Displasia tanatofórica, tipo Glasgow, é uma condição autossômica recessiva fatal na neonatologia, caracterizada por micromelia severa, anemia e hepatoesplenomegalia. Apresenta também anormalidades metabólicas e catarata.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Displasia tanatofórica, tipo Glasgow é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e de outros órgãos. O termo 'tanatofórica' vem do grego e significa 'que causa a morte', refletindo a gravidade da condição, que geralmente leva ao óbito ainda no período neonatal. Esta variante específica, chamada Glasgow, é caracterizada por uma combinação de sinais que incluem ossos dos membros muito curtos (micromelia), anemia, aumento do fígado e do baço (hepatoesplenomegalia), alterações no metabolismo e catarata.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem: morte neonatal, anemia, hepatoesplenomegalia (aumento do fígado e baço), anormalidades do metabolismo ou homeostase, micromelia (encurtamento severo dos membros) e catarata. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene para que a criança manifeste a doença.[1][4]
Causas genéticas
A Displasia tanatofórica, tipo Glasgow é uma condição genética com herança autossômica recessiva. Embora o gene específico responsável ainda não tenha sido identificado ou confirmado nas bases de dados consultadas, a doença está catalogada no OMIM (código 273680) e no MONDO (código 0010114), indicando que se trata de uma entidade clínica reconhecida. A ausência de um gene definido não impede o diagnóstico clínico, mas dificulta a confirmação por teste genético direcionado.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como a micromelia, anemia, hepatoesplenomegalia e catarata, associados à herança autossômica recessiva. Exames de imagem podem auxiliar na identificação das alterações ósseas. Até o momento, não há informações disponíveis sobre testes genéticos específicos ou variantes no ClinVar para esta variante, o que pode limitar a confirmação molecular. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo disponível para a Displasia tanatofórica, tipo Glasgow. O manejo é de suporte e visa aliviar os sintomas e proporcionar conforto ao recém-nascido. As intervenções podem incluir suporte respiratório, correção de distúrbios metabólicos, tratamento da anemia e acompanhamento oftalmológico para catarata. A decisão sobre cada intervenção deve ser tomada pela equipe médica em conjunto com a família, respeitando os desejos e o melhor interesse da criança.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), identificou associações entre esta doença e os seguintes fármacos, cada um com uma única publicação (1 publicação cada): Alcohols, Dexmedetomidine, Fludrocortisone, Glucose, Hydrocortisone, Tramadol e ruxolitinib. É importante destacar que essas são associações encontradas em artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico especialista antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com óbito frequentemente ocorrendo no período neonatal, conforme descrito na literatura. A qualidade de vida é limitada pela gravidade dos sintomas e pela ausência de tratamento modificador da doença. O suporte paliativo e o acolhimento familiar são fundamentais para oferecer dignidade e conforto durante o breve curso da doença.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Displasia tanatofórica, tipo Glasgow, é uma condição autossômica recessiva fatal na neonatologia, caracterizada por micromelia severa, anemia e hepatoesplenomegalia. Apresenta também anormalidades metabólicas e catarata.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Displasia tanatofórica, tipo Glasgow é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e de outros órgãos. O termo 'tanatofórica' vem do grego e significa 'que causa a morte', refletindo a gravidade da condição, que geralmente leva ao óbito ainda no período neonatal. Esta variante específica, chamada Glasgow, é caracterizada por uma combinação de sinais que incluem ossos dos membros muito curtos (micromelia), anemia, aumento do fígado e do baço (hepatoesplenomegalia), alterações no metabolismo e catarata.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas descritos na literatura incluem: morte neonatal, anemia, hepatoesplenomegalia (aumento do fígado e baço), anormalidades do metabolismo ou homeostase, micromelia (encurtamento severo dos membros) e catarata. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia alterada do gene para que a criança manifeste a doença.[1][4]
Causas genéticas
A Displasia tanatofórica, tipo Glasgow é uma condição genética com herança autossômica recessiva. Embora o gene específico responsável ainda não tenha sido identificado ou confirmado nas bases de dados consultadas, a doença está catalogada no OMIM (código 273680) e no MONDO (código 0010114), indicando que se trata de uma entidade clínica reconhecida. A ausência de um gene definido não impede o diagnóstico clínico, mas dificulta a confirmação por teste genético direcionado.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos, como a micromelia, anemia, hepatoesplenomegalia e catarata, associados à herança autossômica recessiva. Exames de imagem podem auxiliar na identificação das alterações ósseas. Até o momento, não há informações disponíveis sobre testes genéticos específicos ou variantes no ClinVar para esta variante, o que pode limitar a confirmação molecular. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
Não há tratamento curativo disponível para a Displasia tanatofórica, tipo Glasgow. O manejo é de suporte e visa aliviar os sintomas e proporcionar conforto ao recém-nascido. As intervenções podem incluir suporte respiratório, correção de distúrbios metabólicos, tratamento da anemia e acompanhamento oftalmológico para catarata. A decisão sobre cada intervenção deve ser tomada pela equipe médica em conjunto com a família, respeitando os desejos e o melhor interesse da criança.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), identificou associações entre esta doença e os seguintes fármacos, cada um com uma única publicação (1 publicação cada): Alcohols, Dexmedetomidine, Fludrocortisone, Glucose, Hydrocortisone, Tramadol e ruxolitinib. É importante destacar que essas são associações encontradas em artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico especialista antes de considerar qualquer intervenção.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com óbito frequentemente ocorrendo no período neonatal, conforme descrito na literatura. A qualidade de vida é limitada pela gravidade dos sintomas e pela ausência de tratamento modificador da doença. O suporte paliativo e o acolhimento familiar são fundamentais para oferecer dignidade e conforto durante o breve curso da doença.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 4 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 7 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia tanatofórica, tipo Glasgow
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:93275(Orphanet)
- OMIM OMIM:273680(OMIM)
- MONDO:0010114(MONDO)
- GARD:5165(GARD (NIH))
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
- Q1787020(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Displasia tanatofórica, tipo Glasgow
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata