Doença genética rara associada a mutações no gene MYH11, predispondo à dissecção da aorta e outras anomalias vasculares. Caracteriza-se por alto risco de dissecção em múltiplos segmentos da aorta, necrose cística da média e outras manifestações cardiovasculares.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A dissecção da aorta familiar é uma condição genética rara que afeta a aorta, a maior artéria do corpo. Nesta doença, a parede da aorta pode se romper ou separar (dissecar), causando uma emergência médica grave. A condição pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta. A prevalência exata é desconhecida, mas sabe-se que é uma doença hereditária.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas da dissecção da aorta familiar podem variar amplamente. Os mais comuns incluem dor torácica, falta de ar (dispneia) aos esforços ou em repouso (dispneia paroxística), e regurgitação aórtica (vazamento da válvula aórtica). A condição também pode causar aneurisma (dilatação) da raiz da aorta ou da aorta torácica descendente, além de dissecção da aorta ascendente ou descendente. Outros sinais incluem acidente vascular cerebral (AVC), dilatação das artérias carótidas ou cerebrais, estreitamento de artérias periféricas (estenose arterial periférica), persistência do canal arterial, aterosclerose coronariana, cardiomegalia (coração aumentado), função anormal do ventrículo esquerdo, necrose cística da média da aorta (degeneração da parede arterial) e cutis marmorata (coloração rendilhada da pele).[1][4]
Causas genéticas
A dissecção da aorta familiar é causada por alterações (mutações) em genes específicos. O principal gene associado é o MYH11, que fornece instruções para a produção da proteína miosina-11, essencial para a contração das células musculares lisas da parede arterial. Mutações nesse gene enfraquecem a aorta, tornando-a propensa a dilatações e dissecções. A herança pode ser autossômica dominante, mas os padrões exatos de herança para esta condição ainda estão sendo estudados.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ecocardiograma, tomografia ou ressonância magnética da aorta) e confirmação por teste genético. Atualmente, há pelo menos um teste genético disponível para identificar mutações nos genes associados, como o MYH11. Mais de 800 variantes genéticas diferentes já foram registradas no banco de dados ClinVar (849 variantes), o que reflete a diversidade genética da doença. O código CID-10 para esta condição é I71.0 (dissecção da aorta).[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da dissecção da aorta familiar é complexo e deve ser individualizado. O tratamento geralmente envolve controle rigoroso da pressão arterial com medicamentos (como betabloqueadores) e, em muitos casos, cirurgia para reparar ou substituir a porção dilatada ou dissecada da aorta. O acompanhamento com exames de imagem periódicos é essencial para monitorar o tamanho da aorta. No Brasil, esta condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. Atualmente, há 2 ensaios clínicos ativos investigando novas abordagens para a doença.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona alguns fármacos em associação com a dissecção da aorta familiar, mas é importante destacar que estas são apenas correlações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Os medicamentos listados incluem: Steroids (3 publicações), Midazolam (2), Sevoflurane (2), Warfarin (2), Fluorodeoxyglucose F18 (1), Iodine 125 (1), Atorvastatin (1), Fentanyl (1), Glutaral (1) e Heparin (1). Estas informações foram extraídas de mineração de literatura científica (fonte: PubTator3).[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende do diagnóstico precoce, do controle dos fatores de risco e do tratamento adequado. Sem intervenção, a dissecção da aorta pode ser fatal. Com acompanhamento médico regular e cirurgia quando indicada, muitos pacientes podem ter uma qualidade de vida razoável, embora necessitem de monitoramento contínuo. O suporte psicológico e o aconselhamento genético para familiares também são recomendados.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença genética rara associada a mutações no gene MYH11, predispondo à dissecção da aorta e outras anomalias vasculares. Caracteriza-se por alto risco de dissecção em múltiplos segmentos da aorta, necrose cística da média e outras manifestações cardiovasculares.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A dissecção da aorta familiar é uma condição genética rara que afeta a aorta, a maior artéria do corpo. Nesta doença, a parede da aorta pode se romper ou separar (dissecar), causando uma emergência médica grave. A condição pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta. A prevalência exata é desconhecida, mas sabe-se que é uma doença hereditária.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas da dissecção da aorta familiar podem variar amplamente. Os mais comuns incluem dor torácica, falta de ar (dispneia) aos esforços ou em repouso (dispneia paroxística), e regurgitação aórtica (vazamento da válvula aórtica). A condição também pode causar aneurisma (dilatação) da raiz da aorta ou da aorta torácica descendente, além de dissecção da aorta ascendente ou descendente. Outros sinais incluem acidente vascular cerebral (AVC), dilatação das artérias carótidas ou cerebrais, estreitamento de artérias periféricas (estenose arterial periférica), persistência do canal arterial, aterosclerose coronariana, cardiomegalia (coração aumentado), função anormal do ventrículo esquerdo, necrose cística da média da aorta (degeneração da parede arterial) e cutis marmorata (coloração rendilhada da pele).[1][4]
Causas genéticas
A dissecção da aorta familiar é causada por alterações (mutações) em genes específicos. O principal gene associado é o MYH11, que fornece instruções para a produção da proteína miosina-11, essencial para a contração das células musculares lisas da parede arterial. Mutações nesse gene enfraquecem a aorta, tornando-a propensa a dilatações e dissecções. A herança pode ser autossômica dominante, mas os padrões exatos de herança para esta condição ainda estão sendo estudados.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ecocardiograma, tomografia ou ressonância magnética da aorta) e confirmação por teste genético. Atualmente, há pelo menos um teste genético disponível para identificar mutações nos genes associados, como o MYH11. Mais de 800 variantes genéticas diferentes já foram registradas no banco de dados ClinVar (849 variantes), o que reflete a diversidade genética da doença. O código CID-10 para esta condição é I71.0 (dissecção da aorta).[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da dissecção da aorta familiar é complexo e deve ser individualizado. O tratamento geralmente envolve controle rigoroso da pressão arterial com medicamentos (como betabloqueadores) e, em muitos casos, cirurgia para reparar ou substituir a porção dilatada ou dissecada da aorta. O acompanhamento com exames de imagem periódicos é essencial para monitorar o tamanho da aorta. No Brasil, esta condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos padronizados. Atualmente, há 2 ensaios clínicos ativos investigando novas abordagens para a doença.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica menciona alguns fármacos em associação com a dissecção da aorta familiar, mas é importante destacar que estas são apenas correlações observadas em estudos, e não recomendações de tratamento. Os medicamentos listados incluem: Steroids (3 publicações), Midazolam (2), Sevoflurane (2), Warfarin (2), Fluorodeoxyglucose F18 (1), Iodine 125 (1), Atorvastatin (1), Fentanyl (1), Glutaral (1) e Heparin (1). Estas informações foram extraídas de mineração de literatura científica (fonte: PubTator3).[6]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende do diagnóstico precoce, do controle dos fatores de risco e do tratamento adequado. Sem intervenção, a dissecção da aorta pode ser fatal. Com acompanhamento médico regular e cirurgia quando indicada, muitos pacientes podem ter uma qualidade de vida razoável, embora necessitem de monitoramento contínuo. O suporte psicológico e o aconselhamento genético para familiares também são recomendados.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 19 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Muscle contraction
Melanosome
Variantes genéticas (ClinVar)
849 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
8 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Dissecção da aorta familiar
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
Pesquisa e ensaios clínicos
5 ensaios clínicos encontrados, 2 ativos.
Publicações mais relevantes
Fibrillin-1 G234D mutation in the hybrid1 domain causes tight skin associated with dysregulated elastogenesis and increased collagen cross-linking in mice.
Fibrillin-1, an extracellular matrix (ECM) protein encoded by the FBN1 gene, serves as a microfibril scaffold crucial for elastic fiber formation and homeostasis in pliable tissue such as the skin. Aside from causing Marfan syndrome, some mutations in FBN1 result in scleroderma, marked by hardened and thicker skin which limits joint mobility. Here, we describe a tight skin phenotype in the Fbn1G234D/G234D mice carrying a corresponding variant of FBN1 in the hybrid1 domain that was identified in a patient with familial aortic dissection. Unlike scleroderma, skin thickness and collagen fiber abundance do not change in the Fbn1G234D/G234D mutant skin. Instead, increased collagen cross-links were observed. In addition, short elastic fibers were sparsely located underneath the panniculus muscle layer, and an abundance of thin, aberrant elastic fibers was increased within the subcutaneous fascia, which may have tightened skin attachment to the underlying skeletal muscle. Structurally, Fbn1G234D/G234D microfibrils have a disrupted shoulder region that shares similarities with hybrid1 deletion mutant microfibrils. We then demonstrate the consequence of fibrillin-1 G234D mutation on dermal fibroblast functions. Mutant primary fibroblasts produce fewer elastic fibers, exhibit slower migration and increased cell stiffness. Moreover, secretome from mutant fibroblasts are marked by enhanced secretion of ECM, ECM-modifying enzymes, proteoglycans and cytokines, which are pro-tissue repair/fibrogenic. The transcriptome of mutant fibroblasts displays an increased expression of myogenic developmental and immune-related genes. Our study proposes that imbalanced ECM homeostasis due to a fibrillin-1 G234D mutation impacts fibroblast properties with potential ramifications on skin function.
Symptomatic familial primary iris cysts at the pupillary margin in three consecutive generations: A case series.
Iris cysts are uncommon lesions, most of them are iris pigment epithelial (IPE) cysts which typically manifest in adults as unilateral single cysts, are typically asymptomatic and rarely require treatment. The most frequent location of IPE cysts is the iris periphery and the iridociliary sulcus, whereas pupillary cysts are rare. This observational case series aims to describe a unique occurrence of bilateral pupillary IPE cysts in three consecutive generations of a single family. The series describes eight patients of a single family with no consanguineous marriage. All patients have IPE cysts with remarkable abnormally-shaped pupils. The patients were examined at the slit-lamp and imaged with anterior segment optical coherence tomography. Three brothers (14, 19 and 28 years old) were symptomatic and suffered from hemeralopia and reduced visual acuity. ND-YAG laser was successful in relieving the symptoms in the two younger brothers. No recurrence or refill of the cysts occurred after laser application and no intra- or ppostoperative complications were observed during a 9-month follow-up. The older family members showed spontaneously shrunken IPE cysts. IPE cysts are considered idiopathic with an unclear origin. The rare familial incidence of the cysts suggests an autosomal dominant heredity pattern. Many theories were proposed to explain the origin of cysts and none is conclusive. Their principal clinical significance is their similarity to pigmented iris tumors, but they might also cause visual symptoms. Treatment modalities vary from less invasive chemical compounds and ND: YAG laser application to more invasive surgical procedures with disparate efficacy and safety. In the case of multiple cysts, examination of other family members is worthy even when asymptomatic and cardiac consultation of affected patients is warranted as IPE cysts may proclaim a coexisting cardiovascular abnormality, such as familial aortic dissection.
Familial Thoracic Aortic Dissection.
This case report details familial aortic dissection in 2 second-degree blood relatives who experienced sudden aortic dissections. One patient underwent emergency computed tomography angiography (CTA) and the other underwent magnetic resonance angiography (MRA). These imaging examinations were instrumental in revealing each patient's condition. One patient died of dissection rupture while being prepped for surgery. The other patient underwent surgery, recovered, and undergoes continual monitoring for the condition. A positive family history of aortic dissection should be considered in patients presenting with aortic emergencies. Many genes can contribute to this condition, with most genes relating to smooth muscle and connective tissue disorders. Imaging studies for evaluating and monitoring aortic dissection include transesophageal echocardiography, CTA, and MRA. Surgical treatment is possible for aortic dissection, with the goals being to stabilize the dissection and reduce the possibility of rupture. The mortality rate for aortic dissection is high, with the main cause of death being dissection rupture. Lifelong monitoring of survivors and first-degree relatives is recommended.
Descending threshold for ascending aortic aneurysmectomy: Is it time for a "left-shift" in guidelines?
Current guidelines on the management of thoracic aortic disease recommend that the ascending aorta be replaced when it reaches the size of 5.5 cm. Recently emerging data suggest that this criterion may need to be shifted to the left, signifying a recommendation to operate on patients with smaller aortic sizes. The data that support the need for a leftward shift in the guidelines include (1) novel and more granular data on the natural history of ascending aortic aneurysm between 5 and 6 cm showing that 2 hinge risk points exist-one at 5.25 cm, and the other at 5.75 cm; (2) aortic diameter before the moment of aortic dissection is at least 7 mm smaller than postdissection aortic size; (3) the advent of a semiautomated centerline method of imaging assessment seems to underestimate true ascending aortic size; (4) aortic surgery in the present era is very safe and its benefits outweigh the associated risks; (5) genetic testing via high-throughput next-generation sequencing identifies genetic defects responsible for aortic catastrophes at smaller aortic sizes; and (6) familial aortic dissection occurrence suggests that family members of an aortic dissection victim who harbor a sizable aneurysm should be operated on regardless of aortic size.
Familial Aortic Dissection in a Young Adult Caused by MYH11 Gene Mutation.
Publicações recentes
Fibrillin-1 G234D mutation in the hybrid1 domain causes tight skin associated with dysregulated elastogenesis and increased collagen cross-linking in mice.
Symptomatic familial primary iris cysts at the pupillary margin in three consecutive generations: A case series.
Familial Thoracic Aortic Dissection.
Familial Aortic Dissection in a Young Adult Caused by MYH11 Gene Mutation.
Descending threshold for ascending aortic aneurysmectomy: Is it time for a "left-shift" in guidelines?
📚 EuropePMC10 artigos no totalmostrando 6
Fibrillin-1 G234D mutation in the hybrid1 domain causes tight skin associated with dysregulated elastogenesis and increased collagen cross-linking in mice.
Matrix biology : journal of the International Society for Matrix BiologySymptomatic familial primary iris cysts at the pupillary margin in three consecutive generations: A case series.
American journal of ophthalmology case reportsFamilial Thoracic Aortic Dissection.
Radiologic technologyFamilial Aortic Dissection in a Young Adult Caused by MYH11 Gene Mutation.
The Annals of thoracic surgeryDescending threshold for ascending aortic aneurysmectomy: Is it time for a "left-shift" in guidelines?
The Journal of thoracic and cardiovascular surgeryAortic Disease Presentation and Outcome Associated With ACTA2 Mutations.
Circulation. Cardiovascular geneticsAssociações
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Fibrillin-1 G234D mutation in the hybrid1 domain causes tight skin associated with dysregulated elastogenesis and increased collagen cross-linking in mice.Matrix biology : journal of the International Society for Matrix Biology· 2025· PMID 39615636mais citado
- Symptomatic familial primary iris cysts at the pupillary margin in three consecutive generations: A case series.
- Familial Thoracic Aortic Dissection.
- Descending threshold for ascending aortic aneurysmectomy: Is it time for a "left-shift" in guidelines?
- Familial Aortic Dissection in a Young Adult Caused by MYH11 Gene Mutation.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:229(Orphanet)
- OMIM OMIM:607086(OMIM)
- MONDO:0024559(MONDO)
- GARD:15408(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q5432930(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Dissecção da aorta familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Ensaios clínicos
- fonte: ClinicalTrials.gov