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Craniossinostose metópica não-sindrômica
ORPHA:3366CID-10 · Q75.0CID-11 · LB70.0YDOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroInício neonatalHerança AD/Unknown
Sinônimos clínicos: Trigonocefalia isolada · Craniossinostose metópica isolada · Sinostose da sutura metópica não-sindromática

A trigonocefalia isolada é uma forma não sindrômica de craniossinostose caracterizada pela fusão prematura da sutura metópica.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A craniossinostose metópica não-sindrômica é uma condição congênita rara em que a sutura metópica se fecha antes do tempo, gerando um formato triangular na testa chamado trigonocefalia. Os pais e cuidadores geralmente notam uma testa estreita, cristas ósseas salientes e olhos mais próximos que o habitual logo após o nascimento ou nos primeiros meses. Podem surgir alterações como aumento da pressão no crânio e atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem, exigindo avaliação médica contínua. A doença não consta na lista oficial de PCDTs do Ministério da Saúde, mas o SUS prevê atendimentos em reabilitação e exames de apoio diagnóstico.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A trigonocefalia isolada é uma forma não sindrômica de craniossinostose caracterizada pela fusão prematura da sutura metópica.

Publicações científicas
4 artigos
Último publicado: 2024 Dec

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-5 / 10 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
10.2979
Europe
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q75.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

😀
Face
8 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 13 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Trigonocefalia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Sinostose metópica
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Hipotelorismo
Frequente (79-30%)
55%prev.
Ponte nasal ampla
Frequente (79-30%)
55%prev.
Testa estreita
Frequente (79-30%)
55%prev.
Cristas supraorbitais proeminentes
Frequente (79-30%)
29sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (6)
Ocasional (2)
Muito raro (2)
Sem dados (17)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 29 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

TrigonocefaliaTrigonocephaly
Muito frequente (99-80%)90%
Sinostose metópicaMetopic synostosis
Muito frequente (99-80%)90%
HipotelorismoHypotelorism
Frequente (79-30%)55%
Ponte nasal amplaWide nasal bridge
Frequente (79-30%)55%
Testa estreitaNarrow forehead
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico4PubMed
Últimos 10 anos3publicações
Pico20201 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

2 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Not applicable.

FREM1FRAS1-related extracellular matrix protein 1Disease-causing germline mutation(s) inTolerante
MECANISMO DE DOENÇA

Bifid nose, with or without anorectal and renal anomalies

A disease characterized by the presence of a bifid nose usually associated with renal agenesis and anorectal malformations. A bifid nose is a congenital deformity due to failure of the paired nasal processes to fuse to a single midline organ during early gestation.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Útero
12.8 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
11.8 TPM
Cerebelo
11.7 TPM
Aorta
8.8 TPM
Artéria tibial
8.2 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
oculotrichoanal syndromeBNAR syndrometrigonocephaly 2renal agenesis, unilateral
HGNC:23399UniProt:Q5H8C1
FGFR1Fibroblast growth factor receptor 1Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
Epithelial-Mesenchymal Transition (EMT) during gastrulationFormation of paraxial mesoderm
MECANISMO DE DOENÇA

Pfeiffer syndrome

A syndrome characterized by the association of craniosynostosis, broad and deviated thumbs and big toes, and partial syndactyly of the fingers and toes. Three subtypes are known: mild autosomal dominant form (type 1); cloverleaf skull, elbow ankylosis, early death, sporadic (type 2); craniosynostosis, early demise, sporadic (type 3).

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Aorta
144.8 TPM
Ovário
142.9 TPM
Artéria tibial
134.1 TPM
Fallopian Tube
122.3 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
122.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (20)
Hartsfield-Bixler-Demyer syndromeencephalocraniocutaneous lipomatosisosteoglophonic dysplasiaPfeiffer syndrome
HGNC:3688UniProt:P11362

Variantes genéticas (ClinVar)

1.319 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.2156T>C (p.Met719Thr) ()
🧬 FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.570del (p.Trp190fs) ()
🧬 FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.74del (p.Pro25fs) ()
🧬 FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.494del (p.Leu165fs) ()
🧬 FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.831dup (p.Lys278Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Craniossinostose metópica não-sindrômica

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
3 papers (10 anos)
#1

Reassessing the association: Evaluation of a polyalanine deletion variant of RUNX2 in non-syndromic sagittal and metopic craniosynostosis.

Journal of anatomy2024 Dec

The RUNT-related transcription factor RUNX2 plays a critical role in osteoblast differentiation, and alterations to gene dosage cause distinct craniofacial anomalies. Uniquely amongst the RUNT-related family, vertebrate RUNX2 encodes a polyglutamine/polyalanine repeat (Gln23-Glu-Ala17 in humans), with the length of the polyalanine component completely conserved in great apes. Surprisingly, a frequent 6-amino acid deletion polymorphism, p.(Ala84_Ala89)del, occurs in humans (termed 11A allele), and a previous association study (Cuellar et al. Bone 137:115395;2020) reported that the 11A variant was significantly more frequent in non-syndromic sagittal craniosynostosis (nsSag; allele frequency [AF] = 0.156; 95% confidence interval [CI] 0.126-0.189) compared to non-syndromic metopic craniosynostosis (nsMet; AF = 0.068; 95% CI 0.045-0.098). However, the gnomAD v.2.1.1 control population used by Cuellar et al. did not display Hardy-Weinberg equilibrium, hampering interpretation. To re-examine this association, we genotyped the RUNX2 11A polymorphism in 225 individuals with sporadic nsSag as parent-child trios and 164 singletons with sporadic nsMet, restricting our analysis to individuals of European ancestry. We compared observed allele frequencies to the non-transmitted alleles in the parent-child trios, and to the genome sequencing data from gnomAD v.4, which display Hardy-Weinberg equilibrium. Observed AFs (and 95% CI) were 0.076 (0.053-0.104) in nsSag and 0.082 (0.055-0.118) in nsMet, compared with 0.062 (0.042-0.089) in non-transmitted parental alleles and 0.065 (0.063-0.067) in gnomAD v.4.0.0 non-Finnish European control genomes. In summary, we observed a non-significant excess, compared to gnomAD data, of 11A alleles in both nsSag (relative risk 1.18, 95% CI 0.83-1.67) and nsMet (relative risk 1.29, 95% CI 0.87-1.92), but we did not replicate the much higher excess of RUNX2 11A alleles in nsSag previously reported (p = 0.0001).

#2

The biomechanics of chewing and suckling in the infant: A potential mechanism for physiologic metopic suture closure.

PLoS computational biology2023 Jun

Craniosynostosis is a condition with neurologic and aesthetic sequelae requiring invasive surgery. Understanding its pathobiology requires familiarity with the processes underlying physiologic suture closure. Animal studies have shown that cyclical strain from chewing and suckling influences the closure of cranial vault sutures, especially the metopic, an important locus of craniosynostosis. However, there are no human data correlating strain patterns during chewing and suckling with the physiologically early closure pattern of the metopic suture. Furthermore, differences in craniofacial morphology make it challenging to directly extrapolate animal findings to humans. Eight finite-element analysis (FEA) models were built from craniofacial computer tomography (CT) scans at varying stages of metopic suture closure, including two with isolated non-syndromic metopic craniosynostosis. Muscle forces acting on the cranium during chewing and suckling were simulated using subject-specific jaw muscle cross-sectional areas. Chewing and suckling induced tension at the metopic and sagittal sutures, and compressed the coronal, lambdoid, and squamous sutures. Relative to other cranial vault sutures, the metopic suture experienced larger magnitudes of axial strain across the suture and a lower magnitude of shear strain. Strain across the metopic suture decreased during suture closure, but other sutures were unaffected. Strain patterns along the metopic suture mirrored the anterior to posterior sequence of closure: strain magnitudes were highest at the glabella and decreased posteriorly, with minima at the nasion and the anterior fontanelle. In models of physiologic suture closure, increased degree of metopic suture closure correlated with higher maximum principal strains across the frontal bone and mid-face, a strain regime not observed in models of severe metopic craniosynostosis. In summary, our work provides human evidence that bone strain patterns from chewing and suckling correlate with the physiologically early closure pattern of the metopic suture, and that deviations from physiologic strain regimes may contribute to clinically observed craniofacial dysmorphism.

#3

Orbito-facial dysmorphology in patients with different degrees of trigonocephaly severity: quantitative morpho-volumetric analysis in infants with non-syndromic metopic craniosynostosis.

Child's nervous system : ChNS : official journal of the International Society for Pediatric Neurosurgery2020 Jun

Craniofacial dysmorphology varies significantly along a wide spectrum of severity in metopic cranial synostosis (MCS). This study aimed to quantify craniofacial changes, in MCS, to investigate their relationships with the severity of trigonocephaly. By combining the metopic ridge and interfrontal angles, we identified three groups of trigonocephaly severity (mild group n.14, moderate group n.19, severe group n.18). We perform a quantitative analysis using high-resolution CT images evaluating (1) cranial fossae dimensions; (2) vault indices and ratios: interparietal/ intercoronal (IPD/ICD), interparietal/intertemporal (IPD/ITD), cephalic index, vertico-longitudinal index; (3) orbito-facial distances (midfacial depth, maxillary height, upper facial index, orbital distances, globe protrusions), maxilla and orbital volumes; (4) supratentorial (ICV) and infratentorial (PCFV) cranial volumes and supratentorial (WBV) and infratentorial (PCFBV) brain volumes. In all groups, middle skull base lengths and upper midface index were increased. In moderate and severe groups: anterior hemifossa lengths were reduced, IPD/ICD and vertico-longitudinal index were changed; midfacial depth, anterior, mild, and lateral interorbital distances were reduced; globe protrusions were increased. The comparison between moderate and severe groups showed an increase of both globe protrusions and IPD/ICD. Among all groups, ICV and WBV were reduced in the severe group. This morpho-volumetric study provides new insights in understanding the craniofacial changes occurring in infants at different severity of trigonocephaly. The increase of globe protrusions and the reduction of supratentorial volumes found in the severe group reflect the severity of trigonocephaly; these findings might have a clinical and surgical relevance.

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Perguntas frequentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Ela pode apresentar um padrão de herança autossômico dominante em algumas famílias. Em muitos outros pacientes, a herança é classificada como não aplicável, ocorrendo de forma isolada sem casos anteriores.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:3366
    Orphanet
  2. GARD:16626
    GARD (NIH)
  3. Q56014078
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Craniossinostose metópica não-sindrômica. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/craniossinostose-metopica-nao-sindromica

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Craniossinostose metópica não-sindrômica

ORPHA:3366 · MONDO:0018065
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
1-5 / 10 000
Herança
Autosomal dominant, Not applicable
CID-10
Q75.0 · Craniossinostose
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
10.2979 (Europe)
MedGen
UMLS
C0265535
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara