Doença rara autossômica recessiva que causa icterícia neonatal por hiperbilirrubinemia não conjugada, associada a mutações no gene UGT1A1. Pode levar a kernicterus se não tratada.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é uma condição genética rara que se manifesta logo após o nascimento. Ela é caracterizada por níveis elevados de bilirrubina não conjugada no sangue do recém-nascido, levando à icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos). A condição é temporária, mas requer atenção médica para evitar complicações graves, como o kernicterus (lesão cerebral causada pelo acúmulo de bilirrubina). A prevalência exata ainda não foi documentada.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem icterícia neonatal (pele e olhos amarelados) e hiperbilirrubinemia não conjugada (aumento da bilirrubina indireta no sangue). Em casos graves, pode ocorrer kernicterus, uma forma de dano cerebral que pode levar a problemas neurológicos permanentes. A condição tem início no período neonatal.[1][4]
Causas genéticas
A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é causada por alterações (mutações) no gene UGT1A1, que fornece instruções para a produção da enzima UDP-glucuronosiltransferase 1A1. Essa enzima é essencial para a conjugação e eliminação da bilirrubina do organismo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica do recém-nascido, com medição dos níveis de bilirrubina no sangue. Testes genéticos podem confirmar a presença de mutações no gene UGT1A1. Atualmente, existem 27 testes genéticos disponíveis e 155 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O código CID-10 associado é P59.8.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar foca no controle dos níveis de bilirrubina para prevenir o kernicterus. As opções de tratamento incluem fototerapia (exposição a luz especial que ajuda a quebrar a bilirrubina) e, em casos mais graves, exsanguineotransfusão (substituição do sangue do bebê). Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a evolução e evitar complicações.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, a substância bilirrubina é mencionada em associação com esta doença (1 publicação, conforme dados do PubTator3). É importante destacar que essa é uma referência de pesquisa e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico para orientações individualizadas.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos recém-nascidos se recupera completamente sem sequelas. No entanto, se não tratada, a hiperbilirrubinemia grave pode levar ao kernicterus, causando danos neurológicos permanentes, como paralisia cerebral, perda auditiva ou problemas de desenvolvimento. O prognóstico é geralmente bom quando a condição é identificada e manejada a tempo.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva que causa icterícia neonatal por hiperbilirrubinemia não conjugada, associada a mutações no gene UGT1A1. Pode levar a kernicterus se não tratada.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é uma condição genética rara que se manifesta logo após o nascimento. Ela é caracterizada por níveis elevados de bilirrubina não conjugada no sangue do recém-nascido, levando à icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos). A condição é temporária, mas requer atenção médica para evitar complicações graves, como o kernicterus (lesão cerebral causada pelo acúmulo de bilirrubina). A prevalência exata ainda não foi documentada.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem icterícia neonatal (pele e olhos amarelados) e hiperbilirrubinemia não conjugada (aumento da bilirrubina indireta no sangue). Em casos graves, pode ocorrer kernicterus, uma forma de dano cerebral que pode levar a problemas neurológicos permanentes. A condição tem início no período neonatal.[1][4]
Causas genéticas
A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é causada por alterações (mutações) no gene UGT1A1, que fornece instruções para a produção da enzima UDP-glucuronosiltransferase 1A1. Essa enzima é essencial para a conjugação e eliminação da bilirrubina do organismo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica do recém-nascido, com medição dos níveis de bilirrubina no sangue. Testes genéticos podem confirmar a presença de mutações no gene UGT1A1. Atualmente, existem 27 testes genéticos disponíveis e 155 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O código CID-10 associado é P59.8.[1][2][5][6]
Tratamento e manejo
O manejo da Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar foca no controle dos níveis de bilirrubina para prevenir o kernicterus. As opções de tratamento incluem fototerapia (exposição a luz especial que ajuda a quebrar a bilirrubina) e, em casos mais graves, exsanguineotransfusão (substituição do sangue do bebê). Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a evolução e evitar complicações.[1][2][6]
Tratamentos citados na literatura
Na literatura científica, a substância bilirrubina é mencionada em associação com esta doença (1 publicação, conforme dados do PubTator3). É importante destacar que essa é uma referência de pesquisa e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico para orientações individualizadas.[6]
Prognóstico e qualidade de vida
Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos recém-nascidos se recupera completamente sem sequelas. No entanto, se não tratada, a hiperbilirrubinemia grave pode levar ao kernicterus, causando danos neurológicos permanentes, como paralisia cerebral, perda auditiva ou problemas de desenvolvimento. O prognóstico é geralmente bom quando a condição é identificada e manejada a tempo.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 5 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
UDP-glucuronosyltransferase (UGT) that catalyzes phase II biotransformation reactions in which lipophilic substrates are conjugated with glucuronic acid to increase the metabolite's water solubility, thereby facilitating excretion into either the urine or bile (PubMed:12181437, PubMed:15472229, PubMed:18004206, PubMed:18004212, PubMed:18719240, PubMed:19830808, PubMed:23288867, PubMed:15231852, PubMed:21422672, PubMed:38211441). Essential for the elimination and detoxification of drugs, xenobiot
Endoplasmic reticulum membraneCytoplasm, perinuclear region
Gilbert syndrome
Occurs as a consequence of reduced bilirubin transferase activity and is often detected in young adults with vague non-specific complaints.
Variantes genéticas (ClinVar)
155 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
5 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
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Ver todos os 1 no EuropePMCAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:2312(Orphanet)
- OMIM OMIM:237900(OMIM)
- MONDO:0009383(MONDO)
- GARD:2791(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q390908(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata