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Deficiência de transcetolase
ORPHA:488618CID-10 · E88.8CID-11 · 5C51.0OMIM 617044DOENÇA RARA
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Visão / ocularInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoTKT

Transcetolase é uma enzima que, em humanos, é codificada pelo gene TKT. Ela participa tanto da via das pentoses-fosfato em todos os organismos quanto do ciclo de Calvin da fotossíntese. A transcetolase catalisa duas reações importantes, que operam em direções opostas nessas duas vias. Na primeira reação da via das pentoses-fosfato não oxidativa, o cofator tiamina difosfato aceita um fragmento de 2 carbonos de uma cetose de 5 carbonos (D-xilulose-5-P) e, então, transfere esse fragmento para uma aldose de 5 carbonos (D-ribose-5-P) para formar uma cetose de 7 carbonos (sedoeptulose-7-P). A abstração de dois carbonos da D-xilulose-5-P resulta na aldose de 3 carbonos gliceraldeído-3-P.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 04/10/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A deficiência de transcetolase (código OMIM:617044, MONDO:0014881, CID-10 E88.8) é uma condição genética de herança autossômica recessiva extremamente rara, com prevalência estimada inferior a 1 por 1.000.000. Os sinais clínicos e metabólicos têm início precoce, manifestando-se nos períodos neonatal ou na infância.[1][2]

Sinais e sintomas

As manifestações neurológicas e do desenvolvimento associadas à condição compreendem atraso global do desenvolvimento, hipotonia, deficiência intelectual leve, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem ou fala ausente, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, comportamentos compulsivos, maneirismos repetitivos anormais e comportamento autolesivo.[1][2]

No sistema cardiovascular, podem ser observados defeito do septo atrial, persistência do canal arterial, forame oval patente, defeito do septo ventricular e trajeto anormal da artéria coronária. Alterações oftalmológicas e sensoriais incluem catarata, uveíte, conjuntivite e deficiência auditiva.[1][2]

Entre outros achados clínicos e metabólicos relatados, encontram-se baixa estatura proporcional, hepatomegalia, cisto renal, dermatite seborreica, diabetes mellitus tipo 1, além de marcadores laboratoriais característicos como concentração elevada de ribitol circulante e aumento do nível de ribose na urina.[1][2]

Causas genéticas

A condição é causada por alterações no gene TKT, responsável por codificar a enzima transcetolase (Transketolase). O padrão de transmissão genética é autossômico recessivo.[1][3][4]

Diagnóstico

A identificação diagnóstica envolve a avaliação dos achados clínicos e metabólicos característicos, podendo ser confirmada por investigação molecular. Estão catalogadas 24 variantes no banco de dados ClinVar e existem 5 opções de testes genéticos voltados à avaliação do gene relacionado à condição.[1][3][4]

Tratamento e manejo

Atualmente, não constam medicamentos aprovados ou terapias específicas com reposicionamento descritas para a deficiência de transcetolase nos registros analisados. O acompanhamento é focado no manejo sintomático e suporte multidisciplinar voltado às manifestações apresentadas pelo indivíduo.[1][3]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A deficiência de transcetolase é uma síndrome genética muito rara que se manifesta desde os primeiros meses de vida. Ela costuma causar baixa estatura, atraso no desenvolvimento global e da linguagem, além de possíveis alterações no coração como o defeito do septo ventricular. A doença é causada por mutações herdadas no gene TKT e pode ser confirmada por exames genéticos moleculares. No Brasil, a condição não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do SUS e não tem remédio curativo específico, focando o cuidado no apoio aos sintomas.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Transcetolase é uma enzima que, em humanos, é codificada pelo gene TKT. Ela participa tanto da via das pentoses-fosfato em todos os organismos quanto do ciclo de Calvin da fotossíntese. A transcetolase catalisa duas reações importantes, que operam em direções opostas nessas duas vias. Na primeira reação da via das pentoses-fosfato não oxidativa, o cofator tiamina difosfato aceita um fragmento de 2 carbonos de uma cetose de 5 carbonos (D-xilulose-5-P) e, então, transfere esse fragmento para uma aldose de 5 carbonos (D-ribose-5-P) para formar uma cetose de 7 carbonos (sedoeptulose-7-P). A abstração de dois carbonos da D-xilulose-5-P resulta na aldose de 3 carbonos gliceraldeído-3-P.

Publicações científicas
6 artigos
Último publicado: 2024 Nov 1

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: E88.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
7 sintomas
❤️
Coração
3 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
Frequente (79-30%)
100%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Baixa estatura proporcional
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
HP:0003577
Frequência: 5/5
90%prev.
Concentração elevada de ribitol circulante
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Morfologia anormal do coração
Muito frequente (99-80%)
32sintomas
Muito frequente (7)
Frequente (11)
Ocasional (13)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 32 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagemDelayed speech and language development
Frequente (79-30%)100%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)100%
Baixa estatura proporcionalProportionate short stature
Muito frequente (99-80%)100%
Frequência: 5/5100%
Concentração elevada de ribitol circulanteElevated circulating ribitol concentration
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico6PubMed
Últimos 10 anos9publicações
Pico20203 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026📈 2020Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
TKT
TKTTransketolaseDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (3)
Insulin effects increased synthesis of Xylulose-5-PhosphatePentose phosphate pathwayNFE2L2 regulates pentose phosphate pathway genes
MECANISMO DE DOENÇA

Spondyloepimetaphyseal dysplasia, short limb-hand type

A bone disease characterized by short-limbed dwarfism, a narrow chest with pectus excavatum, brachydactyly in the hands and feet, a characteristic craniofacial appearance and premature calcifications. The radiological findings are distinctive and comprise short long bones throughout the skeleton with striking epiphyses that are stippled, flattened and fragmented and flared, irregular metaphyses. Platyspondyly in the spine with wide intervertebral spaces is observed and some vertebral bodies are pear-shaped with central humps, anterior protrusions and posterior scalloping.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Sangue
521.7 TPM
Fibroblastos
237.5 TPM
Esôfago - Mucosa
235.4 TPM
Tireoide
217.1 TPM
Bladder
215.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
transketolase deficiency
HGNC:11834UniProt:P29401

Variantes genéticas (ClinVar)

24 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TKT: NM_001064.4(TKT):c.340-6T>C ()
🧬 TKT: GRCh37/hg19 3p26.3-14.3(chr3:2263690-55016039)x3 ()
🧬 TKT: NM_001064.4(TKT):c.1265-47G>T ()
🧬 TKT: NM_001064.4(TKT):c.1574-9C>G ()
🧬 TKT: NM_001064.4(TKT):c.1697-1G>A ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 20 variantes classificadas pelo ClinVar.

7
7
6
Patogênica (35.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (30.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
TKT: NM_001064.4(TKT):c.1697-1G>A [Likely pathogenic]
TKT: NM_001064.4(TKT):c.181C>T (p.Gln61Ter) [Likely pathogenic]
TKT: NM_001064.4(TKT):c.1177T>C (p.Phe393Leu) [Conflicting classifications of pathogenicity]
TKT: NM_001064.4(TKT):c.541A>G (p.Ile181Val) [Conflicting classifications of pathogenicity]
TKT: NM_001135055.2:c.769_770insCTACCTCCTTATCTTCTG [Pathogenic/Likely pathogenic]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Deficiência de transcetolase

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
6 papers (10 anos)
#1

Cutaneous Squamous Cell Carcinoma in Transketolase Deficiency.

JAMA otolaryngology-- head &amp; neck surgery2024 Nov 01

This case report describes a patient in their late 30s with a history of transketolase deficiency who presented with a new diagnosis of squamous cell carcinoma.

#2

TKT maintains intestinal ATP production and inhibits apoptosis-induced colitis.

Cell death &amp; disease2021 Sep 17

Inflammatory bowel disease (IBD) has a close association with transketolase (TKT) that links glycolysis and the pentose phosphate pathway (PPP). However, how TKT functions in the intestinal epithelium remains to be elucidated. To address this question, we specifically delete TKT in intestinal epithelial cells (IECs). IEC TKT-deficient mice are growth retarded and suffer from spontaneous colitis. TKT ablation brings about striking alterations of the intestine, including extensive mucosal erosion, aberrant tight junctions, impaired barrier function, and increased inflammatory cell infiltration. Mechanistically, TKT deficiency significantly accumulates PPP metabolites and decreases glycolytic metabolites, thereby reducing ATP production, which results in excessive apoptosis and defective intestinal barrier. Therefore, our data demonstrate that TKT serves as an essential guardian of intestinal integrity and barrier function as well as a potential therapeutic target for intestinal disorders.

#3

The nuclear translocation of transketolase inhibits the farnesoid receptor expression by promoting the binding of HDAC3 to FXR promoter in hepatocellular carcinoma cell lines.

Cell death &amp; disease2020 Jan 16

Transketolase (TKT), which is a metabolic enzyme in the nonoxidative phase of the pentose phosphate pathway (PPP), plays an important role in providing cancer cells with raw materials for macromolecular biosynthesis. The ectopic expression of TKT in hepatocellular carcinoma (HCC) was reported previously. However, the role of TKT in the initiation of liver cancer is still obscure. In our previous study, we found that TKT deficiency protects the liver from DNA damage by increasing levels of ribose 5-phosphate and nucleotides. What's more interesting is that we found TKT deficiency reduced bile acids and loss of TKT promoted the farnesoid receptor (FXR) expression. We further showed that TKT translocated into the nucleus of HCC cell lines through interacting with the signal transducer and activator of transcription 1 (STAT1), and then the complex inhibited FXR expression by promoting the binding of histone deacetylase 3 (HDAC3) to FXR promoter.

#4

Untargeted metabolomics as an unbiased approach to the diagnosis of inborn errors of metabolism of the non-oxidative branch of the pentose phosphate pathway.

Molecular genetics and metabolism2020

Inborn errors of metabolism (IEM) involving the non-oxidative pentose phosphate pathway (PPP) include the two relatively rare conditions, transketolase deficiency and transaldolase deficiency, both of which can be difficult to diagnosis given their non-specific clinical presentations. Current biochemical testing approaches require an index of suspicion to consider targeted urine polyol testing. To determine whether a broad-spectrum biochemical test could accurately identify a specific metabolic pattern defining IEMs of the non-oxidative PPP, we employed the use of clinical metabolomic profiling as an unbiased novel approach to diagnosis. Subjects with molecularly confirmed IEMs of the PPP were included in this study. Targeted quantitative analysis of polyols in urine and plasma samples was accomplished with chromatography and mass spectrometry. Semi-quantitative unbiased metabolomic analysis of urine and plasma samples was achieved by assessing small molecules via liquid chromatography and high-resolution mass spectrometry. Results from untargeted and targeted analyses were then compared and analyzed for diagnostic acuity. Two siblings with transketolase (TKT) deficiency and three unrelated individuals with transaldolase (TALDO) deficiency were identified for inclusion in the study. For both IEMs, targeted polyol testing and untargeted metabolomic testing on urine and/or plasma samples identified typical perturbations of the respective disorder. Additionally, untargeted metabolomic testing revealed elevations in other PPP metabolites not typically measured with targeted polyol testing, including ribonate, ribose, and erythronate for TKT deficiency and ribonate, erythronate, and sedoheptulose 7-phosphate in TALDO deficiency. Non-PPP alternations were also noted involving tryptophan, purine, and pyrimidine metabolism for both TKT and TALDO deficient patients. Targeted polyol testing and untargeted metabolomic testing methods were both able to identify specific biochemical patterns indicative of TKT and TALDO deficiency in both plasma and urine samples. In addition, untargeted metabolomics was able to identify novel biomarkers, thereby expanding the current knowledge of both conditions and providing further insight into potential underlying pathophysiological mechanisms. Furthermore, untargeted metabolomic testing offers the advantage of having a single effective biochemical screening test for identification of rare IEMs, like TKT and TALDO deficiencies, that may otherwise go undiagnosed due to their generally non-specific clinical presentations.

#5

Transketolase Deficiency in Adipose Tissues Protects Mice From Diet-Induced Obesity by Promoting Lipolysis.

Diabetes2020 Jul

Obesity has recently become a prevalent health threat worldwide. Although emerging evidence has suggested a strong link between the pentose phosphate pathway (PPP) and obesity, the role of transketolase (TKT), an enzyme in the nonoxidative branch of the PPP that connects PPP and glycolysis, remains obscure in adipose tissues. In this study, we specifically deleted TKT in mouse adipocytes and found no obvious phenotype upon normal diet feeding. However, adipocyte TKT abrogation attenuated high-fat diet-induced obesity, reduced hepatic steatosis, improved glucose tolerance, alleviated insulin resistance, and increased energy expenditure. Mechanistically, TKT deficiency accumulated nonoxidative PPP metabolites and decreased glycolysis and pyruvate input into the mitochondria, leading to increased lipolytic enzyme gene expression and enhanced lipolysis, fatty acid oxidation, and mitochondrial respiration. Therefore, our data not only identify a novel role of TKT in regulating lipolysis and obesity but also suggest that limiting glucose-derived carbon into the mitochondria induces lipid catabolism and energy expenditure.

Publicações recentes

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A deficiência de transcetolase é causada por mutações genéticas com herança autossômica recessiva no gene TKT. Esse gene é responsável pela produção da enzima transcetolase no organismo.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 7 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17894
    GARD (NIH)
  3. Q55785079
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Deficiência de transcetolase. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/deficiencia-de-transcetolase

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Deficiência de transcetolase

ORPHA:488618 · MONDO:0014881
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E88.8 · Outros distúrbios especificados do metabolismo
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4310751
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara