A síndrome de Langer-Giedon, também conhecida como síndrome tricorrinofalângica tipo 2, é um distúrbio de anomalia congênita múltipla, genético, muito raro, caracterizado por anormalidades ósseas, características faciais distintas, exostoses múltiplas e deficiência intelectual.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A síndrome trico-rino-falângica tipo 2, ou síndrome Langer-Giedion, é uma condição genética rara que altera o desenvolvimento dos ossos, traços faciais e o aprendizado. As famílias costumam notar sinais como curvatura na coluna (escoliose), caroços ósseos benignos (exostoses), cabelos mais finos ou raros e atraso no desenvolvimento da fala e dos movimentos. Não existe um medicamento específico que cure a condição, e ela não conta com um protocolo clínico (PCDT) exclusivo no Ministério da Saúde. O cuidado pelo SUS envolve o acompanhamento médico multidisciplinar e procedimentos de reabilitação voltados para doenças raras.
A síndrome de Langer-Giedon, também conhecida como síndrome tricorrinofalângica tipo 2, é um distúrbio de anomalia congênita múltipla, genético, muito raro, caracterizado por anormalidades ósseas, características faciais distintas, exostoses múltiplas e deficiência intelectual.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 31 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 111 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
3 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Hereditary multiple exostoses 1
EXT is a genetically heterogeneous bone disorder caused by genes segregating on human chromosomes 8, 11, and 19 and designated EXT1, EXT2 and EXT3 respectively. EXT is a dominantly inherited skeletal disorder primarily affecting endochondral bone during growth. The disease is characterized by formation of numerous cartilage-capped, benign bone tumors (osteocartilaginous exostoses or osteochondromas) that are often accompanied by skeletal deformities and short stature. In a small percentage of cases exostoses have exhibited malignant transformation resulting in an osteosarcoma or chondrosarcoma. Osteochondromas development can also occur as a sporadic event.
Cornelia de Lange syndrome 4 with or without midline brain defects
A form of Cornelia de Lange syndrome, a clinically heterogeneous developmental disorder associated with malformations affecting multiple systems. It is characterized by facial dysmorphisms, abnormal hands and feet, growth delay, cognitive retardation, hirsutism, gastroesophageal dysfunction and cardiac, ophthalmologic and genitourinary anomalies.
Tricho-rhino-phalangeal syndrome 1
Autosomal dominant disorder characterized by craniofacial and skeletal abnormalities. It is allelic with tricho-rhino-phalangeal type 3. Typical features include sparse scalp hair, a bulbous tip of the nose, protruding ears, a long flat philtrum and a thin upper vermilion border. Skeletal defects include cone-shaped epiphyses at the phalanges, hip malformations and short stature.
Variantes genéticas (ClinVar)
1.583 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 558 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
10 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome trico-rino-falângica tipo 2
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
Nenhum país com ensaio aberto no momento.
Pesquisa e ensaios clínicos
1 ensaios clínicos encontrados.
Publicações mais relevantes
Do microdeletions lead to immune deficiency?
Microdeletion syndromes may be accompanied by immunological disorders. This study aimed to evaluate the clinical and laboratory data as well as the immune functions of patients diagnosed with a microdeletion syndrome. 39 patients diagnosed with microdeletion syndrome who were monitored at the Pediatric Genetics and Immunology clinics at Dr. Behcet Uz Children's Hospital were included in this study. All data for this research were obtained from patient records and by individual consultation with their parents. Of the 39 patients, 15 were monitored for a diagnosis of Williams syndrome, 12 for DiGeorge syndrome, 4 for Prader-Willi syndrome, 2 for Wolf-Hirschhorn syndrome, 1 for a 1p36 deletion, 1 for Smith-Magenis syndrome, 2 for Trichorhinophalangeal syndrome type 2 (TRPS2), and 2 for Cri-du-chat syndrome. Of these 39 patients, 10 (25.6%) had a medical history of frequent upper respiratory tract infections. One of the cases with TRPS2 and another with Smith-Magenis syndrome had previously received intravenous antibiotic therapy for infectious disease. Five of the 12 patients with DiGeorge syndrome had low T lymphocytes. Two of the patients with DiGeorge syndrome with a history of frequent infections, with hypogammaglobinemia, and low lymphocytes were receiving regular intravenous immunoglobulin (IVIG) replacement. It must be taken into account that patients with microdeletion syndromes, especially those with DiGeorge syndrome, may also have immunodeficiencies; therefore, these patients should be closely monitored to prevent development of any complications.
Langer-Giedion Syndrome: a Rare Case Report.
Langer-Giedion syndrome is a very uncommon autosomal dominant genetic disorder caused by the deletion of chromosomal material. It is characterized by multiple bony exostosis, short stature, mental retardation, and typical facial features. The characteristic appearance of individuals includes sparse scalp hair, rounded nose, prominent philtral area and thin upper lip. Some cases with this condition have loose skin in childhood which typically resolves with age. Oral and dental manifestations include micrognathia, retrognathia, hypodontia, and malocclusion based on cephalometric analysis. This report presents a case of Langer-Giedion syndrome in a 10-year-old child.
Publicações recentes
Do microdeletions lead to immune deficiency?
Langer-Giedion Syndrome: a Rare Case Report.
Trichorhinophalangeal syndrome type 2: another syndromic form of hydrometrocolpos.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Doença com base genética
Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Síndrome trico-rino-falângica tipo 2 e no aconselhamento genético da família.
Doenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Ela é causada por alterações genéticas com padrão de herança autossômica dominante, envolvendo os genes EXT1, TRPS1 e RAD21. Esses genes são responsáveis por proteínas essenciais no desenvolvimento ósseo e tecidual.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
3 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Síndrome trico-rino-falângica tipo 2. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-trico-rino-falangica-tipo-2
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Síndrome trico-rino-falângica tipo 2
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata