Pular para o conteúdo
Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1
ORPHA:477817CID-10 · Q92.3OMIM 616652DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroInício infânciaHerança Unknown

Síndrome de duplicação contígua PMP22-RAI1 é uma condição autossômica dominante associada a neuropatia periférica desmielinizante, deficiência intelectual e características faciais como fissura palpebral ascendente. Manifesta-se com palato ogival, marcha instável, pé torto equinovalgo, deficiência auditiva e clinodactilia.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · atualizado 14/06/2026Revisão médica pendente
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1 é uma doença genética rara, caracterizada por uma cópia extra (duplicação) de dois genes vizinhos no cromossomo 17: o gene PMP22 e o gene RAI1. Essa duplicação leva a uma combinação de sintomas que afetam principalmente o sistema nervoso periférico (neuropatia), o desenvolvimento intelectual e a formação de algumas estruturas do corpo. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. Os primeiros sinais geralmente aparecem na infância ou na primeira infância.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sintomas da síndrome são variados e podem incluir: neuropatia periférica desmielinizante (comprometimento dos nervos que leva a fraqueza e alterações de sensibilidade), deficiência intelectual, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, marcha instável ou atáxica, arreflexia (ausência de reflexos), déficit de crescimento, dificuldades alimentares, constipação crônica e apneia do sono. Alterações físicas comuns incluem fissura palpebral ascendente (olhos levemente puxados para cima), face triangular, filtro longo (espaço entre o nariz e o lábio superior alongado), palato ogival (céu da boca alto e estreito), pé torto equinovalgo ou valgo, pé plano, clinodactilia do quinto dedo (dedo mínimo curvado), morfologia anormal do pé e do rim, além de aneurisma da raiz da aorta e deficiência auditiva. Exames de nervos podem mostrar um número diminuído de fibras nervosas mielinizadas periféricas.[1][2]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma duplicação de uma região do cromossomo 17 que contém dois genes: o gene PMP22 e o gene RAI1 (que codifica a proteína induzida por ácido retinoico 1). A herança é descrita como desconhecida, mas a condição geralmente ocorre de forma esporádica (não herdada dos pais) ou, em alguns casos, pode ser herdada de forma autossômica dominante. O padrão de herança autossômica dominante significa que uma cópia da duplicação é suficiente para causar a doença.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. No banco de dados ClinVar, há 425 variantes descritas para esta condição. O código CID-10 associado é Q92.3 (duplicação de região autossômica).[1][3][4]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a síndrome. O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Pode incluir: acompanhamento com neurologista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional para neuropatia e atraso no desenvolvimento; suporte nutricional para dificuldades alimentares e déficit de crescimento; tratamento para constipação crônica; avaliação cardiológica para aneurisma da raiz da aorta; e avaliação do sono para apneia. No SUS, o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível. A cobertura pelo SUS é considerada mínima para esta condição.[1][3]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas, especialmente o grau de neuropatia periférica e deficiência intelectual. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar pode melhorar a qualidade de vida, ajudando a manejar as dificuldades motoras, de aprendizado e as complicações clínicas, como a apneia do sono e problemas cardíacos. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta síndrome.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A síndrome Yuan-Harel-Lupski (YUHAL) é uma condição neurológica rara que combina características de duas outras desordens, a síndrome Potocki-Lupski e a doença de Charcot-Marie-Tooth tipo 1A.

Os primeiros sinais e sintomas da síndrome YUHAL começam na infância. Bebês com a síndrome YUHAL geralmente apresentam tônus muscular fraco (hipotonia), o que pode levar a problemas de alimentação. Eles tipicamente não crescem e ganham peso na taxa esperada. Bebês e crianças com a síndrome YUHAL têm desenvolvimento atrasado, incluindo atraso nas habilidades de fala e linguagem e nas habilidades motoras, como caminhar. A síndrome YUHAL também está associada a dificuldades comportamentais. Muitas pessoas com a condição apresentam problemas de sono, incluindo pausas na respiração durante o sono (apneia do sono) ou dificuldade para adormecer e permanecer dormindo. Algumas pessoas com a síndrome YUHAL têm diferenças sutis nas características faciais, incluindo cantos externos dos olhos que apontam para baixo (fissuras palpebrais inclinadas para baixo), rosto triangular e olhos que não olham na mesma direção (estrabismo). Esses sinais e sintomas são semelhantes aos da síndrome Potocki-Lupski.

Outros sinais e sintomas da síndrome YUHAL começam na infância e resultam de dano aos nervos periféricos, que conectam o cérebro e a medula espinhal aos músculos e às células sensoriais que detectam sensações como toque, dor e calor. O dano aos nervos periféricos pode levar à perda de sensação e ao desgaste (atrofia) dos músculos nas pernas. Crianças com a síndrome YUHAL frequentemente desenvolvem fraqueza muscular, particularmente nas pernas inferiores, o que pode levar a um estilo de marcha incomum (gait). Algumas pessoas com a condição apresentam anomalias nos pés, como pés chatos (pes planus), arcos altos (pes cavus) ou pé virado para dentro e para cima (pé torto). Elas também podem experimentar reflexos reduzidos e diminuição da sensibilidade ao toque, calor e frio nos pés e nas pernas inferiores. Características semelhantes são observadas em indivíduos com a doença de Charcot-Marie-Tooth tipo 1A, embora possam aparecer mais cedo em pessoas com a síndrome YUHAL, frequentemente antes dos 5 anos de idade.

Um desenvolvimento anormal de outros tecidos e órgãos, como o coração ou os rins, pode ocorrer na síndrome YUHAL.

Fonte: MedlinePlus Genetics (NLM/NIH), traduzido
📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome de duplicação contígua PMP22-RAI1 é uma condição autossômica dominante associada a neuropatia periférica desmielinizante, deficiência intelectual e características faciais como fissura palpebral ascendente. Manifesta-se com palato ogival, marcha instável, pé torto equinovalgo, deficiência auditiva e clinodactilia.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
23
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q92.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

😀
Face
10 sintomas
🧠
Neurológico
8 sintomas
❤️
Coração
7 sintomas
📏
Crescimento
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
🫃
Digestivo
2 sintomas

+ 25 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
92%prev.
Dificuldades alimentares
Frequência: 12/13
90%prev.
Formato facial anormal
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Dificuldades alimentares na infância
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hipotonia do lactente
Muito frequente (99-80%)
66sintomas
Muito frequente (9)
Frequente (25)
Ocasional (27)
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 66 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagemDelayed speech and language development
Muito frequente (99-80%)100%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)100%
Dificuldades alimentaresFeeding difficulties
Frequência: 12/1392%
Formato facial anormalAbnormal facial shape
Muito frequente (99-80%)90%
Dificuldades alimentares na infânciaFeeding difficulties in infancy
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11desde 2015
Últimos 10 anos1publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Unknown.

RAI1Retinoic acid-induced protein 1Role in the phenotype ofAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
Expression of BMAL (ARNTL), CLOCK, and NPAS2Heme signaling
MECANISMO DE DOENÇA

Smith-Magenis syndrome

Characterized by intellectual disability associated with development and growth delays. Affected persons have characteristic behavioral abnormalities, including self-injurious behaviors and sleep disturbance, and distinct craniofacial and skeletal anomalies.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Cervix Endocervix
29.7 TPM
Útero
29.6 TPM
Cerebelo
25.5 TPM
Pituitária
24.7 TPM
Tireoide
23.8 TPM
INTERAÇÕES PROTEICAS (2)
OUTRAS DOENÇAS (3)
Smith-Magenis syndromePotocki-Lupski syndromePMP22-RAI1 contiguous gene duplication syndrome
HGNC:9834UniProt:Q7Z5J4

Variantes genéticas (ClinVar)

425 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RAI1: GRCh38/hg38 17p11.2(chr17:17048995-18400908)x1 ()
🧬 RAI1: GRCh38/hg38 17p11.2(chr17:16832948-20527478)x1 ()
🧬 RAI1: NM_030665.4(RAI1):c.1344_1345insT (p.Val449fs) ()
🧬 RAI1: NM_030665.4(RAI1):c.4122_4134del (p.Ser1374fs) ()
🧬 RAI1: NM_030665.4(RAI1):c.2452dup (p.Val818fs) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 3 variantes classificadas pelo ClinVar.

1
1
1
Patogênica (33.3%)
VUS (33.3%)
Benigna (33.3%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
TBC1D26: Single allele [Pathogenic]
RAI1: NM_030665.4(RAI1):c.4963G>A (p.Gly1655Ser) [Uncertain significance]
RAI1: NM_030665.4(RAI1):c.3407C>T (p.Thr1136Met) [Benign]

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Nonrecurrent 17p11.2p12 Rearrangement Events that Result in Two Concomitant Genomic Disorders: The PMP22-RAI1 Contiguous Gene Duplication Syndrome.

American journal of human genetics2015 Nov 05

The genomic duplication associated with Potocki-Lupski syndrome (PTLS) maps in close proximity to the duplication associated with Charcot-Marie-Tooth disease type 1A (CMT1A). PTLS is characterized by hypotonia, failure to thrive, reduced body weight, intellectual disability, and autistic features. CMT1A is a common autosomal dominant distal symmetric peripheral polyneuropathy. The key dosage-sensitive genes RAI1 and PMP22 are respectively associated with PTLS and CMT1A. Recurrent duplications accounting for the majority of subjects with these conditions are mediated by nonallelic homologous recombination between distinct low-copy repeat (LCR) substrates. The LCRs flanking a contiguous genomic interval encompassing both RAI1 and PMP22 do not share extensive homology; thus, duplications encompassing both loci are rare and potentially generated by a different mutational mechanism. We characterized genomic rearrangements that simultaneously duplicate PMP22 and RAI1, including nine potential complex genomic rearrangements, in 23 subjects by high-resolution array comparative genomic hybridization and breakpoint junction sequencing. Insertions and microhomologies were found at the breakpoint junctions, suggesting potential replicative mechanisms for rearrangement formation. At the breakpoint junctions of these nonrecurrent rearrangements, enrichment of repetitive DNA sequences was observed, indicating that they might predispose to genomic instability and rearrangement. Clinical evaluation revealed blended PTLS and CMT1A phenotypes with a potential earlier onset of neuropathy. Moreover, additional clinical findings might be observed due to the extra duplicated material included in the rearrangements. Our genomic analysis suggests replicative mechanisms as a predominant mechanism underlying PMP22-RAI1 contiguous gene duplications and provides further evidence supporting the role of complex genomic architecture in genomic instability.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1 e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma alteração genética rara decorrente de um rearranjo no cromossomo 17 que resulta na duplicação contígua dos genes PMP22 e RAI1. Essa alteração biológica combina características clínicas de duas doenças genômicas, causando problemas neurológicos e no desenvolvimento infantil.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 1 publicação do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:17859
    GARD (NIH)
  3. Q55784958
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-duplicacao-dos-genes-contiguos-pmp22-rai1

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de duplicação dos genes contíguos PMP22-RAI1

ORPHA:477817 · MONDO:0014723
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
23 casos conhecidos
Herança
Unknown
CID-10
Q92.3 · Trissomia parcial minor
Início
Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4225255
EuropePMC
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara