O prolapso da válvula mitral (PVM) é uma doença valvular cardíaca caracterizada pelo deslocamento de um folheto da válvula mitral anormalmente espessado para dentro do átrio esquerdo durante a sístole. É a forma primária de degeneração mixomatosa da válvula. Existem vários tipos de PVM, classificados genericamente como clássicos e não clássicos. Em casos graves de PVM clássico, as complicações incluem insuficiência mitral, endocardite infecciosa, insuficiência cardíaca congestiva e, em circunstâncias raras, parada cardíaca.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A displasia valvar mixomatosa ligada ao X FLNA-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o coração e o tecido conjuntivo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição é herdada de forma recessiva ligada ao cromossomo X, ou seja, geralmente se manifesta em indivíduos do sexo masculino, enquanto mulheres podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas leves. Os primeiros sinais podem estar presentes já no período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns envolvem o sistema cardiovascular, como regurgitação (vazamento) das válvulas mitral, tricúspide, aórtica e pulmonar, prolapso da valva mitral, persistência do canal arterial, valva aórtica bicúspide e aumento do átrio direito. Essas alterações podem causar falta de ar (dispneia).[1][4]
Além dos problemas cardíacos, a doença afeta o tecido conjuntivo e o desenvolvimento. Os sinais incluem: hipermobilidade articular, escoliose, pé plano, pele hiperextensível, hipotonia generalizada (tônus muscular baixo), pectus excavatum (peito escavado), micrognatia (queixo pequeno), palato estreito, filtro longo (espaço entre nariz e lábio superior aumentado), vermelhão do lábio inferior espesso, hipertelorismo (olhos afastados), ptose bilateral (pálpebras caídas) e miopia moderada.[1][4]
Podem ocorrer também alterações neurológicas e estruturais do cérebro, como heterotopia nodular periventricular (migração anormal de neurônios), hipoplasia do corpo caloso e anormalidades do metabolismo/homeostase.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene FLNA, localizado no cromossomo X. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína filamina-A, essencial para a estrutura e o suporte das células, especialmente nas válvulas cardíacas e no tecido conjuntivo. A herança é recessiva ligada ao X: homens com uma variante patogênica no gene FLNA geralmente desenvolvem a doença; mulheres com uma variante em um dos dois cromossomos X podem ser portadoras ou ter sintomas mais leves.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais cardíacos e do tecido conjuntivo, exames de imagem (ecocardiograma) e confirmado por testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][5]
Atualmente, há 87 testes genéticos disponíveis para a doença e 1.174 variantes registradas no ClinVar, banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica. O acompanhamento cardiológico regular é essencial para monitorar e tratar as alterações valvares, que podem exigir cirurgia de reparo ou substituição valvar. A fisioterapia e a reabilitação podem ajudar na hipotonia e na hipermobilidade articular. O suporte ortopédico é indicado para escoliose e pé plano. A avaliação neurológica é recomendada devido ao risco de heterotopia nodular periventricular e outras alterações cerebrais.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
O prolapso da válvula mitral (PVM) é uma doença valvular cardíaca caracterizada pelo deslocamento de um folheto da válvula mitral anormalmente espessado para dentro do átrio esquerdo durante a sístole. É a forma primária de degeneração mixomatosa da válvula. Existem vários tipos de PVM, classificados genericamente como clássicos e não clássicos. Em casos graves de PVM clássico, as complicações incluem insuficiência mitral, endocardite infecciosa, insuficiência cardíaca congestiva e, em circunstâncias raras, parada cardíaca.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A displasia valvar mixomatosa ligada ao X FLNA-relacionada é uma doença genética rara que afeta principalmente o coração e o tecido conjuntivo. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A condição é herdada de forma recessiva ligada ao cromossomo X, ou seja, geralmente se manifesta em indivíduos do sexo masculino, enquanto mulheres podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas leves. Os primeiros sinais podem estar presentes já no período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais comuns envolvem o sistema cardiovascular, como regurgitação (vazamento) das válvulas mitral, tricúspide, aórtica e pulmonar, prolapso da valva mitral, persistência do canal arterial, valva aórtica bicúspide e aumento do átrio direito. Essas alterações podem causar falta de ar (dispneia).[1][4]
Além dos problemas cardíacos, a doença afeta o tecido conjuntivo e o desenvolvimento. Os sinais incluem: hipermobilidade articular, escoliose, pé plano, pele hiperextensível, hipotonia generalizada (tônus muscular baixo), pectus excavatum (peito escavado), micrognatia (queixo pequeno), palato estreito, filtro longo (espaço entre nariz e lábio superior aumentado), vermelhão do lábio inferior espesso, hipertelorismo (olhos afastados), ptose bilateral (pálpebras caídas) e miopia moderada.[1][4]
Podem ocorrer também alterações neurológicas e estruturais do cérebro, como heterotopia nodular periventricular (migração anormal de neurônios), hipoplasia do corpo caloso e anormalidades do metabolismo/homeostase.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene FLNA, localizado no cromossomo X. Esse gene fornece instruções para a produção da proteína filamina-A, essencial para a estrutura e o suporte das células, especialmente nas válvulas cardíacas e no tecido conjuntivo. A herança é recessiva ligada ao X: homens com uma variante patogênica no gene FLNA geralmente desenvolvem a doença; mulheres com uma variante em um dos dois cromossomos X podem ser portadoras ou ter sintomas mais leves.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais cardíacos e do tecido conjuntivo, exames de imagem (ecocardiograma) e confirmado por testes genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2][5]
Atualmente, há 87 testes genéticos disponíveis para a doença e 1.174 variantes registradas no ClinVar, banco de dados internacional de variantes genéticas.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica. O acompanhamento cardiológico regular é essencial para monitorar e tratar as alterações valvares, que podem exigir cirurgia de reparo ou substituição valvar. A fisioterapia e a reabilitação podem ajudar na hipotonia e na hipermobilidade articular. O suporte ortopédico é indicado para escoliose e pé plano. A avaliação neurológica é recomendada devido ao risco de heterotopia nodular periventricular e outras alterações cerebrais.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 8 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 34 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: X-linked recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisPromotes orthogonal branching of actin filaments and links actin filaments to membrane glycoproteins. Anchors various transmembrane proteins to the actin cytoskeleton and serves as a scaffold for a wide range of cytoplasmic signaling proteins. Interaction with FLNB may allow neuroblast migration from the ventricular zone into the cortical plate. Tethers cell surface-localized furin, modulates its rate of internalization and directs its intracellular trafficking (By similarity). Involved in cilio
Cytoplasm, cell cortexCytoplasm, cytoskeletonPerikaryonCell projection, growth coneCell projection, podosome
Periventricular nodular heterotopia 1
A developmental disorder characterized by the presence of periventricular nodules of cerebral gray matter, resulting from a failure of neurons to migrate normally from the lateral ventricular proliferative zone, where they are formed, to the cerebral cortex. PVNH1 is an X-linked dominant form. Heterozygous females have normal intelligence but suffer from seizures and various manifestations outside the central nervous system, especially related to the vascular system. Hemizygous affected males die in the prenatal or perinatal period.
Variantes genéticas (ClinVar)
1.174 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
5 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia valvar mixomatosa ligada ao X FLNA-relacionada
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
X-linked myxomatous valvular dystrophy in a patient with a novel mutation in the FLNA gene.
In-frame Variants in FLNA Proximal Rod 1 Domain Associate With a Predominant Cardiac Valvular Phenotype.
X-linked cardiac valvular dysplasia is a rare form of male-specific congenital heart defect mainly characterized by myxomatous degeneration of the atrioventricular valves with variable hemodynamic consequences. It is caused by genetic defects in FLNA-encoded filamin A, a widely expressed actin-binding protein that regulates cytoskeleton organization. Filamin A loss of function has also been associated with often concurring neurologic and connective tissue manifestations, with mutations in the first half of the Rod 1 domain apparently expressing the full cardiac phenotype. We contribute to previous genotype-phenotype correlations with a multidisciplinary approach in a newly-described family. Cardiologic, dysmorphologic, and genetic evaluation of available members were complemented with transcriptional and X-chromosome inactivation studies. A novel FLNA mutation c.1066-3C>G cosegregated with a male-expressed, apparently isolated, cardiac phenotype with no skewed X-inactivation pattern in female carriers. This variant was shown to result in an in-frame deletion of 8 amino acid residues near the N-terminal region of the protein. A nonimprinted, partial loss of function of filamin A proximal Rod 1 domain seems to be the pathogenetic mechanism of cardiac valvular dysplasia, with some cases occasionally expressing associated extracardiac manifestations.
Congenital valvular defects associated with deleterious mutations in the PLD1 gene.
The underlying molecular aetiology of congenital heart defects is largely unknown. The aim of this study was to explore the genetic basis of non-syndromic severe congenital valve malformations in two unrelated families. Whole-exome analysis was used to identify the mutations in five patients who suffered from severe valvular malformations involving the pulmonic, tricuspid and mitral valves. The significance of the findings was assessed by studying sporulation of yeast carrying a homologous Phospholipase D (PLD1) mutation, in situ hybridisation in chick embryo and echocardiography and histological examination of hearts of PLD1 knockout mice. Three mutations, p.His442Pro, p.Thr495fs32* and c.2882+2T>C, were identified in the PLD1 gene. The mutations affected highly conserved sites in the PLD1 protein and the p.His442Pro mutation produced a strong loss of function phenotype in yeast homologous mutant strain. Here we show that in chick embryos PLD1 expression is confined to the forming heart (E2-E8) and homogeneously expressed all over the heart during days E2-E3. Thereafter its expression decreases, remaining only adjacent to the atrioventricular valves and the right ventricular outflow tract. This pattern of expression follows the known dynamic patterning of apoptosis in the developing heart, consistent with the known role of PLD1 in the promotion of apoptosis. In hearts of PLD1 knockout mice, we detected marked tricuspid regurgitation, right atrial enlargement, and increased flow velocity, narrowing and thickened leaflets of the pulmonic valve. The findings support a role for PLD1 in normal heart valvulogenesis.
Longitudinal Echocardiographic Evaluation of an Unusual Presentation of X-Linked Myxomatous Valvular Dystrophy Caused by Filamin A Mutation.
Polyvalvar myxomatous valve degeneration is a clinical pathology rarely encountered during cardiac anesthesia, but, when present, most commonly occurs in the context of a connective tissue disorder. Filamin A mutations have begun to be recognized as a source of progressive myxomatous mitral and tricuspid valve degeneration. These lesions can be diagnosed by echo, but their clinical presentation can be equivocal. We present a patient with significant echocardiographic findings of mitral and tricuspid valvar regurgitation, aortic dilatation, and intraoperative findings of aortic ectasia. In our case, a detailed family history led to a preoperative echocardiogram revealing myxomatous mitral and tricuspid valve degeneration with significant regurgitation and aortic dilatation. Genetic evaluation led to the diagnosis of a Filamin A mutation. Pre- and postrepair echocardiographic assessments of valvar function played a key role in the management of this patient. Continued surveillance of his aortic dilation and evaluation of postrepair valve function warrants close follow-up with a high likelihood for further surgical intervention.
Publicações recentes
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Monogenic lupus with SLC7A7 mutations: a retrospective study from a Chinese center.
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X-linked myxomatous valvular dystrophy in a patient with a novel mutation in the FLNA gene.
Kardiologia polskaIn-frame Variants in FLNA Proximal Rod 1 Domain Associate With a Predominant Cardiac Valvular Phenotype.
Revista espanola de cardiologia (English ed.)Congenital valvular defects associated with deleterious mutations in the PLD1 gene.
Journal of medical geneticsLongitudinal Echocardiographic Evaluation of an Unusual Presentation of X-Linked Myxomatous Valvular Dystrophy Caused by Filamin A Mutation.
Seminars in cardiothoracic and vascular anesthesiaAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- X-linked myxomatous valvular dystrophy in a patient with a novel mutation in the FLNA gene.
- In-frame Variants in FLNA Proximal Rod 1 Domain Associate With a Predominant Cardiac Valvular Phenotype.
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:555877(Orphanet)
- OMIM OMIM:314400(OMIM)
- MONDO:0010753(MONDO)
- GARD:1096(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q102293803(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Displasia valvar mixomatosa ligada ao X FLNA-relacionada
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata