A displasia craniotelencefálica é uma síndrome genética extremamente rara, um defeito de desenvolvimento que acontece enquanto o bebê se forma no útero. Ela se caracteriza pelo fechamento precoce dos ossos do crânio (craniossinostose), por uma abertura na parte frontal do crânio pela qual o cérebro pode sair (encefalocele frontal) e por várias outras alterações no cérebro. Essas anomalias incluem: acúmulo grave de líquido no cérebro (hidrocefalia grave); a ausência de uma estrutura que conecta os dois lados do cérebro (agenesia do corpo caloso); alterações na superfície do cérebro, que pode ser lisa demais ou ter muitas dobras pequenas (lisencefalia e polimicrogiria); cistos no tecido cerebral; e problemas no nervo óptico e em partes do cérebro (displasia septo-óptica). Tudo isso causa problemas graves no funcionamento cerebral, convulsões e um atraso psicomotor muito severo. Não foram encontrados mais relatos sobre essa condição na literatura médica desde 1983.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A displasia craniotelencefálica é uma condição genética congênita extremamente rara que altera a formação do crânio e do cérebro ainda no útero. Ao nascer, o bebê pode apresentar fechamento precoce dos ossos da cabeça, aberturas no crânio com exteriorização de tecido cerebral e malformações visuais graves. O quadro costuma acarretar convulsões e um atraso severo no desenvolvimento psicomotor da criança. Não há remédio curativo específico nem PCDT do Ministério da Saúde para essa síndrome, sendo o apoio feito por intervenções de suporte e pelo procedimento de reabilitação em doenças raras do SUS.
A displasia craniotelencefálica é uma síndrome genética extremamente rara, um defeito de desenvolvimento que acontece enquanto o bebê se forma no útero. Ela se caracteriza pelo fechamento precoce dos ossos do crânio (craniossinostose), por uma abertura na parte frontal do crânio pela qual o cérebro pode sair (encefalocele frontal) e por várias outras alterações no cérebro. Essas anomalias incluem: acúmulo grave de líquido no cérebro (hidrocefalia grave); a ausência de uma estrutura que conecta os dois lados do cérebro (agenesia do corpo caloso); alterações na superfície do cérebro, que pode ser lisa demais ou ter muitas dobras pequenas (lisencefalia e polimicrogiria); cistos no tecido cerebral; e problemas no nervo óptico e em partes do cérebro (displasia septo-óptica). Tudo isso causa problemas graves no funcionamento cerebral, convulsões e um atraso psicomotor muito severo. Não foram encontrados mais relatos sobre essa condição na literatura médica desde 1983.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
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Diagnóstico
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Não existe cura nem tratamento farmacológico específico curativo registrado para a displasia craniotelencefálica. O manejo concentra-se em cirurgias de reparo anatômico e procedimentos de reabilitação e suporte às sequelas neurológicas.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Displasia craniotelencefálica. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-craniotelencefalica
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
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Displasia craniotelencefálica
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata