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Doença cerebeloparenquimatosa autossômica recessiva tipo 3
ORPHA:1170CID-10 · G11.0OMIM 213200DOENÇA RARA

As doenças que afetam principalmente o cerebelo foram classificadas em seis formas. No distúrbio cerebeloparenquimatoso tipo III, a falta de coordenação (chamada ataxia cerebelar) é congênita (a pessoa já nasce com ela e não piora com o tempo). Ela se caracteriza por sintomas cerebelares, como dificuldade para andar, muitas vezes associada à má coordenação das mãos, da fala e dos movimentos dos olhos. Outras características são a deficiência intelectual congênita e a hipotonia (fraqueza ou flacidez muscular), além de outros sinais neurológicos e não neurológicos. Exames de imagem, como ressonância magnética ou tomografia computadorizada, mostram uma atrofia acentuada (diminuição de tamanho) do vermis e dos hemisférios, que são partes do cerebelo. É observada uma perda grave de células granulares e a presença de células de Purkinje em locais incomuns. O padrão de herança, nas poucas famílias onde foi relatada, é autossômico recessivo. Isso significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada pai para desenvolver a doença. Em uma família, a falta de coordenação (ataxia cerebelar) estava associada ao albinismo. Em uma grande família libanesa com parentesco, o local do gene responsável pela doença foi identificado em um trecho do cromossomo 9 (na região 9q34-qter), entre os marcadores genéticos D9S67 e D9S312, numa extensão de 12.1 cM. A causa bioquímica principal do problema ainda é desconhecida. Até agora, o único tratamento consiste em terapias de intervenção precoce, como fonoaudiologia intensiva e estimulação ou treinamento adequados.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

📋

As doenças que afetam principalmente o cerebelo foram classificadas em seis formas. No distúrbio cerebeloparenquimatoso tipo III, a falta de coordenação (chamada ataxia cerebelar) é congênita (a pessoa já nasce com ela e não piora com o tempo). Ela se caracteriza por sintomas cerebelares, como dificuldade para andar, muitas vezes associada à má coordenação das mãos, da fala e dos movimentos dos olhos. Outras características são a deficiência intelectual congênita e a hipotonia (fraqueza ou flacidez muscular), além de outros sinais neurológicos e não neurológicos. Exames de imagem, como ressonância magnética ou tomografia computadorizada, mostram uma atrofia acentuada (diminuição de tamanho) do vermis e dos hemisférios, que são partes do cerebelo. É observada uma perda grave de células granulares e a presença de células de Purkinje em locais incomuns. O padrão de herança, nas poucas famílias onde foi relatada, é autossômico recessivo. Isso significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada pai para desenvolver a doença. Em uma família, a falta de coordenação (ataxia cerebelar) estava associada ao albinismo. Em uma grande família libanesa com parentesco, o local do gene responsável pela doença foi identificado em um trecho do cromossomo 9 (na região 9q34-qter), entre os marcadores genéticos D9S67 e D9S312, numa extensão de 12.1 cM. A causa bioquímica principal do problema ainda é desconhecida. Até agora, o único tratamento consiste em terapias de intervenção precoce, como fonoaudiologia intensiva e estimulação ou treinamento adequados.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Adolescent
+ childhood, infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G11.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
18 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 20 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Habilidade atrasada de andar
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Dismetria
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Ataxia da marcha
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Nistagmo evocado pelo olhar
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Disartria
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Início na infância
Frequência: 27/27
43sintomas
Muito frequente (10)
Frequente (13)
Ocasional (12)
Sem dados (8)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 43 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Habilidade atrasada de andarDelayed ability to walk
Muito frequente (99-80%)100%
DismetriaDysmetria
Muito frequente (99-80%)100%
Ataxia da marchaGait ataxia
Muito frequente (99-80%)100%
Nistagmo evocado pelo olharGaze-evoked nystagmus
Muito frequente (99-80%)100%
DisartriaDysarthria
Muito frequente (99-80%)100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Últimos 10 anos4publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

PMPCAMitochondrial-processing peptidase subunit alphaDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

Substrate recognition and binding subunit of the essential mitochondrial processing protease (MPP), which cleaves the mitochondrial sequence off newly imported precursors proteins

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion matrixMitochondrion inner membrane

VIAS BIOLÓGICAS (3)
Mitochondrial protein importProcessing of SMDT1Mitochondrial protein degradation
MECANISMO DE DOENÇA

Spinocerebellar ataxia, autosomal recessive, 2

A form of spinocerebellar ataxia, a clinically and genetically heterogeneous group of cerebellar disorders due to degeneration of the cerebellum with variable involvement of the brainstem and spinal cord. SCAR2 is characterized by onset of impaired motor development and ataxic gait in early childhood. Additional features often include loss of fine motor skills, dysarthria, nystagmus, cerebellar signs, and delayed cognitive development with intellectual disability.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
65.9 TPM
Testículo
61.0 TPM
Fibroblastos
58.4 TPM
Glândula adrenal
52.2 TPM
Nervo tibial
50.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
autosomal recessive spinocerebellar ataxia 2
HGNC:18667UniProt:Q10713

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Penicillamine (PENICILLAMINE)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

104 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 PMPCA: GRCh38/hg38 9q34.3(chr9:135445565-138172039)x1 ()
🧬 PMPCA: NM_015160.3(PMPCA):c.1354C>T (p.Gln452Ter) ()
🧬 PMPCA: GRCh37/hg19 9q34.3(chr9:139252991-139435356)x1 ()
🧬 PMPCA: NM_015160.3(PMPCA):c.364C>T (p.Arg122Ter) ()
🧬 PMPCA: NM_015160.3(PMPCA):c.1201-2A>G ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Doença cerebeloparenquimatosa autossômica recessiva tipo 3

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Publicações mais relevantes

💬Melhor nível de evidência: Opinião
Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Clinical whole Exome Sequencing Reveals Novel Homozygous Missense Variant in the PMPCA Gene causing Autosomal Recessive Spinocerebellar Ataxia.

Pakistan journal of medical sciences2024 Nov

Autosomal recessive cerebellar ataxias (ARCA) are rare heterogenous neurodegenerative disorders characterized by degeneration of the cerebellum and spinal cord with an early onset before the age of 20 years. PMPCA (MIM: 613036), is a key enzyme in mitochondrial protein processing which is critical for cell survival and growth. Our objective was to investigate Peptidase, Mitochondrial Processing Subunit Alpha (PMPCA) mutations linked with Spinocerebellar ataxia, autosomal recessive 2 (SCAR2). In the current study, Whole Exome Sequencing (WES) was done followed by Sanger sequencing for the validation of the WES results. WES results identified a novel homozygous variant, NM_015160.2: c.802C>T p.(Arg268Trp) in PMPCA gene. Mutation in this gene leads to progressive cerebellar ataxia with fine motor skills difficulties, intentional tremors, slow slurred speech and learning difficulties in a 12-year-old Saudi patient. WES results were further validated by Sanger sequencing technique. Identified phenotype in our case was similar as previously described for SCAR2 related conditions. To our knowledge, this is the first reported mutation in PMPCA gene leading to SCAR2 in Saudi Arabia. These findings will enrich the scarce literature, further provide a new insight on the role of PMPCA gene-related disorders leading to SCAR2 and expand the disease concept. In addition, this will help to establish a database for the disease and its causative factors will further help in controlling diseases resulting from consanguinity in Saudi population.

#2

Inhibiting NR5A2 targets stemness in pancreatic cancer by disrupting SOX2/MYC signaling and restoring chemosensitivity.

Journal of experimental &amp; clinical cancer research : CR2023 Nov 28

Pancreatic ductal adenocarcinoma (PDAC) is a profoundly aggressive and fatal cancer. One of the key factors defining its aggressiveness and resilience against chemotherapy is the existence of cancer stem cells (CSCs). The important task of discovering upstream regulators of stemness that are amenable for targeting in PDAC is essential for the advancement of more potent therapeutic approaches. In this study, we sought to elucidate the function of the nuclear receptor subfamily 5, group A, member 2 (NR5A2) in the context of pancreatic CSCs. We modeled human PDAC using primary PDAC cells and CSC-enriched sphere cultures. NR5A2 was genetically silenced or inhibited with Cpd3. Assays included RNA-seq, sphere/colony formation, cell viability/toxicity, real-time PCR, western blot, immunofluorescence, ChIP, CUT&Tag, XF Analysis, lactate production, and in vivo tumorigenicity assays. PDAC models from 18 patients were treated with Cpd3-loaded nanocarriers. Our findings demonstrate that NR5A2 plays a dual role in PDAC. In differentiated cancer cells, NR5A2 promotes cell proliferation by inhibiting CDKN1A. On the other hand, in the CSC population, NR5A2 enhances stemness by upregulating SOX2 through direct binding to its promotor/enhancer region. Additionally, NR5A2 suppresses MYC, leading to the activation of the mitochondrial biogenesis factor PPARGC1A and a shift in metabolism towards oxidative phosphorylation, which is a crucial feature of stemness in PDAC. Importantly, our study shows that the specific NR5A2 inhibitor, Cpd3, sensitizes a significant fraction of PDAC models derived from 18 patients to standard chemotherapy. This treatment approach results in durable remissions and long-term survival. Furthermore, we demonstrate that the expression levels of NR5A2/SOX2 can predict the response to treatment. The findings of our study highlight the cell context-dependent effects of NR5A2 in PDAC. We have identified a novel pharmacological strategy to modulate SOX2 and MYC levels, which disrupts stemness and prevents relapse in this deadly disease. These insights provide valuable information for the development of targeted therapies for PDAC, offering new hope for improved patient outcomes. A Schematic illustration of the role of NR5A2 in cancer stem cells versus differentiated cancer cells, along with the action of the NR5A2 inhibitor Cpd3. B Overall survival of tumor-bearing mice following allocated treatment. A total of 18 PDX models were treated using a 2 x 1 x 1 approach (two animals per model per treatment); n=36 per group (illustration created with biorender.com ).

#3

A severe form of autosomal recessive spinocerebellar ataxia associated with novel PMPCA variants.

Brain &amp; development2021 Mar

Spinocerebellar ataxia, autosomal recessive 2 (SCAR2) [MIM:213200] is a rare autosomal recessive disease of spinocerebellar ataxia associated with degeneration of the cerebellum with variable involvement of the brainstem and spinal cord. SCAR2 is characterized by onset of impaired motor development and ataxic gait in early childhood. Recently, several PMPCA gene variants have been reported in SCAR2 patients with mild and non-progressive symptoms. PMPCA codes frataxin, which is crucial for iron biosynthesis in cells. We report a case of a 15-year-old Japanese girl with infancy-onset, very severe and progressive developmental delay, cerebellar ataxia, and extrapyramidal symptoms. Brain magnetic resonance imaging showed cerebellar atrophy and excessive brain iron accumulation in the bilateral globus pallidi and substantia nigra. Based on the clinical phenotypes and imaging, neurodegeneration with brain iron accumulation was suspected. Whole-exome sequencing on the proband and her parents revealed novel compound heterozygous variants at c.667C > T (p.Arg223Cys) and c.853del (p.Asp285llefs*16) in PMPCA. Thus, her disease was diagnosed as SCAR2. Phenotype in our case was different from ones previously reported for SCARs in the points of much severer clinical presentations with extrapyramidal signs and imaging suspected iron accumulation, and might overlap neurodegeneration with brain iron accumulation or NBIA subtypes. Our case might provide a new insight into PMPCA gene-related disorders and expand the disease concept.

#4

PMPCA mutations cause abnormal mitochondrial protein processing in patients with non-progressive cerebellar ataxia.

Brain : a journal of neurology2015 Jun

Non-progressive cerebellar ataxias are a rare group of disorders that comprise approximately 10% of static infantile encephalopathies. We report the identification of mutations in PMPCA in 17 patients from four families affected with cerebellar ataxia, including the large Lebanese family previously described with autosomal recessive cerebellar ataxia and short stature of Norman type and localized to chromosome 9q34 (OMIM #213200). All patients present with non-progressive cerebellar ataxia, and the majority have intellectual disability of variable severity. PMPCA encodes α-MPP, the alpha subunit of mitochondrial processing peptidase, the primary enzyme responsible for the maturation of the vast majority of nuclear-encoded mitochondrial proteins, which is necessary for life at the cellular level. Analysis of lymphoblastoid cells and fibroblasts from patients homozygous for the PMPCA p.Ala377Thr mutation and carriers demonstrate that the mutation impacts both the level of the alpha subunit encoded by PMPCA and the function of mitochondrial processing peptidase. In particular, this mutation impacts the maturation process of frataxin, the protein which is depleted in Friedreich ataxia. This study represents the first time that defects in PMPCA and mitochondrial processing peptidase have been described in association with a disease phenotype in humans.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Clinical whole Exome Sequencing Reveals Novel Homozygous Missense Variant in the PMPCA Gene causing Autosomal Recessive Spinocerebellar Ataxia.
    Pakistan journal of medical sciences· 2024· PMID 39554679mais citado
  2. Inhibiting NR5A2 targets stemness in pancreatic cancer by disrupting SOX2/MYC signaling and restoring chemosensitivity.
    Journal of experimental &amp; clinical cancer research : CR· 2023· PMID 38012687mais citado
  3. A severe form of autosomal recessive spinocerebellar ataxia associated with novel PMPCA variants.
    Brain &amp; development· 2021· PMID 33272776mais citado
  4. PMPCA mutations cause abnormal mitochondrial protein processing in patients with non-progressive cerebellar ataxia.
    Brain : a journal of neurology· 2015· PMID 25808372mais citado
  5. Trends in COVID-19-associated mortality in patients with pulmonary hypertension: a COMPERA analysis.
    Eur Respir J· 2023· PMID 37105586recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:1170(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:213200(OMIM)
  3. MONDO:0008943(MONDO)
  4. GARD:1199(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q21124571(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Doença cerebeloparenquimatosa autossômica recessiva tipo 3

ORPHA:1170 · MONDO:0008943
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G11.0 · Ataxia congênita não-progressiva
Início
Adolescent, Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1859298
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