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Braquiolmia tipo Toledo
Crescimento

Braquiolmia tipo Toledo é uma doença autossômica recessiva rara caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, dor nas costas e platispondilia quadrada. Apresenta também aumento da excreção urinária de dissacarídeos e opacificação do estroma corneano.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 16/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Braquiolmia tipo Toledo é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos, principalmente da coluna vertebral. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas displasias esqueléticas, que causam alterações no crescimento e na forma dos ossos. A condição é caracterizada por baixa estatura desproporcional, com tronco mais curto em relação aos membros, e alterações na coluna que podem ser vistas em exames de imagem.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da Braquiolmia tipo Toledo incluem baixa estatura desproporcional de tronco curto, que geralmente se torna evidente na infância. Também são comuns pescoço curto, dor nas costas, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para os lados e para frente), hiperlordose lombar (curvatura acentuada para dentro na parte inferior das costas) e distúrbios da marcha. Exames de imagem podem revelar platispondilia quadrada (vértebras achatadas e com formato quadrado), placas terminais vertebrais irregulares, estreitamento do espaço intervertebral, morfologia anormal do processo odontoide (estrutura na segunda vértebra do pescoço), colo femoral curto, metáfises tibiais largas (alargamento da extremidade do osso da canela) e ossificação costocondral precoce (calcificação precoce das cartilagens das costelas). Além disso, pode haver opacificação do estroma corneano (turvação da córnea) e aumento da excreção urinária de dissacarídeos (açúcares).[1][4]

Causas genéticas

A Braquiolmia tipo Toledo tem herança autossômica recessiva. Isso significa que, para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma do pai e outra da mãe). Até o momento, o gene específico responsável por esta condição ainda não foi identificado.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Braquiolmia tipo Toledo é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente as alterações na coluna vertebral e a baixa estatura desproporcional. Exames de imagem, como radiografias, são fundamentais para identificar as alterações ósseas típicas, como a platispondilia quadrada e as irregularidades nas vértebras. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos, embora o gene específico ainda não tenha sido identificado. A condição é registrada no OMIM (Online Mendelian Inheritance in Man) sob o código OMIM:271630 e no MONDO (Mondo Disease Ontology) como MONDO:0010074.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico ou cura para a Braquiolmia tipo Toledo. O manejo da condição é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, podendo incluir ortopedistas, fisioterapeutas e outros especialistas. O tratamento pode envolver fisioterapia para melhorar a mobilidade e reduzir a dor, além de medidas para gerenciar a cifoescoliose e a hiperlordose lombar. Em alguns casos, procedimentos ortopédicos podem ser considerados para corrigir deformidades graves da coluna. É importante que o paciente tenha acompanhamento regular para monitorar a progressão dos sintomas e ajustar as intervenções conforme necessário.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona algumas substâncias em estudos relacionados à Braquiolmia tipo Toledo, mas é importante destacar que estas são apenas associações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento. As substâncias citadas incluem: Chondroitin Sulfates (1 publicação), Cysteine (1), Deuterium (1), Fucose (1), Hyaluronic Acid (1), Hydrogen (1), Methylcholanthrene (1), Azathioprine (1), Cisplatin (1) e Cyclophosphamide (1). Nenhum desses fármacos tem uso estabelecido ou aprovado para o tratamento desta condição.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Braquiolmia tipo Toledo varia de acordo com a gravidade dos sintomas. A condição geralmente não afeta a expectativa de vida, mas pode impactar significativamente a qualidade de vida devido às limitações físicas, dores crônicas e deformidades esqueléticas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para ajudar a gerenciar os sintomas e promover o bem-estar. O acesso a informações claras e a redes de apoio pode fazer uma grande diferença na jornada do paciente e de sua família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Braquiolmia tipo Toledo é uma doença autossômica recessiva rara caracterizada por baixa estatura desproporcional de tronco curto, dor nas costas e platispondilia quadrada. Apresenta também aumento da excreção urinária de dissacarídeos e opacificação do estroma corneano.

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Sinais e sintomas

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Visão geral

A Braquiolmia tipo Toledo é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos, principalmente da coluna vertebral. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas displasias esqueléticas, que causam alterações no crescimento e na forma dos ossos. A condição é caracterizada por baixa estatura desproporcional, com tronco mais curto em relação aos membros, e alterações na coluna que podem ser vistas em exames de imagem.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da Braquiolmia tipo Toledo incluem baixa estatura desproporcional de tronco curto, que geralmente se torna evidente na infância. Também são comuns pescoço curto, dor nas costas, cifoescoliose (curvatura anormal da coluna para os lados e para frente), hiperlordose lombar (curvatura acentuada para dentro na parte inferior das costas) e distúrbios da marcha. Exames de imagem podem revelar platispondilia quadrada (vértebras achatadas e com formato quadrado), placas terminais vertebrais irregulares, estreitamento do espaço intervertebral, morfologia anormal do processo odontoide (estrutura na segunda vértebra do pescoço), colo femoral curto, metáfises tibiais largas (alargamento da extremidade do osso da canela) e ossificação costocondral precoce (calcificação precoce das cartilagens das costelas). Além disso, pode haver opacificação do estroma corneano (turvação da córnea) e aumento da excreção urinária de dissacarídeos (açúcares).[1][4]

Causas genéticas

A Braquiolmia tipo Toledo tem herança autossômica recessiva. Isso significa que, para desenvolver a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma do pai e outra da mãe). Até o momento, o gene específico responsável por esta condição ainda não foi identificado.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Braquiolmia tipo Toledo é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente as alterações na coluna vertebral e a baixa estatura desproporcional. Exames de imagem, como radiografias, são fundamentais para identificar as alterações ósseas típicas, como a platispondilia quadrada e as irregularidades nas vértebras. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de testes genéticos, embora o gene específico ainda não tenha sido identificado. A condição é registrada no OMIM (Online Mendelian Inheritance in Man) sob o código OMIM:271630 e no MONDO (Mondo Disease Ontology) como MONDO:0010074.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

Não existe um tratamento específico ou cura para a Braquiolmia tipo Toledo. O manejo da condição é focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, podendo incluir ortopedistas, fisioterapeutas e outros especialistas. O tratamento pode envolver fisioterapia para melhorar a mobilidade e reduzir a dor, além de medidas para gerenciar a cifoescoliose e a hiperlordose lombar. Em alguns casos, procedimentos ortopédicos podem ser considerados para corrigir deformidades graves da coluna. É importante que o paciente tenha acompanhamento regular para monitorar a progressão dos sintomas e ajustar as intervenções conforme necessário.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica menciona algumas substâncias em estudos relacionados à Braquiolmia tipo Toledo, mas é importante destacar que estas são apenas associações mineradas de publicações e não representam recomendações de tratamento. As substâncias citadas incluem: Chondroitin Sulfates (1 publicação), Cysteine (1), Deuterium (1), Fucose (1), Hyaluronic Acid (1), Hydrogen (1), Methylcholanthrene (1), Azathioprine (1), Cisplatin (1) e Cyclophosphamide (1). Nenhum desses fármacos tem uso estabelecido ou aprovado para o tratamento desta condição.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para pessoas com Braquiolmia tipo Toledo varia de acordo com a gravidade dos sintomas. A condição geralmente não afeta a expectativa de vida, mas pode impactar significativamente a qualidade de vida devido às limitações físicas, dores crônicas e deformidades esqueléticas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para ajudar a gerenciar os sintomas e promover o bem-estar. O acesso a informações claras e a redes de apoio pode fazer uma grande diferença na jornada do paciente e de sua família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
7 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Placas terminais vertebrais irregulares
Frequência: 4/4
100%prev.
Hiperlordose lombar
Frequência: 4/4
Herança autossômica recessiva
Dor nas costas
Platispondilia quadrada
Baixa estatura desproporcional de tronco curto
17sintomas
Muito frequente (2)
Muito raro (1)
Sem dados (14)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 17 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Placas terminais vertebrais irregularesIrregular vertebral endplates
Frequência: 4/4100%
Hiperlordose lombarLumbar hyperlordosis
Frequência: 4/4100%
Herança autossômica recessivaAutosomal recessive inheritance
Dor nas costasBack pain
Platispondilia quadradaSquared-off platyspondyly

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:93303(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:271630(OMIM)
  3. MONDO:0010074(MONDO)
  4. GARD:4977(GARD (NIH))

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Braquiolmia tipo Toledo

ORPHA:93303 · MONDO:0010074
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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)