Uma mutação (alteração genética) que surgiu no gene CTLA4 (ou seja, não foi herdada) fez com que restasse apenas uma cópia funcional desse gene. Essa condição, em que há apenas uma cópia funcional do gene CTLA4 (conhecida como haploinsuficiência), está ligada à Síndrome Linfoproliferativa Autoimune, tipo V.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Uma mutação (alteração genética) que surgiu no gene CTLA4 (ou seja, não foi herdada) fez com que restasse apenas uma cópia funcional desse gene. Essa condição, em que há apenas uma cópia funcional do gene CTLA4 (conhecida como haploinsuficiência), está ligada à Síndrome Linfoproliferativa Autoimune, tipo V.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 12 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 37 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Inhibitory receptor acting as a major negative regulator of T-cell responses (PubMed:11279501, PubMed:11279502, PubMed:16551244, PubMed:1714933, PubMed:18641304, PubMed:28484017). Acts as a decoy receptor: the affinity of CTLA4 for its natural B7 family ligands, CD80 and CD86, is considerably stronger than the affinity of their cognate stimulatory coreceptor CD28 (PubMed:11279501, PubMed:11279502, PubMed:16551244, PubMed:1714933, PubMed:28484017)
Cell membrane
Systemic lupus erythematosus
A chronic, relapsing, inflammatory, and often febrile multisystemic disorder of connective tissue, characterized principally by involvement of the skin, joints, kidneys and serosal membranes. It is of unknown etiology, but is thought to represent a failure of the regulatory mechanisms of the autoimmune system. The disease is marked by a wide range of system dysfunctions, an elevated erythrocyte sedimentation rate, and the formation of LE cells in the blood or bone marrow.
Variantes genéticas (ClinVar)
120 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome linfoproliferativo autoimune por haploinsuficiência CTLA4
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome linfoproliferativo autoimune por haploinsuficiência CTLA4
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:436159(Orphanet)
- OMIM OMIM:616100(OMIM)
- MONDO:0014493(MONDO)
- GARD:12316(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55784850(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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