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Anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto
ORPHA:255132CID-10 · D64.0CID-11 · 3A72.00OMIM 616860DOENÇA RARA
DigestivoInício adultaHerança AR
Também conhecida comoGLRX5
Sinônimos clínicos: Anemia sideroblástica refratária à piridoxina autossómica recessiva

Porfiria é um grupo de doenças nas quais substâncias chamadas porfirinas se acumulam no corpo, afetando negativamente a pele ou o sistema nervoso. Os tipos que afetam o sistema nervoso também são conhecidos como porfiria aguda, pois os sintomas têm início rápido e curta duração. Os sintomas de um ataque incluem dor abdominal, dor no peito, vômito, confusão mental, constipação, febre, pressão alta e frequência cardíaca elevada. Os ataques geralmente duram de dias a semanas. As complicações podem incluir paralisia, níveis baixos de sódio no sangue e convulsões. Os ataques podem ser desencadeados por álcool, tabagismo, alterações hormonais, jejum, estresse ou certos medicamentos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 06/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto é uma doença rara do sangue, caracterizada por uma produção insuficiente de glóbulos vermelhos (anemia) e pelo acúmulo anormal de ferro nas mitocôndrias das células precursoras dos glóbulos vermelhos na medula óssea. A doença tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença podem variar de pessoa para pessoa, mas incluem: anemia (cansaço, palidez), aumento do baço e do fígado (hepatoesplenomegalia), icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), cirrose hepática, diabetes mellitus tipo 2, e alterações nos exames de sangue como aumento da ferritina (estoque de ferro), aumento das transaminases hepáticas, hiperbilirrubinemia conjugada, e alterações nos glóbulos vermelhos (hipocromia, anisocitose, volume corpuscular médio diminuído). A medula óssea pode apresentar hiperplasia eritroide (aumento da produção de precursores dos glóbulos vermelhos).[1][4]

Causas genéticas

A anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto é causada por mutações no gene GLRX5 (Glutaredoxin-related protein 5, mitochondrial). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína mitocondrial essencial para o metabolismo do ferro e a formação do heme (componente da hemoglobina). A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas cópias alteradas do gene (uma de cada pai) para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de sangue (hemograma, dosagem de ferro, ferritina, função hepática), análise da medula óssea (mielograma) e, principalmente, pelo teste genético molecular que identifica mutações no gene GLRX5. Atualmente, existem 40 variantes patogênicas descritas no ClinVar para este gene. O teste genético está disponível e pode confirmar o diagnóstico.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo da doença é individualizado e deve ser realizado por uma equipe médica especializada. Não há um tratamento padronizado ou cobertura pelo SUS para esta condição específica. As abordagens podem incluir o controle da sobrecarga de ferro (com quelantes de ferro, quando indicado), suporte para a anemia (como transfusões de sangue, se necessário), e o manejo das complicações como diabetes e cirrose hepática. O acompanhamento regular com hematologista e hepatologista é fundamental.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (PubTator3) menciona associações entre a doença e os seguintes fármacos, mas é importante destacar que estas são correlações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento: azacitidina, cianocobalamina, decitabina, dexametasona, acetato de dexametasona, eltrombopague, metilprednisolona, aceponato de metilprednisolona, succinato sódico de metilprednisolona, prednisona e tiamina pirofosfato. Nenhum destes medicamentos tem aprovação formal para o tratamento desta doença específica.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável e depende da gravidade da anemia, do grau de sobrecarga de ferro e do desenvolvimento de complicações como cirrose hepática ou diabetes. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado das complicações podem melhorar a qualidade de vida e a sobrevida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida para esta condição rara.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Porfiria é um grupo de doenças nas quais substâncias chamadas porfirinas se acumulam no corpo, afetando negativamente a pele ou o sistema nervoso. Os tipos que afetam o sistema nervoso também são conhecidos como porfiria aguda, pois os sintomas têm início rápido e curta duração. Os sintomas de um ataque incluem dor abdominal, dor no peito, vômito, confusão mental, constipação, febre, pressão alta e frequência cardíaca elevada. Os ataques geralmente duram de dias a semanas. As complicações podem incluir paralisia, níveis baixos de sódio no sangue e convulsões. Os ataques podem ser desencadeados por álcool, tabagismo, alterações hormonais, jejum, estresse ou certos medicamentos.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Adult
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
CID-10: D64.0
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto é uma doença rara do sangue, caracterizada por uma produção insuficiente de glóbulos vermelhos (anemia) e pelo acúmulo anormal de ferro nas mitocôndrias das células precursoras dos glóbulos vermelhos na medula óssea. A doença tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença. Os sintomas geralmente começam na idade adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença podem variar de pessoa para pessoa, mas incluem: anemia (cansaço, palidez), aumento do baço e do fígado (hepatoesplenomegalia), icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), cirrose hepática, diabetes mellitus tipo 2, e alterações nos exames de sangue como aumento da ferritina (estoque de ferro), aumento das transaminases hepáticas, hiperbilirrubinemia conjugada, e alterações nos glóbulos vermelhos (hipocromia, anisocitose, volume corpuscular médio diminuído). A medula óssea pode apresentar hiperplasia eritroide (aumento da produção de precursores dos glóbulos vermelhos).[1][4]

Causas genéticas

A anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto é causada por mutações no gene GLRX5 (Glutaredoxin-related protein 5, mitochondrial). Este gene fornece instruções para a produção de uma proteína mitocondrial essencial para o metabolismo do ferro e a formação do heme (componente da hemoglobina). A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas cópias alteradas do gene (uma de cada pai) para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de sangue (hemograma, dosagem de ferro, ferritina, função hepática), análise da medula óssea (mielograma) e, principalmente, pelo teste genético molecular que identifica mutações no gene GLRX5. Atualmente, existem 40 variantes patogênicas descritas no ClinVar para este gene. O teste genético está disponível e pode confirmar o diagnóstico.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo da doença é individualizado e deve ser realizado por uma equipe médica especializada. Não há um tratamento padronizado ou cobertura pelo SUS para esta condição específica. As abordagens podem incluir o controle da sobrecarga de ferro (com quelantes de ferro, quando indicado), suporte para a anemia (como transfusões de sangue, se necessário), e o manejo das complicações como diabetes e cirrose hepática. O acompanhamento regular com hematologista e hepatologista é fundamental.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (PubTator3) menciona associações entre a doença e os seguintes fármacos, mas é importante destacar que estas são correlações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento: azacitidina, cianocobalamina, decitabina, dexametasona, acetato de dexametasona, eltrombopague, metilprednisolona, aceponato de metilprednisolona, succinato sódico de metilprednisolona, prednisona e tiamina pirofosfato. Nenhum destes medicamentos tem aprovação formal para o tratamento desta doença específica.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é variável e depende da gravidade da anemia, do grau de sobrecarga de ferro e do desenvolvimento de complicações como cirrose hepática ou diabetes. O acompanhamento médico regular e o manejo adequado das complicações podem melhorar a qualidade de vida e a sobrevida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida para esta condição rara.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🫃
Digestivo
6 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🩸
Sangue
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

17%prev.
Cirrose
Ocasional (29-5%)
Diabetes mellitus tipo 2
Hiperplasia eritroide
Concentração hepática de ferro elevada
Hipocromia
Hepatoesplenomegalia
16sintomas
Ocasional (1)
Sem dados (15)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 16 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

CirroseCirrhosis
Ocasional (29-5%)17%
Diabetes mellitus tipo 2Type II diabetes mellitus
Hiperplasia eritroideErythroid hyperplasia
Concentração hepática de ferro elevadaElevated hepatic iron concentration
HipocromiaHypochromia

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1
Últimos 10 anos5publicações
Pico20265 papers
Linha do tempo
2026Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
GLRX5
GLRX5Glutaredoxin-related protein 5, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Monothiol glutaredoxin involved in mitochondrial iron-sulfur (Fe/S) cluster transfer (PubMed:20364084, PubMed:23615440). Receives 2Fe/2S clusters from scaffold protein ISCU and mediates their transfer to apoproteins, to the 4Fe/FS cluster biosynthesis machinery, or export from mitochondrion (PubMed:20364084, PubMed:23615440, PubMed:24334290). Required for normal regulation of hemoglobin synthesis by the iron-sulfur protein ACO1 (PubMed:20364084)

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion matrix

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Mitochondrial iron-sulfur cluster biogenesis
MECANISMO DE DOENÇA

Anemia, sideroblastic, 3, pyridoxine-refractory

A form of sideroblastic anemia, a bone marrow disorder defined by the presence of pathologic iron deposits in erythroblast mitochondria. Sideroblastic anemia is characterized by anemia of varying severity, hypochromic peripheral erythrocytes, systemic iron overload secondary to chronic ineffective erythropoiesis, and the presence of bone marrow ringed sideroblasts. Sideroblasts are characterized by iron-loaded mitochondria clustered around the nucleus. SIDBA3 is refractory to treatment with vitamin B6, while iron chelation therapy may result in clinical improvement. SIDBA3 inheritance is autosomal recessive.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Testículo
65.0 TPM
Glândula adrenal
55.8 TPM
Músculo esquelético
48.2 TPM
Ovário
43.3 TPM
Rim - Medula
42.5 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
spasticity-ataxia-gait anomalies syndromesideroblastic anemia 3
HGNC:20134UniProt:Q86SX6

Variantes genéticas (ClinVar)

40 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 GLRX5: NM_016417.3(GLRX5):c.268G>A (p.Val90Met) ()
🧬 GLRX5: NM_016417.3(GLRX5):c.336del (p.Tyr113fs) ()
🧬 GLRX5: NM_016417.3(GLRX5):c.367G>C (p.Asp123His) ()
🧬 GLRX5: NM_016417.3(GLRX5):c.80C>G (p.Pro27Arg) ()
🧬 GLRX5: GRCh37/hg19 14q31.1-32.2(chr14:79886061-96870809)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Long-term efficacy and safety of pegunigalsidase alfa administered every 4 weeks in adults with Fabry disease: results from up to 5 years of the BRIGHT F51 phase III, open-label extension study.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41862950recente
  2. Bridging the gap between patient and physician perspectives on management of generalized myasthenia gravis: a Delphi consensus study.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41862942recente
  3. The landscape of 605 genetically confirmed distinct rare diseases in a single center in Mexico (2005-2025).
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41862923recente
  4. Advances in hereditary angioedema in the modern treatment era in China: a focus on diagnosis, treatment, and prognosis.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41862921recente
  5. Health-related quality of life in adults with epidermolysis bullosa: a cross-sectional study in seven European countries using EQ-5D-5L.
    Orphanet J Rare Dis· 2026· PMID 41857746recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:255132(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616860(OMIM)
  3. MONDO:0014804(MONDO)
  4. GARD:17235(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q56013627(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto
Compêndio · Raras BR

Anemia sideroblástica autossômica recessiva de início no adulto

ORPHA:255132 · MONDO:0014804
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
D64.0 · Anemia sideroblástica hereditária
CID-11
Início
Adult
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C2673914
Repurposing
11 candidatos
azacitidineDNA methyltransferase inhibitor
cyanocobalaminmethylmalonyl CoA mutase stimulant|vitamin B
decitabineglucocorticoid receptor agonist
+8 outros
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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata