Pular para o conteúdo
Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A
ORPHA:88938CID-10 · I15.1CID-11 · BA04.YOMIM 145260DOENÇA RARA

O simportador de cloreto de sódio (também conhecido como cotransportador de Na+-Cl-, NCC ou NCCT, ou como cotransportador de Na+-Cl- sensível a tiazídicos ou TSC) é um cotransportador no rim que tem a função de reabsorver íons de sódio e cloreto do fluido tubular para as células do túbulo contorcido distal do néfron. É um membro da família SLC12 de cotransportadores de cloreto acoplados a cátions eletroneutros. Em humanos, é codificado pelo gene SLC12A3 (família de transportadores de solutos 12, membro 3) localizado em 16q13.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 24/09/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A (também registrado sob os códigos MONDO:0007772, OMIM:145260 e CID-10 I15.1) é uma condição clínica caracterizada por alterações eletrolíticas e hemodinâmicas específicas.[1][2]

Sinais e sintomas

As manifestações fenotípicas associadas a essa condição englobam características do pseudohipoaldosteronismo, hipertensão e alterações no equilíbrio ácido-base e eletrolítico, como hipercalemia e acidose hiperclorêmica. Também pode ser observada paralisia hipercalêmica periódica.[1][3]

Causas genéticas

A condição apresenta padrão de herança autossômica dominante descrito em suas características clínicas e genéticas.[1][3]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

O **pseudohipoaldosteronismo tipo 2A** é uma doença genética rara que altera a regulação de sais no organismo. As pessoas afetadas costumam apresentar **hipertensão** (pressão arterial elevada) e **hipercalemia** (excesso de potássio no sangue). A condição é transmitida de forma autossômica dominante, podendo afetar familiares diretos. No Brasil, esta doença não conta com um protocolo clínico ou medicamento dispensado especificamente pelo SUS em lista oficial de PCDT. O acompanhamento e o controle dos níveis de pressão e eletrólitos são realizados por meio da rede de saúde especializada.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

O simportador de cloreto de sódio (também conhecido como cotransportador de Na+-Cl-, NCC ou NCCT, ou como cotransportador de Na+-Cl- sensível a tiazídicos ou TSC) é um cotransportador no rim que tem a função de reabsorver íons de sódio e cloreto do fluido tubular para as células do túbulo contorcido distal do néfron. É um membro da família SLC12 de cotransportadores de cloreto acoplados a cátions eletroneutros. Em humanos, é codificado pelo gene SLC12A3 (família de transportadores de solutos 12, membro 3) localizado em 16q13.

Publicações científicas
859 artigos
Último publicado: 2026 Mar 23
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: I15.1
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Características mais comuns

—
Pseudohipoaldosteronismo
—
Hipertensão
—
Hipercalemia
—
Acidose hiperclorêmica
—
Paralisia hipercalêmica periódica
—
Herança autossômica dominante
6sintomas
Sem dados (6)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 6 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

PseudohipoaldosteronismoPseudohypoaldosteronism
HipertensãoHypertension
HipercalemiaHyperkalemia
Acidose hiperclorêmicaHyperchloremic acidosis
Paralisia hipercalêmica periódicaPeriodic hyperkalemic paralysis

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa8
Total histórico859PubMed
Últimos 10 anos4publicações
Pico20181 papers
Linha do tempo
20202018Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
286 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 4 publicações de um total de 286

#1

Diagnostic pitfalls in aldosterone defects: a 9-year follow-up of early-onset pseudohypoaldosteronism type 2.

Journal of pediatric endocrinology & metabolism : JPEM2026 Mar 26

Pseudohypoaldosteronism type 2 (PHA2) is a rare autosomal dominant electrolyte disorder characterized by hypertension, hyperkalemia, metabolic acidosis, and suppressed renin activity, usually with preserved renal function. Pathogenic variants in WNK1, WNK4, KLHL3, and CUL3 have been identified, with CUL3 mutations particularly associated with early-onset and severe phenotypes. Thiazide diuretics are effective in correcting both electrolyte imbalance and hypertension. We report a pediatric patient with early-onset PHA2 caused by a de novo splice-site variant (c.1207-2A>C) in the CUL3 gene. The patient, first evaluated at 2 years and 7 months of age for recurrent vomiting, was found to have hyponatremia, hyperkalemia, and metabolic acidosis, initially treated with fludrocortisone. On referral, significant hypertension, hyperkalemia, and suppressed renin and aldosterone were observed. Initiation of low-dose thiazide therapy led to normalization of blood pressure and electrolytes. Long-term follow-up confirmed clinical stability, normal growth, and appropriate developmental milestones. Aldosterone pathway defects may be misdiagnosed during the initial clinical assessment. This underscores the importance of a comprehensive diagnostic approach incorporating biochemical profiling and genetic testing to ensure accurate identification. Next-generation sequencing has emerged as a valuable tool for establishing a definitive diagnosis, particularly in cases with aldosterone defects. Timely and accurate diagnosis of PHA2 is critical, as persistent metabolic acidosis and hypertension may lead to significant growth and developmental impairments in pediatric patients. Despite the potential severity of clinical manifestations associated with CUL3-related PHA2, it is noteworthy that treatment with thiazide diuretics alone can effectively restore electrolyte balance and support normal growth and development.

#2

Lenticulostriate vasculopathy in newborns: whole genome sequencing data analysis.

Frontiers in pediatrics2025

Lenticulostriate vasculopathy (LSV) refers to hyperechogenic vessels detected in thalami and basal ganglia, using cranial ultrasound. Awareness of LSV has revealed its links to various neonatal diseases that can affect brain development ante- or postnatally. Congenital infections and hypoxic- ischemic conditions are the main risk factors of LSV. However, precise etiology of LSV remains unknown. The aim of this study was to analyze the whole genome sequencing (WGS) data of newborns diagnosed with LSV to evaluate genetic linkages with LSV manifestation. We analyzed whole genome sequencing variation data of newborns with LSV (n = 6) and control group newborns (n = 19). WGS variation data was annotated using ANNOVAR in GRCh37 (hg19), RefSeqGene, gnomAD, SIFT, dbSNP151, CADD and gerp++gt2. Bash language was used to develop a program that counts variant frequency and compares them between groups. We identified one exonic nonsynonymous variant putatively associated with LSV, located in WNK1 gene [NM_213655.5: c.2219T > C p.(Leu740Pro)]. This variant is associated with pseudohypoaldosteronism type 2C and hereditary sensory and autonomic neuropathy type 2A. Pseudohypoaldosteronism can increase blood pressure, resulting in damaged or stiff blood vessels, similar to LSV. The variant is currently classified as a variant of uncertain significance due to insufficient evidence to determine its definitive role in these conditions. The identification of this unique variant in WNK1 provides a potential genetic link to the etiopathogenesis of LSV, offering new insights into this condition. However, further functional studies and more comprehensive genetic research are required to establish definitive associations.

#3

A novel splice site CUL3 variant in a patient with neurodevelopmental delay.

Brain & development2023 Apr

CUL3-related neurodevelopmental disorder is a recently described rare genetic condition characterized by global developmental delay and intellectual disability. Five affected individuals have been reported worldwide. The molecular and phenotypic spectrum of the disorder has yet to be fully elucidated. Splice variants in CUL3 are a well-described cause of pseudohypoaldosteronism type IIE; however, splice variants have not been associated with the neurodevelopmental disorder. We report the first individual with a neurodevelopmental disorder attributed to a CUL3 splice site variant. The patient presented with congenital developmental dysplasia of the hip and global developmental delay. A de novo splice site variant (c.379-2A > G) was identified in CUL3 and is predicted to abolish the acceptor splice site. This is the first report of an individual with a splice site variant causing CUL3-related neurodevelopmental disorder and expands our understanding of this rare condition.

#4

Glycogen synthase kinase 3ß functions as a positive effector in the WNK signaling pathway.

PloS one2018

The with no lysine (WNK) protein kinase family is conserved among many species. Some mutations in human WNK gene are associated with pseudohypoaldosteronism type II, a form of hypertension, and hereditary sensory and autonomic neuropathy type 2A. In kidney, WNK regulates the activity of STE20/SPS1-related, proline alanine-rich kinase and/or oxidative-stress responsive 1, which in turn regulate ion co-transporters. The misregulation of this pathway is involved in the pathogenesis of pseudohypoaldosteronism type II. In the neural system, WNK is involved in the specification of the cholinergic neuron, but the pathogenesis of hereditary sensory and autonomic neuropathy type 2A is still unknown. To better understand the WNK pathway, we isolated WNK-associated genes using Drosophila. We identified Glycogen synthase kinase 3ß (GSK3ß)/Shaggy (Sgg) as a candidate gene that was shown to interact with the WNK signaling pathway in both Drosophila and mammalian cells. Furthermore, GSK3ß was involved in neural specification downstream of WNK. These results suggest that GSK3ß/Sgg functions as a positive effector in the WNK signaling pathway.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Sim, a condição apresenta um padrão de transmissão de herança autossômica dominante. Isso indica que a alteração genética pode ser transmitida diretamente aos descendentes com chance de cinquenta por cento.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 9 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:16775
    GARD (NIH)
  3. Q55781064
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/pseudohipoaldosteronismo-tipo-2a

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Pseudohipoaldosteronismo tipo 2A

ORPHA:88938 · MONDO:0007772
CID-10
I15.1 · Hipertensão secundária a outras afecções renais
CID-11
MedGen
UMLS
C1449844
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara