A síndrome tipo Larsen, do tipo letal, é caracterizada por deslocamento de várias articulações e dificuldade respiratória grave, que ocorrem devido ao amolecimento da traqueia (traqueomalácia) e/ou pulmões subdesenvolvidos (hipoplasia pulmonar). Ela foi descrita em menos de dez pessoas. Acredita-se que a transmissão seja autossômica recessiva, o que significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene afetado de cada um dos pais para desenvolver a síndrome. Problemas no desenvolvimento do cérebro foram observados em alguns pacientes e podem resultar de danos generalizados por falta de oxigênio e sangue no corpo durante a segunda metade da gravidez, embora a influência de fatores genéticos não tenha sido descartada.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A síndrome Larsen-like letal é uma doença genética muito rara caracterizada por deslocamento em várias articulações do corpo e sérias dificuldades para respirar logo ao nascer. Esses problemas respiratórios acontecem porque os pulmões e as vias aéreas, como a traqueia, não se desenvolvem adequadamente. Não existem medicamentos curativos específicos para a síndrome, de modo que o cuidado médico é voltado para dar suporte respiratório e conforto. No Brasil, a condição não possui um Protocolo Clínico (PCDT) no Ministério da Saúde, mas o SUS disponibiliza exames genéticos e serviços de suporte.
A síndrome tipo Larsen, do tipo letal, é caracterizada por deslocamento de várias articulações e dificuldade respiratória grave, que ocorrem devido ao amolecimento da traqueia (traqueomalácia) e/ou pulmões subdesenvolvidos (hipoplasia pulmonar). Ela foi descrita em menos de dez pessoas. Acredita-se que a transmissão seja autossômica recessiva, o que significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene afetado de cada um dos pais para desenvolver a síndrome. Problemas no desenvolvimento do cérebro foram observados em alguns pacientes e podem resultar de danos generalizados por falta de oxigênio e sangue no corpo durante a segunda metade da gravidez, embora a influência de fatores genéticos não tenha sido descartada.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 4 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 11 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Larsen-like letal
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Incidence and medical costs of lupus in Spanish hospitals: a retrospective database analysis.
Clinical, biochemical, and genetic spectrum of MADD in a South African cohort: an ICGNMD study.
Management and current status of spinal muscular atrophy: a retrospective multicentre claims database analysis.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Síndrome Larsen-like letal e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A síndrome tem causa genética e herança autossômica recessiva, exigindo uma cópia alterada herdada de cada genitor. Estudos investigam genes de linkeropatias como o B3GAT3, mas os dados principais ainda não trazem um gene causal único definido.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Síndrome Larsen-like letal. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-larsen-like-letal
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome Larsen-like letal
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata