Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é uma doença rara caracterizada pelo depósito de proteína amiloide ABeta2M, causando dor no ombro, parestesia, insuficiência cardíaca e alterações em tendões, ossos e intestino. Pode manifestar-se com artrite, arritmias e perda axonal.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é uma doença rara que afeta principalmente adultos. Sua prevalência estimada é de 1 a 9 casos a cada 100.000 pessoas. A condição é caracterizada pelo acúmulo de proteínas amiloides nos tecidos do corpo, levando a uma variedade de sintomas que podem incluir problemas cardíacos, articulares e neurológicos.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem são variados e podem incluir: dor no ombro, parestesia (sensação de formigamento ou dormência), insuficiência cardíaca congestiva, perda axonal (dano aos nervos), morfologia anormal do tendão, anormalidade do ombro, artrite, arritmia cardíaca, morfologia anormal do intestino, cisto ósseo, dor no pescoço, morfologia anormal do disco intervertebral, neuropatia mediana constritiva (compressão do nervo mediano), amplitude diminuída dos potenciais de ação sensoriais, anormalidade da eminência tenar (região da palma da mão), hemorragia gastrointestinal, pseudo-obstrução intestinal, disfagia (dificuldade para engolir), velocidade de condução nervosa diminuída, macroglossia (língua aumentada), artropatia (doença articular), dor, tetraparesia (fraqueza nos quatro membros), amiloidose cardíaca e tetraplegia (paralisia dos quatro membros).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na exclusão de outras causas. Existem testes genéticos disponíveis (código 336) que podem auxiliar no diagnóstico diferencial, embora a condição não seja causada por mutações genéticas hereditárias. A confirmação geralmente envolve a identificação de depósitos amiloides em biópsias de tecidos.[1][4]
Tratamento e manejo
O manejo da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é focado no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição listados nas fontes oficiais. O tratamento é geralmente multidisciplinar, envolvendo cardiologistas, reumatologistas, neurologistas e outros especialistas, dependendo dos órgãos afetados. No Brasil, a cobertura pelo SUS é parcial, o que significa que alguns procedimentos podem ser disponibilizados, mas não há uma lista específica de procedimentos cobertos.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem varia de acordo com os órgãos envolvidos e a gravidade dos sintomas. O acometimento cardíaco (amiloidose cardíaca) é uma das complicações mais graves e pode impactar significativamente a qualidade de vida e a sobrevida. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a progressão da doença e ajustar o tratamento de suporte.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é uma doença rara caracterizada pelo depósito de proteína amiloide ABeta2M, causando dor no ombro, parestesia, insuficiência cardíaca e alterações em tendões, ossos e intestino. Pode manifestar-se com artrite, arritmias e perda axonal.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é uma doença rara que afeta principalmente adultos. Sua prevalência estimada é de 1 a 9 casos a cada 100.000 pessoas. A condição é caracterizada pelo acúmulo de proteínas amiloides nos tecidos do corpo, levando a uma variedade de sintomas que podem incluir problemas cardíacos, articulares e neurológicos.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem são variados e podem incluir: dor no ombro, parestesia (sensação de formigamento ou dormência), insuficiência cardíaca congestiva, perda axonal (dano aos nervos), morfologia anormal do tendão, anormalidade do ombro, artrite, arritmia cardíaca, morfologia anormal do intestino, cisto ósseo, dor no pescoço, morfologia anormal do disco intervertebral, neuropatia mediana constritiva (compressão do nervo mediano), amplitude diminuída dos potenciais de ação sensoriais, anormalidade da eminência tenar (região da palma da mão), hemorragia gastrointestinal, pseudo-obstrução intestinal, disfagia (dificuldade para engolir), velocidade de condução nervosa diminuída, macroglossia (língua aumentada), artropatia (doença articular), dor, tetraparesia (fraqueza nos quatro membros), amiloidose cardíaca e tetraplegia (paralisia dos quatro membros).[1][3]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na exclusão de outras causas. Existem testes genéticos disponíveis (código 336) que podem auxiliar no diagnóstico diferencial, embora a condição não seja causada por mutações genéticas hereditárias. A confirmação geralmente envolve a identificação de depósitos amiloides em biópsias de tecidos.[1][4]
Tratamento e manejo
O manejo da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem é focado no controle dos sintomas e na prevenção de complicações. Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição listados nas fontes oficiais. O tratamento é geralmente multidisciplinar, envolvendo cardiologistas, reumatologistas, neurologistas e outros especialistas, dependendo dos órgãos afetados. No Brasil, a cobertura pelo SUS é parcial, o que significa que alguns procedimentos podem ser disponibilizados, mas não há uma lista específica de procedimentos cobertos.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Amiloidose ABeta2M tipo selvagem varia de acordo com os órgãos envolvidos e a gravidade dos sintomas. O acometimento cardíaco (amiloidose cardíaca) é uma das complicações mais graves e pode impactar significativamente a qualidade de vida e a sobrevida. O acompanhamento médico regular é essencial para monitorar a progressão da doença e ajustar o tratamento de suporte.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 16 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 27 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Amiloidose ABeta2M tipo selvagem
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
The Pathology of Amyloidosis in Classification: A Review.
Clinical and laboratory characteristics of patients having amyloidogenic transthyretin deposition in osteoarthritic knee joints.
📚 EuropePMCmostrando 1
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Amiloidose ABeta2M tipo selvagem.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Amiloidose ABeta2M tipo selvagem
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
Participe da discussão
Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.
Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:85446(Orphanet)
- MONDO:0019440(MONDO)
- GARD:19065(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q5638242(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Amiloidose ABeta2M tipo selvagem
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA