O tratamento deve ser individualizado por uma equipe médica especializada em doenças metabólicas hereditárias. Atualmente, não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade dos episódios metabólicos e do grau de comprometimento neurológico. Com diagnóstico precoce e manejo adequado (evitando jejuns e tratando rapidamente as crises), muitos pacientes podem ter uma qualidade de vida razoável, embora o atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual possam persistir. A raridade da doença limita estudos de longo prazo, mas o acompanhamento multidisciplinar (nutricionista, neurologista, geneticista) é fundamental para otimizar o desenvolvimento e prevenir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
O transportador de monocarboxilato 1 é uma proteína ubíqua que, em humanos, é codificada pelo gene SLC16A1. É um transportador de monocarboxilato acoplado a prótons.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A cetoacidose por deficiência do transportador monocarboxilato-1 é uma doença metabólica hereditária extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Ela é causada por alterações no gene SLC16A1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada transportador de monocarboxilato 1 (MCT1). Esse transportador é essencial para o movimento de corpos cetônicos e outras moléculas através das membranas celulares, especialmente no cérebro e no fígado. Quando o MCT1 não funciona adequadamente, ocorre um acúmulo de ácidos cetônicos no sangue (cetoacidose), que pode levar a episódios graves de desequilíbrio metabólico.[1][4]
Sinais e sintomas
Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou no início da juventude. Os sintomas mais comuns incluem episódios de cetoacidose (aumento de ácidos cetônicos no sangue), hipoglicemia cetótica (queda do açúcar no sangue com presença de cetonas), cetonúria (cetonas na urina) e dificuldades alimentares. Muitas crianças apresentam atraso global do desenvolvimento e deficiência intelectual. A herança pode ser autossômica dominante ou autossômica recessiva, o que significa que o padrão de transmissão na família pode variar.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene SLC16A1 (localizado no cromossomo 1), que codifica o transportador de monocarboxilato 1 (MCT1). Esse gene é responsável por transportar corpos cetônicos, lactato e piruvato através das membranas celulares. Mutações que reduzem ou eliminam a função do MCT1 impedem a utilização adequada de cetonas como fonte de energia, especialmente durante períodos de jejum ou estresse metabólico, levando ao acúmulo tóxico de cetoácidos. A condição pode ser herdada de forma autossômica dominante (apenas uma cópia alterada do gene é suficiente para causar a doença) ou autossômica recessiva (duas cópias alteradas são necessárias).[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na suspeita clínica (episódios de cetoacidose e hipoglicemia cetótica na infância) e confirmado por testes genéticos. Atualmente, existem 14 testes genéticos disponíveis para o gene SLC16A1, e 49 variantes patogênicas foram registradas no ClinVar. O sequenciamento do gene SLC16A1 pode identificar mutações causadoras da doença. O código CID-10 associado é E88.8 (outros transtornos especificados do metabolismo).[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da cetoacidose por deficiência do MCT1 é principalmente de suporte e preventivo, visando evitar episódios de cetoacidose. As estratégias incluem evitar jejuns prolongados, garantir ingestão frequente de carboidratos e monitorar rigorosamente os níveis de cetonas e glicose durante doenças intercorrentes. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O tratamento deve ser individualizado por uma equipe médica especializada em doenças metabólicas hereditárias. Atualmente, não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade dos episódios metabólicos e do grau de comprometimento neurológico. Com diagnóstico precoce e manejo adequado (evitando jejuns e tratando rapidamente as crises), muitos pacientes podem ter uma qualidade de vida razoável, embora o atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual possam persistir. A raridade da doença limita estudos de longo prazo, mas o acompanhamento multidisciplinar (nutricionista, neurologista, geneticista) é fundamental para otimizar o desenvolvimento e prevenir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 11 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisBidirectional proton-coupled monocarboxylate transporter (PubMed:12946269, PubMed:32946811, PubMed:33333023). Catalyzes the rapid transport across the plasma membrane of many monocarboxylates such as lactate, pyruvate, acetate and the ketone bodies acetoacetate and beta-hydroxybutyrate, and thus contributes to the maintenance of intracellular pH (PubMed:12946269, PubMed:33333023). The transport direction is determined by the proton motive force and the concentration gradient of the substrate mon
Cell membraneBasolateral cell membraneApical cell membrane
Symptomatic deficiency in lactate transport
Deficiency of lactate transporter may result in an acidic intracellular environment created by muscle activity with consequent degeneration of muscle and release of myoglobin and creatine kinase. This defect might compromise extreme performance in otherwise healthy individuals.
Variantes genéticas (ClinVar)
49 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 13 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
4 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Cetoacidose por deficiência do transportador monocarboxilato-1
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
A primary mechanism for efficacy of the ketogenic diet may be energy repletion at the tripartite synapse.
Objective.The ketogenic diet is a well-known treatment for epilepsy. Despite decades of research, it is not yet known how the diet accomplishes its anti-seizure efficacy. One of the earliest proposed mechanisms was that the ketogenic diet is able to replenish cellular energy stores in the brain. Although several mechanisms have been suggested for how energy depletion may contribute to seizure generation and epileptogenesis, how the dynamics of energy depletion actually leads to abnormal electrical activity is not known.Approach.In this work, we investigated the behavior of the tripartite synapse using a recently developed neurochemical model, which was modified to include ketone chemistry. We ran transient, non-steady-state simulations mimicking normoglycemia and ketosis for metabolic conditions known to be clinically treated with the ketogenic diet, as well as a condition for which the ketogenic diet was not effective clinically.Main results.We found that reduction in glucose, as well as pathological decreases in the activity of glucose transporter 1, pyruvate dehydrogenase complex, monocarboxylate transporter 1 (MCT1), and mitochondrial complex I, all led to functioning of the tripartite synapse in a rapid burst-firing mode suggestive of epileptiform activity. This was rescued by the addition of the ketone D-β-hydroxybutyrate in the glucose deficit, glucose transporter 1 deficiency, and pyruvate dehydrogenase complex deficiency, but not in MCT1 deficiency or mitochondrial complex I deficiency.Significance.We demonstrated that replenishment of cellular energy stores is a feasible mechanism for the efficacy of the ketogenic diet. Although we do not rule out other proposed mechanisms, our work suggests that cellular energy repletion may be the primary action of the ketogenic diet. Further study of the contribution of energy deficits to seizure onset and even epileptogenesis may yield novel therapies for epilepsy in the future.
Genotype and Clinical Phenotype of Monocarboxylate Transporter 1 Deficiency in Three Palestinian Children: Report of Two Novel Variants in the SLC16A1 Gene.
Monocarboxylate transporter 1 (MCT1) deficiency (OMIM# 616095), caused by variants in the SLC16A1 gene (OMIM# 600682), is responsible for the transport of monocarboxylates across the plasma membrane. This condition is recognized as a rare genetic cause of impaired ketone body utilization in extrahepatic tissues, resulting in recurrent ketoacidosis triggered by fasting and infection. To date, only 17 patients with this disorder have been identified. Individuals with homozygous variants typically present at a younger age, exhibit developmental delays, and experience more severe ketoacidosis. We describe the genotype and clinical phenotype of three Palestinian children with MCT1 deficiency from two unrelated families. In an extended consanguineous family (Family A), whole exome sequencing identified a novel homozygous missense variant, SLC16A1_p.Gly25Val, in patient 1. Patient 2 was homozygous for the same variant. In unrelated family B, exome sequencing of patient 3 revealed another novel homozygous missense variant, SLC16A1_p.Leu403Phe. The clinical phenotypes and biochemical abnormalities were similar across all three patients, characterized by acute recurrent vomiting, severe dehydration, metabolic acidosis, and hyperuricemia. MCT1 deficiency should be considered in infants and children who experience recurrent ketoacidosis. We report two novel homozygous variants in the SLC16A1 gene, further expanding the genotype-phenotype spectrum of this rare disorder.
Rare cause of ketolysis: Monocarboxylate transporter 1 deficiency.
Monocarboxylate transporter 1 (MCT1) deficiency (MIM #616095) is a relatively new identified cause of recurrent ketoacidosis triggered by fasting or infections. MCT1 was first described in 2014 by van Hasselt et al. to result from both homozygous and heterozygous mutations in the SLC16A1 gene. Patients with homozygous mutations are known to have a more severe phenotype with developmental delay and epilepsy. Thirteen patients with MCT1 deficiency with ketoacidosis have been reported in the literature to date. We describe a developmentally normal male patient with heterozygous missense variation in the SLC16A1 gene. Our patient who presented with cyclic vomiting and ketoacidosis episodes was found to have a heterozygous c.303T > G (p.Ile101Met) missense mutation. It is crucial to take early preventive measures and to minimize the harmful effects of ketoacidotic episodes. MCT1 deficiency should be considered in the differential diagnosis of ketoacidosis in patients with normal SCOT and ACAT1 activities.
Mitochondrial bioenergetic is impaired in Monocarboxylate transporter 1 deficiency: a new clinical case and review of the literature.
Monocarboxylate transporter 1 (MCT1) deficiency has recently been described as a rare cause of recurrent ketosis, the result of impaired ketone utilization in extrahepatic tissues. To date, only six patients with this condition have been identified, and clinical and biochemical details remain incomplete. The present work reports a patient suffering from severe, recurrent episodes of metabolic acidosis and psychomotor delay, showing a pathogenic loss-of-function variation c.747_750del in homozygosity in SLC16A1 (which codes for MCT1). Persistent ketotic and lactic acidosis was accompanied by an abnormal excretion of organic acids related to redox balance disturbances. Together with an altered bioenergetic profile detected in patient-derived fibroblasts, this suggests possible mitochondrial dysfunction. Brain MRI revealed extensive, diffuse bilateral, symmetric signal alterations for the subcortical white matter and basal ganglia, together with corpus callosum agenesia. These findings suggest that the clinical spectrum of MCT1 deficiency not only involves recurrent atacks of ketoacidosis, but may also cause lactic acidosis and neuromotor delay with a distinctive neuroimaging pattern including agenesis of corpus callosum and other brain signal alterations.
The neuroimaging findings of monocarboxylate transporter 1 deficiency.
Monocarboxylate transporter 1 (MCT1) deficiency was first described in 2014 by Hasselt et al. as a novel genetic cause of recurrent ketoacidosis. Patients present in the first year of life with acute episodes of ketoacidosis triggered by fasting or infections. Patients with homozygous mutations are known to have a more severe phenotype with mild to moderate developmental delay and an increased prevalence of epilepsy. There is only one recent report of the neuroimaging findings of this disorder as reported by Al-Khawaga et al. (Front Pediatr. 7:299, 2019). We report the neuroimaging abnormalities in two siblings with similar clinical presentation of recurrent ketoacidosis, seizures, and developmental delay. Whole exome sequencing in the younger sibling confirmed a known pathogenic homozygous mutation in MCT1, also known as SLC16A1 gene. Brain MRI showed a similar very distinctive pattern of signal abnormality at the gray-white matter junction, basal ganglia, and thalami in both patients. Both siblings had agenesis of the corpus callosum. Knowledge of this pattern of brain involvement might contribute to an earlier diagnosis and timely management of this rare and under recognized disorder.
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Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
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A primary mechanism for efficacy of the ketogenic diet may be energy repletion at the tripartite synapse.
Journal of neural engineeringGenotype and Clinical Phenotype of Monocarboxylate Transporter 1 Deficiency in Three Palestinian Children: Report of Two Novel Variants in the SLC16A1 Gene.
American journal of medical genetics. Part ARare cause of ketolysis: Monocarboxylate transporter 1 deficiency.
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Orphanet journal of rare diseasesThe neuroimaging findings of monocarboxylate transporter 1 deficiency.
NeuroradiologyA SLC16A1 Mutation in an Infant With Ketoacidosis and Neuroimaging Assessment: Expanding the Clinical Spectrum of MCT1 Deficiency.
Frontiers in pediatricsHeterozygous Monocarboxylate Transporter 1 (MCT1, SLC16A1) Deficiency as a Cause of Recurrent Ketoacidosis.
JIMD reportsMonocarboxylate transporter 1 deficiency and ketone utilization.
The New England journal of medicineAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- A primary mechanism for efficacy of the ketogenic diet may be energy repletion at the tripartite synapse.
- Genotype and Clinical Phenotype of Monocarboxylate Transporter 1 Deficiency in Three Palestinian Children: Report of Two Novel Variants in the SLC16A1 Gene.
- Rare cause of ketolysis: Monocarboxylate transporter 1 deficiency.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:438075(Orphanet)
- OMIM OMIM:616095(OMIM)
- MONDO:0014490(MONDO)
- GARD:17733(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55784846(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Cetoacidose por deficiência do transportador monocarboxilato-1
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata