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Poiquilodermia acroceratótica hereditária
ORPHA:2907CID-10 · Q82.8CID-11 · LD2BDOENÇA RARA
DermatológicoInício neonatal
Sinônimos clínicos: Síndrome Weary

A síndrome de Kindler é um tipo de epidermólise bolhosa, uma doença congênita rara que se manifesta com bolhas na pele, causada por uma mutação no gene KIND1.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Poiquilodermia acroceratótica hereditária é uma doença genética rara da pele, caracterizada por alterações na coloração e textura da pele (poiquilodermia) associadas a lesões elevadas e ásperas (ceratose) nas extremidades (mãos e pés). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas da Poiquilodermia acroceratótica hereditária são variados e podem afetar múltiplos sistemas do corpo. Os principais sinais cutâneos incluem: telangiectasias (vasos sanguíneos dilatados visíveis na pele), pele fina, bolhas anormais, úlceras cutâneas, urticária, pápulas (pequenas elevações sólidas) e unhas distróficas (unhas dos pés e das mãos com formato ou espessura alterados). Também podem ocorrer alterações na mucosa oral, como pigmentação anormal, gengivite e xerostomia (boca seca). Em alguns casos, há ectrópio (pálpebra virada para fora) e opacificação do estroma corneano (córnea com aspecto leitoso). Além dos sintomas de pele e mucosas, podem estar presentes: deficiência auditiva, sindactilia dos dedos (dedos unidos), camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), anormalidades do prepúcio, trismo (dificuldade para abrir a boca), hipermobilidade articular, anormalidades do sistema esquelético (como morfologia anormal das costelas e do osso do quadril) e anormalidades do túbulo renal. Há relatos de associação com carcinoma de células escamosas e carcinoma de células transicionais da bexiga.[1][3]

Causas genéticas

A Poiquilodermia acroceratótica hereditária é uma condição genética, mas até o momento não foi identificado um gene específico responsável pela doença. As bases genéticas exatas permanecem desconhecidas, e não há informações sobre o padrão de herança (autossômico dominante, recessivo ou ligado ao X) disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Poiquilodermia acroceratótica hereditária é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de poiquilodermia com lesões ceratóticas nas extremidades. Exames genéticos podem auxiliar no diagnóstico diferencial, excluindo outras condições com apresentação semelhante. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 22 testes genéticos disponíveis comercialmente para essa condição, embora nenhuma variante patogênica específica esteja catalogada no ClinVar.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a Poiquilodermia acroceratótica hereditária, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na prevenção de complicações. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo dermatologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, dentista e outros especialistas conforme a necessidade. Medidas gerais incluem proteção solar rigorosa, uso de hidratantes e emolientes para a pele, e tratamento de lesões cutâneas (como úlceras e bolhas) com curativos adequados. Para complicações como deficiência auditiva, podem ser indicados aparelhos auditivos. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte. É importante o monitoramento regular para detecção precoce de neoplasias cutâneas (carcinoma de células escamosas) e de bexiga (carcinoma de células transicionais).[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a Poiquilodermia acroceratótica hereditária e algumas substâncias, mas é importante destacar que estas são apenas correlações observadas em publicações e não representam recomendações de tratamento. As substâncias listadas são: peróxido de hidrogênio (Hydrogen Peroxide) — 1 publicação; roscovitina (Roscovitine) — 1 publicação; esteroides (Steroids) — 1 publicação; tramadol (Tramadol) — 1 publicação; sulfametoxazol-trimetoprima (Trimethoprim Sulfamethoxazole Drug Combination) — 1 publicação; e Episalvan (extrato de casca de bétula) — 1 publicação. Nenhum desses fármacos tem indicação formal aprovada para o tratamento da doença.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Poiquilodermia acroceratótica hereditária é variável e depende da gravidade dos sintomas e do desenvolvimento de complicações, como neoplasias. A condição é crônica e geralmente progressiva, mas com acompanhamento médico adequado e manejo dos sintomas, é possível manter uma boa qualidade de vida. O risco aumentado de carcinomas cutâneos e de bexiga exige vigilância oncológica contínua. O suporte psicológico e a reabilitação multidisciplinar são fundamentais para lidar com as limitações funcionais e estéticas impostas pela doença.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A síndrome de Kindler é um tipo de epidermólise bolhosa, uma doença congênita rara que se manifesta com bolhas na pele, causada por uma mutação no gene KIND1.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 1994 Oct

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
41
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q82.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
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Visão geral

A Poiquilodermia acroceratótica hereditária é uma doença genética rara da pele, caracterizada por alterações na coloração e textura da pele (poiquilodermia) associadas a lesões elevadas e ásperas (ceratose) nas extremidades (mãos e pés). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda no período neonatal ou durante a infância.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sintomas da Poiquilodermia acroceratótica hereditária são variados e podem afetar múltiplos sistemas do corpo. Os principais sinais cutâneos incluem: telangiectasias (vasos sanguíneos dilatados visíveis na pele), pele fina, bolhas anormais, úlceras cutâneas, urticária, pápulas (pequenas elevações sólidas) e unhas distróficas (unhas dos pés e das mãos com formato ou espessura alterados). Também podem ocorrer alterações na mucosa oral, como pigmentação anormal, gengivite e xerostomia (boca seca). Em alguns casos, há ectrópio (pálpebra virada para fora) e opacificação do estroma corneano (córnea com aspecto leitoso). Além dos sintomas de pele e mucosas, podem estar presentes: deficiência auditiva, sindactilia dos dedos (dedos unidos), camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), anormalidades do prepúcio, trismo (dificuldade para abrir a boca), hipermobilidade articular, anormalidades do sistema esquelético (como morfologia anormal das costelas e do osso do quadril) e anormalidades do túbulo renal. Há relatos de associação com carcinoma de células escamosas e carcinoma de células transicionais da bexiga.[1][3]

Causas genéticas

A Poiquilodermia acroceratótica hereditária é uma condição genética, mas até o momento não foi identificado um gene específico responsável pela doença. As bases genéticas exatas permanecem desconhecidas, e não há informações sobre o padrão de herança (autossômico dominante, recessivo ou ligado ao X) disponíveis nas fontes oficiais consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Poiquilodermia acroceratótica hereditária é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente a combinação de poiquilodermia com lesões ceratóticas nas extremidades. Exames genéticos podem auxiliar no diagnóstico diferencial, excluindo outras condições com apresentação semelhante. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para os seguintes procedimentos relacionados ao diagnóstico: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 22 testes genéticos disponíveis comercialmente para essa condição, embora nenhuma variante patogênica específica esteja catalogada no ClinVar.[1][4][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a Poiquilodermia acroceratótica hereditária, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na prevenção de complicações. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo dermatologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, dentista e outros especialistas conforme a necessidade. Medidas gerais incluem proteção solar rigorosa, uso de hidratantes e emolientes para a pele, e tratamento de lesões cutâneas (como úlceras e bolhas) com curativos adequados. Para complicações como deficiência auditiva, podem ser indicados aparelhos auditivos. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do suporte. É importante o monitoramento regular para detecção precoce de neoplasias cutâneas (carcinoma de células escamosas) e de bexiga (carcinoma de células transicionais).[1][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre a Poiquilodermia acroceratótica hereditária e algumas substâncias, mas é importante destacar que estas são apenas correlações observadas em publicações e não representam recomendações de tratamento. As substâncias listadas são: peróxido de hidrogênio (Hydrogen Peroxide) — 1 publicação; roscovitina (Roscovitine) — 1 publicação; esteroides (Steroids) — 1 publicação; tramadol (Tramadol) — 1 publicação; sulfametoxazol-trimetoprima (Trimethoprim Sulfamethoxazole Drug Combination) — 1 publicação; e Episalvan (extrato de casca de bétula) — 1 publicação. Nenhum desses fármacos tem indicação formal aprovada para o tratamento da doença.[5]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Poiquilodermia acroceratótica hereditária é variável e depende da gravidade dos sintomas e do desenvolvimento de complicações, como neoplasias. A condição é crônica e geralmente progressiva, mas com acompanhamento médico adequado e manejo dos sintomas, é possível manter uma boa qualidade de vida. O risco aumentado de carcinomas cutâneos e de bexiga exige vigilância oncológica contínua. O suporte psicológico e a reabilitação multidisciplinar são fundamentais para lidar com as limitações funcionais e estéticas impostas pela doença.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧬
Pele e cabelo
9 sintomas
🦴
Ossos e articulações
7 sintomas
🫘
Rins
3 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 20 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Telangiectasia da pele
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Unhas distróficas
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Urticária
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Pápula
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Unha do pé distrófica
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Gengivite
Muito frequente (99-80%)
47sintomas
Muito frequente (16)
Frequente (12)
Ocasional (19)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 47 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Telangiectasia da peleTelangiectasia of the skin
Muito frequente (99-80%)90%
Unhas distróficasDystrophic fingernails
Muito frequente (99-80%)90%
UrticáriaUrticaria
Muito frequente (99-80%)90%
PápulaPapule
Muito frequente (99-80%)90%
Unha do pé distróficaDystrophic toenail
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa32desde 1994
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico19711 papers
Linha do tempo
2000201020201994Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Poiquilodermia acroceratótica hereditária

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Poiquilodermia acroceratótica hereditária.

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Poiquilodermia acroceratótica hereditária

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Release of acquired syndactylies in Kindler syndrome.
    Ann Plast Surg· 1994· PMID 7810964recente
  2. Kindler syndrome: report of two cases and review of the literature.
    Pediatr Dermatol· 1989· PMID 2664740recente
  3. Congenital poikiloderma with features of hereditary acrokeratotic poikiloderma.
    Arch Dermatol· 1978· PMID 150259recente
  4. [Hereditary acrokeratotic poikiloderma].
    Med Cutan Ibero Lat Am· 1975· PMID 1241699recente
  5. Hereditary acrokeratotic poikiloderma.
    Arch Dermatol· 1971· PMID 4253719recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:2907(Orphanet)
  2. MONDO:0017365(MONDO)
  3. GARD:18781(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q56013981(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Poiquilodermia acroceratótica hereditária
Compêndio · Raras BR

Poiquilodermia acroceratótica hereditária

ORPHA:2907 · MONDO:0017365
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
41 casos conhecidos
CID-10
Q82.8 · Outras malformações congênitas especificadas da pele
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0406556
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata