Síndrome rara autossômica dominante associada ao gene SMAD3, caracterizada por aneurismas da aorta, prolapso da valva mitral e osteoartrite. Pode apresentar fibrilação atrial, tortuosidade e hipertrofia aórtica, além de ectopia lentis e escleras azuis.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome aneurisma-osteoartrite é uma condição genética rara que afeta principalmente o sistema cardiovascular e as articulações. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A doença pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas mais frequentes incluem aneurisma da aorta (especialmente da aorta torácica), tortuosidade das artérias (incluindo as artérias cerebrais), prolapso da valva mitral, fibrilação atrial, hipertrofia ventricular e morte súbita. No sistema osteoarticular, ocorre osteoartrite (particularmente do quadril), osteopenia e pé torto equinovaro. Outros achados possíveis são dolicocefalia (crânio alongado), escleras azuis, ectopia lentis (deslocamento do cristalino), exotropia (desvio ocular para fora), proptose (olhos saltados), pele macia, cicatrizes atróficas, camptodactilia (dedos curvados), morfologia anormal do esterno, pneumotórax espontâneo e atraso global do desenvolvimento.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES). Atualmente, há 78 testes genéticos registrados e 657 variantes catalogadas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da síndrome aneurisma-osteoartrite envolve o acompanhamento multidisciplinar com cardiologista, reumatologista, geneticista e outros especialistas. Não há cura, mas o tratamento visa prevenir complicações cardiovasculares (como dissecção da aorta) e aliviar os sintomas articulares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras e dosagem de alfa-fetoproteína. Medicamentos como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e corticosteroides podem ser utilizados para controle da dor e inflamação, mas devem ser prescritos por médico, com monitoramento dos riscos cardiovasculares e renais.[1][2]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte: PubTator3) associa os seguintes fármacos a esta síndrome, com base em mineração de textos: aceclofenac, acemetacin, amtolmetin-guacil, carprofen, celecoxib, cortisone-acetate, deracoxib, dexamethasone, dexamethasone-acetate, diacerein, diclofenac, diflunisal, droxicam, etodolac, etoricoxib, fenoprofen, firocoxib, flurbiprofen-(+/-), flurbiprofen-(S)-(+), grapiprant. Importante: essas são associações extraídas automaticamente da literatura, não representando recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações cardiovasculares. O risco de dissecção da aorta e morte súbita é significativo, especialmente se não houver acompanhamento regular. A osteoartrite pode causar dor crônica e limitação funcional. O acompanhamento médico contínuo e a reabilitação podem melhorar a qualidade de vida e reduzir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara autossômica dominante associada ao gene SMAD3, caracterizada por aneurismas da aorta, prolapso da valva mitral e osteoartrite. Pode apresentar fibrilação atrial, tortuosidade e hipertrofia aórtica, além de ectopia lentis e escleras azuis.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome aneurisma-osteoartrite é uma condição genética rara que afeta principalmente o sistema cardiovascular e as articulações. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso por 1.000.000 de pessoas. A doença pode se manifestar em qualquer idade, desde o nascimento até a vida adulta.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas mais frequentes incluem aneurisma da aorta (especialmente da aorta torácica), tortuosidade das artérias (incluindo as artérias cerebrais), prolapso da valva mitral, fibrilação atrial, hipertrofia ventricular e morte súbita. No sistema osteoarticular, ocorre osteoartrite (particularmente do quadril), osteopenia e pé torto equinovaro. Outros achados possíveis são dolicocefalia (crânio alongado), escleras azuis, ectopia lentis (deslocamento do cristalino), exotropia (desvio ocular para fora), proptose (olhos saltados), pele macia, cicatrizes atróficas, camptodactilia (dedos curvados), morfologia anormal do esterno, pneumotórax espontâneo e atraso global do desenvolvimento.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES). Atualmente, há 78 testes genéticos registrados e 657 variantes catalogadas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da síndrome aneurisma-osteoartrite envolve o acompanhamento multidisciplinar com cardiologista, reumatologista, geneticista e outros especialistas. Não há cura, mas o tratamento visa prevenir complicações cardiovasculares (como dissecção da aorta) e aliviar os sintomas articulares. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras e dosagem de alfa-fetoproteína. Medicamentos como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e corticosteroides podem ser utilizados para controle da dor e inflamação, mas devem ser prescritos por médico, com monitoramento dos riscos cardiovasculares e renais.[1][2]
Tratamentos citados na literatura
A literatura científica (fonte: PubTator3) associa os seguintes fármacos a esta síndrome, com base em mineração de textos: aceclofenac, acemetacin, amtolmetin-guacil, carprofen, celecoxib, cortisone-acetate, deracoxib, dexamethasone, dexamethasone-acetate, diacerein, diclofenac, diflunisal, droxicam, etodolac, etoricoxib, fenoprofen, firocoxib, flurbiprofen-(+/-), flurbiprofen-(S)-(+), grapiprant. Importante: essas são associações extraídas automaticamente da literatura, não representando recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade das manifestações cardiovasculares. O risco de dissecção da aorta e morte súbita é significativo, especialmente se não houver acompanhamento regular. A osteoartrite pode causar dor crônica e limitação funcional. O acompanhamento médico contínuo e a reabilitação podem melhorar a qualidade de vida e reduzir complicações.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 28 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 85 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisReceptor-regulated SMAD (R-SMAD) that is an intracellular signal transducer and transcriptional modulator activated by TGF-beta (transforming growth factor) and activin type 1 receptor kinases. Binds the TRE element in the promoter region of many genes that are regulated by TGF-beta and, on formation of the SMAD3/SMAD4 complex, activates transcription. Also can form a SMAD3/SMAD4/JUN/FOS complex at the AP-1/SMAD site to regulate TGF-beta-mediated transcription. Has an inhibitory effect on wound
CytoplasmNucleus
Colorectal cancer
A complex disease characterized by malignant lesions arising from the inner wall of the large intestine (the colon) and the rectum. Genetic alterations are often associated with progression from premalignant lesion (adenoma) to invasive adenocarcinoma. Risk factors for cancer of the colon and rectum include colon polyps, long-standing ulcerative colitis, and genetic family history.
Variantes genéticas (ClinVar)
657 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 367 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
22 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome aneurisma - osteoartrite
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
Loeys-Dietz Syndrome.
Loeys-Dietz syndrome is an autosomal dominant aortic aneurysm syndrome characterized by multisystemic involvement. The most typical clinical triad includes hypertelorism, bifid uvula or cleft palate and aortic aneurysm with tortuosity. Natural history is significant for aortic dissection at smaller aortic diameter and arterial aneurysms throughout the arterial tree. The genetic cause is heterogeneous and includes mutations in genes encoding for components of the transforming growth factor beta (TGFβ) signalling pathway: TGFBR1, TGFBR2, SMAD2, SMAD3, TGFB2 and TGFB3. Despite the loss of function nature of these mutations, the patient-derived aortic tissues show evidence of increased (rather than decreased) TGFβ signalling. These insights offer new options for therapeutic interventions.
Connective Tissue Disorders and Cardiovascular Complications: The Indomitable Role of Transforming Growth Factor-β Signaling.
Marfan Syndrome (MFS) and Loeys-Dietz Syndrome (LDS) represent heritable connective tissue disorders that segregate with a similar pattern of cardiovascular defects (thoracic aortic aneurysm, mitral valve prolapse/regurgitation, and aortic dilatation with regurgitation). This pattern of cardiovascular defects appears to be expressed along a spectrum of severity in many heritable connective tissue disorders and raises suspicion of a relationship between the normal development of connective tissues and the cardiovascular system. With overwhelming evidence of the involvement of aberrant Transforming Growth Factor-beta (TGF-β) signaling in MFS and LDS, this signaling pathway may represent the common link in the relationship between connective tissue disorders and their associated cardiovascular complications. To further explore this hypothetical link, this chapter will review the TGF-β signaling pathway, the heritable connective tissue syndromes related to aberrant TGF-β signaling, and will discuss the pathogenic contribution of TGF-β to these syndromes with a primary focus on the cardiovascular system.
Heart failure and sudden cardiac death in heritable thoracic aortic disease caused by pathogenic variants in the SMAD3 gene.
Predominant cardiovascular manifestations in the spectrum of Heritable Thoracic Aortic Disease include by default aortic root aneurysms- and dissections, which may be associated with aortic valve disease. Mitral- and tricuspid valve prolapse are other commonly recognized features. Myocardial disease, characterized by heart failure and/or malignant arrhythmias has been reported in humans and in animal models harboring pathogenic variants in the Fibrillin1 gene. Description of clinical history of three cases from one family in Ghent (Belgium) and one family in St. Louis (US). We report on three cases from two families presenting end-stage heart failure (in two) and lethal arrhythmias associated with moderate left ventricular dilatation (in one). All three cases harbor a pathogenic variant in the SMAD3 gene, known to cause aneurysm osteoarthritis syndrome, Loeys-Dietz syndrome type 3 or isolated Heritable Thoracic Aortic Disease. These unusual presentations warrant awareness for myocardial disease in patients harboring pathogenic variants in genes causing Heritable Thoracic Aortic Disease and indicate the need for prospective studies in larger cohorts.
Isolated aortic dilation without osteoarthritis: a case of SMAD3 mutation.
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Repeated Loss of Consciousness in a Young Woman: A Suspicious SMAD3 Mutation Underlying Spontaneous Coronary Artery Dissection.
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Connective Tissue Disorders and Cardiovascular Complications: The Indomitable Role of Transforming Growth Factor-β Signaling.
Advances in experimental medicine and biologyHeart failure and sudden cardiac death in heritable thoracic aortic disease caused by pathogenic variants in the SMAD3 gene.
Molecular genetics & genomic medicineIsolated aortic dilation without osteoarthritis: a case of SMAD3 mutation.
Cardiology in the youngRepeated Loss of Consciousness in a Young Woman: A Suspicious SMAD3 Mutation Underlying Spontaneous Coronary Artery Dissection.
The Canadian journal of cardiologyDefective Connective Tissue Remodeling in Smad3 Mice Leads to Accelerated Aneurysmal Growth Through Disturbed Downstream TGF-β Signaling.
EBioMedicineAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Loeys-Dietz Syndrome.
- Connective Tissue Disorders and Cardiovascular Complications: The Indomitable Role of Transforming Growth Factor-β Signaling.
- Heart failure and sudden cardiac death in heritable thoracic aortic disease caused by pathogenic variants in the SMAD3 gene.
- Isolated aortic dilation without osteoarthritis: a case of SMAD3 mutation.
- Repeated Loss of Consciousness in a Young Woman: A Suspicious SMAD3 Mutation Underlying Spontaneous Coronary Artery Dissection.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:284984(Orphanet)
- OMIM OMIM:613795(OMIM)
- MONDO:0013426(MONDO)
- GARD:10997(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q56002697(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome aneurisma - osteoartrite
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub