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Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar
ORPHA:2312CID-10 · P59.8CID-11 · KA87.YOMIM 237900DOENÇA RARA
Início neonatal
Sinônimos clínicos: Síndrome Lucey-Driscoll

Doença rara autossômica recessiva que causa icterícia neonatal por hiperbilirrubinemia não conjugada, associada a mutações no gene UGT1A1. Pode levar a kernicterus se não tratada.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é uma condição genética rara que se manifesta logo após o nascimento. Ela é caracterizada por níveis elevados de bilirrubina não conjugada no sangue do recém-nascido, levando à icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos). A condição é temporária, mas requer atenção médica para evitar complicações graves, como o kernicterus (lesão cerebral causada pelo acúmulo de bilirrubina). A prevalência exata ainda não foi documentada.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem icterícia neonatal (pele e olhos amarelados) e hiperbilirrubinemia não conjugada (aumento da bilirrubina indireta no sangue). Em casos graves, pode ocorrer kernicterus, uma forma de dano cerebral que pode levar a problemas neurológicos permanentes. A condição tem início no período neonatal.[1][4]

Causas genéticas

A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é causada por alterações (mutações) no gene UGT1A1, que fornece instruções para a produção da enzima UDP-glucuronosiltransferase 1A1. Essa enzima é essencial para a conjugação e eliminação da bilirrubina do organismo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica do recém-nascido, com medição dos níveis de bilirrubina no sangue. Testes genéticos podem confirmar a presença de mutações no gene UGT1A1. Atualmente, existem 27 testes genéticos disponíveis e 155 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O código CID-10 associado é P59.8.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar foca no controle dos níveis de bilirrubina para prevenir o kernicterus. As opções de tratamento incluem fototerapia (exposição a luz especial que ajuda a quebrar a bilirrubina) e, em casos mais graves, exsanguineotransfusão (substituição do sangue do bebê). Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a evolução e evitar complicações.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, a substância bilirrubina é mencionada em associação com esta doença (1 publicação, conforme dados do PubTator3). É importante destacar que essa é uma referência de pesquisa e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico para orientações individualizadas.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos recém-nascidos se recupera completamente sem sequelas. No entanto, se não tratada, a hiperbilirrubinemia grave pode levar ao kernicterus, causando danos neurológicos permanentes, como paralisia cerebral, perda auditiva ou problemas de desenvolvimento. O prognóstico é geralmente bom quando a condição é identificada e manejada a tempo.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara autossômica recessiva que causa icterícia neonatal por hiperbilirrubinemia não conjugada, associada a mutações no gene UGT1A1. Pode levar a kernicterus se não tratada.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 1965 Sep

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Not yet documented
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: P59.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
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Visão geral

A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é uma condição genética rara que se manifesta logo após o nascimento. Ela é caracterizada por níveis elevados de bilirrubina não conjugada no sangue do recém-nascido, levando à icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos). A condição é temporária, mas requer atenção médica para evitar complicações graves, como o kernicterus (lesão cerebral causada pelo acúmulo de bilirrubina). A prevalência exata ainda não foi documentada.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem icterícia neonatal (pele e olhos amarelados) e hiperbilirrubinemia não conjugada (aumento da bilirrubina indireta no sangue). Em casos graves, pode ocorrer kernicterus, uma forma de dano cerebral que pode levar a problemas neurológicos permanentes. A condição tem início no período neonatal.[1][4]

Causas genéticas

A Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar é causada por alterações (mutações) no gene UGT1A1, que fornece instruções para a produção da enzima UDP-glucuronosiltransferase 1A1. Essa enzima é essencial para a conjugação e eliminação da bilirrubina do organismo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para desenvolver a condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica do recém-nascido, com medição dos níveis de bilirrubina no sangue. Testes genéticos podem confirmar a presença de mutações no gene UGT1A1. Atualmente, existem 27 testes genéticos disponíveis e 155 variantes registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas). O código CID-10 associado é P59.8.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar foca no controle dos níveis de bilirrubina para prevenir o kernicterus. As opções de tratamento incluem fototerapia (exposição a luz especial que ajuda a quebrar a bilirrubina) e, em casos mais graves, exsanguineotransfusão (substituição do sangue do bebê). Não há medicamentos específicos aprovados para esta condição. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a evolução e evitar complicações.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, a substância bilirrubina é mencionada em associação com esta doença (1 publicação, conforme dados do PubTator3). É importante destacar que essa é uma referência de pesquisa e não uma recomendação de tratamento. Consulte sempre um médico para orientações individualizadas.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria dos recém-nascidos se recupera completamente sem sequelas. No entanto, se não tratada, a hiperbilirrubinemia grave pode levar ao kernicterus, causando danos neurológicos permanentes, como paralisia cerebral, perda auditiva ou problemas de desenvolvimento. O prognóstico é geralmente bom quando a condição é identificada e manejada a tempo.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

Herança autossômica recessiva
Início neonatal
Hiperbilirrubinemia não conjugada neonatal
Icterícia
Kernicterus
5sintomas
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 5 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Herança autossômica recessivaAutosomal recessive inheritance
Início neonatalNeonatal onset
Hiperbilirrubinemia não conjugada neonatalNeonatal unconjugated hyperbilirubinemia
IcteríciaJaundice
Kernicterus

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa61desde 1965
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico19651 papers
Linha do tempo
1970198019902000201020201965Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

UGT1A1UDP-glucuronosyltransferase 1A1Candidate gene tested inTolerante
FUNÇÃO

UDP-glucuronosyltransferase (UGT) that catalyzes phase II biotransformation reactions in which lipophilic substrates are conjugated with glucuronic acid to increase the metabolite's water solubility, thereby facilitating excretion into either the urine or bile (PubMed:12181437, PubMed:15472229, PubMed:18004206, PubMed:18004212, PubMed:18719240, PubMed:19830808, PubMed:23288867, PubMed:15231852, PubMed:21422672, PubMed:38211441). Essential for the elimination and detoxification of drugs, xenobiot

LOCALIZAÇÃO

Endoplasmic reticulum membraneCytoplasm, perinuclear region

VIAS BIOLÓGICAS (4)
GlucuronidationHeme degradationAspirin ADMEParacetamol ADME
MECANISMO DE DOENÇA

Gilbert syndrome

Occurs as a consequence of reduced bilirubin transferase activity and is often detected in young adults with vague non-specific complaints.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Fígado
22.6 TPM
Esôfago - Mucosa
4.2 TPM
Intestino delgado
2.3 TPM
Rim - Córtex
2.2 TPM
Cólon transverso
1.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (5)
Gilbert syndromeobsolete bilirubin, serum level of, quantitative trait locus 1Crigler-Najjar syndrome type 2transient familial neonatal hyperbilirubinemia
HGNC:12530UniProt:P22309

Variantes genéticas (ClinVar)

155 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 UGT1A1: NM_000463.3(UGT1A1):c.1007G>A (p.Arg336Gln) ()
🧬 UGT1A1: NM_000463.3(UGT1A1):c.1328T>C (p.Leu443Pro) ()
🧬 UGT1A1: GRCh37/hg19 2q33.3-37.3(chr2:206965837-242783384)x3 ()
🧬 UGT1A1: NM_000463.3(UGT1A1):c.1385T>A (p.Val462Glu) ()
🧬 UGT1A1: NM_000463.3(UGT1A1):c.686dup (p.Tyr230fs) ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

5 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMC1 artigos no totalmostrando 0

Ver todos os 1 no EuropePMC

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. TRANSIENT FAMILIAL NEONATAL HYPERBILIRUBINEMIA.
    J Clin Invest· 1965· PMID 14332157recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:2312(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:237900(OMIM)
  3. MONDO:0009383(MONDO)
  4. GARD:2791(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q390908(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar
Compêndio · Raras BR

Hiperbilirrubinemia transitória neonatal familiar

ORPHA:2312 · MONDO:0009383
Prevalência
Not yet documented
CID-10
P59.8 · Icterícia neonatal devida a outras causas especificadas
CID-11
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0270210
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata