Este é um levantamento de códigos de transtornos na base de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). São doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é uma das bases de dados alojadas no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada é uma doença genética rara caracterizada pela perda seletiva de tecido adiposo subcutâneo, especialmente nos membros e no tronco, com acúmulo de gordura na região intra-abdominal. A condição está associada a alterações metabólicas significativas, como resistência à insulina e diabetes mellitus. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem lipodistrofia (perda de gordura subcutânea), aumento da gordura intra-abdominal, hepatomegalia (aumento do fígado), diabetes mellitus resistente à insulina, acantose nigricans (manchas escuras e aveludadas na pele), níveis diminuídos de adiponectina e leptina sérica, hipertrigliceridemia (triglicerídeos elevados), esteatose hepática (gordura no fígado), resistência à insulina, ovários policísticos e oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene AKT2, que codifica a proteína RAC-beta serina/treonina-quinase. Este gene desempenha um papel crucial na sinalização da insulina e no metabolismo de glicose e lipídios. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. A idade de início é geralmente na vida adulta.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e confirmado por testes genéticos moleculares que identificam variantes patogênicas no gene AKT2. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 18 variantes registradas no ClinVar. A classificação CID-10 para a condição é E88.1 (Lipodistrofia não classificada em outra parte).[1][4]
Tratamento e manejo
O manejo da Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada é multidisciplinar e foca no controle das complicações metabólicas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento inclui controle dietético, atividade física e uso de medicamentos para diabetes, dislipidemia e resistência à insulina, sempre sob orientação médica. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende do controle das alterações metabólicas associadas, como diabetes e hipertrigliceridemia. Com acompanhamento adequado, é possível gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O suporte de uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, nutricionista e geneticista, é fundamental para o cuidado integral.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Este é um levantamento de códigos de transtornos na base de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). São doenças que podem ser herdadas por um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é uma das bases de dados alojadas no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada é uma doença genética rara caracterizada pela perda seletiva de tecido adiposo subcutâneo, especialmente nos membros e no tronco, com acúmulo de gordura na região intra-abdominal. A condição está associada a alterações metabólicas significativas, como resistência à insulina e diabetes mellitus. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem lipodistrofia (perda de gordura subcutânea), aumento da gordura intra-abdominal, hepatomegalia (aumento do fígado), diabetes mellitus resistente à insulina, acantose nigricans (manchas escuras e aveludadas na pele), níveis diminuídos de adiponectina e leptina sérica, hipertrigliceridemia (triglicerídeos elevados), esteatose hepática (gordura no fígado), resistência à insulina, ovários policísticos e oligomenorreia (ciclos menstruais irregulares).[1][3]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes patogênicas no gene AKT2, que codifica a proteína RAC-beta serina/treonina-quinase. Este gene desempenha um papel crucial na sinalização da insulina e no metabolismo de glicose e lipídios. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. A idade de início é geralmente na vida adulta.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e confirmado por testes genéticos moleculares que identificam variantes patogênicas no gene AKT2. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 18 variantes registradas no ClinVar. A classificação CID-10 para a condição é E88.1 (Lipodistrofia não classificada em outra parte).[1][4]
Tratamento e manejo
O manejo da Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada é multidisciplinar e foca no controle das complicações metabólicas. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O tratamento inclui controle dietético, atividade física e uso de medicamentos para diabetes, dislipidemia e resistência à insulina, sempre sob orientação médica. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende do controle das alterações metabólicas associadas, como diabetes e hipertrigliceridemia. Com acompanhamento adequado, é possível gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. O suporte de uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, nutricionista e geneticista, é fundamental para o cuidado integral.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 5 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 12 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisSerine/threonine kinase closely related to AKT1 and AKT3. All 3 enzymes, AKT1, AKT2 and AKT3, are collectively known as AKT kinase. AKT regulates many processes including metabolism, proliferation, cell survival, growth and angiogenesis, through the phosphorylation of a range of downstream substrates. Over 100 substrates have been reported so far, although for most of them, the precise AKT kinase catalyzing the reaction was not specified. AKT regulates glucose uptake by mediating insulin-induced
CytoplasmNucleusCell membraneEarly endosome
Variantes genéticas (ClinVar)
18 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
30 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:79085(Orphanet)
- MONDO:0019192(MONDO)
- GARD:12599(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55788524(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Lipodistrofia parcial familiar AKT2-relacionada
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata