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Distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol
ORPHA:352718CID-10 · H35.5CID-11 · 9B70OMIM 615147DOENÇA RARA
Visão / ocularInício infantilHerança AR

Distrofia retiniana progressiva autossômica recessiva com início na infância, caracterizada por nictalopia, ausência de reflexo foveal e coloboma da íris. Associada a acne comedoniana, hiperceratose folicular e persistência do canal arterial, devido a defeito no transporte de retinol (gene RBP4).

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol é uma doença genética rara que afeta a retina, a camada sensível à luz no fundo do olho. A condição é causada por um problema no transporte de vitamina A (retinol) para a retina, essencial para a visão. A doença tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, e seus sintomas geralmente começam na infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz (nictalopia), redução da acuidade visual e deficiência visual progressiva. Ao exame oftalmológico, podem ser observados distrofia retiniana, ausência de reflexo foveal, atrofia retiniana periférica, microcórnea (córnea menor que o normal) e tritanomalia (dificuldade para distinguir tons de azul e amarelo). Além dos olhos, podem ocorrer alterações na pele, como acne comedoniana e hiperceratose folicular (pele áspera com pequenos caroços). Outros achados possíveis são persistência do canal arterial (um vaso sanguíneo que não se fecha após o nascimento) e coloboma da íris (falha na formação da íris). Exames laboratoriais mostram níveis diminuídos da proteína de ligação ao retinol no sangue.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene RBP4 (proteína de ligação ao retinol 4). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que transporta a vitamina A (retinol) no sangue. Quando o gene RBP4 não funciona corretamente, a vitamina A não chega adequadamente à retina, prejudicando a produção dos pigmentos visuais e levando à degeneração progressiva da retina. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas oculares e sistêmicos, exames oftalmológicos (como fundoscopia e eletrorretinografia) e na dosagem dos níveis séricos da proteína de ligação ao retinol. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene RBP4. Atualmente, existem 16 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 49 variantes patogênicas estão catalogadas no ClinVar.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para a distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol. O manejo é multidisciplinar e foca no suporte oftalmológico, como uso de óculos ou lentes para correção da acuidade visual reduzida, auxílios para baixa visão e acompanhamento regular com oftalmologista. Para as manifestações cutâneas (acne e hiperceratose), podem ser indicados hidratantes e cuidados com a pele. A persistência do canal arterial pode necessitar de avaliação e tratamento cardiológico. Não há medicamentos aprovados especificamente para essa doença. No Brasil, a condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamentos específicos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença é progressiva, levando à piora gradual da visão ao longo do tempo. O prognóstico visual varia, mas muitos pacientes evoluem para deficiência visual significativa. O suporte oftalmológico precoce, o uso de recursos de baixa visão e o acompanhamento multidisciplinar podem ajudar a manter a qualidade de vida e a independência nas atividades diárias.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
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Distrofia retiniana progressiva autossômica recessiva com início na infância, caracterizada por nictalopia, ausência de reflexo foveal e coloboma da íris. Associada a acne comedoniana, hiperceratose folicular e persistência do canal arterial, devido a defeito no transporte de retinol (gene RBP4).

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: H35.5
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol é uma doença genética rara que afeta a retina, a camada sensível à luz no fundo do olho. A condição é causada por um problema no transporte de vitamina A (retinol) para a retina, essencial para a visão. A doença tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, e seus sintomas geralmente começam na infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sintomas incluem dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz (nictalopia), redução da acuidade visual e deficiência visual progressiva. Ao exame oftalmológico, podem ser observados distrofia retiniana, ausência de reflexo foveal, atrofia retiniana periférica, microcórnea (córnea menor que o normal) e tritanomalia (dificuldade para distinguir tons de azul e amarelo). Além dos olhos, podem ocorrer alterações na pele, como acne comedoniana e hiperceratose folicular (pele áspera com pequenos caroços). Outros achados possíveis são persistência do canal arterial (um vaso sanguíneo que não se fecha após o nascimento) e coloboma da íris (falha na formação da íris). Exames laboratoriais mostram níveis diminuídos da proteína de ligação ao retinol no sangue.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene RBP4 (proteína de ligação ao retinol 4). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que transporta a vitamina A (retinol) no sangue. Quando o gene RBP4 não funciona corretamente, a vitamina A não chega adequadamente à retina, prejudicando a produção dos pigmentos visuais e levando à degeneração progressiva da retina. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas oculares e sistêmicos, exames oftalmológicos (como fundoscopia e eletrorretinografia) e na dosagem dos níveis séricos da proteína de ligação ao retinol. A confirmação diagnóstica é feita por meio de teste genético molecular, que identifica mutações no gene RBP4. Atualmente, existem 16 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 49 variantes patogênicas estão catalogadas no ClinVar.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há tratamento curativo específico para a distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol. O manejo é multidisciplinar e foca no suporte oftalmológico, como uso de óculos ou lentes para correção da acuidade visual reduzida, auxílios para baixa visão e acompanhamento regular com oftalmologista. Para as manifestações cutâneas (acne e hiperceratose), podem ser indicados hidratantes e cuidados com a pele. A persistência do canal arterial pode necessitar de avaliação e tratamento cardiológico. Não há medicamentos aprovados especificamente para essa doença. No Brasil, a condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para tratamentos específicos.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

A doença é progressiva, levando à piora gradual da visão ao longo do tempo. O prognóstico visual varia, mas muitos pacientes evoluem para deficiência visual significativa. O suporte oftalmológico precoce, o uso de recursos de baixa visão e o acompanhamento multidisciplinar podem ajudar a manter a qualidade de vida e a independência nas atividades diárias.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

👁️
Olhos
6 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Início na infância
Frequência: 2/2
100%prev.
Ausência de reflexo foveal
Frequência: 2/2
100%prev.
Coloboma da íris
Frequência: 2/2
100%prev.
Nível de proteína de ligação ao retinol diminuído
Frequência: 2/2
100%prev.
Acne comedoniana
Frequência: 2/2
100%prev.
Hiperceratose folicular
Frequência: 2/2
15sintomas
Muito frequente (9)
Ocasional (1)
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 15 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Início na infânciaChildhood onset
Frequência: 2/2100%
Ausência de reflexo fovealAbsent foveal reflex
Frequência: 2/2100%
Coloboma da írisIris coloboma
Frequência: 2/2100%
Nível de proteína de ligação ao retinol diminuídoDecreased retinol-binding protein level
Frequência: 2/2100%
Acne comedonianaComedonal acne
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Últimos 10 anos1publicações
Pico20241 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
RBP4
RBP4
RBP4Retinol-binding protein 4Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inRestrito
FUNÇÃO

Retinol-binding protein that mediates retinol transport in blood plasma (PubMed:5541771). Delivers retinol from the liver stores to the peripheral tissues (Probable). Transfers the bound all-trans retinol to STRA6, that then facilitates retinol transport across the cell membrane (PubMed:22665496)

LOCALIZAÇÃO

Secreted

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Retinoid metabolism disease events
MECANISMO DE DOENÇA

Retinal dystrophy, iris coloboma, and comedogenic acne syndrome

A disease characterized by retinal degeneration, ocular colobomas involving both the anterior and posterior segment, impaired night vision and loss of visual acuity. Additional characteristic features include developmental abnormalities and severe acne.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fígado
4153.5 TPM
Tecido adiposo
554.2 TPM
Pituitária
376.5 TPM
Adipose Visceral Omentum
289.3 TPM
Mama
162.8 TPM
OUTRAS DOENÇAS (3)
progressive retinal dystrophy due to retinol transport defectmicrophthalmia, isolated, with coloboma 10microphthalmia, isolated, with coloboma
HGNC:9922UniProt:P02753

Variantes genéticas (ClinVar)

49 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RBP4: GRCh37/hg19 10q23.1-25.1(chr10:87456174-107789979)x3 ()
🧬 RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.452A>C (p.Tyr151Ser) ()
🧬 RBP4: GRCh37/hg19 10q23.2-24.31(chr10:88755921-102461203)x1 ()
🧬 RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.38_56del (p.Leu13fs) ()
🧬 RBP4: GRCh37/hg19 10q23.33-24.2(chr10:94283369-101820913)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 9 variantes classificadas pelo ClinVar.

4
3
2
Patogênica (44.4%)
VUS (33.3%)
Benigna (22.2%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.526G>T (p.Glu176Ter) [Pathogenic]
RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.111+1G>A [Pathogenic]
RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.278G>A (p.Gly93Asp) [Likely pathogenic]
FFAR4: NM_006744.4(RBP4):c.176T>A (p.Ile59Asn) [Conflicting classifications of pathogenicity]
RBP4: NM_006744.4(RBP4):c.302C>A (p.Pro101His) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Ablation of Fatty Acid Transport Protein-4 Enhances Cone Survival, M-cone Vision, and Synthesis of Cone-Tropic 9-cis-Retinal in rd12 Mouse Model of Leber Congenital Amaurosis.

The Journal of neuroscience : the official journal of the Society for Neuroscience2024 Jul 03

The canonical visual cycle employing RPE65 as the retinoid isomerase regenerates 11-cis-retinal to support both rod- and cone-mediated vision. Mutations of RPE65 are associated with Leber congenital amaurosis that results in rod and cone photoreceptor degeneration and vision loss of affected patients at an early age. Dark-reared Rpe65-/- mouse has been known to form isorhodopsin that employs 9-cis-retinal as the photosensitive chromophore. The mechanism regulating 9-cis-retinal synthesis and the role of the endogenous 9-cis-retinal in cone survival and function remain largely unknown. In this study, we found that ablation of fatty acid transport protein-4 (FATP4), a negative regulator of 11-cis-retinol synthesis catalyzed by RPE65, increased the formation of 9-cis-retinal, but not 11-cis-retinal, in a light-independent mechanism in both sexes of RPE65-null rd12 mice. Both rd12 and rd12;Fatp4-/- mice contained a massive amount of all-trans-retinyl esters in the eyes, exhibiting comparable scotopic vision and rod degeneration. However, expression levels of M- and S-opsins as well as numbers of M- and S-cones surviving in the superior retinas of rd12;Fatp4-/ - mice were at least twofold greater than those in age-matched rd12 mice. Moreover, FATP4 deficiency significantly shortened photopic b-wave implicit time, improved M-cone visual function, and substantially deaccelerated the progression of cone degeneration in rd12 mice, whereas FATP4 deficiency in mice with wild-type Rpe65 alleles neither induced 9-cis-retinal formation nor influenced cone survival and function. These results identify FATP4 as a new regulator of synthesis of 9-cis-retinal, which is a "cone-tropic" chromophore supporting cone survival and function in the retinas with defective RPE65.

Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Ablation of Fatty Acid Transport Protein-4 Enhances Cone Survival, M-cone Vision, and Synthesis of Cone-Tropic 9-cis-Retinal in rd12 Mouse Model of Leber Congenital Amaurosis.
    The Journal of neuroscience : the official journal of the Society for Neuroscience· 2024· PMID 38811164mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:352718(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:615147(OMIM)
  3. MONDO:0014060(MONDO)
  4. GARD:17529(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55784494(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Distrofia retiniana progressiva por defeito no transporte de retinol

ORPHA:352718 · MONDO:0014060
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
H35.5 · Distrofias hereditárias da retina
CID-11
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3554593
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata