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Late-onset combined immunodeficiency due to ICOS deficiency
ORPHA:695183OMIM 607594DOENÇA RARA
Herança AR

A imunodeficiência comum variável (IDCV) é um distúrbio imunológico congênito caracterizado por infecções recorrentes e baixos níveis de anticorpos, especificamente nos tipos de imunoglobulina (Ig) IgG, IgM e IgA. Os sintomas geralmente incluem alta suscetibilidade a patógenos, doença pulmonar crônica, bem como inflamação e infecção do trato gastrointestinal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 20/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deficiência de ICOS (Inducible T-cell COStimulator) é uma doença genética rara que causa imunodeficiência combinada de início tardio. Isso significa que o sistema imunológico da pessoa não funciona corretamente, deixando-a mais vulnerável a infecções, especialmente aquelas causadas por bactérias. A doença é causada por alterações (mutações) no gene ICOS, que é essencial para a comunicação entre as células de defesa do corpo.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da deficiência de ICOS estão relacionados a infecções recorrentes e a problemas no sistema imunológico. As infecções mais comuns incluem pneumonia, bronquite, sinusite e otite média (infecção de ouvido) que voltam com frequência. Também podem ocorrer bronquiectasias (dilatação dos brônquios), diarreia crônica, conjuntivite e aumento do baço (esplenomegalia), do fígado (hepatomegalia) e dos gânglios linfáticos (linfadenopatia).[1][4]

Exames de sangue podem mostrar níveis baixos de anticorpos (imunoglobulinas IgG, IgA e IgM), diminuição da quantidade de linfócitos B (células que produzem anticorpos) e alterações nos linfócitos T (células de defesa). Em alguns casos, pode haver neutropenia (falta de um tipo de glóbulo branco) associada à presença de anticorpos contra os próprios neutrófilos.[1][4]

Causas genéticas

A deficiência de ICOS é causada por mutações no gene ICOS (Inducible T-cell costimulator). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um “interruptor” nas células T, ajudando-as a se ativar e a coordenar a resposta imunológica. Quando o gene está alterado, essa comunicação falha, prejudicando a produção de anticorpos e a defesa contra infecções.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é suspeitado com base nos sintomas de infecções recorrentes e nos exames laboratoriais que mostram baixos níveis de anticorpos e alterações nos linfócitos. A confirmação é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ICOS. Atualmente, existem cerca de 50 variantes (mutações) descritas em bancos de dados científicos (ClinVar) e pelo menos 3 tipos de testes genéticos disponíveis para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da deficiência de ICOS é focado no controle das infecções e na reposição de anticorpos. A reposição de imunoglobulina (anticorpos) por via intravenosa ou subcutânea é uma abordagem comum para reduzir a frequência e a gravidade das infecções. Infecções bacterianas agudas são tratadas com antibióticos conforme a necessidade. O acompanhamento com um imunologista é essencial para ajustar o tratamento e monitorar complicações como bronquiectasias.[1][2]

No Brasil, essa condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos listados. O acesso a tratamentos como a reposição de imunoglobulina pode depender de protocolos regionais ou de ações judiciais. É importante que o paciente e sua família busquem orientação com um médico especialista e com serviços de assistência social.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade das infecções e a presença de complicações como bronquiectasias. Com o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem controlar as infecções e manter uma qualidade de vida razoável. No entanto, a doença é crônica e requer acompanhamento médico contínuo. O diagnóstico precoce e o manejo multidisciplinar são fundamentais para melhorar os resultados a longo prazo.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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A imunodeficiência comum variável (IDCV) é um distúrbio imunológico congênito caracterizado por infecções recorrentes e baixos níveis de anticorpos, especificamente nos tipos de imunoglobulina (Ig) IgG, IgM e IgA. Os sintomas geralmente incluem alta suscetibilidade a patógenos, doença pulmonar crônica, bem como inflamação e infecção do trato gastrointestinal.

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deficiência de ICOS (Inducible T-cell COStimulator) é uma doença genética rara que causa imunodeficiência combinada de início tardio. Isso significa que o sistema imunológico da pessoa não funciona corretamente, deixando-a mais vulnerável a infecções, especialmente aquelas causadas por bactérias. A doença é causada por alterações (mutações) no gene ICOS, que é essencial para a comunicação entre as células de defesa do corpo.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da deficiência de ICOS estão relacionados a infecções recorrentes e a problemas no sistema imunológico. As infecções mais comuns incluem pneumonia, bronquite, sinusite e otite média (infecção de ouvido) que voltam com frequência. Também podem ocorrer bronquiectasias (dilatação dos brônquios), diarreia crônica, conjuntivite e aumento do baço (esplenomegalia), do fígado (hepatomegalia) e dos gânglios linfáticos (linfadenopatia).[1][4]

Exames de sangue podem mostrar níveis baixos de anticorpos (imunoglobulinas IgG, IgA e IgM), diminuição da quantidade de linfócitos B (células que produzem anticorpos) e alterações nos linfócitos T (células de defesa). Em alguns casos, pode haver neutropenia (falta de um tipo de glóbulo branco) associada à presença de anticorpos contra os próprios neutrófilos.[1][4]

Causas genéticas

A deficiência de ICOS é causada por mutações no gene ICOS (Inducible T-cell costimulator). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como um “interruptor” nas células T, ajudando-as a se ativar e a coordenar a resposta imunológica. Quando o gene está alterado, essa comunicação falha, prejudicando a produção de anticorpos e a defesa contra infecções.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é suspeitado com base nos sintomas de infecções recorrentes e nos exames laboratoriais que mostram baixos níveis de anticorpos e alterações nos linfócitos. A confirmação é feita por meio de teste genético que identifica mutações no gene ICOS. Atualmente, existem cerca de 50 variantes (mutações) descritas em bancos de dados científicos (ClinVar) e pelo menos 3 tipos de testes genéticos disponíveis para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da deficiência de ICOS é focado no controle das infecções e na reposição de anticorpos. A reposição de imunoglobulina (anticorpos) por via intravenosa ou subcutânea é uma abordagem comum para reduzir a frequência e a gravidade das infecções. Infecções bacterianas agudas são tratadas com antibióticos conforme a necessidade. O acompanhamento com um imunologista é essencial para ajustar o tratamento e monitorar complicações como bronquiectasias.[1][2]

No Brasil, essa condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos listados. O acesso a tratamentos como a reposição de imunoglobulina pode depender de protocolos regionais ou de ações judiciais. É importante que o paciente e sua família busquem orientação com um médico especialista e com serviços de assistência social.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade das infecções e a presença de complicações como bronquiectasias. Com o tratamento adequado, muitas pessoas conseguem controlar as infecções e manter uma qualidade de vida razoável. No entanto, a doença é crônica e requer acompanhamento médico contínuo. O diagnóstico precoce e o manejo multidisciplinar são fundamentais para melhorar os resultados a longo prazo.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🫁
Pulmão
4 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
🛡️
Imunológico
2 sintomas
🩸
Sangue
2 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Conjuntivite
Nível diminuído de IgG circulante
Pneumonia
Bronquiectasia
Otite média recorrente
Anormalidade da fisiologia dos linfócitos T
21sintomas
Sem dados (21)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

ConjuntiviteConjunctivitis
Nível diminuído de IgG circulanteDecreased circulating IgG level
Pneumonia
BronquiectasiaBronchiectasis
Otite média recorrenteRecurrent otitis media

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

Autosomal recessive

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
ICOS
ICOSInducible T-cell costimulatorDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Stimulatory receptor expressed in activated or antigen-experienced T-cells that plays an important role in the immune response (PubMed:9930702). Upon binding to its ligand ICOSL expressed on antigen presenting cells (APCs), delivers costimulatory signals that enhances all basic T-cell responses to a foreign antigen, namely proliferation, secretion of lymphokines including IL10, up-regulation of molecules that mediate cell-cell interaction, and effective help for antibody secretion by B-cells (Pu

LOCALIZAÇÃO

Cell membraneSecreted

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Nuclear events stimulated by ALK signaling in cancer
MECANISMO DE DOENÇA

Immunodeficiency, common variable, 1

A primary immunodeficiency characterized by antibody deficiency, hypogammaglobulinemia, recurrent bacterial infections and an inability to mount an antibody response to antigen. The defect results from a failure of B-cell differentiation and impaired secretion of immunoglobulins; the numbers of circulating B-cells is usually in the normal range, but can be low.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Baixa expressão)
Baço
3.4 TPM
Pulmão
2.2 TPM
Intestino delgado
2.1 TPM
Sangue
2.0 TPM
Adipose Visceral Omentum
0.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
immunodeficiency, common variable, 1
HGNC:5351UniProt:Q9Y6W8

Variantes genéticas (ClinVar)

50 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ICOS: NM_012092.4(ICOS):c.272dup (p.Ser91fs) ()
🧬 ICOS: GRCh37/hg19 2q32.3-33.3(chr2:194127471-206791898)x1 ()
🧬 ICOS: NC_000002.11:g.(?_204730944)_(204824322_?)del ()
🧬 ICOS: GRCh37/hg19 2q32.3-34(chr2:194305623-215261531)x1 ()
🧬 ICOS: GRCh37/hg19 2q33.2-34(chr2:204110688-211638554)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Late-onset combined immunodeficiency due to ICOS deficiency

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Mast cell mediators in hereditary angioedema.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41832580recente
  2. Prenatal Molecular Diagnosis of COL2A1-Associated Stickler Syndrome: Genotype-Phenotype Correlation in a Resource-Limited Healthcare Setting.
    Int J Mol Sci· 2026· PMID 41828453recente
  3. Platelet gene signatures detecting pulmonary artery stenosis in patients with pulmonary hypertension.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41827036recente
  4. The global impact of imiglucerase therapy in children with Gaucher disease types 1 and 3: a real-world analysis from the International Collaborative Gaucher Group Gaucher Registry.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821052recente
  5. Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41821046recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:695183(Orphanet)
  2. MONDO:0011864(MONDO)
  3. Variantes catalogadas(ClinVar)
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Late-onset combined immunodeficiency due to ICOS deficiency
Compêndio · Raras BR

Late-onset combined immunodeficiency due to ICOS deficiency

ORPHA:695183 · MONDO:0011864
OMIM
607594
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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM