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Síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato
ORPHA:217382CID-10 · G31.8CID-11 · 5C63.1OMIM 613068DOENÇA RARA
neuroInício infantilHerança AR
Sinônimos clínicos: Deficiência cerebral de folato · Deficiência do recetor alfa do folato · Deficiência no transporte cerebral de folato

Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene FOLR1, resultando em deficiência no transporte de folato para o cérebro. Manifesta-se por deficiência intelectual, regressão do desenvolvimento, neurodegeneração e convulsões.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 09/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela é causada por uma alteração no gene FOLR1, que impede o transporte adequado de folato (uma vitamina do complexo B) para o cérebro. A falta de folato no sistema nervoso central leva a problemas neurológicos graves, como convulsões, perda de habilidades já adquiridas (regressão do desenvolvimento) e deficiência intelectual. A doença tem início na infância e é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, ambos os pais precisam ser portadores da alteração genética para que o filho desenvolva a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da doença incluem convulsões, neurodegeneração (deterioração progressiva do tecido nervoso), regressão do desenvolvimento (perda de habilidades motoras, de linguagem ou sociais que já haviam sido adquiridas) e deficiência intelectual. Esses sintomas geralmente aparecem na infância e tendem a piorar com o tempo se não houver intervenção adequada.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene FOLR1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada receptor de folato alfa. Essa proteína é essencial para transportar o folato do sangue para o cérebro. Quando o gene FOLR1 está alterado, o transporte de folato para o sistema nervoso central fica prejudicado, levando aos sintomas descritos. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis no SUS para identificar mutações no gene FOLR1. Atualmente, existem 56 testes genéticos registrados para essa condição e 71 variantes descritas no banco ClinVar. O diagnóstico precoce é importante para iniciar o manejo adequado.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato é baseado no manejo dos sintomas e na reposição de folato. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, mas a suplementação com ácido folínico (uma forma ativa de folato) pode ajudar a melhorar os sintomas neurológicos em alguns casos. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, geneticista e equipe de reabilitação. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade dos sintomas e da precocidade do diagnóstico e do início do tratamento. Sem intervenção, a doença pode levar à neurodegeneração progressiva e comprometimento grave da qualidade de vida. Com o manejo adequado, incluindo suplementação de folato e reabilitação, é possível melhorar alguns sintomas e retardar a progressão da doença, mas a deficiência intelectual e outras sequelas podem persistir.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica recessiva causada por mutações no gene FOLR1, resultando em deficiência no transporte de folato para o cérebro. Manifesta-se por deficiência intelectual, regressão do desenvolvimento, neurodegeneração e convulsões.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G31.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 09/06/2026
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Visão geral

A síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela é causada por uma alteração no gene FOLR1, que impede o transporte adequado de folato (uma vitamina do complexo B) para o cérebro. A falta de folato no sistema nervoso central leva a problemas neurológicos graves, como convulsões, perda de habilidades já adquiridas (regressão do desenvolvimento) e deficiência intelectual. A doença tem início na infância e é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, ambos os pais precisam ser portadores da alteração genética para que o filho desenvolva a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da doença incluem convulsões, neurodegeneração (deterioração progressiva do tecido nervoso), regressão do desenvolvimento (perda de habilidades motoras, de linguagem ou sociais que já haviam sido adquiridas) e deficiência intelectual. Esses sintomas geralmente aparecem na infância e tendem a piorar com o tempo se não houver intervenção adequada.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene FOLR1, que fornece instruções para a produção de uma proteína chamada receptor de folato alfa. Essa proteína é essencial para transportar o folato do sangue para o cérebro. Quando o gene FOLR1 está alterado, o transporte de folato para o sistema nervoso central fica prejudicado, levando aos sintomas descritos. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um dos procedimentos disponíveis no SUS para identificar mutações no gene FOLR1. Atualmente, existem 56 testes genéticos registrados para essa condição e 71 variantes descritas no banco ClinVar. O diagnóstico precoce é importante para iniciar o manejo adequado.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O tratamento da síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato é baseado no manejo dos sintomas e na reposição de folato. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença, mas a suplementação com ácido folínico (uma forma ativa de folato) pode ajudar a melhorar os sintomas neurológicos em alguns casos. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo neurologista, geneticista e equipe de reabilitação. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade dos sintomas e da precocidade do diagnóstico e do início do tratamento. Sem intervenção, a doença pode levar à neurodegeneração progressiva e comprometimento grave da qualidade de vida. Com o manejo adequado, incluindo suplementação de folato e reabilitação, é possível melhorar alguns sintomas e retardar a progressão da doença, mas a deficiência intelectual e outras sequelas podem persistir.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

Convulsão
Neurodegeneração
Regressão do desenvolvimento
Deficiência intelectual
Herança autossômica recessiva
5sintomas
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 5 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

ConvulsãoSeizure
NeurodegeneraçãoNeurodegeneration
Regressão do desenvolvimentoDevelopmental regression
Deficiência intelectualIntellectual disability
Herança autossômica recessivaAutosomal recessive inheritance

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

🧪
2022
Primeiro ensaio clinico
Baby Detect : Genomic Newborn Screening
Ver fonte →

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
FOLR1
FOLR1
FOLR1Folate receptor alphaDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Binds to folate and reduced folic acid derivatives and mediates delivery of 5-methyltetrahydrofolate and folate analogs into the interior of cells (PubMed:19074442, PubMed:23851396, PubMed:23934049, PubMed:2527252, PubMed:8033114, PubMed:8567728). Has high affinity for folate and folic acid analogs at neutral pH (PubMed:23851396, PubMed:23934049, PubMed:2527252, PubMed:8033114, PubMed:8567728). Exposure to slightly acidic pH after receptor endocytosis triggers a conformation change that strongly

LOCALIZAÇÃO

Cell membraneApical cell membraneBasolateral cell membraneSecretedCytoplasmic vesicleCytoplasmic vesicle, clathrin-coated vesicleEndosome

VIAS BIOLÓGICAS (1)
COPII-mediated vesicle transport
MECANISMO DE DOENÇA

Neurodegeneration due to cerebral folate transport deficiency

An autosomal recessive neurodegenerative disorder resulting from brain-specific folate deficiency early in life. Onset is apparent in late infancy with severe developmental regression, movement disturbances, epilepsy and leukodystrophy.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Pulmão
102.8 TPM
Glândula salivar
72.4 TPM
Rim - Córtex
49.4 TPM
Rim - Medula
47.7 TPM
Tireoide
32.7 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
neurodegenerative syndrome due to cerebral folate transport deficiency
HGNC:3791UniProt:P15328

Variantes genéticas (ClinVar)

71 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 FOLR1: NM_016729.3(FOLR1):c.421C>T (p.Gln141Ter) ()
🧬 FOLR1: NM_016729.3(FOLR1):c.714_715insCTGGGCC (p.Trp239fs) ()
🧬 FOLR1: NM_016729.3(FOLR1):c.172C>T (p.Arg58Ter) ()
🧬 FOLR1: NM_016729.3(FOLR1):c.466dup (p.Trp156fs) ()
🧬 FOLR1: NM_016729.3(FOLR1):c.327C>A (p.Cys109Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

0 ensaios clínicos encontrados.

Distribuição por fase
Ver todos no ClinicalTrials.gov
🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:217382(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:613068(OMIM)
  3. MONDO:0013110(MONDO)
  4. GARD:10594(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q18553424(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato
Compêndio · Raras BR

Síndrome neurodegenerativa devido a deficiência no transporte cerebral de folato

ORPHA:217382 · MONDO:0013110
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G31.8 · Outras doenças degenerativas especificadas do sistema nervoso
CID-11
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2751584
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata