Síndrome rara caracterizada por unhas hiperconvexas, morfologia vertebral e EEG anormais, convulsões, hipohidrose, aminoacidúria, anemia, ponte nasal deprimida, ictiose e megacólon agangliônico.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome dermotríquico é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo, incluindo a pele, os cabelos, as unhas e o sistema nervoso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma doença extremamente rara. Os primeiros sinais geralmente aparecem já no período neonatal (logo após o nascimento).[1][3]
Sinais e sintomas
A síndrome pode se manifestar por uma combinação de alterações na pele, unhas, cabelos, rosto e sistema neurológico. Entre os sinais mais comuns estão: ictiose (pele seca e escamosa), hipo-hidrose (diminuição da capacidade de suar), distrofia ungueal (unhas frágeis ou malformadas) e unhas dos pés hiperconvexas (em formato de colher). Na face, podem ser observadas bossas frontais (proeminência da testa), ponte nasal deprimida (nariz afundado), nariz curto, blefarofimose (fendas palpebrais estreitas) e macrotia (orelhas grandes). Do ponto de vista neurológico, podem ocorrer convulsões, anormalidades no eletroencefalograma (EEG) e deficiência intelectual. Outros achados incluem baixa estatura proporcional, anemia, aminoacidúria (excesso de aminoácidos na urina), morfologia vertebral anormal e megacólon agangliônico (dilatação do intestino grosso por falta de células nervosas).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, associada a exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 336 testes genéticos disponíveis internacionalmente para auxiliar na investigação da síndrome.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Síndrome dermotríquico. O manejo é sintomático e de suporte, envolvendo uma equipe multidisciplinar que pode incluir dermatologista, neurologista, geneticista, fisioterapeuta e outros especialistas, conforme as necessidades de cada paciente. O objetivo é controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado integral.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e o acesso a cuidados multidisciplinares. Como a condição é extremamente rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte familiar são fundamentais para promover o bem-estar e o desenvolvimento da pessoa afetada.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara caracterizada por unhas hiperconvexas, morfologia vertebral e EEG anormais, convulsões, hipohidrose, aminoacidúria, anemia, ponte nasal deprimida, ictiose e megacólon agangliônico.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome dermotríquico é uma condição genética rara que afeta múltiplos sistemas do corpo, incluindo a pele, os cabelos, as unhas e o sistema nervoso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma doença extremamente rara. Os primeiros sinais geralmente aparecem já no período neonatal (logo após o nascimento).[1][3]
Sinais e sintomas
A síndrome pode se manifestar por uma combinação de alterações na pele, unhas, cabelos, rosto e sistema neurológico. Entre os sinais mais comuns estão: ictiose (pele seca e escamosa), hipo-hidrose (diminuição da capacidade de suar), distrofia ungueal (unhas frágeis ou malformadas) e unhas dos pés hiperconvexas (em formato de colher). Na face, podem ser observadas bossas frontais (proeminência da testa), ponte nasal deprimida (nariz afundado), nariz curto, blefarofimose (fendas palpebrais estreitas) e macrotia (orelhas grandes). Do ponto de vista neurológico, podem ocorrer convulsões, anormalidades no eletroencefalograma (EEG) e deficiência intelectual. Outros achados incluem baixa estatura proporcional, anemia, aminoacidúria (excesso de aminoácidos na urina), morfologia vertebral anormal e megacólon agangliônico (dilatação do intestino grosso por falta de células nervosas).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, associada a exames complementares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. Atualmente, há 336 testes genéticos disponíveis internacionalmente para auxiliar na investigação da síndrome.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico ou medicamento aprovado para a Síndrome dermotríquico. O manejo é sintomático e de suporte, envolvendo uma equipe multidisciplinar que pode incluir dermatologista, neurologista, geneticista, fisioterapeuta e outros especialistas, conforme as necessidades de cada paciente. O objetivo é controlar os sintomas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado integral.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e o acesso a cuidados multidisciplinares. Como a condição é extremamente rara, não há dados consolidados sobre a expectativa de vida. O acompanhamento regular com especialistas e o suporte familiar são fundamentais para promover o bem-estar e o desenvolvimento da pessoa afetada.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 6 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 17 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome dermotríquico
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Ver todas no PubMed📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 0
Ver todos os 1 no EuropePMCAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome dermotríquico.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome dermotríquico
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
Participe da discussão
Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.
Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:99688(Orphanet)
- MONDO:0020475(MONDO)
- GARD:19683(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q18019291(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome dermotríquico
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata