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Síndrome trico-rino-falângica tipo 2
ORPHA:502CID-10 · Q87.8CID-11 · LD24.80OMIM 150230DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
neuroInício neonatalHerança AD
Sinônimos clínicos: Síndrome Langer-Giedion

A síndrome de Langer-Giedon, também conhecida como síndrome tricorrinofalângica tipo 2, é um distúrbio de anomalia congênita múltipla, genético, muito raro, caracterizado por anormalidades ósseas, características faciais distintas, exostoses múltiplas e deficiência intelectual.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A síndrome trico-rino-falângica tipo 2, ou síndrome Langer-Giedion, é uma condição genética rara que altera o desenvolvimento dos ossos, traços faciais e o aprendizado. As famílias costumam notar sinais como curvatura na coluna (escoliose), caroços ósseos benignos (exostoses), cabelos mais finos ou raros e atraso no desenvolvimento da fala e dos movimentos. Não existe um medicamento específico que cure a condição, e ela não conta com um protocolo clínico (PCDT) exclusivo no Ministério da Saúde. O cuidado pelo SUS envolve o acompanhamento médico multidisciplinar e procedimentos de reabilitação voltados para doenças raras.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A síndrome de Langer-Giedon, também conhecida como síndrome tricorrinofalângica tipo 2, é um distúrbio de anomalia congênita múltipla, genético, muito raro, caracterizado por anormalidades ósseas, características faciais distintas, exostoses múltiplas e deficiência intelectual.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2020

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
100
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q87.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
21 sintomas
😀
Face
14 sintomas
🧬
Pele e cabelo
8 sintomas
🧠
Neurológico
8 sintomas
❤️
Coração
6 sintomas
👂
Ouvidos
5 sintomas

+ 31 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Escoliose
Frequência: 4/4
100%prev.
Cabelo esparso no couro cabeludo
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Epífises em forma de cone das falanges da mão
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Múltiplas exostoses de ossos longos
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Exostoses
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Filtro longo
Muito frequente (99-80%)
111sintomas
Muito frequente (10)
Frequente (17)
Ocasional (70)
Sem dados (14)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 111 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

EscolioseScoliosis
Frequência: 4/4100%
Muito frequente (99-80%)100%
Epífises em forma de cone das falanges da mãoCone-shaped epiphyses of the phalanges of the hand
Muito frequente (99-80%)100%
Múltiplas exostoses de ossos longosMultiple long-bone exostoses
Muito frequente (99-80%)100%
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa6desde 2020
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20161 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026🧪 2022Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

3 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

EXT1Exostosin-1Role in the phenotype ofAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
HS-GAG biosynthesisDefective EXT2 causes exostoses 2
MECANISMO DE DOENÇA

Hereditary multiple exostoses 1

EXT is a genetically heterogeneous bone disorder caused by genes segregating on human chromosomes 8, 11, and 19 and designated EXT1, EXT2 and EXT3 respectively. EXT is a dominantly inherited skeletal disorder primarily affecting endochondral bone during growth. The disease is characterized by formation of numerous cartilage-capped, benign bone tumors (osteocartilaginous exostoses or osteochondromas) that are often accompanied by skeletal deformities and short stature. In a small percentage of cases exostoses have exhibited malignant transformation resulting in an osteosarcoma or chondrosarcoma. Osteochondromas development can also occur as a sporadic event.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Aorta
72.2 TPM
Fibroblastos
49.8 TPM
Artéria tibial
39.0 TPM
Artéria coronária
34.6 TPM
Pulmão
23.8 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
chondrosarcomaexostoses, multiple, type 1trichorhinophalangeal syndrome type IIhereditary multiple osteochondromas
HGNC:3512UniProt:Q16394
RAD21Double-strand-break repair protein rad21 homologRole in the phenotype ofAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (2)
Establishment of Sister Chromatid CohesionResolution of Sister Chromatid Cohesion
MECANISMO DE DOENÇA

Cornelia de Lange syndrome 4 with or without midline brain defects

A form of Cornelia de Lange syndrome, a clinically heterogeneous developmental disorder associated with malformations affecting multiple systems. It is characterized by facial dysmorphisms, abnormal hands and feet, growth delay, cognitive retardation, hirsutism, gastroesophageal dysfunction and cardiac, ophthalmologic and genitourinary anomalies.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
148.7 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
109.2 TPM
Esôfago - Muscular
99.4 TPM
Testículo
98.1 TPM
Tireoide
90.8 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
Cornelia de Lange syndrome 4Mungan syndrometrichorhinophalangeal syndrome type IICornelia de Lange syndrome
HGNC:9811UniProt:O60216
TRPS1Zinc finger transcription factor Trps1Role in the phenotype ofAltamente restrito
MECANISMO DE DOENÇA

Tricho-rhino-phalangeal syndrome 1

Autosomal dominant disorder characterized by craniofacial and skeletal abnormalities. It is allelic with tricho-rhino-phalangeal type 3. Typical features include sparse scalp hair, a bulbous tip of the nose, protruding ears, a long flat philtrum and a thin upper vermilion border. Skeletal defects include cone-shaped epiphyses at the phalanges, hip malformations and short stature.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Mama
25.2 TPM
Vagina
18.8 TPM
Cervix Ectocervix
15.4 TPM
Glândula salivar
13.5 TPM
Esôfago - Mucosa
13.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
obsolete trichorhinophalangeal syndrome, type IIItrichorhinophalangeal syndrome type Itrichorhinophalangeal syndrome type II
HGNC:12340UniProt:Q9UHF7

Variantes genéticas (ClinVar)

1.583 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 EXT1: NM_000127.3(EXT1):c.840G>T (p.Arg280Ser) ()
🧬 EXT1: NM_000127.3(EXT1):c.1383T>G (p.Tyr461Ter) ()
🧬 EXT1: NM_000127.3(EXT1):c.1065C>G (p.Cys355Trp) ()
🧬 EXT1: NM_000127.3(EXT1):c.1319del (p.Arg440fs) ()
🧬 EXT1: NM_000127.3(EXT1):c.448C>T (p.Gln150Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 558 variantes classificadas pelo ClinVar.

223
335
VUS (40.0%)
Benigna (60.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
TRPS1: NM_014112.5(TRPS1):c.614A>G (p.Asp205Gly) [Uncertain significance]
TRPS1: NM_014112.5(TRPS1):c.435G>C (p.Glu145Asp) [Uncertain significance]
TRPS1: NM_014112.5(TRPS1):c.3875C>G (p.Pro1292Arg) [Uncertain significance]
TRPS1: NM_014112.5(TRPS1):c.3461A>G (p.Tyr1154Cys) [Uncertain significance]
TRPS1: NM_014112.5(TRPS1):c.422C>A (p.Pro141Gln) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome trico-rino-falângica tipo 2

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Onde estão os ensaios

Nenhum país com ensaio aberto no momento.

Pesquisa e ensaios clínicos

1 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Do microdeletions lead to immune deficiency?

Central-European journal of immunology2020

Microdeletion syndromes may be accompanied by immunological disorders. This study aimed to evaluate the clinical and laboratory data as well as the immune functions of patients diagnosed with a microdeletion syndrome. 39 patients diagnosed with microdeletion syndrome who were monitored at the Pediatric Genetics and Immunology clinics at Dr. Behcet Uz Children's Hospital were included in this study. All data for this research were obtained from patient records and by individual consultation with their parents. Of the 39 patients, 15 were monitored for a diagnosis of Williams syndrome, 12 for DiGeorge syndrome, 4 for Prader-Willi syndrome, 2 for Wolf-Hirschhorn syndrome, 1 for a 1p36 deletion, 1 for Smith-Magenis syndrome, 2 for Trichorhinophalangeal syndrome type 2 (TRPS2), and 2 for Cri-du-chat syndrome. Of these 39 patients, 10 (25.6%) had a medical history of frequent upper respiratory tract infections. One of the cases with TRPS2 and another with Smith-Magenis syndrome had previously received intravenous antibiotic therapy for infectious disease. Five of the 12 patients with DiGeorge syndrome had low T lymphocytes. Two of the patients with DiGeorge syndrome with a history of frequent infections, with hypogammaglobinemia, and low lymphocytes were receiving regular intravenous immunoglobulin (IVIG) replacement. It must be taken into account that patients with microdeletion syndromes, especially those with DiGeorge syndrome, may also have immunodeficiencies; therefore, these patients should be closely monitored to prevent development of any complications.

#2

Langer-Giedion Syndrome: a Rare Case Report.

Journal of dentistry (Shiraz, Iran)2016 Sep

Langer-Giedion syndrome is a very uncommon autosomal dominant genetic disorder caused by the deletion of chromosomal material. It is characterized by multiple bony exostosis, short stature, mental retardation, and typical facial features. The characteristic appearance of individuals includes sparse scalp hair, rounded nose, prominent philtral area and thin upper lip. Some cases with this condition have loose skin in childhood which typically resolves with age. Oral and dental manifestations include micrognathia, retrognathia, hypodontia, and malocclusion based on cephalometric analysis. This report presents a case of Langer-Giedion syndrome in a 10-year-old child.

Publicações recentes

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Ela é causada por alterações genéticas com padrão de herança autossômica dominante, envolvendo os genes EXT1, TRPS1 e RAD21. Esses genes são responsáveis por proteínas essenciais no desenvolvimento ósseo e tecidual.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

3 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Do microdeletions lead to immune deficiency?
    Central-European journal of immunology2020PMID 32425682
  2. Langer-Giedion Syndrome: a Rare Case Report.
    Journal of dentistry (Shiraz, Iran)2016PMID 27602401
  3. ORPHA:502
    Orphanet
  4. GARD:7801
    GARD (NIH)
  5. Q3508795
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Síndrome trico-rino-falângica tipo 2. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-trico-rino-falangica-tipo-2

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome trico-rino-falângica tipo 2
Compêndio · Raras BR

Síndrome trico-rino-falângica tipo 2

ORPHA:502 · MONDO:0007874
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
100 casos conhecidos
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q87.8 · Outras síndromes com malformações congênitas especificadas, não classificadas em outra parte
CID-11
Início
Childhood, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0023003
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara