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Síndrome de deleção Xp21
ORPHA:261476CID-10 · Q99.8CID-11 · LD51OMIM 300679DOENÇA RARA
MuscularInício neonatal
Também conhecida comoAHCGKD
Sinônimos clínicos: AHC ligada ao X · Síndrome de microdeleção XP21

Síndrome de deleção Xp21 é uma condição rara associada a miopatia, fraqueza muscular, elevação da creatina quinase e insuficiência adrenal primária. Pode apresentar cetoacidose, apneia infantil e hipertrigliceridemia.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de deleção Xp21 é uma condição genética rara, caracterizada por um conjunto de manifestações que afetam múltiplos sistemas do corpo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. O início dos sintomas ocorre geralmente no período neonatal ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

A síndrome pode se manifestar por uma ampla variedade de sinais e sintomas. Entre os mais frequentes estão: atraso global do desenvolvimento, deficiência intelectual, convulsões, hipotonia neonatal (diminuição do tônus muscular ao nascer), espasticidade (aumento da rigidez muscular) e aumento da fatigabilidade muscular. Alterações craniofaciais como hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos) e lábio inferior evertido (virado para fora) também podem estar presentes.[1][4]

Problemas endócrinos são comuns, incluindo insuficiência adrenal (incapacidade das glândulas adrenais de produzir hormônios essenciais), hipogonadismo hipogonadotrófico (falha na produção de hormônios sexuais) e atraso de crescimento. Sintomas como náusea, vômito, confusão e coma podem estar associados a crises de insuficiência adrenal. Outros achados incluem otite média recorrente, estrabismo, esotropia (desvio ocular para dentro), hipermetropia, hipermobilidade articular, clinodactilia dos dedos (dedos curvados), osteoporose, densidade mineral óssea reduzida e hipertrigliceridemia (aumento de triglicerídeos no sangue). Mialgia induzida por exercício (dor muscular após esforço) e agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais) também foram descritos.[1][4]

Causas genéticas

A Síndrome de deleção Xp21 é causada pela perda (deleção) de um segmento do cromossomo X na região Xp21. Essa deleção pode afetar múltiplos genes, resultando em um quadro clínico complexo. A condição é classificada como uma doença genética ligada ao cromossomo X.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e confirmado por testes genéticos. Os principais exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como exame complementar. O código CID-10 associado é Q99.8.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome de deleção Xp21 é multidisciplinar e deve ser individualizado, focando no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. O tratamento da insuficiência adrenal é fundamental e pode incluir reposição hormonal com glicocorticoides e mineralocorticoides. O acompanhamento com endocrinologista, neurologista, oftalmologista e equipe de reabilitação é frequentemente necessário. No Brasil, o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS, assim como os exames genéticos citados.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona alguns fármacos associados ao manejo da condição, com base em estudos e publicações. É importante destacar que estas são associações mineradas da literatura e não constituem recomendações de tratamento. Os fármacos listados são: deoxycortone pivalate (25 publicações), Hydrocortisone (17 publicações), Prednisolone (16 publicações), fludrocortisone acetate (10 publicações), Fludrocortisone (8 publicações), Prednisone (8 publicações), Sodium (7 publicações), Potassium (6 publicações), Steroids (6 publicações) e Aldosterone (5 publicações).[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a extensão da deleção e a gravidade dos sintomas, especialmente o envolvimento adrenal e neurológico. O diagnóstico precoce e o manejo adequado das complicações, em especial a insuficiência adrenal, são essenciais para melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de crises graves.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome de deleção Xp21 é uma condição rara associada a miopatia, fraqueza muscular, elevação da creatina quinase e insuficiência adrenal primária. Pode apresentar cetoacidose, apneia infantil e hipertrigliceridemia.

Publicações científicas
7 artigos
Último publicado: 2026 Mar 2

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
100
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q99.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de deleção Xp21 é uma condição genética rara, caracterizada por um conjunto de manifestações que afetam múltiplos sistemas do corpo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso para cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. O início dos sintomas ocorre geralmente no período neonatal ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

A síndrome pode se manifestar por uma ampla variedade de sinais e sintomas. Entre os mais frequentes estão: atraso global do desenvolvimento, deficiência intelectual, convulsões, hipotonia neonatal (diminuição do tônus muscular ao nascer), espasticidade (aumento da rigidez muscular) e aumento da fatigabilidade muscular. Alterações craniofaciais como hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos) e lábio inferior evertido (virado para fora) também podem estar presentes.[1][4]

Problemas endócrinos são comuns, incluindo insuficiência adrenal (incapacidade das glândulas adrenais de produzir hormônios essenciais), hipogonadismo hipogonadotrófico (falha na produção de hormônios sexuais) e atraso de crescimento. Sintomas como náusea, vômito, confusão e coma podem estar associados a crises de insuficiência adrenal. Outros achados incluem otite média recorrente, estrabismo, esotropia (desvio ocular para dentro), hipermetropia, hipermobilidade articular, clinodactilia dos dedos (dedos curvados), osteoporose, densidade mineral óssea reduzida e hipertrigliceridemia (aumento de triglicerídeos no sangue). Mialgia induzida por exercício (dor muscular após esforço) e agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais) também foram descritos.[1][4]

Causas genéticas

A Síndrome de deleção Xp21 é causada pela perda (deleção) de um segmento do cromossomo X na região Xp21. Essa deleção pode afetar múltiplos genes, resultando em um quadro clínico complexo. A condição é classificada como uma doença genética ligada ao cromossomo X.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e confirmado por testes genéticos. Os principais exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como exame complementar. O código CID-10 associado é Q99.8.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da Síndrome de deleção Xp21 é multidisciplinar e deve ser individualizado, focando no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. O tratamento da insuficiência adrenal é fundamental e pode incluir reposição hormonal com glicocorticoides e mineralocorticoides. O acompanhamento com endocrinologista, neurologista, oftalmologista e equipe de reabilitação é frequentemente necessário. No Brasil, o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS, assim como os exames genéticos citados.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona alguns fármacos associados ao manejo da condição, com base em estudos e publicações. É importante destacar que estas são associações mineradas da literatura e não constituem recomendações de tratamento. Os fármacos listados são: deoxycortone pivalate (25 publicações), Hydrocortisone (17 publicações), Prednisolone (16 publicações), fludrocortisone acetate (10 publicações), Fludrocortisone (8 publicações), Prednisone (8 publicações), Sodium (7 publicações), Potassium (6 publicações), Steroids (6 publicações) e Aldosterone (5 publicações).[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a extensão da deleção e a gravidade dos sintomas, especialmente o envolvimento adrenal e neurológico. O diagnóstico precoce e o manejo adequado das complicações, em especial a insuficiência adrenal, são essenciais para melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de crises graves.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
5 sintomas
💪
Músculos
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
4 sintomas
🫘
Rins
2 sintomas
😀
Face
2 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Insuficiência adrenal
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hipogonadismo hipogonadotrófico
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Atraso de crescimento
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Osteoporose
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Deficiência intelectual
Muito frequente (99-80%)
32sintomas
Muito frequente (15)
Frequente (8)
Ocasional (9)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 32 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Insuficiência adrenalAdrenal insufficiency
Muito frequente (99-80%)90%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)90%
Hipogonadismo hipogonadotróficoHypogonadotropic hypogonadism
Muito frequente (99-80%)90%
Atraso de crescimentoGrowth delay
Muito frequente (99-80%)90%
OsteoporoseOsteoporosis
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2026
Total histórico7PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

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Tratamento e manejo

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
5 papers (10 anos)
#1

Congenital adrenal hypoplasia with neurodevelopmental delay due to contiguous Xp21 deletion: a case series with review of literature.

Endocrine journal2026 Mar 02

X-linked adrenal hypoplasia congenita (AHC) is a rare, life-threatening disorder caused by pathogenic variants in NR0B1 (DAX1), leading to adrenal insufficiency and hypogonadotropic hypogonadism. AHC is often associated with Xp21 contiguous gene deletion syndrome, which involves the deletion of multiple genes, including NR0B1, GK, DMD, and IL1RAPL1, resulting in a spectrum of phenotypic manifestations, such as glycerol kinase deficiency (GKD), Duchenne muscular dystrophy (DMD), and neurodevelopmental disorders. We report two cases of AHC with neurodevelopmental delays due to contiguous Xp21 deletions involving NR0B1 and IL1RAPL1, each diagnosed through distinct clinical pathways. Case 1 involved a neonate with adrenal insufficiency, persistent hyperCKemia, and excessive urinary glycerol excretion, leading to a diagnosis of Xp21 deletion syndrome with DMD and GKD. The patient's sister, an asymptomatic carrier, exhibited elevated CK levels and mild developmental delays. Array comparative genomic hybridization identified a novel complex structural variation, including duplication-deletion-duplication rearrangement, which may have modified clinical manifestations. Case 2 involved a 10-year-old boy with AHC and developmental delay that was initially considered a consequence of adrenal crises. Genetic analysis confirmed an Xp21 deletion, including IL1RAPL1, implicating it in his intellectual disability. A literature review reveals that Xp21 deletions involving IL1RAPL1 are strongly associated with neurodevelopmental delays, suggesting a distinct phenotype within Xp21 deletion syndromes. Early genetic diagnosis via chromosomal microarray analysis facilitates precise delineation of deletion regions, aiding in clinical management, genetic counseling, and early intervention strategies. Further studies are needed to elucidate genotype-phenotype correlations in Xp21 deletion syndromes and optimize individualized medical care.

#2

[Xp21 contiguous gene deletion syndrome].

Zhurnal nevrologii i psikhiatrii imeni S.S. Korsakova2025

Contiguous gene syndromes (CGS) arise from microdeletions and other aberrations of a chromosome region containing several gene loci. One of the CGSs is Xp21 contiguous gene deletion syndrome (Xp21.3-p21.2) (Xp21 deletion syndrome). Slightly more than 100 male patients suffering from Xp21 contiguous gene deletion have been described in the world literature. This article describes a clinical case of a boy with Xp21 deletion syndrome. Chromosomal microarray analysis revealed a microdeletion of the X chromosome region from position 28085320 to position 33391678 with a size of 5306358 bp, including 11 genes in the imbalance region. The illness declared itself in the neonatal period and manifested early and rapidly as primary adrenal insufficiency (PAI) on the first and second days after birth, with severe metabolic disorders. At 2 years and 7 months, an increase in transaminases was detected for the first time due to metabolic disorders caused by PAI, which led to a misdiagnosis of autoimmune hepatitis. At 2 years and 10 months, the signs of myopathic syndrome were noted, and primary muscular dystrophy was diagnosed. The patient had a pronounced psychomotor development delay from an early age. The child's mother was diagnosed with the same mutation, including 11 genes in the imbalance region. The hereditary history showed the death of the first boy in the family due to PAI at the age of 6 weeks, which should have been the reason for a comprehensive assessment of the clinical situation and timely medical and genetic counseling to prevent the birth of a sick child from subsequent pregnancies. Смежные (сопряженные) генные синдромы (Contiguous gene syndromes — CGS) возникают вследствие микроделеций и других аберраций участка хромосомы, содержащего несколько генных локусов. Одним из вариантов CGS является синдром протяженной делеции генов Xp21 (Xp21.3—p21.2) (Xp21 deletion syndrome). В мировой литературе описано немногим более 100 пациентов мужского пола, страдающих синдромом протяженной делеции генов Xp21. В статье представлено описание клинического наблюдения мальчика с Xp21 deletion syndrome. Хромосомный микроматричный анализ выявил у пациента микроделецию участка X-хромосомы с позиции 28085320 до позиции 33391678 размером 5306358 п.н., включающую 11 генов в области дисбаланса. Манифестация клинических проявлений имела место в неонатальном периоде и проявилась первичной надпочечниковой недостаточностью (ПНН). Ранняя и стремительная манифестация ПНН в течение 1-х и 2-х суток после рождения с выраженными метаболическими нарушениями явилась особенностью пациента. В 2 года 7 мес впервые на фоне метаболических нарушений, обусловленных ПНН, выявлено повышение трансаминаз, что послужило поводом для постановки ошибочного диагноза аутоиммунного гепатита. В 2 года 10 мес отмечено формирование миопатического синдрома и диагностирована первичная мышечная дистрофия. С раннего возраста отмечалась выраженная задержка психомоторного развития. У матери ребенка выявлена идентичная мутация, включающая 11 генов в области дисбаланса. Наследственный анамнез свидетельствует о гибели первого мальчика в семье на фоне ПНН в возрасте 6 нед, что должно было явиться поводом для системной оценки клинической ситуации, осуществления своевременного медико-генетического консультирования для предотвращения рождения больного ребенка от последующих беременностей.

#3

A 3-Year-Old Boy with an Xp21 Deletion Syndrome: A Case Report.

Endocrine, metabolic &amp; immune disorders drug targets2022

Chromosome Xp21 deletion syndrome is a rare X-linked recessive defect that occurs as a result of multiple gene deletions, including Glycerol kinase (GK) and its neighboring genes, dystrophin, which causes Duchenne muscular dystrophy (DMD), and NR0B1, which causes congenital adrenal hypoplasia (CAHhttps://www.omim.org/entry/300200). Patients usually present with glycerol kinase deficiency, congenital adrenal hypoplasia, Duchenne muscular dystrophy, hyperglycerolemia, and glyceroluria, associated with DMD and/or CAH, growth failure, myopathy, osteoporosis, mental retardation, and psychomotor retardation. Herein, we report a 3-year- old boy from Iraq who had bloody diarrhea, food intolerance and abdominal cramp, adrenal insufficiency, recurrent fevers, tuberculosis (TB) infection, cervical abscess, oral thrush, cervical and mediastinal lymphadenopathies, developmental delay, and undescended testis. His parents are non-consanguine and had no family history of diseases. Next generation sequencing demonstrated a hemizygote deletion in chromosome X. Loss of a large part of the X-chromosome most likely can explain the clinical findings of this patient. Contiguous gene deletion syndrome in Xp21 should be considered after diagnosing adrenal insufficiency to treat metabolic complications efficiently.

#4

Complex Glycerol Kinase Deficiency (Xp21 Deletion Syndrome): A Case Report of a Contiguous Gene Disorder Necessitating Creative Anesthetic Planning.

A&amp;A practice2020 Aug

We report a case of Xp21 deletion syndrome, a contiguous gene syndrome associating glycerol kinase deficiency, Duchenne muscular dystrophy, and congenital adrenal hypoplasia. This results in a contraindication to the use of all halogenated agents and of propofol. We used regional anesthesia combined with dexmedetomidine and ketamine. Previously, the patient had received inadvertently a propofol-based total intravenous anesthesia (TIVA) with no clinical side effects. We were unfortunately unable to document the metabolic consequences of this glycerol load. We suggest that if propofol is deemed necessary in such cases, it should only be used as a bolus dose of a 2% solution.

#5

Cholestasis and Hepatic Iron Deposition in an Infant With Complex Glycerol Kinase Deficiency.

Pediatrics2017 Jul

We present a 6-week-old male infant with persistent hyperbilirubinemia, hypertriglyceridemia, elevated creatine kinase levels, and transaminitis since the second week of life. When he developed hyperkalemia, clinical suspicion was raised for adrenal insufficiency despite hemodynamic stability. A full endocrine workup revealed nearly absent adrenocorticotropic hormone. Coupled with his persistent hypertriglyceridemia (peak of 811 mg/dL) and elevated creatine kinase levels (>20 000 U/L), his corticotropin level lead to a clinical diagnosis of complex glycerol kinase deficiency (GKD), also known as Xp21 deletion syndrome. This complex disorder encompasses the phenotype of Duchenne muscular dystrophy, GKD, and congenital adrenal hypoplasia due to the deletion of 3 contiguous genetic loci on the X chromosome. Our case exemplifies the presentation of this disorder and highlights the important lesson of distinguishing between adrenal hypoplasia congenita and congenital adrenal hyperplasia, as well as the sometimes subtle presentation of adrenal insufficiency. To our knowledge, it is also the first reported case of complex GKD deficiency with the additional finding of hepatic iron deposition, which may indicate a potential area for exploration regarding the pathogenesis of liver injury and cholestasis seen in cortisol-related endocrinopathies.

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Congenital adrenal hypoplasia with neurodevelopmental delay due to contiguous Xp21 deletion: a case series with review of literature.
    Endocrine journal· 2026· PMID 41285479mais citado
  2. [Xp21 contiguous gene deletion syndrome].
    Zhurnal nevrologii i psikhiatrii imeni S.S. Korsakova· 2025· PMID 40350738mais citado
  3. A 3-Year-Old Boy with an Xp21 Deletion Syndrome: A Case Report.
    Endocrine, metabolic &amp; immune disorders drug targets· 2022· PMID 35105298mais citado
  4. Complex Glycerol Kinase Deficiency (Xp21 Deletion Syndrome): A Case Report of a Contiguous Gene Disorder Necessitating Creative Anesthetic Planning.
    A&amp;A practice· 2020· PMID 32845106mais citado
  5. Cholestasis and Hepatic Iron Deposition in an Infant With Complex Glycerol Kinase Deficiency.
    Pediatrics· 2017· PMID 28759390mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:261476(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:300679(OMIM)
  3. MONDO:0010399(MONDO)
  4. GARD:17246(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q21154074(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Síndrome de deleção Xp21
Compêndio · Raras BR

Síndrome de deleção Xp21

ORPHA:261476 · MONDO:0010399
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
100 casos conhecidos
CID-10
Q99.8 · Outras anomalias cromossômicas especificadas
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0795887
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata