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Fusão esplenogonadal isolada
ORPHA:457083CID-10 · Q89.0DOENÇA RARA
Início neonatal
Também conhecida comoSGF

Fusão esplenogonadal isolada é uma condição rara caracterizada pela anomalia do epidídimo, ectopia do baço e criptorquidia, podendo estar associada a hérnia inguinal e hidrocele.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A fusão esplenogonadal isolada é uma condição rara em que o tecido do baço se funde com as estruturas do sistema reprodutor (testículo, epidídimo ou escroto) durante o desenvolvimento fetal. Essa fusão ocorre de forma isolada, ou seja, sem associação com outras malformações congênitas. A prevalência exata é desconhecida, e os primeiros sinais podem ser observados ainda no período pré-natal ou logo após o nascimento.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: massa testicular, criptorquidia (testículo não descido) unilateral ou bilateral, hérnia inguinal, hidrocele testicular, anormalidades do epidídimo, do escroto e do pênis, além de ectopia do baço (baço em posição anormal) e poliesplenia (múltiplos pequenos fragmentos de baço). Exames laboratoriais podem mostrar aumento dos níveis de alfa-fetoproteína, atividade anormal da lactato desidrogenase e níveis elevados de gonadotropinas circulantes.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há dados disponíveis sobre herança genética ou genes específicos associados à fusão esplenogonadal isolada. Nenhum gene foi confirmado como causador da condição, e não há informações sobre padrão de herança.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que identificam a fusão entre tecido esplênico e gonadal. Exames laboratoriais como dosagem de alfa-fetoproteína podem auxiliar na investigação. Existem 336 testes genéticos disponíveis para a condição, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES). Não há variantes depositadas no ClinVar para esta doença.[1][4]

Tratamento e manejo

O manejo da fusão esplenogonadal isolada é individualizado e pode envolver acompanhamento cirúrgico para correção de hérnia inguinal, criptorquidia ou hidrocele, além de monitoramento dos níveis hormonais e de marcadores tumorais. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo procedimentos como cariótipo, FISH, sequenciamento de exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados disponíveis na literatura sobre prognóstico ou qualidade de vida específicos para a fusão esplenogonadal isolada. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é recomendado para monitorar possíveis complicações e garantir suporte adequado ao paciente e à família.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Fusão esplenogonadal isolada é uma condição rara caracterizada pela anomalia do epidídimo, ectopia do baço e criptorquidia, podendo estar associada a hérnia inguinal e hidrocele.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
145
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q89.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A fusão esplenogonadal isolada é uma condição rara em que o tecido do baço se funde com as estruturas do sistema reprodutor (testículo, epidídimo ou escroto) durante o desenvolvimento fetal. Essa fusão ocorre de forma isolada, ou seja, sem associação com outras malformações congênitas. A prevalência exata é desconhecida, e os primeiros sinais podem ser observados ainda no período pré-natal ou logo após o nascimento.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: massa testicular, criptorquidia (testículo não descido) unilateral ou bilateral, hérnia inguinal, hidrocele testicular, anormalidades do epidídimo, do escroto e do pênis, além de ectopia do baço (baço em posição anormal) e poliesplenia (múltiplos pequenos fragmentos de baço). Exames laboratoriais podem mostrar aumento dos níveis de alfa-fetoproteína, atividade anormal da lactato desidrogenase e níveis elevados de gonadotropinas circulantes.[1][3]

Causas genéticas

Até o momento, não há dados disponíveis sobre herança genética ou genes específicos associados à fusão esplenogonadal isolada. Nenhum gene foi confirmado como causador da condição, e não há informações sobre padrão de herança.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que identificam a fusão entre tecido esplênico e gonadal. Exames laboratoriais como dosagem de alfa-fetoproteína podem auxiliar na investigação. Existem 336 testes genéticos disponíveis para a condição, incluindo cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES). Não há variantes depositadas no ClinVar para esta doença.[1][4]

Tratamento e manejo

O manejo da fusão esplenogonadal isolada é individualizado e pode envolver acompanhamento cirúrgico para correção de hérnia inguinal, criptorquidia ou hidrocele, além de monitoramento dos níveis hormonais e de marcadores tumorais. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo procedimentos como cariótipo, FISH, sequenciamento de exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

Não há dados disponíveis na literatura sobre prognóstico ou qualidade de vida específicos para a fusão esplenogonadal isolada. O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar é recomendado para monitorar possíveis complicações e garantir suporte adequado ao paciente e à família.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🫃
Digestivo
1 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🩸
Sangue
1 sintomas
🦴
Ossos e articulações
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Anormalidade do escroto
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Criptorquidia unilateral
Frequente (79-30%)
55%prev.
Massa testicular
Frequente (79-30%)
17%prev.
Anormalidade do epidídimo
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Hérnia inguinal
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Criptorquidia bilateral
Ocasional (29-5%)
13sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (2)
Ocasional (6)
Muito raro (4)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 13 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Anormalidade do escrotoAbnormality of the scrotum
Muito frequente (99-80%)90%
Criptorquidia unilateralUnilateral cryptorchidism
Frequente (79-30%)55%
Massa testicularTesticular mass
Frequente (79-30%)55%
Anormalidade do epidídimoAbnormality of the epididymis
Ocasional (29-5%)17%
Hérnia inguinalInguinal hernia
Ocasional (29-5%)17%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa5desde 2021
Últimos 10 anos2publicações
Pico20141 papers
Linha do tempo
2021Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Fusão esplenogonadal isolada

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Spleno-adrenal fusion mimicking an adrenal metastasis of a renal cell carcinoma: A case report and embryological background.

Open medicine (Warsaw, Poland)2021

Foci of splenic tissue separated from the spleen can occur as a congenital anomaly. Isolated nodules of splenic tissue are called accessory spleens or spleniculli. However, nodules of splenic tissue can merge with other organs during embryonic development, in which case we speak of spleno-visceral fusions: most often, they merge with the tail of the pancreas (thus forming spleno-pancreatic fusion or an intrapancreatic accessory spleen), with the reproductive gland (i.e., spleno-gonadal fusion), or with the kidney (i.e., spleno-renal fusion). Our case report describes the fusion of heterotopic splenic tissue with the right adrenal gland, which was misinterpreted as a metastasis of a renal cell carcinoma. To the best of our knowledge, this is the first reported case of spleno-adrenal fusion. Spleno-visceral fusions usually represent asymptomatic conditions; their main clinical significance lies in the confusion they cause and its misinterpretation as tumors of other organs. We believe that the cause of retroperitoneal spleno-visceral fusions is the anomalous migration of splenic cells along the dorsal mesentery to the urogenital ridge, together with primitive germ cells, at the end of the fifth week and during the sixth week of embryonic age. This theory explains the possible origin of spleno-visceral fusions, their different frequency of occurrence, and the predominance of findings on the left side.

#2

Continuous-type splenogonadal fusion: report of a rare case.

The Turkish journal of pediatrics2014

Splenogonadal fusion is a rare congenital anomaly. It has two subtypes, discontinuous and continuous. Up to one-third of continuous-type fusion is associated with other congenital anomalies. We present a continuous-type splenogonadal fusion case that was found incidentally during indirect hernia repair; the testicle was preserved during excision. Laparoscopic exploration was helpful in identifying the isolated polysplenia as the origin of continuous-type splenogonadal fusion, and in excising the cord-like attachment proximally. The patient had no other associated anomaly.

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Spleno-adrenal fusion mimicking an adrenal metastasis of a renal cell carcinoma: A case report and embryological background.
    Open medicine (Warsaw, Poland)· 2021· PMID 33392391mais citado
  2. Continuous-type splenogonadal fusion: report of a rare case.
    The Turkish journal of pediatrics· 2014· PMID 26388605mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:457083(Orphanet)
  2. MONDO:0018703(MONDO)
  3. GARD:21903(GARD (NIH))
  4. Q7578553(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Fusão esplenogonadal isolada
Compêndio · Raras BR

Fusão esplenogonadal isolada

ORPHA:457083 · MONDO:0018703
Prevalência
Unknown
Casos
145 casos conhecidos
Herança
No data available
CID-10
Q89.0 · Malformações congênitas do baço
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680001
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata