Doença rara autossômica semidominante associada a mutações no gene LMNA, caracterizada por lipodistrofia grave, insuficiência cardíaca, resistência à insulina, diabetes, amenorreia secundária e aterosclerose coronariana. Apresenta face arredondada, crista nasal estreita, esteatose hepática e acantose nigricans.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
A doença se manifesta por uma combinação de alterações na distribuição da gordura corporal (lipodistrofia), problemas cardíacos e metabólicos. Os principais sinais e sintomas incluem: perda de gordura subcutânea nos braços e pernas (lipoatrofia), aumento de gordura ao redor do pescoço e no rosto, face redonda, pele fina, acantose nigricans (manchas escuras e aveludadas na pele), resistência à insulina, diabetes mellitus, esteatose hepática (gordura no fígado), pancreatite, aterosclerose acelerada (inclusive das artérias coronárias), insuficiência cardíaca congestiva, cardiomiopatia hipertrófica, arritmia ventricular, xantomatose (depósitos de gordura na pele), alterações nas unhas, micrognatia (queixo pequeno), crista nasal estreita, acroosteólise dos pés (reabsorção óssea nas falanges distais), amenorreia secundária (ausência de menstruação) e ovários policísticos.[1][3]
Causas genéticas
A Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante é causada por variantes (mutações) no gene LMNA. Este gene fornece instruções para a produção da proteína Prelamin-A/C, que é essencial para a estrutura e função do núcleo das células. O padrão de herança é semidominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene pode causar a doença, mas a gravidade pode variar.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por teste genético. O teste genético para o gene LMNA está disponível (código de teste genético: 336). Atualmente, há 918 variantes do gene LMNA registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e complicações. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo endocrinologista, cardiologista e nutricionista. O controle rigoroso do diabetes, da resistência à insulina e da dislipidemia é fundamental. O monitoramento cardíaco regular (eletrocardiograma, ecocardiograma) é necessário para detectar e tratar precocemente arritmias e insuficiência cardíaca. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição listados nas fontes oficiais consultadas.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na base de dados de tratamentos da literatura científica (tratamentosLiteratura) para esta doença. Portanto, nenhum tratamento citado na literatura pode ser informado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das complicações cardíacas e metabólicas. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado dos sintomas podem melhorar a qualidade de vida e a sobrevida. O suporte psicológico e de grupos de pacientes com doenças raras pode ser benéfico.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica semidominante associada a mutações no gene LMNA, caracterizada por lipodistrofia grave, insuficiência cardíaca, resistência à insulina, diabetes, amenorreia secundária e aterosclerose coronariana. Apresenta face arredondada, crista nasal estreita, esteatose hepática e acantose nigricans.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
Sinais e sintomas
A doença se manifesta por uma combinação de alterações na distribuição da gordura corporal (lipodistrofia), problemas cardíacos e metabólicos. Os principais sinais e sintomas incluem: perda de gordura subcutânea nos braços e pernas (lipoatrofia), aumento de gordura ao redor do pescoço e no rosto, face redonda, pele fina, acantose nigricans (manchas escuras e aveludadas na pele), resistência à insulina, diabetes mellitus, esteatose hepática (gordura no fígado), pancreatite, aterosclerose acelerada (inclusive das artérias coronárias), insuficiência cardíaca congestiva, cardiomiopatia hipertrófica, arritmia ventricular, xantomatose (depósitos de gordura na pele), alterações nas unhas, micrognatia (queixo pequeno), crista nasal estreita, acroosteólise dos pés (reabsorção óssea nas falanges distais), amenorreia secundária (ausência de menstruação) e ovários policísticos.[1][3]
Causas genéticas
A Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante é causada por variantes (mutações) no gene LMNA. Este gene fornece instruções para a produção da proteína Prelamin-A/C, que é essencial para a estrutura e função do núcleo das células. O padrão de herança é semidominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene pode causar a doença, mas a gravidade pode variar.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por teste genético. O teste genético para o gene LMNA está disponível (código de teste genético: 336). Atualmente, há 918 variantes do gene LMNA registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante. O tratamento é focado no manejo dos sintomas e complicações. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo endocrinologista, cardiologista e nutricionista. O controle rigoroso do diabetes, da resistência à insulina e da dislipidemia é fundamental. O monitoramento cardíaco regular (eletrocardiograma, ecocardiograma) é necessário para detectar e tratar precocemente arritmias e insuficiência cardíaca. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição listados nas fontes oficiais consultadas.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos listados na base de dados de tratamentos da literatura científica (tratamentosLiteratura) para esta doença. Portanto, nenhum tratamento citado na literatura pode ser informado.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das complicações cardíacas e metabólicas. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado dos sintomas podem melhorar a qualidade de vida e a sobrevida. O suporte psicológico e de grupos de pacientes com doenças raras pode ser benéfico.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 12 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 49 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Semi-dominant.
Lamins are intermediate filament proteins that assemble into a filamentous meshwork, and which constitute the major components of the nuclear lamina, a fibrous layer on the nucleoplasmic side of the inner nuclear membrane (PubMed:10080180, PubMed:10580070, PubMed:10587585, PubMed:10814726, PubMed:11799477, PubMed:12075506, PubMed:12927431, PubMed:15317753, PubMed:18551513, PubMed:18611980, PubMed:2188730, PubMed:22431096, PubMed:2344612, PubMed:23666920, PubMed:24741066, PubMed:31434876, PubMed:
Nucleus laminaNucleus envelopeNucleus, nucleoplasmNucleus matrixNucleus speckle
Emery-Dreifuss muscular dystrophy 2, autosomal dominant
A form of Emery-Dreifuss muscular dystrophy, a degenerative myopathy characterized by weakness and atrophy of muscle without involvement of the nervous system, early contractures of the elbows, Achilles tendons and spine, and cardiomyopathy associated with cardiac conduction defects.
Variantes genéticas (ClinVar)
918 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 1 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
8 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:280365(Orphanet)
- MONDO:0017230(MONDO)
- GARD:21080(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55786923(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Laminopatia lipodistrófica grave autossômica semidominante
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata