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Anencefalia isolada
ORPHA:563609CID-10 · Q00.0CID-11 · LA00.0DOENÇA RARA
EndócrinoInício neonatalHerança Complex
Também conhecida comoGrávidaNuligestaEstado interessanteGestante

Anencefalia isolada é uma malformação congênita grave caracterizada pela ausência parcial ou total do cérebro e crânio. Pode estar associada a outras anomalias como fenda labial, hérnia diafragmática e onfalocele.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A anencefalia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência total ou parcial do cérebro e da calota craniana, que se desenvolve durante a gestação. É considerada uma forma grave de defeito do tubo neural, com início no período pré-natal (antenatal). A condição é geralmente incompatível com a vida após o nascimento, e o diagnóstico é frequentemente realizado ainda durante a gravidez.[1][3]

Sinais e sintomas

Os fenótipos associados à anencefalia isolada incluem: febre materna durante a gravidez, fenda labial, hérnia diafragmática congênita, diabetes materna, hipoplasia adrenal, retardo do crescimento intrauterino, onfalocele e hiperplasia do timo. Esses achados podem ser identificados por exames de imagem pré-natais ou após o nascimento.[1][3]

Causas genéticas

A anencefalia isolada pode estar associada a variantes nos genes VANGL2 (Vang-like protein 2) e MTHFR (Methylenetetrahydrofolate reductase). O gene VANGL2 está envolvido na via de sinalização planar celular, essencial para o fechamento do tubo neural. O gene MTHFR participa do metabolismo do folato, e variantes nesse gene podem aumentar o risco de defeitos do tubo neural. A herança da condição não está claramente definida, mas pode envolver fatores genéticos e ambientais.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da anencefalia isolada é geralmente realizado por ultrassonografia pré-natal, que pode identificar a ausência da calota craniana e do tecido cerebral. Exames complementares incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína no sangue materno ou líquido amniótico. Atualmente, há 313 variantes registradas no ClinVar associadas à condição, e dois tipos de testes genéticos estão disponíveis.[1][4]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo para a anencefalia isolada. O manejo é focado no suporte à gestante e na preparação para o parto, com cuidados paliativos ao recém-nascido. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para a condição, incluindo procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras. A suplementação de ácido fólico antes e durante a gestação é uma medida preventiva amplamente recomendada, mas não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da anencefalia.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para a anencefalia isolada é extremamente reservado. A maioria dos fetos não sobrevive ao parto, e os poucos que nascem vivos geralmente falecerem em horas ou dias. O aconselhamento genético e o suporte psicológico são fundamentais para a família. A qualidade de vida é limitada pela ausência de funções cerebrais superiores, e o foco do cuidado é o conforto e a dignidade do paciente.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Anencefalia isolada é uma malformação congênita grave caracterizada pela ausência parcial ou total do cérebro e crânio. Pode estar associada a outras anomalias como fenda labial, hérnia diafragmática e onfalocele.

Publicações científicas
7 artigos
Último publicado: 2021 Mar
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q00.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 01/06/2026
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Visão geral

A anencefalia isolada é uma condição rara caracterizada pela ausência total ou parcial do cérebro e da calota craniana, que se desenvolve durante a gestação. É considerada uma forma grave de defeito do tubo neural, com início no período pré-natal (antenatal). A condição é geralmente incompatível com a vida após o nascimento, e o diagnóstico é frequentemente realizado ainda durante a gravidez.[1][3]

Sinais e sintomas

Os fenótipos associados à anencefalia isolada incluem: febre materna durante a gravidez, fenda labial, hérnia diafragmática congênita, diabetes materna, hipoplasia adrenal, retardo do crescimento intrauterino, onfalocele e hiperplasia do timo. Esses achados podem ser identificados por exames de imagem pré-natais ou após o nascimento.[1][3]

Causas genéticas

A anencefalia isolada pode estar associada a variantes nos genes VANGL2 (Vang-like protein 2) e MTHFR (Methylenetetrahydrofolate reductase). O gene VANGL2 está envolvido na via de sinalização planar celular, essencial para o fechamento do tubo neural. O gene MTHFR participa do metabolismo do folato, e variantes nesse gene podem aumentar o risco de defeitos do tubo neural. A herança da condição não está claramente definida, mas pode envolver fatores genéticos e ambientais.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da anencefalia isolada é geralmente realizado por ultrassonografia pré-natal, que pode identificar a ausência da calota craniana e do tecido cerebral. Exames complementares incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína no sangue materno ou líquido amniótico. Atualmente, há 313 variantes registradas no ClinVar associadas à condição, e dois tipos de testes genéticos estão disponíveis.[1][4]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo para a anencefalia isolada. O manejo é focado no suporte à gestante e na preparação para o parto, com cuidados paliativos ao recém-nascido. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para a condição, incluindo procedimentos como atendimento em reabilitação para doenças raras. A suplementação de ácido fólico antes e durante a gestação é uma medida preventiva amplamente recomendada, mas não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da anencefalia.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para a anencefalia isolada é extremamente reservado. A maioria dos fetos não sobrevive ao parto, e os poucos que nascem vivos geralmente falecerem em horas ou dias. O aconselhamento genético e o suporte psicológico são fundamentais para a família. A qualidade de vida é limitada pela ausência de funções cerebrais superiores, e o foco do cuidado é o conforto e a dignidade do paciente.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

📏
Crescimento
2 sintomas
😀
Face
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas

+ 3 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Hipoplasia adrenal
Frequente (79-30%)
55%prev.
Retardo do crescimento intrauterino
Frequente (79-30%)
17%prev.
Febre materna na gravidez
17%prev.
Fenda labial
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Hérnia diafragmática congênita
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Diabetes materna
8sintomas
Frequente (2)
Ocasional (6)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 8 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hipoplasia adrenalAdrenal hypoplasia
Frequente (79-30%)55%
Retardo do crescimento intrauterinoIntrauterine growth retardation
Frequente (79-30%)55%
Febre materna na gravidezMaternal fever in pregnancy
Ocasional17%
Fenda labialCleft lip
Ocasional (29-5%)17%
Hérnia diafragmática congênitaCongenital diaphragmatic hernia
Ocasional (29-5%)17%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa5desde 2021
Total histórico7PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
2021Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

2 genes identificados com associação a esta condição.

Multigenic/multifactorial
VANGL2Vang-like protein 2Major susceptibility factor inAltamente restrito
FUNÇÃO

Involved in the control of early morphogenesis and patterning of both axial midline structures and the development of neural plate. Plays a role in the regulation of planar cell polarity, particularly in the orientation of stereociliary bundles in the cochlea. Required for polarization and movement of myocardializing cells in the outflow tract and seems to act via RHOA signaling to regulate this process. Required for cell surface localization of FZD3 and FZD6 in the inner ear (By similarity)

LOCALIZAÇÃO

Cell membrane

VIAS BIOLÓGICAS (5)
Asymmetric localization of PCP proteinsPCP/CE pathwayRND1 GTPase cycleRND3 GTPase cycleRND2 GTPase cycle
MECANISMO DE DOENÇA

Neural tube defects

Congenital malformations of the central nervous system and adjacent structures related to defective neural tube closure during the first trimester of pregnancy. Failure of neural tube closure can occur at any level of the embryonic axis. Common NTD forms include anencephaly, myelomeningocele and spina bifida, which result from the failure of fusion in the cranial and spinal region of the neural tube. NTDs have a multifactorial etiology encompassing both genetic and environmental components.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
50.4 TPM
Skin Sun Exposed Lower leg
43.2 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
30.7 TPM
Cerebelo
28.9 TPM
Vagina
28.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
neural tube defects, susceptibility toisolated exencephalyisolated anencephaly
HGNC:15511UniProt:Q9ULK5
MTHFRMethylenetetrahydrofolate reductase (NADPH)Major susceptibility factor inTolerante
FUNÇÃO

Catalyzes the conversion of 5,10-methylenetetrahydrofolate to 5-methyltetrahydrofolate, a cosubstrate for homocysteine remethylation to methionine (PubMed:29891918). Represents a key regulatory connection between the folate and methionine cycles (Probable)

LOCALIZAÇÃO

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Metabolism of folate and pterines
MECANISMO DE DOENÇA

Homocystinuria due to deficiency of N(5,10)-methylenetetrahydrofolate reductase activity

An autosomal recessive inborn error of folate metabolism. Clinical severity is variable, ranging from severe neurologic features to absence of symptoms. Clinical features include homocysteinuria, homocysteinemia, developmental delay, severe intellectual disability, perinatal death, psychiatric disturbances, and later-onset neurodegenerative disorders.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Ovário
25.6 TPM
Nervo tibial
24.0 TPM
Pulmão
21.5 TPM
Baço
21.4 TPM
Tireoide
20.6 TPM
OUTRAS DOENÇAS (6)
homocystinuria due to methylene tetrahydrofolate reductase deficiencyisolated anencephalyisolated exencephalyneural tube defects, folate-sensitive
HGNC:7436UniProt:P42898

Variantes genéticas (ClinVar)

313 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 VANGL2: GRCh37/hg19 1q21.1-44(chr1:143932350-249224684)x3 ()
🧬 VANGL2: NM_020335.3(VANGL2):c.*3089T>G ()
🧬 VANGL2: NM_020335.3(VANGL2):c.*122T>G ()
🧬 VANGL2: NM_020335.3(VANGL2):c.1298C>T (p.Thr433Met) ()
🧬 VANGL2: GRCh37/hg19 1q23.1-23.3(chr1:158001058-162858285)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Anencefalia isolada

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Prevalence of open neural tube defects and risk factors related to isolated anencephaly and spina bifida in live births from the "Dr. Juan I. Menchaca" Civil Hospital of Guadalajara (Jalisco, Mexico).

Congenital anomalies2021 Mar

Um estudo em Guadalajara, México, revelou uma alta prevalência de defeitos do tubo neural abertos (DTNA) – 12.6 por 10.000 nascimentos – e que, apesar dos programas de ácido fólico, apenas a espinha bífida diminuiu, enquanto a anencefalia não apresentou declínio. Para pacientes e médicos, é crucial atenção a fatores de risco como histórico familiar de DTN, obesidade pré-gestacional, ganho de peso gestacional insuficiente e o uso de analgésicos/antipiréticos. Isso sublinha a necessidade de fortalecer programas de prevenção e orientação sobre esses riscos modificáveis, especialmente no que tange à suplementação de ácido fólico e cuidados pré-gestacionais.

🇧🇷 traduzido
#2

Maternal occupational exposure to ionizing radiation and major structural birth defects.

Birth defects research. Part A, Clinical and molecular teratology2015 Apr

Um estudo sobre a exposição ocupacional de mães à radiação ionizante e defeitos congênitos indicou que, para a anencefalia isolada, a exposição **não aumentou o risco**, sugerindo até uma associação protetora (OR 0.23). No entanto, observou-se um risco significativamente aumentado para outros quatro defeitos congênitos (hidrocefalia, anotia/microtia, atresia colônica e onfalocele). Para pacientes e médicos, é crucial interpretar esses achados com cautela, pois a avaliação da exposição foi qualitativa e os resultados podem ser influenciados por outros fatores ou pelo acaso, sendo este um estudo inicial para gerar novas hipóteses.

🇧🇷 traduzido

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Prevalence of open neural tube defects and risk factors related to isolated anencephaly and spina bifida in live births from the "Dr. Juan I. Menchaca" Civil Hospital of Guadalajara (Jalisco, Mexico).
    Congenital anomalies· 2021· PMID 33118203mais citado
  2. Maternal occupational exposure to ionizing radiation and major structural birth defects.
    Birth defects research. Part A, Clinical and molecular teratology· 2015· PMID 25820072mais citado
  3. Maternal PCMT1 gene polymorphisms and the risk of neural tube defects in a Chinese population of Lvliang high-risk area.
    Gene· 2012· PMID 22647835recente
  4. The incidence of neural tube defects in Norway and the Arkhangelskaja Oblast in Russia and the association with maternal age.
    Acta Obstet Gynecol Scand· 2009· PMID 19353336recente
  5. [Epidemiological study of anencephaly in Italy and anatomo-pathological findings in cases observed by us].
    Pathologica· 1990· PMID 2392336recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:563609(Orphanet)
  2. MONDO:0035401(MONDO)
  3. GARD:22254(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Artigo Wikipedia(Wikipedia)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Anencefalia isolada
Compêndio · Raras BR

Anencefalia isolada

ORPHA:563609 · MONDO:0035401
CID-10
Q00.0 · Anencefalia
CID-11
Início
Antenatal
MedGen
UMLS
C0002902
EuropePMC
Wikipedia
Papers 10a
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Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO