Somatomamotropinoma é um tumor hipofisário raro que causa gigantismo e acromegalia, com pele espessada, sonolência diurna, dismenorreia e dentes espaçados. Pode apresentar macrocefalia, testa proeminente e dedos afilados, além de alterações ósseas nos membros.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do Somatomamotropinoma incluem alterações no crescimento e na aparência física, como pele espessada, testa larga, face longa, mandíbula larga, prognatismo mandibular (queixo proeminente), macroglossia (língua aumentada), macrotia (orelhas grandes), dentes amplamente espaçados, alta estatura, dedos afilados, macrodactilia (dedos das mãos ou pés aumentados), pés largos e morfologia anormal das unhas dos pés. Também podem ocorrer acantose nigricans (manchas escuras na pele), hirsutismo generalizado (crescimento excessivo de pelos), artralgia (dores nas articulações), fadiga, sonolência diurna excessiva, hipersonia (sono excessivo), apneia do sono, dismenorreia (cólicas menstruais intensas), disúria (dificuldade ou dor ao urinar), concentração elevada de hormônio do crescimento circulante e aumento da concentração circulante de prolactina.[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico do Somatomamotropinoma é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação laboratorial dos níveis elevados de hormônio do crescimento e prolactina. Existem 336 testes genéticos disponíveis para investigação da condição, embora a base genética ainda não seja completamente compreendida. Não há variantes registradas no ClinVar para esta doença.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento do Somatomamotropinoma visa controlar a produção excessiva de hormônios e aliviar os sintomas. As opções de manejo podem incluir cirurgia para remoção do tumor hipofisário, radioterapia e medicamentos que bloqueiam a ação ou a produção dos hormônios. É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, neurocirurgião e oftalmologista. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico do Somatomamotropinoma depende do tamanho do tumor, da resposta ao tratamento e do controle dos níveis hormonais. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos sintomas podem ser revertidos ou controlados, melhorando a qualidade de vida. No entanto, complicações como apneia do sono, artralgia e alterações estéticas podem persistir e exigir suporte contínuo.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Somatomamotropinoma é um tumor hipofisário raro que causa gigantismo e acromegalia, com pele espessada, sonolência diurna, dismenorreia e dentes espaçados. Pode apresentar macrocefalia, testa proeminente e dedos afilados, além de alterações ósseas nos membros.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas do Somatomamotropinoma incluem alterações no crescimento e na aparência física, como pele espessada, testa larga, face longa, mandíbula larga, prognatismo mandibular (queixo proeminente), macroglossia (língua aumentada), macrotia (orelhas grandes), dentes amplamente espaçados, alta estatura, dedos afilados, macrodactilia (dedos das mãos ou pés aumentados), pés largos e morfologia anormal das unhas dos pés. Também podem ocorrer acantose nigricans (manchas escuras na pele), hirsutismo generalizado (crescimento excessivo de pelos), artralgia (dores nas articulações), fadiga, sonolência diurna excessiva, hipersonia (sono excessivo), apneia do sono, dismenorreia (cólicas menstruais intensas), disúria (dificuldade ou dor ao urinar), concentração elevada de hormônio do crescimento circulante e aumento da concentração circulante de prolactina.[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico do Somatomamotropinoma é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação laboratorial dos níveis elevados de hormônio do crescimento e prolactina. Existem 336 testes genéticos disponíveis para investigação da condição, embora a base genética ainda não seja completamente compreendida. Não há variantes registradas no ClinVar para esta doença.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento do Somatomamotropinoma visa controlar a produção excessiva de hormônios e aliviar os sintomas. As opções de manejo podem incluir cirurgia para remoção do tumor hipofisário, radioterapia e medicamentos que bloqueiam a ação ou a produção dos hormônios. É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, neurocirurgião e oftalmologista. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico do Somatomamotropinoma depende do tamanho do tumor, da resposta ao tratamento e do controle dos níveis hormonais. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos sintomas podem ser revertidos ou controlados, melhorando a qualidade de vida. No entanto, complicações como apneia do sono, artralgia e alterações estéticas podem persistir e exigir suporte contínuo.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 28 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 61 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Somatomamotropinoma
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Somatomamotropinoma.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Somatomamotropinoma
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:314769(Orphanet)
- MONDO:0017823(MONDO)
- GARD:21391(GARD (NIH))
- Q55787419(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Somatomamotropinoma
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata