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Hemimelia tibial isolada
ORPHA:93322CID-10 · Q72.5CID-11 · LB9A.1OMIM 275220DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Sistema ósseoInício neonatalHerança AD/AR/Unknown
Sinônimos clínicos: Meromelia tibial longitudinal isolada · Aplasia e displasia da tíbia com fíbula intacta isolada congénita · Ausência de tíbia isolada congénita · +1

A hemimelia tibial é uma condição rara presente desde o nascimento. Ela acontece quando a tíbia (um dos ossos da perna) não se desenvolve corretamente ou está ausente, enquanto a fíbula (o outro osso da perna) geralmente está em bom estado.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A hemimelia tibial isolada é uma alteração rara presente desde o nascimento na qual o osso da tíbia se forma de forma incompleta ou está ausente, enquanto o outro osso da perna costuma estar preservado. Os pais e profissionais costumam notar o encurtamento da perna, contraturas nas articulações ou alterações no formato dos pés e dedos. Não existem remédios para corrigir a alteração, sendo o cuidado focado em intervenções ortopédicas e no procedimento de reabilitação para doenças raras oferecido no SUS.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A hemimelia tibial é uma condição rara presente desde o nascimento. Ela acontece quando a tíbia (um dos ossos da perna) não se desenvolve corretamente ou está ausente, enquanto a fíbula (o outro osso da perna) geralmente está em bom estado.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 1984 Mar

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-9 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.1
Europe
Início
Antenatal
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q72.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
7 sintomas
😀
Face
2 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 25 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Pé torto equinovaro
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Tíbia ausente
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Contratura em flexão do joelho
Frequente (79-30%)
55%prev.
Encurtamento mesomélico da perna
Frequente (79-30%)
55%prev.
Mão fendida
Frequente (79-30%)
17%prev.
Sindactilia
Ocasional (29-5%)
36sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (3)
Ocasional (20)
Muito raro (9)
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 36 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Pé torto equinovaroTalipes equinovarus
Muito frequente (99-80%)90%
Tíbia ausenteAbsent tibia
Muito frequente (99-80%)90%
Contratura em flexão do joelhoKnee flexion contracture
Frequente (79-30%)55%
Encurtamento mesomélico da pernaMesomelic leg shortening
Frequente (79-30%)55%
Mão fendidaSplit hand
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa42desde 1984
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico19841 papers
Linha do tempo
19902000201020201984Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Autosomal recessive, Not applicable.

GLI3Transcriptional activator GLI3Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
GLI3 is processed to GLI3R by the proteasomeHedgehog 'off' state
MECANISMO DE DOENÇA

Greig cephalo-poly-syndactyly syndrome

Autosomal dominant disorder affecting limb and craniofacial development. It is characterized by pre- and postaxial polydactyly, syndactyly of fingers and toes, macrocephaly and hypertelorism.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Útero
27.0 TPM
Cólon sigmoide
21.9 TPM
Fallopian Tube
19.5 TPM
Ovário
19.4 TPM
Cervix Ectocervix
15.9 TPM
OUTRAS DOENÇAS (8)
Pallister-Hall syndromepolysyndactyly 4polydactyly, postaxial, type A1Greig cephalopolysyndactyly syndrome
HGNC:4319UniProt:P10071

Variantes genéticas (ClinVar)

374 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 GLI3: NM_000168.6(GLI3):c.4099del (p.Ala1367fs) ()
🧬 GLI3: NM_000168.6(GLI3):c.4610del (p.Arg1537fs) ()
🧬 GLI3: NM_000168.6(GLI3):c.2974del (p.Leu992fs) ()
🧬 GLI3: NM_000168.6(GLI3):c.3422_3446del (p.Gln1141fs) ()
🧬 GLI3: NM_000168.6(GLI3):c.1813-6T>A ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Hemimelia tibial isolada

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
47 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 1 publicações de um total de 47

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 0

Ver todos os 1 no EuropePMC

Associações

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Doença com base genética

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Conselhos e sociedades

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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição decorre de defeitos de desenvolvimento congênitos e pode estar associada a alterações genéticas no gene GLI3. Pode apresentar padrão de transmissão autossômico dominante, recessivo ou acontecer de maneira esporádica.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

1 publicação do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:93322
    Orphanet
  2. GARD:8707
    GARD (NIH)
  3. Q17127709
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Hemimelia tibial isolada. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hemimelia-tibial-isolada

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Hemimelia tibial isolada

ORPHA:93322 · MONDO:0010144
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
1-9 / 1 000 000
Herança
Autosomal dominant, Autosomal recessive, Not applicable
CID-10
Q72.5 · Defeito por redução longitudinal da tíbia
CID-11
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.1 (Europe)
MedGen
UMLS
C0265633
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara