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Ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância
ORPHA:284332CID-10 · G11.0OMIM 608029DOENÇA RARA
CrescimentoInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoSCAR6

Ataxia cerebelosa autossômica recessiva de início na infância, não progressiva. Caracteriza-se por ataxia da marcha, atraso motor, hipotonia e incoordenação, com reflexos normais ou hiperreflexia.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância é uma doença neurológica rara, caracterizada por problemas de coordenação motora (ataxia) que surgem ainda na infância ou no período neonatal. A condição é chamada de “não-progressiva” porque, ao contrário de outras ataxias, os sintomas tendem a se estabilizar ao longo do tempo, sem piora contínua. Estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem ataxia (falta de coordenação), tremor intencional (tremor ao tentar alcançar algo), dismetria (dificuldade em controlar a distância e a força dos movimentos), disartria (fala arrastada ou difícil de entender) e marcha de base alargada (andar com as pernas mais afastadas). Muitas crianças apresentam atraso global do desenvolvimento, atraso motor e atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem. Hipotonia (tônus muscular baixo) e espasticidade (rigidez muscular) podem estar presentes, assim como hiperreflexia (reflexos exagerados) e sinal de Babinski (resposta anormal ao estímulo da sola do pé). Alguns indivíduos têm baixa estatura e pé plano. Exames de imagem podem mostrar atrofia do cerebelo, especialmente do vermis cerebelar.[1][4]

Causas genéticas

A doença é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário que a pessoa receba uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição. Até o momento, o gene específico responsável por essa forma de ataxia ainda não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A base genética está em investigação, e o diagnóstico é confirmado por critérios clínicos e exclusão de outras causas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos, na história familiar e em exames de imagem que mostram atrofia cerebelar. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para excluir outras doenças hereditárias e auxiliar na confirmação diagnóstica. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esses procedimentos, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia são frequentemente recomendadas para ajudar na coordenação motora, na fala e nas atividades diárias. O acompanhamento com neurologista e geneticista é importante para monitorar a evolução e orientar a família. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta condição.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o fármaco ivermectina foi mencionado em associação com esta doença em 2 publicações (fonte: PubTator3). É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos de pesquisa e não representam uma recomendação de tratamento. Não há evidências suficientes para indicar o uso de ivermectina no manejo clínico da condição.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

Por ser uma condição não-progressiva, os sintomas geralmente não pioram com o tempo, o que permite que muitas pessoas desenvolvam estratégias adaptativas e mantenham uma qualidade de vida razoável com o suporte adequado. O atraso no desenvolvimento motor e de fala pode persistir, mas intervenções precoces de reabilitação podem trazer benefícios significativos. O prognóstico a longo prazo depende da gravidade dos sintomas e do acesso a cuidados multidisciplinares.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Ataxia cerebelosa autossômica recessiva de início na infância, não progressiva. Caracteriza-se por ataxia da marcha, atraso motor, hipotonia e incoordenação, com reflexos normais ou hiperreflexia.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Europe
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G11.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
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Visão geral

A ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância é uma doença neurológica rara, caracterizada por problemas de coordenação motora (ataxia) que surgem ainda na infância ou no período neonatal. A condição é chamada de “não-progressiva” porque, ao contrário de outras ataxias, os sintomas tendem a se estabilizar ao longo do tempo, sem piora contínua. Estima-se que afete menos de 1 pessoa em cada 1.000.000 de habitantes.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem ataxia (falta de coordenação), tremor intencional (tremor ao tentar alcançar algo), dismetria (dificuldade em controlar a distância e a força dos movimentos), disartria (fala arrastada ou difícil de entender) e marcha de base alargada (andar com as pernas mais afastadas). Muitas crianças apresentam atraso global do desenvolvimento, atraso motor e atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem. Hipotonia (tônus muscular baixo) e espasticidade (rigidez muscular) podem estar presentes, assim como hiperreflexia (reflexos exagerados) e sinal de Babinski (resposta anormal ao estímulo da sola do pé). Alguns indivíduos têm baixa estatura e pé plano. Exames de imagem podem mostrar atrofia do cerebelo, especialmente do vermis cerebelar.[1][4]

Causas genéticas

A doença é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário que a pessoa receba uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a condição. Até o momento, o gene específico responsável por essa forma de ataxia ainda não foi identificado (símbolo do gene não disponível). A base genética está em investigação, e o diagnóstico é confirmado por critérios clínicos e exclusão de outras causas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas neurológicos, na história familiar e em exames de imagem que mostram atrofia cerebelar. Testes genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para excluir outras doenças hereditárias e auxiliar na confirmação diagnóstica. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para esses procedimentos, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não há cura específica para a ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância. O manejo é multidisciplinar e foca no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia são frequentemente recomendadas para ajudar na coordenação motora, na fala e nas atividades diárias. O acompanhamento com neurologista e geneticista é importante para monitorar a evolução e orientar a família. Não há medicamentos aprovados especificamente para esta condição.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, o fármaco ivermectina foi mencionado em associação com esta doença em 2 publicações (fonte: PubTator3). É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos de pesquisa e não representam uma recomendação de tratamento. Não há evidências suficientes para indicar o uso de ivermectina no manejo clínico da condição.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

Por ser uma condição não-progressiva, os sintomas geralmente não pioram com o tempo, o que permite que muitas pessoas desenvolvam estratégias adaptativas e mantenham uma qualidade de vida razoável com o suporte adequado. O atraso no desenvolvimento motor e de fala pode persistir, mas intervenções precoces de reabilitação podem trazer benefícios significativos. O prognóstico a longo prazo depende da gravidade dos sintomas e do acesso a cuidados multidisciplinares.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
12 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 12 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Ataxia cerebelar progressiva
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Atrofia do vermis cerebelar
Frequente (79-30%)
55%prev.
Disartria
Frequente (79-30%)
55%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Frequente (79-30%)
55%prev.
Espasticidade
Frequente (79-30%)
55%prev.
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
Frequente (79-30%)
26sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (16)
Ocasional (1)
Sem dados (8)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 26 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Ataxia cerebelar progressivaProgressive cerebellar ataxia
Muito frequente (99-80%)90%
Atrofia do vermis cerebelarCerebellar vermis atrophy
Frequente (79-30%)55%
DisartriaDysarthria
Frequente (79-30%)55%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Frequente (79-30%)55%
EspasticidadeSpasticity
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa10
Últimos 10 anos1publicações
Pico20161 papers
Linha do tempo
20202016Hoje · 2026🧪 2010Primeiro ensaio clínico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância

🗺️

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Exploring an animal model of amodiaquine-induced liver injury in rats and mice.

Journal of immunotoxicology2016 Sep

Amodiaquine (AQ) is associated with a relatively high incidence of idiosyncratic drug-induced liver injury (IDILI) and agranulocytosis. A previous study reported that a combination of high dose AQ and glutathione (GSH) depletion led to liver injury. However, the characteristics of this toxicity were very different from AQ-induced liver injury in humans. We developed a model of AQ-induced liver injury with characteristics similar to the injury in humans by treating mice with lower doses of AQ for several weeks. In this study we found that not only did GSH depletion not increase AQ covalent binding to hepatic proteins at this lower dose, but also it paradoxically prevented the liver injury. We extended the model to rats and found AQ treatment led to a mild delayed onset liver injury that resolved despite continued treatment with AQ. Immunohistochemistry indicated the presence of Kupffer cell activation, apoptosis and hepatocyte proliferation in the liver. There was also an increase in serum IL-2, IL-5, IL-9, IL-12, MCP-1 and TGFβ, but a decrease in leptin. Coincident with the elevated serum ALT, the number of liver CD4(+) T-cells, IL-17 secreting cells and TH17/Treg cells increased at Week 3 and decreased during continued treatment. Increases in NK1.1+ cells and activated M2 macrophages were also observed during liver injury. These results suggest that the outcome of the liver injury was determined by the balance between effector and regulatory cells. Co-treatment with cyclosporin prevented AQ-induced liver injury, which supports an immune mechanism. Retinoic acid (RA), which has been reported to enhance natural killer (NK) cell activity, exacerbated AQ-induced liver injury. These results suggest that AQ-induced IDILI is immune mediated and the subsequent adaptation appears to represent immune tolerance.

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Doenças relacionadas

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Exploring an animal model of amodiaquine-induced liver injury in rats and mice.
    Journal of immunotoxicology· 2016· PMID 27416278mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:284332(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:608029(OMIM)
  3. MONDO:0011950(MONDO)
  4. GARD:4954(GARD (NIH))
  5. Q55345791(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Ataxia cerebelosa não-progressiva autossômica recessiva de início na infância

ORPHA:284332 · MONDO:0011950
Prevalência
<1 / 1 000 000
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G11.0 · Ataxia congênita não-progressiva
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Europe)
MedGen
UMLS
C1842676
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata