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Deficiência de sedoheptulocinase isolada
ORPHA:440713CID-10 · E88.8OMIM 617213DOENÇA RARA
kidneyInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoSHPK

Doença autossômica recessiva rara causada por deficiência de SHPK. Manifesta-se com aumento de sedoheptulose urinária, atrofia cerebral, colestase e outros achados como hérnia inguinal e hipertensão portal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deficiência de sedoheptulocinase isolada é uma doença genética rara que afeta o metabolismo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição pode ser identificada ainda no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo após o nascimento (período neonatal).[1][4]

Sinais e sintomas

A doença pode se manifestar por uma combinação de sinais e sintomas que afetam diversos sistemas do corpo. Entre os achados mais frequentes estão: contratura em flexão (dificuldade para esticar completamente os membros), hepatite (inflamação do fígado), doença hepática colestática (acúmulo de bile no fígado), anemia microcítica hipocrômica (um tipo de anemia por deficiência de ferro), baixa estatura, macrocefalia (cabeça maior que o esperado), testa alta, fontanelas grandes (as “moleiras” do bebê demoram a fechar), displasia do quadril (desenvolvimento anormal da articulação do quadril), hipotelorismo (olhos mais próximos do que o normal), órbitas rasas (cavidades dos olhos pouco profundas) e anormalidade da localização do globo ocular. Também podem ocorrer insuficiência renal, hipertensão portal (pressão alta na veia que leva sangue ao fígado), esteatorreia (gordura nas fezes), hérnia inguinal, diástase dos retos (separação dos músculos da barriga), artrogripose múltipla congênita (contraturas articulares presentes ao nascimento), apresentação pélvica (o bebê nasce com os pés ou nádegas primeiro), asfixia neonatal (dificuldade para respirar ao nascer), retardo grave do crescimento pós-natal, hiperglicemia pós-prandial (aumento do açúcar no sangue após as refeições), mielinização anormal do sistema nervoso central (alteração na formação da bainha de mielina que protege os neurônios) e morfologia anormal do túbulo renal (estrutura dos rins alterada).[1][4]

Causas genéticas

A deficiência de sedoheptulocinase isolada é causada por alterações (mutações) no gene SHPK, que fornece as instruções para a produção da enzima sedoheptulocinase. Essa enzima participa de uma via metabólica importante para o processamento de açúcares no organismo. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas e confirmado por meio de testes genéticos. Atualmente, existem 3 tipos de testes genéticos disponíveis para identificar mutações no gene SHPK. O banco de dados ClinVar já registrou 80 variantes (alterações) diferentes associadas a essa condição. O código CID-10 para a doença é E88.8 (outros transtornos especificados do metabolismo).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da deficiência de sedoheptulocinase isolada. O manejo é baseado no suporte aos sintomas apresentados por cada paciente, com acompanhamento multidisciplinar que pode incluir pediatra, hepatologista, nefrologista, geneticista e outros especialistas, conforme a necessidade. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados consolidados na literatura sobre o prognóstico de longo prazo ou a expectativa de vida para pessoas com deficiência de sedoheptulocinase isolada. O acompanhamento médico regular e o tratamento dos sintomas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença autossômica recessiva rara causada por deficiência de SHPK. Manifesta-se com aumento de sedoheptulose urinária, atrofia cerebral, colestase e outros achados como hérnia inguinal e hipertensão portal.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: E88.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
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Visão geral

A deficiência de sedoheptulocinase isolada é uma doença genética rara que afeta o metabolismo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição pode ser identificada ainda no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo após o nascimento (período neonatal).[1][4]

Sinais e sintomas

A doença pode se manifestar por uma combinação de sinais e sintomas que afetam diversos sistemas do corpo. Entre os achados mais frequentes estão: contratura em flexão (dificuldade para esticar completamente os membros), hepatite (inflamação do fígado), doença hepática colestática (acúmulo de bile no fígado), anemia microcítica hipocrômica (um tipo de anemia por deficiência de ferro), baixa estatura, macrocefalia (cabeça maior que o esperado), testa alta, fontanelas grandes (as “moleiras” do bebê demoram a fechar), displasia do quadril (desenvolvimento anormal da articulação do quadril), hipotelorismo (olhos mais próximos do que o normal), órbitas rasas (cavidades dos olhos pouco profundas) e anormalidade da localização do globo ocular. Também podem ocorrer insuficiência renal, hipertensão portal (pressão alta na veia que leva sangue ao fígado), esteatorreia (gordura nas fezes), hérnia inguinal, diástase dos retos (separação dos músculos da barriga), artrogripose múltipla congênita (contraturas articulares presentes ao nascimento), apresentação pélvica (o bebê nasce com os pés ou nádegas primeiro), asfixia neonatal (dificuldade para respirar ao nascer), retardo grave do crescimento pós-natal, hiperglicemia pós-prandial (aumento do açúcar no sangue após as refeições), mielinização anormal do sistema nervoso central (alteração na formação da bainha de mielina que protege os neurônios) e morfologia anormal do túbulo renal (estrutura dos rins alterada).[1][4]

Causas genéticas

A deficiência de sedoheptulocinase isolada é causada por alterações (mutações) no gene SHPK, que fornece as instruções para a produção da enzima sedoheptulocinase. Essa enzima participa de uma via metabólica importante para o processamento de açúcares no organismo. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas e confirmado por meio de testes genéticos. Atualmente, existem 3 tipos de testes genéticos disponíveis para identificar mutações no gene SHPK. O banco de dados ClinVar já registrou 80 variantes (alterações) diferentes associadas a essa condição. O código CID-10 para a doença é E88.8 (outros transtornos especificados do metabolismo).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da deficiência de sedoheptulocinase isolada. O manejo é baseado no suporte aos sintomas apresentados por cada paciente, com acompanhamento multidisciplinar que pode incluir pediatra, hepatologista, nefrologista, geneticista e outros especialistas, conforme a necessidade. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados consolidados na literatura sobre o prognóstico de longo prazo ou a expectativa de vida para pessoas com deficiência de sedoheptulocinase isolada. O acompanhamento médico regular e o tratamento dos sintomas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🫃
Digestivo
5 sintomas
🫘
Rins
3 sintomas
🩸
Sangue
2 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 12 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Contratura em flexão
100%prev.
Artrogripose múltipla congênita
100%prev.
Asfixia neonatal
100%prev.
Aumento da sedoheptulose urinária
Frequência: 2/2
100%prev.
Herança autossômica recessiva
Frequência: 2/2
55%prev.
Hepatite
Frequente (79-30%)
30sintomas
Muito frequente (5)
Frequente (25)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 30 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Contratura em flexãoFlexion contracture
Muito frequente100%
Artrogripose múltipla congênitaArthrogryposis multiplex congenita
Muito frequente100%
Asfixia neonatalNeonatal asphyxia
Muito frequente100%
Aumento da sedoheptulose urináriaIncreased urinary sedoheptulose
Frequência: 2/2100%
Herança autossômica recessivaAutosomal recessive inheritance
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11desde 2015
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

SHPKSedoheptulokinaseDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Acts as a modulator of macrophage activation through control of glucose metabolism

LOCALIZAÇÃO

Cytoplasm

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Pentose phosphate pathway
MECANISMO DE DOENÇA

Sedoheptulokinase deficiency

An autosomal recessive metabolic disease characterized by increased urinary erythritol and sedoheptulose. Neonatal cholestasis, hypoglycemia, anemia, congenital arthrogryposis multiplex, multiple contractures and dysmorphisms have been reported in SHPKD patients, but the relationship of these features to the SHPKD is unclear.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cervix Ectocervix
24.4 TPM
Nervo tibial
23.9 TPM
Skin Sun Exposed Lower leg
18.7 TPM
Cervix Endocervix
18.6 TPM
Ovário
18.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
isolated sedoheptulokinase deficiency
HGNC:1492UniProt:Q9UHJ6

Variantes genéticas (ClinVar)

80 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 SHPK: GRCh37/hg19 17p13.2(chr17:3505670-3553878)x1 ()
🧬 SHPK: GRCh37/hg19 17p13.2(chr17:3489514-3557440)x1 ()
🧬 SHPK: GRCh37/hg19 17p13.2(chr17:3505568-3557282)x1 ()
🧬 SHPK: GRCh37/hg19 17p13.2(chr17:3518543-3557452)x1 ()
🧬 SHPK: GRCh37/hg19 17p13.2(chr17:3505670-3557452)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 2 variantes classificadas pelo ClinVar.

1
1
VUS (50.0%)
Benigna (50.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
LOC126862464: NM_013276.4(SHPK):c.355C>T (p.Arg119Ter) [Uncertain significance]
SHPK: NM_013276.4(SHPK):c.495-19dup [Benign/Likely benign]
SHPK: NM_013276.4(SHPK):c.211G>T (p.Glu71Ter) [Affects]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Deficiência de sedoheptulocinase isolada

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Deficiência de sedoheptulocinase isolada.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Deficiência de sedoheptulocinase isolada

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. First two unrelated cases of isolated sedoheptulokinase deficiency: A benign disorder?
    Journal of inherited metabolic disease· 2015· PMID 25647543mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:440713(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:617213(OMIM)
  3. MONDO:0014969(MONDO)
  4. GARD:18652(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55785149(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Deficiência de sedoheptulocinase isolada

ORPHA:440713 · MONDO:0014969
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E88.8 · Outros distúrbios especificados do metabolismo
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1291373
EuropePMC
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata