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Somatomamotropinoma
ORPHA:314769CID-10 · D35.2CID-11 · 2F37.YDOENÇA RARA
DermatológicoInício adolescente
Também conhecida comoGHPRL
Sinônimos clínicos: Adenoma pituitário co-secretor de GH e PRL · Adenoma pituitário co-secretor de hormona de crescimento e prolactina

Somatomamotropinoma é um tumor hipofisário raro que causa gigantismo e acromegalia, com pele espessada, sonolência diurna, dismenorreia e dentes espaçados. Pode apresentar macrocefalia, testa proeminente e dedos afilados, além de alterações ósseas nos membros.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Somatomamotropinoma é uma doença rara caracterizada pela produção excessiva de hormônio do crescimento e prolactina, geralmente por um tumor hipofisário. A condição pode se manifestar na adolescência ou na idade adulta, e sua prevalência exata é desconhecida.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas do Somatomamotropinoma incluem alterações no crescimento e na aparência física, como pele espessada, testa larga, face longa, mandíbula larga, prognatismo mandibular (queixo proeminente), macroglossia (língua aumentada), macrotia (orelhas grandes), dentes amplamente espaçados, alta estatura, dedos afilados, macrodactilia (dedos das mãos ou pés aumentados), pés largos e morfologia anormal das unhas dos pés. Também podem ocorrer acantose nigricans (manchas escuras na pele), hirsutismo generalizado (crescimento excessivo de pelos), artralgia (dores nas articulações), fadiga, sonolência diurna excessiva, hipersonia (sono excessivo), apneia do sono, dismenorreia (cólicas menstruais intensas), disúria (dificuldade ou dor ao urinar), concentração elevada de hormônio do crescimento circulante e aumento da concentração circulante de prolactina.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do Somatomamotropinoma. A herança da doença não é conhecida, e não há informações sobre variantes genéticas associadas em bases de dados clínicas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico do Somatomamotropinoma é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação laboratorial dos níveis elevados de hormônio do crescimento e prolactina. Existem 336 testes genéticos disponíveis para investigação da condição, embora a base genética ainda não seja completamente compreendida. Não há variantes registradas no ClinVar para esta doença.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento do Somatomamotropinoma visa controlar a produção excessiva de hormônios e aliviar os sintomas. As opções de manejo podem incluir cirurgia para remoção do tumor hipofisário, radioterapia e medicamentos que bloqueiam a ação ou a produção dos hormônios. É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, neurocirurgião e oftalmologista. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico do Somatomamotropinoma depende do tamanho do tumor, da resposta ao tratamento e do controle dos níveis hormonais. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos sintomas podem ser revertidos ou controlados, melhorando a qualidade de vida. No entanto, complicações como apneia do sono, artralgia e alterações estéticas podem persistir e exigir suporte contínuo.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Somatomamotropinoma é um tumor hipofisário raro que causa gigantismo e acromegalia, com pele espessada, sonolência diurna, dismenorreia e dentes espaçados. Pode apresentar macrocefalia, testa proeminente e dedos afilados, além de alterações ósseas nos membros.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Adolescent
+ adult
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: D35.2
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

O Somatomamotropinoma é uma doença rara caracterizada pela produção excessiva de hormônio do crescimento e prolactina, geralmente por um tumor hipofisário. A condição pode se manifestar na adolescência ou na idade adulta, e sua prevalência exata é desconhecida.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas do Somatomamotropinoma incluem alterações no crescimento e na aparência física, como pele espessada, testa larga, face longa, mandíbula larga, prognatismo mandibular (queixo proeminente), macroglossia (língua aumentada), macrotia (orelhas grandes), dentes amplamente espaçados, alta estatura, dedos afilados, macrodactilia (dedos das mãos ou pés aumentados), pés largos e morfologia anormal das unhas dos pés. Também podem ocorrer acantose nigricans (manchas escuras na pele), hirsutismo generalizado (crescimento excessivo de pelos), artralgia (dores nas articulações), fadiga, sonolência diurna excessiva, hipersonia (sono excessivo), apneia do sono, dismenorreia (cólicas menstruais intensas), disúria (dificuldade ou dor ao urinar), concentração elevada de hormônio do crescimento circulante e aumento da concentração circulante de prolactina.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há genes específicos identificados como causa do Somatomamotropinoma. A herança da doença não é conhecida, e não há informações sobre variantes genéticas associadas em bases de dados clínicas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico do Somatomamotropinoma é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação laboratorial dos níveis elevados de hormônio do crescimento e prolactina. Existem 336 testes genéticos disponíveis para investigação da condição, embora a base genética ainda não seja completamente compreendida. Não há variantes registradas no ClinVar para esta doença.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento do Somatomamotropinoma visa controlar a produção excessiva de hormônios e aliviar os sintomas. As opções de manejo podem incluir cirurgia para remoção do tumor hipofisário, radioterapia e medicamentos que bloqueiam a ação ou a produção dos hormônios. É importante que o acompanhamento seja feito por uma equipe multidisciplinar, incluindo endocrinologista, neurocirurgião e oftalmologista. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico do Somatomamotropinoma depende do tamanho do tumor, da resposta ao tratamento e do controle dos níveis hormonais. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos sintomas podem ser revertidos ou controlados, melhorando a qualidade de vida. No entanto, complicações como apneia do sono, artralgia e alterações estéticas podem persistir e exigir suporte contínuo.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

📏
Crescimento
8 sintomas
🦴
Ossos e articulações
8 sintomas
😀
Face
6 sintomas
🧬
Pele e cabelo
3 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
❤️
Coração
2 sintomas

+ 28 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Pele espessada
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Concentração elevada de hormônio do crescimento circulante
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Macrotia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Dedo afilado
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Espessamento diafisário cortical dos membros superiores
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Testa larga
Muito frequente (99-80%)
61sintomas
Muito frequente (26)
Frequente (27)
Ocasional (8)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 61 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Pele espessadaThickened skin
Muito frequente (99-80%)90%
Concentração elevada de hormônio do crescimento circulanteElevated circulating growth hormone concentration
Muito frequente (99-80%)90%
Macrotia
Muito frequente (99-80%)90%
Dedo afiladoTapered finger
Muito frequente (99-80%)90%
Espessamento diafisário cortical dos membros superioresCortical diaphyseal thickening of the upper limbs
Muito frequente (99-80%)90%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Somatomamotropinoma

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:314769(Orphanet)
  2. MONDO:0017823(MONDO)
  3. GARD:21391(GARD (NIH))
  4. Q55787419(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Somatomamotropinoma

ORPHA:314769 · MONDO:0017823
Prevalência
Unknown
CID-10
D35.2 · Neoplasia benigna da glândula hipófise (pituitária)
CID-11
Início
Adolescent, Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4755297
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata