A síndrome de Chudley-McCullough é um distúrbio genético raro que se caracteriza por perda auditiva congênita bilateral associada a malformações cerebrais. É um tipo de surdez sindrômica.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de Chudley-McCullough é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso central, especialmente o cerebelo e o corpo caloso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta ainda na infância ou no período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem alterações estruturais do cérebro, como hipoplasia cerebelar (desenvolvimento incompleto do cerebelo), agenesia parcial do corpo caloso (ausência parcial da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), heterotopia de substância cinzenta (neurônios em posição anormal), ventriculomegalia (aumento dos ventrículos cerebrais), polimicrogiria (dobras cerebrais excessivamente pequenas) e cisto aracnoide. Também podem ocorrer hidrocefalia (acúmulo de líquido no cérebro) e forame magno grande (abertura alargada na base do crânio).[1][4]
Do ponto de vista funcional, a síndrome pode causar deficiência auditiva neurossensorial grave (perda auditiva profunda), convulsões, atraso motor e deficiência intelectual leve.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem do sistema nervoso central (como ressonância magnética) e confirmação genética. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 27 testes genéticos disponíveis e 107 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Síndrome de Chudley-McCullough. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte educacional. Para a deficiência auditiva grave, o uso de aparelhos auditivos ou implante coclear pode ser considerado, e as convulsões devem ser tratadas com medicamentos anticonvulsivantes, sempre sob orientação médica.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das alterações cerebrais e a presença de complicações como hidrocefalia ou convulsões de difícil controle. Com acompanhamento médico regular e reabilitação, muitas pessoas conseguem desenvolver habilidades motoras e cognitivas, embora a deficiência intelectual leve e a perda auditiva possam persistir. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais para a qualidade de vida.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A síndrome de Chudley-McCullough é um distúrbio genético raro que se caracteriza por perda auditiva congênita bilateral associada a malformações cerebrais. É um tipo de surdez sindrômica.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de Chudley-McCullough é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento do sistema nervoso central, especialmente o cerebelo e o corpo caloso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição geralmente se manifesta ainda na infância ou no período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem alterações estruturais do cérebro, como hipoplasia cerebelar (desenvolvimento incompleto do cerebelo), agenesia parcial do corpo caloso (ausência parcial da estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais), heterotopia de substância cinzenta (neurônios em posição anormal), ventriculomegalia (aumento dos ventrículos cerebrais), polimicrogiria (dobras cerebrais excessivamente pequenas) e cisto aracnoide. Também podem ocorrer hidrocefalia (acúmulo de líquido no cérebro) e forame magno grande (abertura alargada na base do crânio).[1][4]
Do ponto de vista funcional, a síndrome pode causar deficiência auditiva neurossensorial grave (perda auditiva profunda), convulsões, atraso motor e deficiência intelectual leve.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem do sistema nervoso central (como ressonância magnética) e confirmação genética. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 27 testes genéticos disponíveis e 107 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Síndrome de Chudley-McCullough. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e suporte educacional. Para a deficiência auditiva grave, o uso de aparelhos auditivos ou implante coclear pode ser considerado, e as convulsões devem ser tratadas com medicamentos anticonvulsivantes, sempre sob orientação médica.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das alterações cerebrais e a presença de complicações como hidrocefalia ou convulsões de difícil controle. Com acompanhamento médico regular e reabilitação, muitas pessoas conseguem desenvolver habilidades motoras e cognitivas, embora a deficiência intelectual leve e a perda auditiva possam persistir. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais para a qualidade de vida.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 16 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisPlays an important role in mitotic spindle pole organization via its interaction with NUMA1 (PubMed:11781568, PubMed:15632202, PubMed:21816348). Required for cortical dynein-dynactin complex recruitment during metaphase (PubMed:22327364). Plays a role in metaphase spindle orientation (PubMed:22327364). Also plays an important role in asymmetric cell divisions (PubMed:21816348). Has guanine nucleotide dissociation inhibitor (GDI) activity towards G(i) alpha proteins, such as GNAI1 and GNAI3, and
CytoplasmCytoplasm, cell cortexCytoplasm, cytoskeleton, spindle poleLateral cell membrane
Chudley-McCullough syndrome
An autosomal recessive neurologic disorder characterized by early-onset sensorineural deafness and specific brain anomalies on MRI, including hypoplasia of the corpus callosum, enlarged cysterna magna with mild focal cerebellar dysplasia, and nodular heterotopia. Some patients have hydrocephalus. Psychomotor development is normal.
Variantes genéticas (ClinVar)
107 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 93 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Chudley-McCullough
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Hearing loss and cochlear implantation in Chudley McCullough syndrome: A case series.
To present a case series of patients with Chudley - McCullough syndrome (CMS) and provide audiometric outcomes pre - and post - cochlear implantation. A retrospective case series was written based on six patients with CMS and hearing loss. Patients were treated in a tertiary-care medical center for their hearing loss with hearing aid fitting and cochlear implantation. Audiometric outcomes pre- and post-cochlear implantation were analyzed. Three out of six patients were diagnosed with auditory neuropathy spectrum disorder (ANSD), one patient was suspected of ANSD, and in two patients, the presence of ANSD could neither be confirmed nor excluded. All patients were fitted with hearing aids, and all had limited benefit. In most cases, hearing deteriorated rapidly and eventually, all patients received a cochlear implant (CI), unilateral or bilateral. In general, aided thresholds with CIs were satisfactory. However, speech recognition varied widely between patients and was, on average, worse compared to patients with sensorineural hearing loss without CMS. CMS was often diagnosed relatively late during childhood, and sometimes hearing loss was the first apparent symptom. Hearing loss was found to be progressive, often not detected shortly after birth and often complicated by ANSD. Cochlear implantation emerged as the optimal treatment, demonstrating superiority over hearing aid rehabilitation to improve hearing performance. Auditory and speech-language development outcomes remained poorer than in children with CI and without CMS. Based on these results, we advocate considering cochlear implantation early for children who have CMS and hearing loss.
Chudley-McCullough syndrome: A report of a rare syndromic sensorineural hearing loss.
Chudley-McCullough syndrome (CMS) is a rare autosomal recessive disorder. It is characterized by the association of early-onset sensorineural hearing loss and typical brain malformations, in contrast with preserved or only mildly affected psychomotor development. The first cases were reported in 1997 by Chudley et al. in a brother and sister born to consanguineous parents. It was not until 2012 that Doherty et al. identified mutations in the GPSM2 gene (G-protein signaling modulator 2) as the cause of CMS. We present the case of CMS in a 3-year-old girl with bilateral sensorineural deafness and characteristic brain malformations on MRI (callosal splenium agenesis, colpocephaly, interhemispheric cyst, cerebellar dysplasia, midline polymicrogyria and gray matter heterotopia).
Distinctive Structural Brain Abnormalities in Chudley-McCullough Syndrome.
Pediatric Cochlear Implants in the Chudley-McCullough Syndrome: A Report of Two Cases.
Chudley-McCullough syndrome (CMS) is a rare autosomal recessive disorder characterized by sensorineural hearing loss and cerebral abnormalities, including ventriculomegaly and partial dysgenesis of the corpus callosum. CMS is caused by two inactivating mutations of the G protein signaling modulator 2 (GPSM2), which maintains inner hair cell polarity and spindle orientation. Since its initial description, CMS has been reported approximately 30 times in the medical literature with several individuals undergoing cochlear implantation to restore their hearing. Interestingly, within the past two years, we encountered two cases of CMS in our hospital, which primarily serves patients within a 30-mile radius. To our knowledge, the literature has yet to evaluate two unrelated cases of CMS occurring in such close succession. This case report describes two successful cases of bilateral cochlear implantation in two children with CMS. Notably, these individuals have no family history of consanguinity or prior hearing loss.
Modulation of Plasmatic Matrix Metalloprotease 9: A Promising New Tool for Understanding the Variable Clinical Responses of Patients with Cystic Fibrosis to Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator Modulators.
The most recent modulator combination, elexacaftor/tezacaftor/ivacaftor (Trikafta®), has been shown to improve clinical outcomes in most patients with cystic fibrosis (PwCF). Unfortunately, the clinical benefits are sometimes variable; thus, improving our knowledge of the possible causes of this variability can help reduce it. Circulating mononuclear cells (CMCs) and plasma were collected from 16 PwCF (including those on Trikafta® therapy) and 4 non-CF subjects. Cystic fibrosis transmembrane conductance regulator (CFTR) activity and matrix metalloprotease 9 (MMP9) expression were monitored before and after therapy, together with some clinical parameters. The relationship between MMP9 expression and the modulation of the extracellular-regulated 1/2 (ERK1/2) and nuclear factor-kB (NF-kB) pathways was also analyzed. MMP9, markedly expressed in the CMCs and plasma of all the patients included in the study, was downregulated in the clinically responsive PwCF. In the non-responder, the MMP9 levels remained high. The modulation of MMP9 following treatment with Trikafta® may be controlled by the NF-kB pathway. These data strongly suggest that MMP9 downregulation is a potential biomarker of therapy efficacy and that it could be useful in understanding the molecular events underlying the variable clinical responses of patients to Trikafta®. This knowledge could be helpful for future studies of personalized medicine and thereby ensure improvements in individual responses to therapies.
Publicações recentes
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Familial and syndromic forms of arachnoid cyst implicate genetic factors in disease pathogenesis.
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CureusModulation of Plasmatic Matrix Metalloprotease 9: A Promising New Tool for Understanding the Variable Clinical Responses of Patients with Cystic Fibrosis to Cystic Fibrosis Transmembrane Conductance Regulator Modulators.
International journal of molecular sciencesFamilial and syndromic forms of arachnoid cyst implicate genetic factors in disease pathogenesis.
Cerebral cortex (New York, N.Y. : 1991)Promotion of row 1-specific tip complex condensates by Gpsm2-Gαi provides insights into row identity of the tallest stereocilia.
Science advancesCochlear implantation in a 16-month-old with Chudley-McCullough Syndrome.
American journal of otolaryngologyRegulation of Cell Delamination During Cortical Neurodevelopment and Implication for Brain Disorders.
Frontiers in neuroscienceChudley-McCullough Syndrome: A Recognizable Clinical Entity Characterized by Deafness and Typical Brain Malformations.
Journal of child neurologyCochlear implant in a subject affected by the Chudley-McCullough Syndrome.
Cochlear implants internationalChudley-McCullough Syndrome.
Journal of clinical imaging scienceNeuroimaging Findings in a Child With SensorineuralHearing Loss.
Pediatric neurologyAuthor Correction: Defective Gpsm2/Gαi3 signalling disrupts stereocilia development and growth cone actin dynamics in Chudley-McCullough syndrome.
Nature communicationsDefective Gpsm2/Gαi3 signalling disrupts stereocilia development and growth cone actin dynamics in Chudley-McCullough syndrome.
Nature communicationsPrenatal diagnosis of Chudley-McCullough syndrome.
American journal of medical genetics. Part AA novel nonsense GPSM2 mutation in a Yemeni family underlying Chudley-McCullough syndrome.
European journal of medical geneticsChudley-McCullough Syndrome: Variable Clinical Picture in Twins with a Novel GPSM2 Mutation.
NeuropediatricsMagnetic Resonance Imaging of Malformations of Midbrain-Hindbrain.
Journal of computer assisted tomographyPeriventricular nodular heterotopia, frontonasal encephalocele, corpus callosal dysgenesis and arachnoid cyst: A constellation of abnormalities in a child with epilepsy.
Journal of pediatric neurosciencesAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Hearing loss and cochlear implantation in Chudley McCullough syndrome: A case series.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:314597(Orphanet)
- OMIM OMIM:604213(OMIM)
- MONDO:0011411(MONDO)
- GARD:86(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q9390217(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome de Chudley-McCullough
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata