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Disostose mandibulofacial ligada ao X
ORPHA:1131CID-10 · Q75.4CID-11 · LD25.2OMIM 301950DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
AudiçãoInício neonatalHerança XL
Sinônimos clínicos: Síndrome arco branquial ligada ao X

A disostose mandibulofacial ligada ao cromossomo X é uma síndrome de anomalias congênitas múltiplas extremamente rara, caracterizada por microcefalia, hipoplasia malar com fissuras palpebrais inclinadas para baixo, palato altamente arqueado, orelhas aparentemente baixas e salientes, micrognatia, baixa estatura, perda auditiva bilateral e dificuldade de aprendizagem. Ocasionalmente, foram observadas características adicionais, como criptorquidia bilateral, lesões valvares cardíacas, assimetria corporal e pectus excavatum.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A **disostose mandibulofacial ligada ao X** é uma condição genética rara presente desde o nascimento que afeta o desenvolvimento do rosto, da cabeça e da audição. A família geralmente nota que o bebê nasce com queixo pequeno, cabeça de menor tamanho, orelhas salientes e perda da audição em ambos os ouvidos. Não existem remédios específicos para curar a condição, e o cuidado consiste no acompanhamento do desenvolvimento e na reabilitação. No SUS, o tratamento de suporte pode envolver serviços de reabilitação e procedimentos cirúrgicos craniofaciais já previstos na rede.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A disostose mandibulofacial ligada ao cromossomo X é uma síndrome de anomalias congênitas múltiplas extremamente rara, caracterizada por microcefalia, hipoplasia malar com fissuras palpebrais inclinadas para baixo, palato altamente arqueado, orelhas aparentemente baixas e salientes, micrognatia, baixa estatura, perda auditiva bilateral e dificuldade de aprendizagem. Ocasionalmente, foram observadas características adicionais, como criptorquidia bilateral, lesões valvares cardíacas, assimetria corporal e pectus excavatum.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
7
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q75.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

👂
Ouvidos
7 sintomas
😀
Face
7 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
❤️
Coração
2 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas

+ 6 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Pescoço alado
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Orelhas com rotação posterior
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Face triangular
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Deficiência auditiva condutiva
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Orelha proeminente
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Micrognatia
Muito frequente (99-80%)
29sintomas
Muito frequente (14)
Frequente (3)
Ocasional (7)
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 29 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Pescoço aladoWebbed neck
Muito frequente (99-80%)90%
Orelhas com rotação posteriorPosteriorly rotated ears
Muito frequente (99-80%)90%
Face triangularTriangular face
Muito frequente (99-80%)90%
Deficiência auditiva condutivaConductive hearing impairment
Muito frequente (99-80%)90%
Orelha proeminenteProtruding ear
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa12desde 2014
Últimos 10 anos5publicações
Pico20142 papers
Linha do tempo
20202014Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Disostose mandibulofacial ligada ao X

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Disostose mandibulofacial ligada ao X e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Trata-se de uma síndrome congênita muito rara que causa alterações craniofaciais, como mandíbula retraída e cabeça pequena. Ela tem início no período neonatal e apresenta uma prevalência menor que 1 em 1.000.000 de nascidos.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Branchial arch syndromes.
    Atlas Oral Maxillofac Surg Clin North Am2014PMID 25171997
  2. ORPHA:1131
    Orphanet
  3. GARD:1002
    GARD (NIH)
  4. Q55782534
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Disostose mandibulofacial ligada ao X. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/disostose-mandibulofacial-ligada-ao-x

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Disostose mandibulofacial ligada ao X

ORPHA:1131 · MONDO:0010539
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
7 casos conhecidos
Herança
X-linked recessive
CID-10
Q75.4 · Disostose mandíbulo-facial
CID-11
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1844918
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara